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Futuro de António Silva está dependente de uma conversa com figura-chave do Benfica
16 Jun 2026 | 16:58
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04 Abr 2025 | 23:00 |
Mauro Xavier, em entrevista exclusiva ao Glorioso 1904, comentou a atual polémica entre Pedro Proença e Fernando Gomes. Depois de 'ter estalado a bomba' entre o Presidente da Liga Portuguesa de Futebol Profissional e o antigo líder organismo que tutela o desporto rei, o conhecido adepto do Benfica acabou por considerar que chegou ao fim a "paz podre", analisando ainda a posição do Clube da Luz, que ficou à margem da 'rixa'.
Glorioso 1904 (G) . Nos últimos dias, rebentou a polémica entre Pedro Proença e Fernando Gomes. Como olha para esta situação?
Mauro Xavier (MX) . Acho que, e foi o André Villas-Boas que deu essa questão, ou seja, terminou a paz podre, porque já se sentia aqui alguma tensão nos últimos cinco anos. Nós todos que acompanhamos o futebol, já sabíamos que as relações entre a Liga e a Federação eram muito tensas, ou seja, que havia aqui uma componente de tensão, nos últimos quatro anos, sabendo que Fernando Gomes não se podia recandidatar e que não queria que Proença fosse para o seu lugar. Atenção, relembrou só uma coisa. Fernando Gomes já tinha sido presidente da Liga, Proença foi presidente da Liga, portanto, houve sempre aquela rivalidade e competição entre os dois. Não tendo visões iguais, faz com que exista este escândalo, que aparece na prática por causa da venda da sede.
Mauro Xavier: Terminou a paz podre
Nós não sabemos o que se passa, temos que esperar que a Justiça clarifique as supostas comissões ou não e de quem é que esteve envolvido ou não esteve envolvido. Mais a eleição da substituição de Fernando Gomes no comitê executivo da UEFA faz esta tensão.
Acho que isto não ajuda o futebol português, porque o presidente da Liga e o presidente da Federação têm que ser as figuras consensuais que permitam unir os clubes que já por si são adversários e, portanto, não serão eles o componente de ligação. Acho que teve mal Fernando Gomes ao fazer esta carta às federações e, portanto, acho que é muito importante nós sabermos entrar e sabermos sair. Ele está acabadinho de eleger num projeto olímpico, que tem valores olímpicos, deixou de ser presidente da Federação, é respeitar que o novo possa ter ideias diferentes e que há coisas que vai fazer diferente e seguir outro caminho.
Desse ponto de vista, gostava mais que o Benfica tivesse liderado quer na candidatura às eleições da Federação, quer com um candidato forte às eleições da Liga. Eu sei que apoiou quer um candidato que irá apoiar outro, mas acho que o Benfica tem que ser mais interveniente nestas organizações se quer verdadeiramente transformar o futebol português, porque nós não podemos ficar reféns de termos alguém eleito, acho que em 15 dias, para a Liga e ninguém sabe qual é o modelo de centralização que defendem, ou ninguém sabe qual é o modelo de competições que defendem, consegue-se fazer uma candidatura pior do que Miss Universo. Nenhum discurso de paz no mundo existe. Isso para mim é assustador, que é debater sem debater. Não há debates, não há discussão de ideias, não há apresentação de projetos e, portanto, são cheques em branco, baseado em amizades, relações, que a mim me sabe sempre a pouco.
Essa é mais de uma razão d’A Nossa Camisola, e do primeiro capítulo d’A Nossa Camisola sobre o futebol português e o que é que eu penso do futebol português, independentemente dos óculos não serem vermelhos, mas de verem com uma lente vermelha, deixar que o futebol, às vezes temos que nos sentar à mesa, sendo ela a sétima indústria na Europa, e nós muito poucas coisas em Portugal somos a sétima de alguma coisa a nível global, e de nos sentarmos e conversarmos com o governo, com as federações, e tomarmos as decisões certas para esta indústria crescer. Portanto, acho que estamos já muito atrasados nesse tempo, e estes exemplos públicos não contribuem em nada para um clima que necessitaria de consciência tranquila para acontecer.
G. O Benfica foi o único dos três grandes que não tomou qualquer posição face a esta polémica. O que considera ser a melhor posição? Ficar à margem ou emitir algum comunicado, por exemplo?
MX. Não faço críticas ao que o Benfica faz ou deixou de fazer, já o exprimi diversas vezes. Eu, a meu estilo, gosto de uma voz mais ativa. Ou seja, eu gosto mais de ser interventivo do que não interventivo. Portanto, eu, Mauro Xavier, gosto mais de quando nós tomamos a palavra de forma clara e inequívoca. Até porque tem havido bicadas dos nossos rivais com fartura. Temos aquilo que eu chamo o Luís André vestido em lobo, em pele de cordeiro, agora a fazer-se de santinho, a dizer que está a ser uma vítima do futebol e coitadinhos, são muito maus e simplesmente está a tocar, a reunir as suas forças com aquilo que tem sido há 40 anos disto, que é nós contra o mundo, a única coisa que está a tentar encontrar é o adversário externo.
Portanto, se diz que vem para mudar o futebol, ninguém lhe ouviu uma proposta para mudar o futebol. Isto é muito bonito, dizer que nos queremos sentar, e eu não sei quem é que o nomeou, porque lembro-me há sete meses, quando chegou a dizer em Aveiro, antes da Supertaça, que tinha reunido os presidentes dos clubes à mesa, mas do que se sabe não levou nenhuma proposta. Acho que só é possível liderar com propostas. Ou seja, o que é que nós queremos discutir? Querem os clubes sentar-se para irem defender junto ao governo o fim do IVA dos bilhetes de 23% para 6%? Isso era uma coisa que eu acho que devia ser proposta na Liga e na Federação. Os clubes assinam quem vota a favor e quem vota contra, isso é muito claro. A gente só se consegue unir em torno de ideias concretas.
Mauro Xavier: Não faço críticas ao que o Benfica faz ou deixou de fazer
Devem os clubes pedir ao Governo para haver o fim da venda de álcool dentro dos estádios? É uma das maiores receitas do Bayern Munique. Nós não podemos estar a permitir que a economia paralela da venda de cerveja fora do estádio funcione versus, ou seja, o consumo é o mesmo. Portanto, não é essa a problemática, não se está protegido um segundo mais. E acho que esse é o ponto que é o meu contributo, que é a parte propositiva de que se deve levar.
Gostaria de ver o Benfica a propor coisas concretas na Liga e na Federação para os clubes depois votarem. Portanto, isto aqui não há meias extintas em cima do muro. Tem que haver uma proposta concreta. E há quem vote a favor e há quem vote contra. E depois há propostas alternativas. E é esse aquilo que eu acho que tem faltado ao futebol português e eu gostaria de ver o Benfica passar a fazer, que era uma atitude propositiva.
G. Tem adotado uma postura menos ativa no que toca à crítica ao Benfica. Porque motivo?
MX. É ilusório, não é? Eu volto sempre a dizer isto. Isto é a mesma coisa que me estarem a pedir para eu vir a público e criticar as notas do meu filho. Ou seja, o Benfica para mim faz parte do meu coração e da minha família. Em nenhum momento, vou pegar na minha família, por muito que concordo ou discorde de tudo o que se passa na minha casa, e eu não vou para o meio da rua dizer devias ter estudado, tu não fazes nada, és uma vergonha, passas o tempo... Não funciona assim. O que eu tiver para dizer, digo nos sítios certos. E proponho com propostas concretas, que foi isso que fiz, para os que quiserem fazer ou não. Cada um está livre do seu destino. Mas aquilo que me motiva a mim, enquanto Benfiquista, é o sucesso do Benfica.
Não é a crítica ao Benfica. Se há coisas que não funcionam bem no Benfica, há muitas, mas acho que a forma que os Sócios têm para contribuir, para ser melhor, é com propostas concretas e ideias concretas, e não a criticar o que foi feito. Porque aquilo que eu digo sempre é: para se chegar ao ótimo tem que se passar pelo bom. E não é possível passar do insuficiente para o ótimo. Tem que haver vários tachos. E, portanto, o Benfica, desde que esteja a progredir na direção certa e a melhoria certa, são passos que se tem que fazer em qualquer organização que tem dois mil funcionários. Não é chegar aqui e mudar a cultura da organização de um dia para o outro. Portanto, acho que debatemos poucas ideias e gostamos mais de promover críticas e eu gosto mais de propor ideia.
G. O Benfica não se fez se representar no funeral de Pinto da Costa. O que achou desta posição?
MX. Acho muito bem, acho que é normal. O Benfica não tinha a relação nem nada a se orgulhar e, portanto, é normal. Lembro-me quando Jorge Brito também faleceu, ninguém se fez representar, portanto são tradições normais que agora querem esconder em ponto mediático. Relembro só uma coisa, o próprio presidente do Porto não pôde ir ao funeral, o filho foi deserdado.
O Benfica não tem nada a ver com esta história aqui, portanto o Benfica tem que estar quieto e calado. Foi alguém que foi nosso adversário e que nós tínhamos várias suspeitas que as coisas não ocorriam da forma desportivamente. Só podemos dizer suspeitas porque nunca aconteceu rigorosamente mais do que essa componente para além do que lemos e ouvimos nos apitos dourados e daquilo que fomos vendo de fim de semana após fim de semana, portanto, são suspeitas.
Os meus sentimentos à família. Enquanto instituição, respeitador dos familiares. Acho que o silêncio quando não se tem nada para dizer é a melhor postura. Acho que, mais uma vez, uma crítica aos mandatos de Pinto da Costa seria excessiva ou errada. Portanto, desse ponto de vista, acho que é aproveitamento de quem nem foi permitido ir ao funeral, de quem nem conseguia saber o que é que iria fazer, foi aproveitamento de querer juntar uma má época desportiva, porque supostamente era aquilo que sabia planear muito bem uma época desportiva, André Vilas Boas, para ser um fracasso. Não é que a anterior tenha sido melhor. Eu gosto muito deste Porto e que se mantenha assim por muito bons anos. Portanto, não tenho pena nenhuma disso. Agora, não vamos é utilizar hipocrisias onde elas não devem existir.
Mauro Xavier: O silêncio quando não se tem nada para dizer é a melhor postura
Antigo jogador do Clube encarnado tem a possibilidade de retornar a equipa que gastou muitos milhões para contratá-lo em 2022
16 Jun 2026 | 17:47 |
Darwin Núñez poderá estar prestes a regressar ao Liverpool, numa transferência que se realizar-se-ia a custo zero. Os Reds receberam a oportunidade de voltar a contar com o internacional uruguaio sem custos neste verão, depois de este ter chegado a acordo para rescindir o contrato com o Al Hilal no final da época.
De acordo com o jornalista Martin Charquero, Darwin Núñez está pronto para regressar a Merseyside. O antigo dianteiro do Benfica transferiu-se para o Al-Hilal por 55 milhões de euros no verão passado, mas, após ter sido retirado do plantel da Liga do Al Hilal, devido à contratação do avançado francês Karim Benzema em fevereiro, o sul-americano foi descartado.
O antigo treinador do Liverpool, Jurgen Klopp, contratou o promissor uruguaio por um valor reportado de 70 milhões de euros, podendo chegar aos 84 milhões, ao Benfica - sendo uma das vendas mais caras da história do Clube encarnado.
Quatro anos depois, os Reds têm agora a possibilidade de o contratar a custo zero, numa altura em que se prepara para completar 27 anos a 24 de junho. Muitos adeptos do Liverpool já recorreram às redes sociais a pedir ao clube inglês que traga de volta o avançado uruguaio.
Na sua anterior passagem por Inglaterra, Darwin Núñez marcou 25 golos e fez 16 assistências na Premier League, mas ficou amplamente conhecido pelas suas inconsistências na finalização, o que acabou por ditar a sua saída do território britânico.
Informação surge numa altura em que 'Special One' pretende reforçar setor defensivo dos merengues e continua a analisar várias opções disponíveis
16 Jun 2026 | 17:35 |
Tomás Araújo voltou a ser apontado pela imprensa espanhola como um possível alvo do Real Madrid para a próxima temporada. A informação surge numa altura em que José Mourinho pretende reforçar o setor defensivo dos merengues e continua a analisar várias opções disponíveis no mercado.
Segundo José Félix Díaz, diretor do jornal AS, o principal objetivo do clube madrileno passa pela contratação de Josko Gvardiol. No entanto, a provável renovação do internacional croata com o Manchester City está a obrigar os responsáveis do Real Madrid a equacionar alternativas.
Entre os nomes referenciados surgem Nico Schlotterbeck, do Borussia Dortmund, e também Tomás Araújo. O defesa do Benfica tem sido acompanhado devido às exibições consistentes que realizou nas últimas temporadas, o que lhe tem valido destaque além-fronteiras.
Apesar das notícias vindas de Espanha e embora José Mourinho aprecie as qualidades do internacional português de 24 anos, o nosso Jornal sabe que o central do emblema encarnado não está, para já, nos planos do treinador para o Real Madrid, além de que o atleta pretende ficar na Luz.
Nesta temporada, ao serviço do Benfica, Tomás Araújo - avaliado em 30 milhões de euros - participou em 38 partidas oficiais: 23 na Liga Portugal Betclic, nove na Liga dos Campeões, quatro na Taça de Portugal, duas na Taça da Liga e uma na Liga Portugal Meu Super. Nos 2.795 minutos em que esteve dentro das quatro linhas, o defesa registou um golo e duas assistências.
Águias ainda aguardam pelo sorteio da 2.ª pré-eliminatória da competição europeia, mas já há certezas importantes no horizonte
16 Jun 2026 | 17:02 |
O Benfica continua a preparar a nova temporada, mas as atenções já começam a virar-se para a caminhada europeia. Apesar de apenas entrar em ação na 2.ª pré-eliminatória da Liga Europa, as águias já sabem que há dois adversários que estão definitivamente fora das contas.
O sorteio da 1.ª pré-eliminatória da competição realizou-se esta terça-feira e trouxe boas notícias para os encarnados. Mesmo que ultrapassem a ronda inaugural, nem o Vojvodina, da Sérvia, nem o Vestri, da Islândia, poderão cruzar-se com o Benfica na próxima fase.
Desta forma, o leque de possíveis adversários do Benfica ficou mais reduzido e o cenário começa a ganhar forma antes do sorteio - condicionado por corrupção - decisivo da próxima quarta-feira. As águias entram diretamente na 2.ª pré-eliminatória da Liga Europa e estarão entre as equipas cabeças de série, mas continuam sujeitas a um conjunto de adversários de peso.
Entre os potenciais oponentes do Benfica encontram-se nomes bem conhecidos do futebol europeu, como Twente, Besiktas, Dínamo Kiev e Hajduk Split, além de equipas como Tromso, St. Gallen, Hammarby, Universitatea Cluj, Zilina, Aluminij, CSKA Sofia, Derry City e Sheriff.
O regresso às competições europeias assume especial importância para o Benfica, que procura garantir presença na fase principal da Liga Europa e evitar qualquer surpresa precoce numa temporada em que a exigência volta a ser máxima na Luz.
Futuro de António Silva está dependente de uma conversa com figura-chave do Benfica
16 Jun 2026 | 16:58
Negócio fechado! Depois da nega ao Benfica, Bernardo Silva já sabe onde vai jogar em 2026/27
16 Jun 2026 | 16:13
Marco Silva rejeitou rumar a emblema multimilionário para assinar pelo Benfica; Saiba qual
16 Jun 2026 | 15:20