Futebol
Alerta, Benfica! Prestianni pode protagonizar reencontro inesperado longe da Luz
06 Jul 2026 | 16:18
Receba as principais notícias do Glorioso 1904 no seu WhatsApp!
Futebol
06 Jun 2026 | 11:36 |
Luís Aguilar referiu que a atual situação de Rui Costa reflete uma realidade comum aos clubes grandes, onde a avaliação das decisões oscila constantemente entre o sucesso e a incompetência. O comentador sublinha ainda que a chegada de Marco Silva "não traz garantias" de sucesso ao Benfica.
“Os clubes grandes têm uma estranha condenação. Quando ganham, parecem inevitáveis. Quando perdem, são absolutamente incompetentes. O Benfica vive atualmente nesse território, um lugar onde as decisões já não são avaliadas pelo seu mérito, mas pelo desgaste acumulado de quem as toma”, pode ler-se no jornal 'A Bola'.
Sobre a tempestade em torno de José Mourinho e do Real Madrid, o autor considera que o processo acabou por gerar ruído, mas também impacto financeiro relevante: “Aquilo que podia representar uma saída por 7M, transformou-se numa operação de 15M. Para um treinador que termina a época sem conquistar títulos, trata-se de um valor extraordinário”.
L. Aguilar: "Marco Silva não traz garantias. Nenhum treinador as traz"
No que toca a Marco Silva, Luís Aguilar aponta as contradições do discurso público em torno da sua contratação, destacando a volatilidade das perceções. “Quando Marco Silva aceitou, deu-se o flic-flac no discurso (..) Marco Silva não traz garantias. Nenhum treinador as traz, porque o futebol continua a ser demasiado humano para aceitar certezas”.
O cronista conclui com uma leitura mais ampla da gestão de Rui Costa, reconhecendo erros mas rejeitando leituras extremadas: “Cometeu. Vários. Muitos. E alguns nasceram da lentidão com que certas decisões foram tomadas. Não parece uma escolha feita pelo medo. Parece uma escolha feita pela lógica. O resto pertence ao futebol”.
Extremo chega a Portugal para iniciar a sua jornada com a camisola encarnada e técnico português conhece de perto o caminho do internacional
06 Jul 2026 | 17:35 |
Jakub Kaminski está prestes a tornar-se reforço do Benfica e chega à Luz depois de um percurso pouco habitual no futebol polaco. Quem o explica é Gonçalo Feio, treinador português que passou vários anos na Polónia, onde orientou clubes como o Legia Varsóvia e o Raków, conhecendo de perto a evolução do internacional polaco.
Gonçalo Feio sobre Kaminski, reforço do Benfica: "grande influência..."
Segundo o técnico, a maioria dos jovens formados nas principais academias polacas, como a do Lech Poznań, cumpre um processo de crescimento diferente: "Normalmente, os jovens passam pela equipa B e depois são emprestados durante uma ou duas épocas para ganharem minutos e maturidade na primeira ou segunda divisão polaca. Só depois regressam para integrar a equipa principal", explicou Gonçalo Feio, em declarações ao Record.
No caso de Kaminski, porém, o percurso foi distinto. O extremo passou diretamente da equipa B para o plantel principal, algo pouco frequente no futebol polaco. Gonçalo Feio recorda que o jogador começou por ser utilizado sobretudo nas fases finais dos encontros, mas rapidamente convenceu os responsáveis do clube.
"Na primeira época, era utilizado como extremo esquerdo nas partes finais dos jogos e acabava por ter impacto. A forma como entrava nos jogos, a energia que trazia, a capacidade no um para um e a verticalidade que oferecia quando as partidas estavam mais partidas fizeram com que tivesse grande influência e garantisse um lugar na equipa na época seguinte", destacou o treinador português.
Entretanto, Jakub Kaminski já chegou a Portugal para formalizar a transferência para o Benfica. O internacional polaco aterrou esta segunda-feira no Aeroporto de Tires, onde manifestou a satisfação por iniciar uma nova etapa da carreira. "Estou muito feliz por estar aqui", afirmou aos jornalistas, acrescentando ainda que está preparado para mostrar as suas qualidades e representar "um grande clube".
Extremo polaco, que vem do Colónia, pode dar continuidade a uma tradição que já deixou boas memórias no universo encarnado
06 Jul 2026 | 17:28 |
Jakub Kaminski está muito próximo de se tornar reforço do Benfica e, caso a transferência se confirme, o extremo polaco será mais um jogador a trocar a Bundesliga pela Luz. Aos 24 anos, o atacante proveniente do Colónia é visto como uma das prioridades da estrutura liderada por Rui Costa para reforçar o ataque de Marco Silva.
A chegada de Kaminski permitirá ao internacional polaco integrar uma lista de futebolistas que fizeram o mesmo percurso rumo ao Benfica. Entre os nomes mais conhecidos destacam-se Robert Enke, Hans-Jörg Butt, Haris Seferović, Julian Weigl, Luka Waldschmidt, John Brooks, Jan-Niklas Beste e Leandro Barreiro, além de Jovica Simanić e Hany Mukhtar.
Alguns desses reforços deixaram uma marca significativa na história recente do Clube. Haris Seferović conquistou um Campeonato Nacional (2018/2019) e tornou-se uma das principais referências ofensivas das águias durante várias temporadas, enquanto Julian Weigl realizou 105 jogos oficiais com a camisola encarnada antes de regressar ao futebol alemão.
Outros jogadores tiveram passagens mais discretas pela Luz, como John Brooks, Luka Waldschmidt, Hany Mukhtar, Jan-Niklas Beste, enquanto Robert Enke continua a ser recordado pelos adeptos pelas épocas em que defendeu a baliza benfiquista entre 1999/00 e 2001/02.
Agora, todas as atenções centram-se em Jakub Kaminski. O extremo polaco prepara-se para iniciar um novo desafio no Benfica e terá a missão de confirmar as elevadas expectativas criadas em torno da sua contratação, procurando escrever uma história de sucesso semelhante à de alguns dos nomes que chegaram à Luz vindos da liga alemã.
Avançado da Noruega leva sete golos em quatro jogos e iguala feito alcançado pela lenda das águias há 60 anos no campeonato em Inglaterra
06 Jul 2026 | 16:39 |
Erling Haaland continua a protagonizar um Campeonato do Mundo memorável ao serviço da Noruega. O avançado do Manchester City voltou a marcar na vitória diante do Brasil, que garantiu a presença dos nórdicos nos quartos de final da competição, mantendo um registo impressionante no torneio: sete golos em apenas quatro partidas disputadas.
O internacional norueguês fez o gosto ao pé em todos os encontros realizados até ao momento no Mundial 2026, tornando-se uma das grandes figuras da prova. Com os sete tentos apontados, Haaland não só lidera a lista dos melhores marcadores da competição, em igualdade com Kylian Mbappé e Lionel Messi, como alcançou um feito raro na história dos Campeonatos do Mundo.
Segundo os dados do PlaymakerStats, desde Gerd Müller, no Mundial de 1970, que nenhum jogador conseguia marcar sete ou mais golos nos primeiros quatro jogos de uma fase final. Na altura, a lenda alemã assinou oito remates certeiros no arranque da competição, estabelecendo um registo que permaneceu inalcançável durante mais de cinco décadas.
Antes de Müller, o último futebolista a atingir esta marca tinha sido Eusébio. No Campeonato do Mundo de 1966, disputado em Inglaterra, a histórica figura do Benfica marcou sete golos nos primeiros quatro encontros de Portugal, iniciando uma campanha inesquecível que terminaria com o terceiro lugar da seleção nacional e a conquista da Bota de Ouro da competição. Da restrita lista fazem ainda parte nomes históricos como Just Fontaine, Sándor Kocsis, Ademir e Guillermo Stábile.
Agora, Haaland junta-se a esse grupo restrito de goleadores que marcaram gerações no maior palco do futebol mundial. O ponta de lança da Noruega continua a sonhar com a conquista do Campeonato do Mundo e, mantendo o atual ritmo concretizador, poderá ainda bater novos recordes antes do final da competição.