Futebol
A dias do dérbi frente ao Sporting, craque do Benfica faz furor no Seixal
15 Abr 2026 | 15:02
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21 Ago 2024 | 16:24 |
Depois da grande ‘novela’ de mercado entre o Chelsea, o Atlético de Madrid e até mesmo o Barcelona, João Félix, que também esteve na mira do Benfica, assinou pelo Chelsea a título definitivo, esta quarta-feira. O contrato tem um vínculo de sete anos com o clube inglês, que segue num autêntico 'carrossel' de jogadores, graças à nova política dos blues que prevê contratos bastante longos para os jogadores.
O Chelsea tem andado na boca de todos precisamente pelo seu elevado número de contratos atribuídos ao plantel de Enzo Maresca, atualmente composto por 38 jogadores. Segundo escreve a Sky Sports, os blues contam com um total de 191 anos de contrato restantes para com os seus jogadores, não só pelo número de elementos da equipa, mas também pela longa duração dos vínculos contratuais no emblema londrino - Pedro Neto, por exemplo, assinou recentemente por sete anos, até 2031.
O número não passa despercebido e ressoa se comparado aos restantes clubes da Premier League. O segundo emblema da lista, o Tottenham, totaliza 97 anos (quase metade do Chelsea), seguindo-se o Brighton, com 96. A fechar o top5 estão ainda Wolverhampton (83) e Manchester United (80). Já o Manchester City, tetracampeão inglês, segura o 12.º lugar do ranking, com 71 anos, o Liverpool soma 64 anos de contratos na 15.ª posição e o Arsenal leva 62 no 16.º lugar. No fundo da lista surge o Everton (47).
Recordar que com a camisola do Benfica, João Félix realizou 43 partidas, nas quais apontou 20 finalizações certeiras e fez oito assistências, tendo conquistado o Campeonato Nacional (2018/19). O avançado haveria de rumar ao Atlético de Madrid e render aos cofres das águias uma verba recorde, 127 milhões de euros.
O antigo jogador do Benfica ainda esteve ainda perto de rumar ao Glorioso, repetindo a mesma situação que Renato Sanches, que reforçou a equipa de Roger Schmidt este verão. Contudo, as exigências financeiras do Atlético de Madrid afastaram o jovem avançado da Luz.
Recentemente enfrentado com determinadas perguntas relativamente a alguns ícones do futebol, antigo internacional brasileiro respondeu 'em encarnado'
15 Abr 2026 | 17:39 |
Romário, antigo futebolista, confessou recentemente que duas determinadas lendas do Benfica foram dos jogadores mais difíceis que alguma vez já enfrentou. Ora, o campeão do Mundo pelo Brasil em 1994 referiu o "melhor guarda-redes" com que já deparou, e o "defesa mais duro".
Nesse mesmo sentido, presente no videocast apresentado por Iker Casillas, 'Bajo los Palos', Romário destacou respetivamente "Michel Preud'homme" e "Mozer". Adicionalmente, o atual senador brasileiro, apontou Johan Cruyff como melhor treinador que teve na carreira.
Questionado sobre o jogador atual mais parecido com o seu estilo de jogo, Romário pensou e acabou por responder Mbappé, embora tendo apontado "alguma diferenças". Dentro da área, o antigo avançado não teve dúvidas ao dizer ter sido melhor que Messi e Maradona. O seu maior arrependimento foi não ter marcado presença no Mundial 2002.
De referir que, Michel Preud'homme foi um dos guarda-redes mais marcantes da história do Benfica - vê Pavlidis a ser deixado para trás - , tendo representado o Clube entre 1994 e 1999. Tornou-se o primeiro guarda-redes a vencer o prémio de Melhor Jogador do Mundial (1994), após exibições de alto nível nos Estados Unidos. Ao serviço dos encarnados conquistou uma Taça de Portugal (1995/96) e ficou ligado a uma geração em que foi sempre uma das figuras mais respeitadas do plantel.
Relativamente a Carlos Mozer, mais conhecido por Mozer, foi um dos grandes centrais da história do Benfica, com duas passagens pela águias (1987-1992 e 1995-1996). Ao serviço dos encarnados venceu três campeonatos nacionais, uma Taça de Portugal e uma Supertaça, além de ter participado na caminhada até à final da Taça dos Campeões Europeus em 1989/90. O glorioso central deixou uma marca duradoura na história vermelha e branca.
Avançado internacional grego antes que se destacava nas estatísticas do futebol internacional, vê-se excluído de determinadas conversas
15 Abr 2026 | 17:01 |
Vangelis Pavlidis já não integra o top-10 da corrida à Bota de Ouro, tendo caído para a 15.ª posição numa altura decisiva da temporada. O avançado do Benfica soma atualmente 21 golos, pontuação que já não é suficiente para acompanhar os principais candidatos.
Na frente da lista segue Harry Kane, com 31 golos marcados na Bundesliga, liderando destacado a classificação. Logo atrás surgem Kylian Mbappé e Erling Haaland, ainda que ambos tenham perdido algum ritmo nas últimas semanas.
Entre os jogadores que ultrapassaram Pavlidis está Luis Suárez, avançado do Sporting, que ocupa o sétimo lugar com 24 tentos. Apesar da desvantagem no coeficiente — já que a liga portuguesa atribui 1,5 pontos por golo — o colombiano conseguiu ganhar vantagem direta sobre o ponta de lança encarnado.
Este fator tem pesado nas contas, uma vez que os golos marcados nas principais ligas europeias valem dois pontos, dificultando a recuperação de jogadores que atuam em campeonatos com menor coeficiente. E nesse mesmo sentido, infelizmente para o internacional grego, este acabou por sair do grupo dos dez primeiros.
Depois de ter figurado no top-10 ao longo da época, o camisola 14 do Benfica vê agora a concorrência afastar-se, numa fase em que cada jornada pode ser determinante. A recuperação ainda é possível, mas exige uma reta final com maior eficácia para voltar a entrar na discussão.
Dois atletas que antes representavam Clube da Luz, agora em busca por glória nacional, deparam-se com panorama bastante difícil
15 Abr 2026 | 15:54 |
O Celtic entra na fase de apuramento de campeão da Scottish Premiership ainda na luta pelo título, numa corrida a três que inclui também Hearts e Rangers. A equipa onde alinham os antigos encarnados Paulo Bernardo e Jota Filipe ocupa atualmente o terceiro lugar, com 67 pontos, quando faltam seis jornadas para o final.
Apesar da atual posição na tabela, o cenário permanece em aberto, já que todos os clubes do top-6 ainda se vão defrontar nesta fase decisiva. O Celtic soma 21 vitórias, quatro empates e oito derrotas, com um saldo de 59 golos marcados e 35 sofridos, mantendo-se próximo dos lugares cimeiros.
À entrada para esta fase, o Hearts lidera com 70 pontos, seguido de perto pelo Rangers, com 69. Ainda assim, a margem curta entre os três candidatos mantém o Celtic na discussão, sobretudo tendo em conta os confrontos diretos que podem alterar rapidamente a classificação.
Um dos fatores que poderá ser determinante é a diferença de golos. Em caso de igualdade pontual no final, este critério pode decidir o campeão. Neste momento, o Rangers apresenta vantagem nesse capítulo, enquanto o Celtic surge em desvantagem face aos rivais diretos.
Assim, a equipa de Paulo Bernardo - que falou sobre futuro no Benfica - e Jota Filipe entra na reta final com margem reduzida, mas ainda dependente do seu desempenho e de eventuais deslizes dos adversários. O título escocês permanece em aberto e poderá ser decidido nos detalhes.
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15 Abr 2026 | 14:57