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0O Benfica voltou a 'deslizar' na Liga dos Campeões, somando um empate a zeros diante do Bolonha. Nesse sentido, o Glorioso 1904 esteve à conversa com João Malheiro, que analisou a exibição dos pupilos de Bruno Lage. Além disso, o conhecido Benfiquista defendeu a aposta em Arthur Cabral, pelo menos, mais cedo na partida.
"O Benfica teve uma primeira parte diria cinzenta, esperava-se mais num jogo que teoricamente era para vencer. A primeira parte não foi de todo conseguida. Já a metade complementar foi boa, com um Benfica mais muito mais enérgico, com muito mais vontade de vencer, com alguns desenhos ofensivos interessantes e com oportunidades de golo, pelo o que concluo que o empate tenha um sabor amargo. O Benfica merecia ter ganho o jogo, mas sublinho o que fez na segunda parte e não por aquilo que produziu na primeira", analisou João Malheiro.
"Não gosto muito de falar de substituições, ou decisões do treinador...os treinadores trabalham com os jogadores, saberão as melhores condições ou menos boas condições que têm para poder intervir aqui ou ali. Agora chamo a atenção para a necessidade de tomar decisões e as opções são sempre o treinador quem as toma", realçou João Malheiro, que criticou o timing da entrada do avançado brasileiro. "Arthur Cabral podia ter entrado mais cedo, admito. Uma vez que Pavlidis sendo muito trabalhador, mas, convenhamos, um ponta-de-lança é classificado pelos golos que marca ou não marca e Pavlidis não está num grande momento de grande confiança. Mas não vou por aí, eu acho que o Benfica apresentou o melhor onze", acrescentou.
João Malheiro - Hoje um plantel necessita no mínimo de 22, 23, 24 jogadores porque a carga competitiva chega a roçar a crueldade
"Com a carga competitiva que existe hoje, todos são necessários. Hoje um plantel necessita no mínimo de 22, 23, 24 jogadores porque a carga competitiva chega a roçar a crueldade. Felizmente o Benfica tem soluções. O Arthur Cabral podia ser mais utilizado, o Pavlidis está com alguma crise de confiança na finalização, porque em termos coletivos ele integra-se muito bem na manobra da equipa e é um trabalhador incansável. O Amdouni é um de facto um grande jogador, mas não é exatamente um ponta-de-lança, é um jogador que faz mais que uma posição e extremamente utilitário...agora não queria colocar muito a questão de ser mesmo titular, acho que isso não é relevante, o importante é que o Benfica tem três dianteiros e qualquer um desses pode jogar", acrescentou.
João Malheiro - O Arthur Cabral podia ser mais utilizado, o Pavlidis está com alguma crise de confiança na finalização
No que toca à utilização de Di María, que fez os 90 minutos no encontro com o Bolonha, João Malheiro foi perentório: "O Di María é um enormíssimo jogador, evidentemente que não vai para jovem, mas mesmo com os seus 36 anos é um jogador suscetível de criar desequilíbrios a todo momento ou utilizar uma a arma poderosa que ele tem, que é a bola parada. E portanto num jogo que estava empatado, a presença do Di María era fundamental, infelizmente não houve nenhum lance de bola parada, mas compreendo perfeitamente que tenha sido utilizado o durante todo o jogo".
O conhecido adepto do Benfica visou ainda a arbitragem. "O árbitro foi um bocadinho condescendente com as perdas de tempo e o Bolonha veio à Luz claramente para não perder, não foi para ganhar. Mas o empate do Benfica não se deve à arbitragem, o Benfica empatou por culpa própria", completou João Malheiro.
"Quanto ao resto, sabemos que são dois jogos que encerram uma dificuldade enorme, o Barcelona está num excelente momento, é uma equipa muito poderosa do ponto vista ofensivo. Agora o Benfica em casa com esquema tático bem montado... eu não excluo que o Benfica possa pontuar ou até numa noite conseguida ultrapassar o Barcelona. Tal como a Juventus e até nem me vou socorrer do histórico de confrontos entre o Benfica e a Juventus, que são favoráveis ao Benfica curiosamente. É uma tarefa quase impossível para o Benfica na teoria, mas na prática pode não ser. Muito embora me pareça, pelas contas que tenho feito, que os 10 pontos atualmente garantem a qualificação para o playoff", concluiu.
Emblema de Istambul complicou as contas na competição com mais uma partida, que não acabou bem para a turma turca
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0A vida não tem sido fácil para o Besiktas, que conta com trio ex-Benfica, esta temporada. O emblema turco tem vivido muitos episódios tumultuosos, dentro e fora das quatro linhas, e a derrota da última quinta-feira, 12 de dezembro, agudizou ainda mais o mau momento que as águias negras atravessam. No encontro a contar para a sexta jornada da Liga Europa, os turcos, que contaram com antigos jogadores do Benfica, viajaram até à Noruega, mas regressaram de mão a abanar, apesar do golo de Gedson diante do Bodo/Glimt.
O emblema de Istambul voltou a contar com a titularidade de Gedson Fernandes e de Rafa Silva, atletas que já defenderam as cores do Glorioso, já João Mário, outro antigo jogador do Benfica, foi suplente não utilizado na partida a valer para a Liga Europa. O Besiktas defrontou o Bodo/Glimt, na expectativa de dar continuidade à vitória que tinha assegurado diante o Fenerbahçe, orientado pelo português José Mourinho.
O Besiktas até entrou melhor na partida, com os turcos a procuraram desde cedo abrir o marcador e até foram os primeiros a marcar, graças a um golo de Gedson Fernandes. O antigo camisola 83 do Clube da Luz conseguiu furar as redes da formação norueguesa. Estava feito o 1-0 favorável para o conjunto visitante.
Porém, a festa turca apenas durou um quarto de hora. A partir do minuto 37, começou o pesadelo e o início do fim para as ambições turcas frente ao Bodo/Glimt. A formação da casa reagiu ao golo sofrido diante os turcos e conseguiu chegar ao empate através do golo de Zinckernagel. Os noruegueses ainda tiveram tempo de dar a volta ao resultado antes do intervalo. Seis minutos depois do tento do empate, Bjortuft fez o 2-1, aos 43 minutos. Até ao apito final, o resultado não voltou a sofrer alterações.
Feitas as contas, a formação do Besiktas voltou a perder na Liga Europa e caiu para o 28º lugar da classificação, somando apenas seis pontos e cada vez mais longe dos lugares de qualificação para a próxima ronda da provas em questão. Por outro lado, o Bodo/Glimt, que já tinha derrotado o Porto e o Braga, somou três pontos importantes e subiu à 13ª posição, com 10 pontos em seis jornadas da fase regular da Liga Europa.
Rui Costa não ficou convencido com proposta avançada por clube e ponta-de-lança brasileiro poderá estar mais perto de permanecer de águia ao peito
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0Afinal, Arthur Cabral poderá estar mais perto de ficar no Benfica. O Atlanta United avançou com 15 milhões pelo avançado do Benfica, mas Rui Costa não foi em cantigas, recusando a proposta apresentada pelo clube da MLS.
De acordo com o mesmo jornalista que adiantou o valor da proposta, André Hernan, Rui Costa 'torceu o nariz' aos milhões e rejeitou o oferta, mantendo o avançado do Benfica longe da saída. Segundo a mesma fonte, os responsáveis da Luz consideram que o montante é reduzido para aquilo que pretendem receber pelo craque.
Recordar que, Arthur Cabral chegou ao Benfica, a troco de 20 milhões de euros, e sabe-se que as águias não pretendem ter prejuízo com a saída do ponta-de-lança canarinho. Nesse sentido, é esperado que a direção de Rui Costa apenas aceite propostas que atinjam valores próximos do montante dado à Fiorentina, na altura da contratação do avançado brasileiro.
É de referir, ainda, que, a Atlanta United não é o primeiro clube a receber uma 'nega valente'. Emblemas como o Cruzeiro, o Flamengo e o Corinthians já tentaram 'pescar' Arthur Cabral, mas receberam um 'não' do Benfica, que manteve as portas fechadas a uma saída do ponta-de-lança, que tem merecido a confiança de Bruno Lage, desde que o técnico assumiu as rédeas da equipa encarnada.
Esta temporada, com a camisola do Benfica, Arthur Cabral - atualmente avaliado em 14 milhões de euros - marcou presença em 17 partidas: quatro na Liga dos Campeões, 10 na Liga Portugal Betclic. duas na Taça de Portugal e uma na Taça da Liga. Nos 435 minutos totalizados, o ponta-de-lança brasileiro apontou quatro golos e uma assistência.
Arthur Cabral chegou ao Benfica no verão de 2023, oriundo da Fiorentina, a troco de 20 milhões de euros, mais 5 por objetivos, para colmatar a saída de Gonçalo Ramos, que rumou ao PSG. O atleta de 26 anos tem contrato com o Clube da Luz até junho de 2028 e uma cláusula de rescisão de 100 milhões de euros.
Atleta do Clube da Luz não deixou passar ao lado ‘gaffe’ cometida durante o sorteio
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0Nesta sexta-feira, dia 13 de dezembro, realizou-se o sorteio europeu que ditou os grupos do próximo Campeonato do Mundo, no verão de 2026, e que irá ser organizado pelos Estados Unidos da América, Canadá e México. Apesar da cerimónia realizada pela FIFA ter decorrido dentro da normalidade e sem qualquer sobressalto, houve um pormenor que não passou despercebido a Trubin, guarda-redes do Benfica.
O detalhe em questão, exibido pelo organismo que tutela o futebol mundial, chamou à atenção do atleta ucraniano, deixando Anatoliy Trubin muito indignado com o que tinha acabado de assistir durante o sorteio. Num dos vídeos de apresentação dos países que irão participar na qualificação europeia, a FIFA apresentou o mapa da Ucrânia, país natal do número 1 do Glorioso, o dito mapa surgia sem o território da Crimeia, algo que Trubin não gostou.
Anatoliy Trubin – A Crimeia é Ucrânia
O camisola 1 do Clube da Luz recorreu às redes socais para manifestar o desagrado, perante o ‘erro grave’ cometido pela FIFA durante o sorteio de qualificação. Depois de aclamar que o território da Crimeia pertence ao seu país de origem, o guardião ucraniano deixou a seguinte mensagem: “Como cidadão da Ucrânia, é desagradável para mim ver tais erros. A Crimeia é Ucrânia”, foram as palavras do craque do Benfica, que se mostrou desiludido com o comportamento do organismo máximo do futebol internacional.
Recorde-se que o território alusivo à Crimeia foi omitido do mapa pelo o facto de ser alvo de disputas militares entre a Ucrânia e a Rússia, há uns anos a esta parte. Os russo invadiram e anexaram de forma ilegal uma região que, historicamente, pertence aos ucranianos. A anexação do território aconteceu em 2015, mas a invasão em larga escala decorre desde Fevereiro de 2022.