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Rui Costa esteve no adeus a Silvino e Presidente do Benfica recorda: "Um excelente homem"
21 Mar 2026 | 12:19
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25 Mar 2026 | 16:54 |
O presidente da Liga Portuguesa de Futebol Profissional (LPFP), Reinaldo Teixeira, assegurou esta quarta-feira o cumprimento dos prazos para a centralização dos direitos audiovisuais e a manutenção do diálogo com o Benfica, apesar da saída do Clube da empresa responsável pelo processo.
"Felizmente, [o processo] tem avançado muito. Temos tido a cooperação e diálogos permanentes com todos os clubes, com todas as sociedades desportivas, e temos tido uma interação grande e muito eficiente com a Autoridade da Concorrência (AdC)", afirmou, à margem da conferência 'ion', em Cascais.
Lembre-se que o Benfica - que enfrenta problema estrutural no Estádio da Luz - suspendeu o seu lugar na Liga Centralização, empresa responsável pela concretização do processo a partir de 2028/29, mas manteve-se sempre como parceiro da negociação, segundo o presidente da LPFP.
Reinaldo Teixeira: "Apesar da decisão, mantemos sempre a informação e a articulação com o Benfica"
"Na altura, o Benfica saiu da Liga Centralização, foi uma decisão que teve, mas mantemos sempre a informação e a articulação com o Clube, assim como com as demais redes desportivas", vincou o dirigente, afastando muitas dúvidas.
Para Reinaldo Teixeira, a ausência da estrutura encarnada da Liga Centralização nunca colocou em causa o processo, porque manteve, depois disso, "um discurso muito cordial", tendo, inclusivamente, "sido informado e, até, cooperado com as resoluções".
"Nós estamos a trabalhar em conjunto com todas as sociedades desportivas. E, como disse, estou convencido, a LPFP está convencida de que o processo de centralização vai ser honrado, vai ser cumprido", sublinhou, prometendo que, em breve, vai ser apresentada a "chave de distribuição dos valores que está a ser trabalhada".
Fase de instrução deveria ter começado na última segunda-feira, 23 de março; contudo, um imprevisto obrigou tribunal a procurar uma nova data
24 Mar 2026 | 09:23 |
O processo judicial que envolve a SAD do Benfica, do Vitória de Setúbal e Luís Filipe Vieira foi adiado sem haver uma data definida. Pelo que foi apurado, a fase de instrução deveria ter arrancado esta segunda-feira, 23 de março, mas o tribunal considerou que não estavam reunidas as condições e tomou a decisão de adiar.
Segundo as informações que têm vindo a circular, o motivo por detrás desta decisão teve como base o lapso, da parte do tribunal, em notificar um dos arguidos do processo, o que levou a que o mesmo não marcasse presença na fase de instrução do processo.
Em causa estão as informações que foram divulgadas na sequência dos emails que o Porto libertou nos últimos anos, onde surgiram alegadas tentativas de corrupção da parte da SAD encarnada, na altura liderada por Luís Filipe Vieira, que é um dos nomes visados pelo Ministério Público.
O MP avança com uma acusação de corrupção ativa, oferta indevida e fraude qualificada. Na mesa dos réus senta-se a SAD do Benfica e do Vitória de Setúbal, tal como Luís Filipe Vieira e Paulo Gonçalves, antigo presidente e assessor jurídico das águias, entre outros nomes.
Segundo as informações divulgadas e do conhecimento geral, o Ministério Público, além das sentenças individuais, pede que o tribunal responsável pelo processo aplique uma suspensão, entre seis meses a três anos, do Benfica, em todas as competições desportivas em Portugal.
Através de um comunicado oficial, entidade ligada à Federação explicou que foram abertos dois processos distintos contra dragões
23 Mar 2026 | 12:45 |
Foi revelado, nas últimas horas, que o Conselho de Arbitragem da Federação Portuguesa de Futebol instaurou dois processos contra o Porto. Em causa estão as participações disciplinares feitas pelo Benfica: uma contra Deniz Gul e a outra visa os dragões e Francisco J. Marques.
Segundo os dados que foram revelados pelo CD, o caso que visa o internacional turco está relacionado com o comportamento do avançado portista durante o último Clássico. Recorde-se que Gul fez um pirete, no decorrer da partida, em direção às bancadas do Estádio da Luz, onde estavam os adeptos do Benfica.
"A instauração ocorreu na sequência de participação disciplinar apresentada, em 17 de março, pelo Benfica, e o processo foi enviado, no dia 20 de março, à Comissão de Instrutores da Liga Portugal, ficando excluída a publicidade até ao fim da instrução", informou o Conselho de Disciplina da FPF.
Já o segundo processo, instaurado ao Porto e a Francisco J. Marques, antigo dirigente dos dragões, está relacionado com o Caso dos Emails. "O processo foi enviado, no dia 20 de março de 2026, à Comissão de Instrutores da Liga Portugal, ficando excluída a publicidade até ao fim da instrução", explicou o CD.
Recorde-se que o caso em questão resultou na condenação do Porto, que foi sentenciado a pagar uma indemnização ao Benfica. Por outro lado, as informações que saíram desse processo conduziram a uma acusação feita pelo Ministério Público, que visa a SAD encarnada, o Vitória de Setúbal e ainda Luís Filipe Vieira.
Na sequência das informações reveladas no Caso dos Emails, responsáveis dos vermelhos e brancos marcam presença perante a justiça
23 Mar 2026 | 09:50 |
É esta segunda-feira, 23 de março, que arranca a fase de instrução de um processo que envolve a SAD do Benfica, do Vitória de Setúbal e Luís Filipe Vieira. Em causa está uma acusação feita pelo Ministério Público, de corrupção ativa, entre outros crimes, que foram revelados na sequência do Caso dos Emails.
A acusação feita pelo MP surgiu na sequência dos dados que foram tornados públicos na altura em que elementos do Porto revelaram determinados emails que pertenciam ao Benfica. Na mesa dos réus vão-se sentar a SAD do Benfica, Vitória de Setúbal e Luís Filipe Vieira, presidente das águias em funções no período em que os crimes foram cometidos, entre 2016 e 2019.
Entre os outros nomes acusados pelo Ministério Público surge também o de Paulo Gonçalves, que desempenhou funções de assessor jurídico do Clube da Luz. Pelo que o jornal Record adiantou, o MP acusa a SAD do Benfica de um crime de corrupção ativa, outro de oferta indevida de vantagem e outro crime de fraude qualificada.
De acordo com a investigação, a direção dos clubes fez negócios fictícios e, para tal, eram emitidas faturas com despesas que, efetivamente, não se tinham verificado, acrescentou o jornal Record, no artigo onde dá conta do processo que arranca esta segunda-feira, 23 de março.
Vale a pena recordar que este caso foi referido recentemente pelo Porto, numa resposta ao comunicado do Benfica. Na altura, a direção portista, liderada por André Villas-Boas, considerou que as águias estavam a tentar desviar as atenções de forma a não se falar do processo em questão.