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Richard Ríos arrisca longa paragem no Benfica! Cenário 'positivo' é ausência de 5 jogos
15 Jan 2026 | 00:36
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Futebol
15 Jan 2026 | 10:35 |
Jorge Faustino defende que ficou por marcar uma grande penalidade a favor da turma de José Mourinho no Porto – Benfica. Na análise do especialista em arbitragem, Rodrigo Mora carrega em falta Leandro Barreiro, concordando com a opinião defendida por Pedro Henriques.
"Situação difícil onde a jurisprudência justificava o assinalar de penálti"
“Rodrigo Mora foi imprudente na sua movimentação pisando o pé de Leandro Barreiro e retirando-lhe a possibilidade de disputar o lance. Situação difícil onde a jurisprudência justificava o assinalar de penálti”, defende Jorge Faustino, em declarações ao Jornal Record.
Relativamente a um eventual penálti de Pablo Rosario por mão na bola, o especialista considera que a decisão foi acertada: “Cruzamento de Sidny Cabral foi intercetado por Rosário com o seu pé. A bola depois subiu para forma inesperada para o braço esquerdo. Sem motivo para penálti. Boa decisão”.
"Penálti por sancionar em lance difícil e com impacto no resultado impede nota positiva"
Na análise global ao trabalho de Fábio Veríssimo e do VAR, Jorge Faustino dá nota negativa, destacando o lance de grande penalidade: “2: Arbitragem globalmente acertada em jogo muito exigente. Penálti por sancionar em lance difícil e com impacto no resultado impede nota positiva”.
O próximo encontro do Benfica está marcado para sábado, dia 17 de janeiro de 2026. A partida terá início às 20h30 e será disputada no Estádio do Rio Ave FC (Arcos), em Vila do Conde, onde as águias defrontarão o Rio Ave. Este duelo é válido para a 18.ª jornada da Liga Portugal Betclic 2025/26.
Com a eliminação frente aos dragões na prova rainha, conjunto comandado por José Mourinho chegou a marcar nada simpática
15 Jan 2026 | 09:49 |
O Benfica alcançou um marco pouco desejado na sua história ao igualar o maior período sem conquistas na Taça de Portugal. Com a recente eliminação frente ao Porto, nesta passada quarta-feira, os encarnados passaram a somar nove épocas consecutivas sem vencer a prova rainha, repetindo o jejum registado entre 2004/05 e 2012/13. Um dado que contrasta com o estatuto histórico do Clube na competição e que volta a gerar contestação entre adeptos e críticos.
A última vez que o Benfica celebrou a conquista da Taça de Portugal aconteceu na temporada 2016/17. Na altura, sob o comando de Rui Vitória, as águias bateram o Vitória de Guimarães por 2-1 na final disputada no Jamor. Desde então, apesar de algumas boas campanhas, o troféu tem escapado sistematicamente ao Clube da Luz, que vê rivais diretos assumirem maior protagonismo na prova.
Após essa conquista, o Benfica marcou presença em três finais, mas saiu sempre derrotado. Em 2020 perdeu frente ao Porto e, em 2021, caiu diante do Braga, ambas as decisões disputadas em Coimbra devido às restrições impostas pela pandemia. Já na época passada, o desfecho foi igualmente amargo, com derrota no dérbi frente ao Sporting, decidido apenas no prolongamento.
O momento atual é ainda mais delicado devido aos resultados desde a chegada de José Mourinho ao futebol português. O treinador continua sem vencer qualquer um dos três principais rivais nacionais. Somou empates frente a Porto (0-0) e Sporting (1-1), além de um empate (2-2) e uma derrota frente ao Sp. Braga (1-3), esta última nas meias-finais da Allianz Cup.
A eliminação agora sofrida no Dragão, para a Taça de Portugal, veio confirmar um início de 2026 para esquecer. Além de afastar mais um objetivo da temporada, o desaire acentua a pressão sobre a equipa e a estrutura encarnada, que vê aumentar a exigência num clube habituado a lutar por títulos e a responder em momentos decisivos.
Especialistas em arbitragem analisou atuação de Fábio Veríssimo, e do VAR, no encontro dos quartos-de-final da Taça de Portugal
15 Jan 2026 | 09:45 |
Pedro Henriques não tem qualquer dúvida: ficou por marcar uma grande penalidade de Rodrigo Mora sobre Leandro Barreiro. O especialista em arbitragem analisou a atuação de Fábio Veríssimo, e do VAR, e considera que o médio das águias foi derrubado em falta no Porto – Benfica, que terminou com desaire das águias, por 1-0.
"Pisão e uma queda e fica a ideia de infração e de penálti por assinalar"
“Para o VAR intervir tem de ter certezas absolutas e as repetições todas não são claras e óbvias. Para o árbitro em campo é impossível ver se há pisão e se tem consequência. Contudo, há um pisão e uma queda e fica a ideia de infração e de penálti por assinalar”, afirma Pedro Henriques, no jornal A Bola.
Relativamente a uma eventual grande penalidade sobre Sidny Cabral, o antigo árbitro atira: “Na área dos dragões, e com a bola a uma distância jogável de ambos os jogadores, há um contacto lateral de Pepê, lado esquerdo do seu corpo com o lado direito de Sidny Cabral, não havendo qualquer carga incorreta ou empurrão”.
"Contacto que existiu com o central encarnado foi normal"
Por fim, sobre um lance entre Diogo Costa e António Silva, que motivou protestos dos encarnados, Pedro Henriques também é claro: “Diogo Costa salta mais alto que António Silva e defende (controla) a bola com ambas as mãos, o contacto que existiu com o central encarnado foi normal e fruto do movimento que ambos fizeram no sentido contrário quando saltaram para o esférico”.
O próximo encontro do Benfica está marcado para sábado, dia 17 de janeiro de 2026. A partida terá início às 20h30 e será disputada no Estádio do Rio Ave FC (Arcos), em Vila do Conde, onde as águias defrontarão o Rio Ave. Este duelo é válido para a 18.ª jornada da Liga Portugal Betclic 2025/26.
Extremo do Feyenoord esteve no radar do Clube da Luz no último mercado de transferências, mas acabou por renovar contrato
15 Jan 2026 | 03:00 |
Anis Hadj-Moussa pode voltar à rota do Benfica neste mercado de transferências. A informação foi apurada em exclusivo pelo Glorioso 1904, dando conta de um renovado interesse das águias. O dossier do avançado argelino, que parecia totalmente encerrado, ganha agora nova vida nos bastidores da Luz.
O extremo do Feyenoord agrada muito aos responsáveis encarnados pela sua qualidade técnica e velocidade. Perante a dificuldade em garantir André Luiz ou Rafa, a Direção pode voltar a olhar seriamente para este atleta. A necessidade urgente de reforçar as alas obriga a ter alternativas credíveis e prontas a avançar de imediato.
As negociações com o clube de Roterdão prometem ser bastante complicadas. O jogador tem contrato válido até 2030 e existem vários tubarões europeus interessados, nomeadamente o Chelsea e o Marselha. A concorrência feroz e o vínculo prolongado deverão inflacionar significativamente os valores do passe.
Recorde-se que, no mercado de transferências do verão passado, o criativo esteve muito perto de assinar pelo Benfica. Contudo, o negócio acabou por não se concretizar na altura e o futebolista optou por renovar o compromisso com o emblema dos Países Baixos, adiando a mudança para Portugal.
Nesta temporada, com a camisola do Feyenoord, Anis Hadj Moussa – avaliado em 13 milhões de euros – realizou 23 jogos: 15 na Eredivisie, seis na UEFA Europa League e dois na qualificação da Liga dos Campeões. Nos 1.897 minutos em que esteve em campo, o atleta marcou sete golos e fez três assistências.