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14 Fev 2026 | 12:53
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13 Dez 2024 | 16:53 |
O Benfica voltou a 'deslizar' na Liga dos Campeões, somando um empate a zeros diante do Bolonha. Nesse sentido, o Glorioso 1904 esteve à conversa com João Malheiro, que analisou a exibição dos pupilos de Bruno Lage. Além disso, o conhecido Benfiquista defendeu a aposta em Arthur Cabral, pelo menos, mais cedo na partida.
"O Benfica teve uma primeira parte diria cinzenta, esperava-se mais num jogo que teoricamente era para vencer. A primeira parte não foi de todo conseguida. Já a metade complementar foi boa, com um Benfica mais muito mais enérgico, com muito mais vontade de vencer, com alguns desenhos ofensivos interessantes e com oportunidades de golo, pelo o que concluo que o empate tenha um sabor amargo. O Benfica merecia ter ganho o jogo, mas sublinho o que fez na segunda parte e não por aquilo que produziu na primeira", analisou João Malheiro.
"Não gosto muito de falar de substituições, ou decisões do treinador...os treinadores trabalham com os jogadores, saberão as melhores condições ou menos boas condições que têm para poder intervir aqui ou ali. Agora chamo a atenção para a necessidade de tomar decisões e as opções são sempre o treinador quem as toma", realçou João Malheiro, que criticou o timing da entrada do avançado brasileiro. "Arthur Cabral podia ter entrado mais cedo, admito. Uma vez que Pavlidis sendo muito trabalhador, mas, convenhamos, um ponta-de-lança é classificado pelos golos que marca ou não marca e Pavlidis não está num grande momento de grande confiança. Mas não vou por aí, eu acho que o Benfica apresentou o melhor onze", acrescentou.
João Malheiro - Hoje um plantel necessita no mínimo de 22, 23, 24 jogadores porque a carga competitiva chega a roçar a crueldade
"Com a carga competitiva que existe hoje, todos são necessários. Hoje um plantel necessita no mínimo de 22, 23, 24 jogadores porque a carga competitiva chega a roçar a crueldade. Felizmente o Benfica tem soluções. O Arthur Cabral podia ser mais utilizado, o Pavlidis está com alguma crise de confiança na finalização, porque em termos coletivos ele integra-se muito bem na manobra da equipa e é um trabalhador incansável. O Amdouni é um de facto um grande jogador, mas não é exatamente um ponta-de-lança, é um jogador que faz mais que uma posição e extremamente utilitário...agora não queria colocar muito a questão de ser mesmo titular, acho que isso não é relevante, o importante é que o Benfica tem três dianteiros e qualquer um desses pode jogar", acrescentou.
João Malheiro - O Arthur Cabral podia ser mais utilizado, o Pavlidis está com alguma crise de confiança na finalização
No que toca à utilização de Di María, que fez os 90 minutos no encontro com o Bolonha, João Malheiro foi perentório: "O Di María é um enormíssimo jogador, evidentemente que não vai para jovem, mas mesmo com os seus 36 anos é um jogador suscetível de criar desequilíbrios a todo momento ou utilizar uma a arma poderosa que ele tem, que é a bola parada. E portanto num jogo que estava empatado, a presença do Di María era fundamental, infelizmente não houve nenhum lance de bola parada, mas compreendo perfeitamente que tenha sido utilizado o durante todo o jogo".
O conhecido adepto do Benfica visou ainda a arbitragem. "O árbitro foi um bocadinho condescendente com as perdas de tempo e o Bolonha veio à Luz claramente para não perder, não foi para ganhar. Mas o empate do Benfica não se deve à arbitragem, o Benfica empatou por culpa própria", completou João Malheiro.
"Quanto ao resto, sabemos que são dois jogos que encerram uma dificuldade enorme, o Barcelona está num excelente momento, é uma equipa muito poderosa do ponto vista ofensivo. Agora o Benfica em casa com esquema tático bem montado... eu não excluo que o Benfica possa pontuar ou até numa noite conseguida ultrapassar o Barcelona. Tal como a Juventus e até nem me vou socorrer do histórico de confrontos entre o Benfica e a Juventus, que são favoráveis ao Benfica curiosamente. É uma tarefa quase impossível para o Benfica na teoria, mas na prática pode não ser. Muito embora me pareça, pelas contas que tenho feito, que os 10 pontos atualmente garantem a qualificação para o playoff", concluiu.
Na tarde deste sábado, 14 de fevereiro, formação vermelha e branca esteve em ação, numa partida de exigência máxima, mas falhou objetivo traçado
14 Fev 2026 | 17:34 |
Menos um título esta temporada. A equipa feminina do Benfica falhou a qualificação para a final da Taça da Liga, depois de cair aos pés do Torrenese. A formação encarnada marcou presença no reduto da turma do Oeste e, depois de um empate a zero no tempo regulamentar, as grandes penalidades (7-6), ditaram um triunfo para o conjunto caseiro.
Lena Pauels, Catarina Amado, Christy Ucheibe (Carole Costa, 70'), Diana Gomes, Marit Lund, Pauleta (Carolina Tristão, 70'), Beatriz Cameirão (Anna Gasper, 46'), Caroline Møller, Chandra Davidson (Neide Guedes, 89'), Lúcia Alves e Cristina Prieto (Diana Silva, 75') foram as jogadoras que alinharam por Ivan Baptista.
A jogar no reduto do Torreense, que tem usado o Estádio do Jamor como 'casa', a equipa encarnada nunca conseguiu impor, na totalidade, a sua superioridade, perante uma equipa que foi demonstrando muita qualidade, tanto a nível defensivo, como ofensivo. Apesar das várias oportunidades, o Benfica foi para o intervalo empatado a zero.
No segundo tempo, a história foi bastante idêntica, com nenhuma das formações a conseguir encontrar o caminho para a baliza adversária. Apesar das mexidas efectuadas, Ivan Baptista nunca conseguiu quebrar o nulo. Com o apito final, o empate persistia no marcador e as decisões foram feitas na marca dos 11 metros, onde o Torreense foi mais feliz.
Um ano depois de ter conquistado a Taça da Liga, o Benfica falha a revalidação do título e mais um objetivo na temporada, ficando apenas com o campeonato e a Taça de Portugal, onde está em vantagem, frente ao Braga. O próximo compromisso das inspiradoras está agendado para dia 22 de fevereiro, na visita ao Marítimo.
Ainda no decorrer da primeira parte, futebolista de 23 anos teve algumas queixas, que causaram alguma preocupação junto da equipa técnica
14 Fev 2026 | 14:32 |
Tomás Araújo foi motivo de preocupação durante o duelo com o Santa Clara. Ainda durante a primeira parte, o camisola 44 caiu no relvado, agarrado ao joelho, o que causou uma onda de alarme no Benfica. No entanto, pelo que foi apurado, o futebolista português ainda vai ser avaliado para perceber o que aconteceu.
Segundo deu conta o jornal Record, o internacional português teve queixas, como se pôde comprovar pelas expressões de dor que teve ainda durante a primeira parte da partida. Uma situação que acabou por levar Daniel Banjaqui e Sidny Cabral a fazerem exercícios de aquecimento, porém, Tomás Araújo continuou em campo.
"Pedi-lhe e ao departamento médico para aguentar até ao intervalo, é difícil queimar um momento de substituição na primeira parte. Ao intervalo pensei que tivesse que sair, mas ele disse que não", explicou José Mourinho, no final do encontro, quando foi questionado sobre o atleta.
"Espero que não", atirou o Special One, perante a possibilidade de se tratar de um problema grave. Atualmente, vive-se um ambiente de dúvida em torno do camisola 44 que, no decorrer da época transata, esteve a contas com um sério problema que o deixou bastante limitado durante meses.
Na presente temporada, ao serviço do Benfica, Tomás Araújo - avaliado em 28 milhões de euros - já realizou o total de 30 jogos oficiais: 16 na Liga Portugal Betclic, sete na Liga dos Campeões, quatro na Taça de Portugal, dois na Taça da Liga e um na Liga Portugal Meu Super. Nos 2.043 minutos em que esteve dentro das quatro linhas, o camisola 44 registou um golo e uma assistência.
Internacional ucraniano ficou mal na fotografia ao conceder o tento apontado por Gonçalo Paciência, e adeptos fizeram questão de dar a sua opinião
14 Fev 2026 | 13:43 |
O Benfica conquistou três pontos importantes para a corrida ao título. Porém, nem tudo foi positivo para as águias. Segundo alguns adeptos que marcaram presença no Estádio de São Miguel, os encarnados tiveram de sofrer para bater a equipa açoriana, havendo quem visasse Anatoliy Trubin pelo golo sofrido.
Bruno Aguiar: "Mas mais um golo sofrido de forma ridícula fez com que o Benfica acabasse o jogo em perigo"
"Penso que é uma vitória justa do Benfica, sobretudo pelo que fez na primeira parte. Mas mais um golo sofrido de forma ridícula fez com que o Benfica acabasse o jogo em perigo", assumiu Bruno Aguiar, antigo futebolista, em declarações prestadas ao jornal Record.
"Foi uma vitória muito sofrida, mas justa. Na primeira parte, eventualmente já a pensar no Real Madrid, não criou grandes ocasiões além dos golos. Depois sofreu aquele golo consentido. O relvado atrapalhou", adiantou Paulo Madeira, que também marcou presença no encontro entre águias e açorianos.
"O jogo foi um aquecimento para o Real Madrid. E ficaram três pormenores: o Benfica marcou dois golos no primeiro tempo; o ‘frango’ do Trubin, que acontece aos melhores; e o regresso do Rafa, que joga e faz jogar", constatou o músico António Manuel Ribeiro.
Recorde-se que o Benfica conseguiu conquistar mais três pontos importantes, que mantêm as águias na luta pelo título da Liga Portugal Betclic. Ao fim de 22 jornadas já realizadas, o Clube da Luz surge na terceira posição, com 52 pontos, os mesmos que o Sporting (segundo lugar) e a quatro pontos do Porto, contudo, os rivais ainda vão defrontar o Famalicão e o Nacional, respetivamente.