Futebol
Benfica passa à ação por João Palhinha, mas encontra dificuldades junto do Bayern
06 Ago 2026 | 10:36
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Futebol
05 Jun 2026 | 10:56 |
Francisco Benitez, antigo candidato à presidência do Benfica e fundador do Movimento Servir o Benfica, criticou a postura da Direção liderada por Rui Costa perante os mais recentes acontecimentos que envolvem José Mourinho e o Real Madrid. O dirigente considera que o clube tem assumido um papel demasiado passivo numa situação que continua a dominar a atualidade mediática.
Através de uma posição divulgada através das redes sociais, Benitez recordou um episódio recente envolvendo o Real Madrid para alertar para aquilo que considera ser uma repetição dos mesmos erros por parte da estrutura encarnada.
Benitez: "Quem não aprende com os erros fica sempre mais próximo de os repetir"
“Há poucos meses vimos a reputação e a história do Sport Lisboa e Benfica serem colocadas em causa depois de um jogo frente ao Real Madrid. Reagimos tarde e mal, quando o dano já estava feito. O tribunal mediático fez o seu julgamento e o clube limitou-se a assistir. Quem não aprende com os erros fica sempre mais próximo de os repetir”, escreveu.
O antigo candidato referia-se ao caso que envolveu Prestianni, utilizando esse episódio como exemplo para criticar a atual estratégia de comunicação do Benfica numa altura em que Florentino Pérez já assumiu publicamente a intenção de contratar José Mourinho caso seja reeleito presidente do Real Madrid.
Para Francisco Benitez, a ausência de uma resposta clara por parte dos responsáveis encarnados tem contribuído para aumentar a especulação em torno do futuro do treinador português: “Ao longo das últimas semanas, o Benfica transformou-se num mero espectador desta novela, completamente dependente dos acontecimentos, enquanto outros decidem por nós e a comunicação social procura interpretar o silêncio ensurdecedor da Direção”, apontou.
Antigo central internacional pela Bélgica voltou a falar sobre a maneira como saiu do Clube encarnado na temporada 2022/2023
06 Ago 2026 | 13:32 |
Apesar de falar sempre de forma positiva do Benfica e continuar a torcer pelas águias, o belga Jan Vertonghen nunca escondeu que a sua saída da Luz não foi bem aceite. Desta vez foi um pouco mais além e deixou críticas à postura de Rui Costa em todo o processo que conduziu à transferência para o Anderlecht, a 31 de agosto de 2022.
J. Vertonghen: "Enquanto líder de um clube, nunca o teria abordado dessa maneira"
"Isso não teve nada a ver com o Anderlecht. Teve sim a ver com o facto de a minha saída do Benfica ter corrido muito mal. Compreendo perfeitamente o lado empresarial dessa decisão, mas, enquanto líder de um clube, nunca o teria abordado dessa maneira. Só no último dia do período de transferências é que recebi a mensagem de que já não ia jogar", disse, em entrevista ao Het Laaste Nieuws.
Nessa altura, mais do que o aspeto desportivo, o antigo central belga tinha em conta o lado pessoal e familiar. "Enquanto a minha mulher, que trabalhava em Portugal, e eu dávamos como certo que íamos ficar em Lisboa. E depois surgiu aquela proposta do Anderlecht. A minha mulher limitou-se a dizer: 'toma tu a decisão' e acabei por decidir em função da minha carreira. Achei isso incrivelmente difícil porque sentia que estava a afastar a mulher e os filhos de um ambiente onde eram muito felizes", falou.
J. Vertonghen: "O meu objetivo era cumpri-lo, tentar espremer mais um ano extra"
Jan Vertonghen revelou que olhou para a camisola do Benfica, que tinha na sua casa, com o seu nome e o número 2023, alusivo ao término do contrato que tinha. "Eu já estava a pensar: 'porque é que diz ali 2023?' Mas eu tinha assinado um contrato até 2023. O meu objetivo era cumpri-lo, tentar espremer mais um ano extra e depois, eventualmente, terminar a carreira de futebolista após o Europeu de 2024. Nessa altura, podíamos decidir em família se queríamos ficar em Lisboa ou fixarmo-nos noutro sítio", recordou.
Com a camisola do Benfica, nas temporadas 2020/21, 2021/22 e 2022/23, Jan Vertonghen realizou 89 encontros, nos quais marcou um golo e fez duas assistências. O antigo futebolista conquistou um Campeonato Nacional ao serviço do Clube da Luz, orientado pelo técnico alemão Roger Schmidt.
Extremo foi associado ao Clube encarnado mas o seu futuro passará pelo Cruzeiro, equipa brasileira orientada pelo antigo técnico do Braga
06 Ago 2026 | 12:03 |
No último mercado de inverno, o Benfica esteve interessado na contratação de Wesley, extremo brasileiro do Al Nassr. A aquisição acabou por não acontecer, já que o avançado foi emprestado à Real Sociedad. Agora, o jogador paulista vai ser concedido temporariamente mais uma vez.
Wesley foi cedido pelo Al Nassr ao Cruzeiro de Artur Jorge até junho de 2027. O avançado brasileiro não entrava nas contas de Ange Postecoglou para a temporada. Assim, o antigo futebolista do Corinthians regressa ao Brasileirão.
Wesley teve pouco impacto na LaLiga, somando apenas 84 minutos de jogo espalhados por cinco encontros. Antes disso, o jogador até vinha a exibir-se a um nível interessante, com quatro golos marcados pelo Al Nassr até janeiro, atuando quase sempre na condição de suplente.
O jogador reforça agora a equipa orientada por Artur Jorge no Cruzeiro. A equipa mineira tem estado em boa forma sob o comando do português, que substituiu Tite a meio da temporada, ocupando a 7.ª posição do campeonato brasileiro.
Neste ano, Wesley – avaliado em 4 milhões de euros – realizou nove jogos: sete na Liga Saudita, cinco na La Liga e quatro no campeonato saudita. Nos 236 minutos em que esteve em campo, o atleta não marcou nenhum golo e fez uma assistência.
Decisão do Conselho de Arbitragem deixou enorme desagrado no universo encarnado e Rui Costa avançou com uma reação formal impactante
06 Ago 2026 | 11:37 |
O Benfica apresentou uma reclamação formal junto da Federação Portuguesa de Futebol, mais concretamente ao Conselho de Arbitragem, depois da nomeação de Gustavo Correia para o encontro entre Gil Vicente e Rio Ave, referente à primeira jornada da Liga Portugal Betclic. Na Luz, a decisão foi recebida com surpresa e desagrado, tendo em conta os acontecimentos que envolveram o árbitro na última temporada.
A origem da contestação remonta ao polémico Famalicão - Benfica da 32.ª jornada da época passada. Gustavo Correia foi alvo de uma repreensão após se concluir, durante um inquérito disciplinar, que relatou factos que não correspondiam à verdade relativamente ao comportamento do diretor-geral encarnado, Mário Branco, acabando por existir um alegado erro de identificação.
Na altura, o árbitro escreveu no relatório que Mário Branco o tinha insultado e tentado aproximar-se da equipa de arbitragem, versão igualmente corroborada pelo delegado da Liga. Contudo, a análise das imagens do sistema de videovigilância do Estádio Municipal de Famalicão demonstrou que o dirigente benfiquista não se aproximou fisicamente da equipa de arbitragem, levando ao castigo disciplinar aplicado ao juiz da Associação de Futebol do Porto.
O caso provocou também consequências para os responsáveis do Benfica. Mário Branco foi suspenso por insultos dirigidos ao árbitro, enquanto Rui Costa criticou publicamente a arbitragem, afirmando que "este senhor veio aqui prejudicar o Benfica". O presidente das águias acabou igualmente castigado pelo Conselho de Disciplina da FPF, mantendo-se esse processo ainda pendente de decisão definitiva após recurso para o Tribunal Arbitral do Desporto.
Perante todo este historial, o Benfica entendia que Gustavo Correia não deveria integrar as nomeações para a ronda inaugural do campeonato. A escolha do árbitro para dirigir o Gil Vicente - Rio Ave motivou, por isso, uma reclamação oficial da SAD encarnada junto da FPF, numa decisão que promete voltar a alimentar a polémica em torno da arbitragem portuguesa.