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Jogador do Nápoles esteve perto de reforçar Benfica e agora vive pesadelo: "Vai-te embora"
20 Out 2026 | 17:02
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05 Dez 2023 | 04:57 |
O empate do Benfica com o Moreirense, no passado domingo, dia 3 de dezembro, fez os alarmes da Luz soar com críticas a Roger Schmidt e aos jogadores dos encarnados. Nesse sentido, o Glorioso 1904 esteve à conversa com o conhecido adepto do Clube, João Malheiro, que fez uma análise à situação atual do plantel das águias.
Os 'dedos apontados' a Schmidt
"Eu compreendo alguma frustração do universo benfiquista relativamente ao jogo, em que se consagrou o empate, o que não correspondia ao nosso objetivo. A primeira parte sobretudo os primeiros quinze minutos foram, de facto, confrangedores. Percebe-se que há uma enorme campanha contra Roger Schmidt , que o treinador, nesse aspeto, não tem culpa. Ou seja, quem estava em campo é que tem a responsabilidade", começou por avaliar o Bnefiquista.
"Os primeiros 15 minutos parecia mesmo que o Moreirense era a equipa a lutar pelo título e era superior ao Benfica. Felizmente, a partir dos 20 minutos, sensivelmente, o Benfica equilibrou claramente as operações, inclusive, exerceu alguma superioridade. Na segunda parte, a supremacia do Benfica foi absoluta, mas reconheço sem qualquer oportunidade de golo, o que me leva a dizer, com mágoa, que, evidentemente, o resultado foi justo", prosseguiu
João Malheiro reforçou, ainda, o facto de ser um resultado não "interessava" em nada o Benfica, deixando um apelo aos adeptos dos encarnados. "É necessário que os Benfiquistas percebam o coração do Clube é a equipa e, quando falo em equipa é o treinador e os jogadores. Coração que não funcione morre e eu não quero que o coração morra. Por isso, apelo que haja alguma prudência nas críticas que se fazem ao treinador", referiu.
Cartão vermelho por ver
"Parece-me ser indiscutível", começa por analisar, num primeiro momento, o Benfiquista, que salienta o facto de não poder ser justificação para o resultado final dos encarnados. Ainda assim, João Malheiro recua 'no passado' para destacar o ocorrido no encontro entre o rival Porto e o Famalicão, no passado sábado, dia 2 de dezembro.
"O que me custa aqui é que, 24 horas antes, eu vi um jogo entre o Famalicão e o Porto em que há dois lances capitais em que o Porto é favorecido. Um penálti absolutamente claro, nítido, inequívoco e uma expulsão que também devia ter acontecido. Portanto, custa-me ver um Porto claramente favorecido e, volvidas as 24 horas, ter um jogo em que há uma intervenção do Marcelo suscetível a mostragem do cartão vermelho", explicou.
Problema na lateral-esquerda
João Malheiro analisou, ainda, o problema no flanco esquerdo dos encarnados, depois de David Jurásek não ter feito parte das opções, nem para a titularidade, nem para o banco de suplentes das águias.
"É um problema indiscutivelmente do Benfica. Considero que o Bernat, em condições normais, é o melhor lateral a jogar em Portugal. Mas a verdade é que já estamos em dezembro e o Bernat não aparece. Aqui faz lembrar um pouco o Draxler, vitimado por uma lesão. Quanto ao Jurásek, eu admito que não tenha sido a melhor opção, mas uma equipa como o Benfica, com uma vocação claramente atacante, não ter um lateral de raiz a jogar leva a que o Benfica não concorra a postura ofensiva, que deve ser a atitude a adotar", rematou o assumido adepto do Glorioso.
Águias têm interesse em contar com o avançado, mas antigo treinador do jogador quer entender planeamento do Clube da Luz
20 Out 2026 | 17:53 |
O provável regresso de Gustavo Varela ao Benfica está a gerar debate, sobretudo quanto ao espaço que o avançado poderá ter na equipa principal. Luís Silva, um dos primeiros treinadores do jovem ponta de lança, considera que a contratação só fará sentido se houver condições para este jogar com regularidade.
Luís Silva sobre regresso de Gustavo Varela ao Benfica: "Trazê-lo e colocá-lo no banco não faz sentido..."
O percurso de Gustavo Varela começou a ganhar destaque ainda em criança. Depois de ter sido inscrito pelo pai na Escola Academia Sporting de Manique, o avançado integrou os escalões de formação ligados ao clube leonino, chegando a competir com jogadores mais velhos devido à qualidade que demonstrava.
Luís Silva, coordenador do Estoril Elite Training Program, acompanhou essa fase inicial e recorda um jogador com características diferenciadoras desde muito cedo: “O Gustavo era diferente. Nasceu em 2005, mas estava inserido numa equipa de miúdos de 2003, o que já demonstra bem a sua qualidade. Fisicamente era muito forte, muito explosivo e, dentro da área, era um finalizador nato”, explicou ao jornal 'Record'.
Com o Benfica interessado em recuperar Gustavo Varela ao Monza, Luís Silva considera fundamental avaliar o espaço disponível no plantel: “Se não sair, no mercado de janeiro, nenhuma daquelas que são as atuais opções (Pavlidis, Durán e Anísio), não faz sentido ir buscá-lo”, defendeu.
O técnico acredita que o regresso poderá ser positivo caso haja uma saída, mas deixa um aviso: “Trazê-lo e colocá-lo no banco não faz sentido”. Para Luís Silva, nesta fase decisiva da transição para o futebol sénior, Gustavo Varela precisa de minutos e continuidade competitiva para prosseguir a sua evolução.
Treinador falou sobre atual estado do plantel madridista e acabou por fazer uma crítica ao ex Benfica ao explicar as suas escolhas
20 Out 2026 | 17:29 |
José Mourinho voltou a protagonizar um momento à Special One na conferência de imprensa de antevisão ao encontro frente ao Leipzig, para a UEFA Champions League. O treinador do Real Madrid explicou as opções táticas e deixou claro que o estatuto dos jogadores não garante a titularidade.
O técnico português usou Bernardo Silva e Arda Güler como exemplos para justificar a importância do equilíbrio da equipa. Recordando a reviravolta frente à Roma, na jornada anterior, Mourinho explicou por que motivo nem sempre aposta nos dois jogadores desde o início.
“Se tivéssemos jogado em Roma com o Bernardo e o Arda Guler desde o início, levávamos cinco golos, porque não tínhamos capacidade para suportar. Às vezes terei razão, noutras não”, afirmou, sublinhando que procura combinar jogadores com características diferentes, de forma a garantir equilíbrio e criatividade no meio-campo.
Questionado sobre a gestão das estrelas do plantel merengue, o treinador não deixou margem para dúvidas quanto aos critérios que utiliza na escolha dos titulares: “Intocável é apenas o escudo. O que torna os jogadores intocáveis não é a braçadeira, o estatuto ou os anos que levam de clube, é o seu nível no relvado”, declarou.
A mensagem de Mourinho reforça a ideia de que ninguém tem o lugar garantido apenas pelo nome ou pelo passado no clube. A prioridade passa pelo rendimento demonstrado dentro das quatro linhas. Na mesma conferência, o técnico português confirmou ainda que Vinícius Júnior será titular no lado esquerdo do ataque.
Treinador elogiou comandante da equipa cipriota, adversário das águias nesta quinta-feira para a Liga Europa, e faz comparação com diretor encarnado
20 Out 2026 | 17:12 |
Hugo Martins, treinador português do AEL Limassol, deixou elogios a Henning Berg, técnico do Omonia, adversário do Benfica na Liga Europa, destacando a consistência das suas ideias de jogo. Para explicar a abordagem do treinador norueguês, recorreu a uma comparação curiosa com Simão Sabrosa, atual membro da estrutura encarnada.
“Desde o tempo do AEK que joga praticamente da mesma maneira. As ideias são muito claras e procura sempre os jogadores certos para as executar”, explicou Hugo Martins ao jornal 'Record', sublinhando a capacidade de Berg para manter a identidade da equipa, mesmo quando muda de clube.
O técnico português reconhece, ainda assim, que o norueguês sabe adaptar alguns aspetos do modelo de jogo às características dos jogadores. “Tem inteligência para fazer pequenas adaptações, mas a base está sempre lá. Por exemplo, no AEK desenvolvia mais o jogo por um corredor e no Omonia fá-lo sobretudo pelo lado esquerdo. Os jogadores são escolhidos em função dessa ideia”, acrescentou.
Questionado sobre a personalidade do treinador do Omonia, Hugo Martins descreveu-o como alguém discreto e rigoroso, recordando a postura respeitadora que sempre demonstrou: "É um treinador frio. É muito respeitador e sempre teve um comportamento correto comigo, mas é uma pessoa muito reservada”, afirmou, admitindo que consegue imaginá-lo a observar atentamente o aquecimento do Benfica antes do encontro.
A comparação com Simão Sabrosa surgiu para ilustrar a eficácia da insistência numa ideia específica. “O Simão fez carreira praticamente a repetir muitas vezes o mesmo movimento, mas fazia-o tão bem que ninguém o conseguia parar. O Berg é parecido. Tem uma ideia muito específica, insiste nela há muitos anos e a verdade é que resulta. Faz aquilo muito bem", concluiu o treinador português.
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20 Out 2026 | 15:23