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Benfica teme rombo de 20M e envia SMS aos Sócios para evitar perda milionária
19 Set 2026 | 12:42
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17 Set 2024 | 07:42 |
João Diogo Manteigas considera que não existe ‘Vieirismo’ na atual direção do Benfica, existindo um quadro diretamente ligado a Rui Costa. Em entrevista exclusiva ao nosso Jornal, o candidato a Presidente do Clube da Luz acredita que o atual líder encarnado não tem outro ‘ensinamento’ para fazer diferente de Luís Filipe Vieira.
“Há Sócios que não conseguem separar aquilo que era o ex-jogador daquilo que tem de ser como gestor”
Glorioso 1904 (G). Rui Costa foi uma rotura com o passado ou acabou por ser uma continuidade relativamente a Luís Filipe Vieira?
João Diogo Manteigas (JDM). Rui Costa ainda é visto como um de nós. É Benfiquista. Isso é inquestionável. Ainda goza daquela imagem de ex-jogador. Há Sócios que não conseguem separar aquilo que era o ex-jogador daquilo que tem de ser como gestor.
Há dois cenários: ou Rui Costa tinha a capacidade e competência para pegar no barco e ser ele a emanar as diretrizes. Não é o perfil dele, mas esperava que fosse desde 2021. Fiquei chateado, não vou dizer triste, por ver que não houve essa rutura. Não digo que tivesse de retirar tudo. Desde 2008 que Rui Costa é diretor desportivo e acompanhou sempre as mesmas pessoas. Não conheço pessoas diferentes dentro do Benfica. É óbvio que ele se rodeou de um círculo mais circunscrito. Outra coisa é termos 80 e tal por cento em corpos diretivos idênticos. Quando nos apercebemos disso, percebemos que o modelo de gestão não vai ser diferente"
"Há um ‘Costismo’. O Rui Costa é outra coisa"
G. Considera, por isso, que há uma continuação do Vieirismo?
JDM. Não gosto dessa expressão. Há um ‘Costismo’. O Rui Costa é outra coisa. Não é o Vieira. O modelo de gestão não mudou. Há menos poder decisório e isso nota-se. Enquanto Vieira decidia mais ou Domingos Soares ou Miguel Moreira, não vejo isso acontecer com Rui Costa. Centraliza demasiado e não consegue tomar decisões. Em bom rigor, não devia ser ele a tomar essas decisões, tinha de se rodear para tomarem essas decisões e no final tinha um voto qualitativo. Não foi isso que vi nos últimos três anos.
Isto é mais perigoso do que quando alguém decidia e decidia mal. Não gosto da palavra vieirismo porque o Benfica não é uma república onde a malta lembra-se de um Presidente e faz um chavão com o nome dele.
Luís Filipe Vieira teve demasiados anos à frente do Benfica. Fechou uma era e Rui Costa faz um seguimento por não saber de outra maneira porque foi aquilo que ele vivenciou dentro do Benfica. Se Rui Costa não tem uma ‘escola’ diferente, não tem uma formação diferente, não conhece outras pessoas, vai fazer o mesmo. O modelo é igual.
"Se há um processo disciplinar pendente sobre Luís Filipe Vieira, vai-se candidatar à presidência? Não faz sentido"
G. Disse agora mesmo que se tinha fechado uma página com Luís Filipe Vieira. Acha que não há espaço para ele se voltar a candidatar?
JDM. Espero que não haja espaço para ele voltar a candidatar-se. Há duas sombras a pairar sobre Luís Filipe Vieira. Embora ele tenha esse direito e é legítimo, há dois problemas para resolver. Um judicial, ainda é arguido em determinados processos e foi acusado. Não faz sentido um candidato à Presidência do Benfica ou a qualquer outra entidade – seja desportiva ou não – candidatar-se quando paira sobre ele uma suspeita, ainda para mais relacionada com o Benfica.
A outra razão está relacionada com uma questão interna do Benfica. Foi aprovado na última Assembleia Geral, em junho, a ata que prova que ele efetivamente cometeu uma ilegalidade relativamente a um Sócio. Deve haver um processo disciplinar. A Direção deveria ter aberto um processo disciplinar. Se há um processo disciplinar pendente sobre Luís Filipe Vieira, vai candidatar-se à Presidência? Não faz sentido. Se ele quiser apresentar-se a eleições, ele lá entenderá. Não vai ter sucesso. As pessoas já viraram a página de Luís Filipe Vieira.
"Nunca acreditei que Jorge Jesus voltasse, mas é o Benfica e tudo pode acontecer"
G. Foi comentador da BTV durante seis anos e dois meses. A BTV está de alguma forma conotada com alguma proximidade às Direções do Benfica. De que forma é que isto o compromete?
JDM. Não compromete de forma absolutamente nenhuma. Adorei a minha experiência na BTV. A BTV é uma coisa inacreditável [pela positiva]. Sugeriram-me a criação de um programa em que me deram um completo controlo sobre aquilo. Tive muitos problemas com o meu programa. Foi suspenso várias vezes por ordem do ex-Presidente [Luís Filipe Vieira] e do antigo CEO [Domingos Soares de Oliveira]. Foi suspenso pelo antigo diretor jurídico do Benfica e também foi suspenso por parte de advogados externos ao Benfica.
Porque é que, ao longo de seis anos, o programa foi suspenso aqui e ali? Porque obviamente coloquei em cima da mesa coisas que os administradores do Benfica não gostavam que fosse debatido. Corri sempre esse risco, mas na realidade nunca me fecharam definitivamente o programa. Houve ali alturas em que tinha de ter mais calma.
Levei lá pessoas que não eram do Benfica. Profissionais de todas as áreas. Debateram, respeitaram o Benfica, nunca tive problemas nenhuns com esse programa até ao dia em que descobri, em 2020, muito tempo antes da contratação de Jorge Jesus, que o Jorge Jesus era o treinador que Luís Filipe Vieira queria à força para o Benfica.
A primeira coisa que fiz, obviamente, depois de ter criticado tudo o que foi Jorge Jesus no Sporting e tudo aquilo que disse sobre o Benfica quando esteve no Sporting, foi apresentar a renúncia. A partir de hoje, não posso estar na BTV quando se contrata um treinador que fez o que fez e disse o que disse sobre o Benfica. É impossível. Não contem comigo.
Coincidiu com as eleições, em julho de 2020, e a BTV sabia uns meses antes que Jorge Jesus ia ser contratado pelo Benfica. Aliás, ainda o Bruno Lage nem tinha sido despedido. Nesse caso, fui ingénuo. Nunca acreditei que Jorge Jesus voltasse ao Benfica, mas é o Benfica e tudo pode acontecer.
G. Quais são para si os aspetos mais prementes relativamente à revisão dos estatutos?
JDM. A questão do voto físico e voto eletrónico é muito sensível e tem de ser debatida imediatamente com os Benfiquistas. O voto físico é o ideal. Não há grande conversa sobre esse assunto. Todas as federações estão sujeitas a limitação de três mandatos. Faz todo o sentido os órgãos sociais serem remunerados. A forma como o cálculo é feito pode ser discutível, mas é uma coisa absolutamente normal.
No final de cada época desportiva, deve haver uma assembleia geral ordinária, prevista nos estatutos, para que os Benfiquistas debatam o ano desportivo anterior.
Espero que que o professor Fernando Seara tenha a hombridade e a capacidade de aguentar a assembleia geral até que se resolvam as questões. Tivemos assembleias gerais, que não são dignas do Benfica. Acredito que ele tem essa capacidade e vai conseguir gerir isso. Espero que não seja isso que vá na cabeça dele, ou seja, que a partir do momento em que haja algum desconforto, que acabe com a assembleia geral. Isto é essencial para a vida do Benfica.
"O Benfica já foi o Clube com mais Sócios do mundo. Benfica tem de ter esse objetivo"
G. Qual a sua estratégia de aproximação do Clube aos Sócios?
JDM. É um dos pilares essenciais que está relacionado com a minha candidatura, que é o associativismo e até porque nos últimos anos se nota uma fricção muito maior entre os Sócios e o Benfica.
Esse trabalho de aproximação tem que ser feito de várias maneiras, mas à cabeça de duas formas: uma a nível nacional e outra internacional.
A nível internacional é mais fácil. Há um desfasamento muito grande com os PALOP. O Benfica perdeu completamente o comboio relativamente à Guiné-Bissau, Moçambique, Cabo-Verde, Angola… Não se sente essa ligação. É um mercado grande a explorar para Sócios Benfiquistas, que em tempos o Benfica teve (Eusébio, Coluna, Águas, Costa Pereira). Historicamente, o Benfica tem esse dever.
Porque não fazer assembleias gerais deslocalizadas do Estádio da Luz? Ir ao encontro dos Sócios. Porque é que o Benfica não joga em casa, como visitado, fora do Pavilhão da Luz. Há uma ligação muito maior dos Sócios e adeptos às modalidades porque privam com os atletas das modalidades e não com os do futebol.
Essa aproximação tem de ser imediata e correr em paralelo com todas as outras medidas. Tem de se sentir de imediato esse impacto junto dos Sócios. A melhor maneira é irmos atrás deles, não só para os manter, porque na realidade nós vemos que o Benfica tem uma (boa) quotização de Sócios ativos, mas pode ter muito mais. O Benfica já foi o Clube com mais Sócios do mundo. O Benfica tem de ter esse objetivo.
G. Que comunicação gostava de implementar no seu Benfica?
JDM. A comunicação do Benfica não existe. Não vou chamar comunicação a newsletters e coisas que publicam no site que são resumos do que se passou. A comunicação do clube passa por ter um canal de excelência, que é a BTV, que adoro e que tenho imensas saudades, mas que funciona em prol daquilo que a administração quer fazer da BTV. Uma proteção para quem está lá dentro. Isto não é para ser levado a mal. É uma questão política e não pode ser. A BTV existe para transmitir jogos (futebol e modalidades) e estar próxima dos Sócios e adeptos para transmitir aquilo que é o Benfica. Tem de haver uma reformulação completa. Na parte dos media, tem, basicamente, que recomeçar do zero.
Há um projeto que me diz muito – o meu pai é jornalista – que é a Rádio Benfica. É uma empresa que está constituída. É uma das 12 empresas do grupo e nunca foi ativa. Aí sim, podemos retomar a conversa dos PALOP e comunicar para fora daquilo que é o universo localizado dos Sócios Benfiquistas em território nacional e chegar também a esses (Sócios) através da rádio e a BTV tem que se abrir, de uma vez por todas.
Ninguém na BTV é capaz de estar sentado à mesa e criticar, de forma completamente descompensada, Rui Costa ou seja lá quem for. Não faz sentido absolutamente nenhum. É um ambiente controlado. Agora tem é de ser completamente independente e em defesa do Benfica. Não é ter conteúdos de programas que não interessam absolutamente a ninguém ou que estejam sempre em modo repeat.
Sei que isto não vai ser muito agradável de dizer porque vai parecer que é pressão e eventualmente até chantagem. O Benfica tem de controlar aquilo que os media, e os jornais desportivos em concreto fazem do Benfica. Das duas uma: ou o Benfica é permissivo quanto a isso ou então fomenta isso. Tenho conhecimento de algumas situações que é o Benfica que fomenta ou então tem uma estratégia de porta aberta para a comunicação social. Há coisas confidenciais e sigilosas, mas tem que ter via aberta para dizer ‘não, isso que estão a dizer está errado’.
Não pode ser colocar pessoas nos meios de comunicação associadas ao Presidente, ex-Presidentes, diretores, que vão responder pelo Benfica, que estão sempre com o telemóvel na mão. Isso tem de acabar. O Benfica tem de ter uma relação com os media franca e aberta, mas tem de utilizar o seu próprio canal de comunicação para o fazer. Tem de ser aberto, completamente independente e transversal. Há muita margem para dar a volta e o Benfica é claramente lesado pela ausência da sua comunicação. Os Benfiquistas não conseguem perceber o que se está a passar e é penoso. Completamente prejudicial.
Treinador falou em conferência de imprensa, onde analisou o duelo com os dragões, jogo fundamental para as pretensões do Glorioso na época
19 Set 2026 | 14:02 |
O Benfica vai cumprir o seu sétimo jogo pela Liga Portugal Betclic neste domingo, dia 20 de setembro e é nada menos que o jogo mais antecipado da época: o clássico com o Porto. Marco Silva, que prepara algumas mudanças na equipa titular, analisou o duelo em antevisão.
Análise do Porto
"Antecipamos um jogo difícil, como todos os Clássicos. Um jogo que, pela grandeza e pelos objetivos das equipas, acaba por ter uma importância muito grande, por tudo o que acarreta, não só em termos de pontos, mas por tudo o que está em volta do jogo. Sendo dois candidatos, tem uma importância muito grande e um jogo muito difícil. Jogando fora de casa é um acréscimo para nós, como se fosse ao contrário teria um acréscimo para o adversário. Será um jogo muito difícil, como sempre".
Aursnes e quarteto ofensivo
"Não vou responder diretamente, se não, estaria a dar parte do onze, e, como devem calcular, não o vou fazer. Amanhã, já irão saber. O Fredrik tem vindo a melhorar, jogou o último jogo a titular, e no anterior 30 minutos. Era o plano que tínhamos, e teremos de tomar uma decisão em relação a ele. Está muito melhor, a ganhar a condição que queremos que ganhe. No último jogo, não jogou como lateral nem nada do género. Sabemos que pode ser um bom lateral, mas será sempre um excelente médio. Se o pudermos usar na melhor posição, faremos de tudo para que aconteça, porque, se temos um jogador que é excelente que faz, não iremos usar um bom noutra posição, apesar da polivalência. Está preparado para isso, e o último jogo do campeonato é exemplo disso. Irão ver, amanhã, qual será a maneira como iremos compor o meio-campo. Quanto ao resto dos jogadores, terão de esperar por amanhã."
Pontos fortes do Porto
"Estamos a falar de uma equipa muito forte, que foi a última campeã nacional, que é muito sólida, muito agressiva com e sem bola, com caraterísticas muito próprias que podem ferir o adversário no momento ofensivo. É muito claro aquilo que pretendem fazer e fazem-no bem. É uma equipa que tem resolvido muitos jogos em lances de bola parada, basta ver os golos que fizeram este ano, em jogos normalmente muito bloqueados. É um momento de jogo em que têm jogadores com a agressividade certa para atacar. É uma equipa sólida, que não sofre muitos golos, independentemente de o adversário criar muito ou não. Tem um guarda-redes sempre a um nível muito alto, que acaba por ter um papel decisivo. É uma equipa forte, que respeitamos, mas olhamos muito para nós, para aquilo que é a nossa qualidade, podemos e queremos fazer".
Desgaste e excesso de confiança
"Não pode ser por termos tido um jogo a meio da semana que haverá favoritismo ou não do adversário. Disse que havia duas condicionantes um pouco diferentes, que é o fator casa e a semana de preparação, mas não é por termos tido um jogo a meio da semana que haverá favoritismo do adversário. Não me parece, de todo. Não vejo Clássicos dessa forma. Vejo uma equipa que tem o fator do apoio dos adeptos como uma condicionante, e, depois, será o valor das duas equipas que se vai sobrepor, quem estiver numa melhor noite, mais coeso, concentrado... O jogo irá por aí. Este tipo de jogos define-se muito no detalhe. É uma equipa que ainda não perdeu pontos no campeonato. Nós tivemos um empate na primeira jornada, tivemos muitos jogos para chegar à Liga Europa. Eles tiveram só um jogo de Liga dos Campeões, contra uma grande equipa europeia, onde não conseguiram um resultado positivo. Não vejo por que haveria euforia, não fizemos nada de especial. Simplesmente, temos vindo a crescer, num processo novo, com muitos jogadores novos e muitas mudanças. Há uma equipa que vai começar o jogo sem ter mudado praticamente nenhum jogador do onze titular, que não teve de vender nenhum dos jogadores mais importantes. E, depois, há uma equipa num processo diferente. Isso não dá vantagem ou desvantagem nenhuma, são situações diferentes, e não sei porque haveríamos de estar com qualquer tipo de euforia, sinceramente. Fizemos um grande jogo em termos de adversário, que foi histórico, porque o Benfica nunca tinha obtido um resultado daqueles, mas foram mais três pontos. Temos vindo a ganhar os jogos do campeonato, depois daquele tropeção em circunstâncias muito próprias, diferentes, para não dizer estranhas... Por culpa nossa, não ganhámos. A partir daí, ganhámos os nossos jogos, como tem sido a nossa obrigação. Estamos satisfeitos com o rendimento e o crescimento da equipa, mas não vejo por que razão pode haver qualquer tipo de euforia".
Igualdade na arbitragem
"Teria de lhe perguntar o que são coisas estranhas de arbitragem... Tem de perguntar, na próxima semana, ao mister Farioli. Não queria muito entrar por essa questão da arbitragem. Vou repetir o que foi dito há meia hora, pelo mister Farioli. Espero igualdade em todos os momentos do jogo para as duas equipas. Que haja equilíbrio em todas as decisões, e vou copiar as palavras. Esperamos igualdade em todos os momentos de jogo."
Situação de Enzo
"Há essa ligeira vantagem, mas não adianta muito falar sobre ela. É o calendário e estava mais do que definido. Nós não sabíamos, na altura em que saiu o calendário, qual seria o adversário que teríamos na Liga Europa. Acaba por ser uma coincidência fazermos o quinto num curto espaço de tempo, praticamente em 15 dias, praticamente todos fora de casa. Tem sido viagem após viagem e tudo o que isso acarreta, mas, se começasse a falar muito, soava já a desculpa. Não há desculpa nenhuma, fizemos a preparação com menos tempo e isso é uma realidade. Não tivemos a semana limpa. Quando temos é melhor para nós, mas nem sempre é perfeito. Gozámos o tempo da melhor forma que conseguimos, para estarmos preparados para a exigência de um jogo desta dimensão. Não será por aí. É uma ligeira vantagem, como o fator casa. Não consigo dizer se há alguém indisponível para o jogo. Estamos a analisar. Todos os outros jogadores estão prontos para o jogo."
Empate satisfaz?
"Percebo a questão. Pensamos em ganhar o jogo e não há jogo que preparamos para empatar, mas há momentos que acontecem no jogo. Mas o nosso objetivo é claramente ganhar o jogo."
Fisicalidade do Porto
"É uma das características deles. É uma equipa agressiva com e sem bola. Os três homens do meio-campo têm essas características, a capacidade física dos centrais, a resistência dos alas... Temos de estar preparados para o que o jogo pede e dar as respostas que temos capacidade. Sei que nem sempre será possível manter a nossa identidade e jogar da forma que queremos, é uma luta a dois. Tentamos levar o jogo para onde podemos ser fortes e responder ao que o jogo pede."
Quem marcar primeiro ganha?
"É uma bela questão que não sei responder. Podemos pensar numa coisa e prepará-la e depois ir para outro caminho. O jogo coloca-nos questões e temos de estar preparados para responder da melhor forma possível num jogo mais aberto ou menos aberto. Eu gostava de ganhar sem sofrer golos, mas essa será sempre a minha resposta todas as semanas."
Variabilidade no jogo do Benfica
"É importante termos vários caminhos. Esperemos a pressão forte e individual do FC Porto, mas temos caminhos para bater essa pressão, seja mais curto ou com outros caminhos. Podemos ajustar. Não há só uma forma de lá chegar. Temos de ser corajosos e respeitar a nossa identidade."
Dupla esteve presente com papel fundamental nas últimas três vitórias das águias sobre o rival no reduto azul e branco e terão nova chance
19 Set 2026 | 13:50 |
O Benfica chega este domingo ao Estádio do Dragão com os olhos postos na liderança do campeonato e com uma missão que passa inevitavelmente por marcar golos. Para isso, Marco Silva conta no plantel com dois jogadores que já sabem o que é fazer a diferença no reduto do Porto: Rafa e Vangelis Pavlidis.
Os dois avançados foram protagonistas das últimas três vitórias do Benfica no Dragão, todas em partidas do campeonato, ao longo da última década. Rafa foi decisivo em duas delas, enquanto Pavlidis assinou a mais recente, com uma exibição de grande impacto.
Em 2018/19, num clássico que começou com vantagem portista, graças a Adrián López, João Félix iniciou a reviravolta das águias antes de Rafa completar a cambalhota no marcador. O triunfo acabou por ser determinante na caminhada do Benfica rumo ao título, então orientado por Bruno Lage.
Quatro anos depois, em 2022/23, Rafa voltou a aparecer no momento decisivo. O camisola 27 marcou o único golo da partida e ajudou o Benfica a conquistar mais três pontos no Dragão, numa temporada que terminou novamente com a conquista do campeonato, desta vez sob o comando de Roger Schmidt.
Já em 2024/25, foi a vez de Pavlidis assumir o protagonismo. O avançado grego esteve imparável e apontou um hat-trick na vitória por 4-1, com Otamendi a fechar a goleada encarnada. Samu marcou o único golo dos dragões. Pouco utilizados na vitória por 2-0 sobre o Milan, em San Siro, Rafa e Pavlidis deverão voltar ao onze de Marco Silva no clássico. O treinador deverá ainda promover mais regressos.
Alemães visitam as águias no final deste mês e Clube coloca preço baixo para atrair os adeptos a encher o Estádio na Champions
19 Set 2026 | 13:22 |
O Benfica já definiu os preços dos bilhetes para a receção ao Bayern de Munique, referente à segunda jornada da Liga dos Campeões Feminina 2026/27. O encontro está marcado para 30 de setembro, quarta-feira, às 20h00, no Estádio da Luz, e os ingressos ficam disponíveis a partir das 15h00 de terça-feira, dia 22.
A venda será aberta a sócios com quotas em dia, adeptos e público em geral, estando os bilhetes disponíveis através do Site Oficial do Benfica, da Benfica Official Store do Estádio da Luz, das restantes lojas oficiais e das Casas do Benfica com sistema de bilhética.
Os preços começam nos 5 euros para sócios, nas bancadas Sagres/Mais Vantagens, nos pisos 0 e 3. Para adeptos e público em geral, os mesmos lugares custam 7,50 euros. Já na bancada BTV/Emirates, os ingressos para sócios variam entre 7,50 e 10 euros, enquanto para o público os valores oscilam entre 10 e 12,50 euros, consoante o piso. Os adeptos registados beneficiam ainda de um cashback de 1,50 euros, atribuído até 72 horas depois do final do encontro.
Há também condições especiais para alguns grupos. Os detentores de Red Pass 2026/27 terão entrada gratuita, mediante levantamento obrigatório do bilhete e apresentação do Red Pass. Os Sócios Criança, dos 3 aos 13 anos, também terão entrada gratuita, sendo igualmente necessário levantar o respetivo ingresso.
Cada compra está limitada a cinco bilhetes e a abertura das restantes bancadas ficará dependente da procura. Os sócios das Casas do Benfica terão venda exclusiva nos pontos físicos. O Benfica prepara, assim, uma noite europeia na Luz com preços acessíveis para acompanhar um dos jogos de maior destaque da fase de liga da Champions feminina.
Homenagem a equipa feminina do Benfica: