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Martim Mayer lamenta a temporada do Benfica e desabafa: "Falhou os seus principais objetivos"
19 Mai 2026 | 11:52
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15 Nov 2023 | 17:17 |
O Tribunal da Relação de Lisboa condenou os jornalistas Carlos Rodrigues Lima e Henrique Machado por violação do segredo de justiça, anulando assim a absolvição de ambos no julgamento na primeira instância, em fevereiro.
Segundo informa o jornal Record, em causa estará a divulgação de notícias sobre os casos dos 'emails' do Benfica, E-Toupeira e Operação Lex pelos dois jornalistas referidos no ano de 2018, incluindo conteúdos abrangidos pelo... segredo de justiça.
"A notícia podia ser dada e foi-o, aliás, por muitos e diversos meios de informação pública. O que sucede é que ambos os arguidos optaram, ao dar a notícia, por na mesma incluir os conteúdos das diligências, bem como de uma série de atos processuais, conteúdos estes abrangidos pelo segredo de justiça; ou seja, tivessem os arguidos optado por dar apenas a informação legalmente permitida, e não se estaria a discutir qualquer violação do dito segredo de justiça", pode ler-se no acordão que a LUSA teve acesso e que foi hoje publicado pelo Público.
No entendimento do Tribunal da Relação de Lisboa, existiu "um erro de julgamento" na primeira instância, que considerou primazia do direito à informação sobre o segredo de justiça e que não houve prejuízo das notícias divulgadas para as investigações dos respetivos casos judiciais.
"Os ilícitos que cometeram são crimes em que o interesse direta e imediatamente protegido é um interesse público, designadamente o interesse do Estado na realização ou administração da justiça", referiram os desembargadores.
Semanas depois do anúncio da compra da participação que pertence ao Rei dos Frangos, águias podem vetar transação com fundo norte-americano
20 Mai 2026 | 14:53 |
A Administração do Benfica, liderada por Rui Costa, está a ponderar bloquear a venda das ações de José António dos Santos a um fundo norte-americano. Perante as informações recolhidas pela imprensa nacional, em causa está o conflito de interesses, onde Tim Leiweke conta com participações em outros emblemas europeus.
Segundo avançou a Agência Bloomberg, representantes do Benfica já terão notificado a equipa de Tim Leiweke de que a SAD encarnada pode de facto acionar em breve o artigo 13 dos Estatutos do Clube, o que iria bloquear a compra das ações em questão. A instituição entende que o investidor poderá ter interesses concorrentes, ao que explicou a mesma fonte.
"Aquisição, direta ou indireta, de ações representativas de mais de 2% (dois por cento) do capital social da Sociedade por uma entidade concorrente, devendo um eventual posterior reforço da posição acionista, de forma direta ou indireta, ser sujeito ao mesmo processo de aprovação caso as ações a adquirir representem mais de 2% (dois por cento) do capital social da Sociedade", pode ler-se no artigo 13 dos Estatutos do Benfica.
Recorde-se que não seria a primeira vez que o emblema encarnado seria obrigado a recorrer a este artigo. Um episódio semelhante aconteceu em 2021, quando o Benfica acionou esta alínea para bloquear a venda de ações da SAD a outro investidor norte-americano, na altura, o empresário John Textor.
O plano de Tim Leiweke passava por adquirir a percentagem de 16,4 por cento que está nas mãos de José António dos Santos, maior acionista privado da Benfica SAD. A operação seria conduzida através do seu fundo de investimento, o Entrepreneur Equity Partner, cujo foco estratégico passa precisamente por construir uma rede de participações minoritárias no futebol europeu.
Através de uma publicação, feita nas redes sociais, antigo diretor de comunicação dos encarnados mostrou-se aliviado pela decisão do tribunal
20 Mai 2026 | 13:54 |
João Malheiro, conhecido jornalista e antigo diretor de comunicação do Benfica, pronunciou-se sobre a sua vitória judicial frente a Luís Filipe Vieira. Numa publicação feita nas redes sociais, o comunicador mostrou-se satisfeito com a decisão do tribunal, afirmando que foi "feita justiça" depois das declarações feitas pelo ex-presidente das Águias.
João Malheiro: "No dia seguinte, em direto, olhos nos olhos, na televisão, disse-lhe que ia avançar com um processo-crime"
"Em 2022, Luís Filipe Vieira, ex-presidente do Benfica, numa entrevista televisiva, fez considerações sobre mim que reputei ignóbeis", escreveu o jornalista e comentador da CMTV, na publicação que fez nas redes sociais, a dar conta do sucedido entre si e o antigo presidente dos Vermelhos e Brancos.
"No dia seguinte, em direto, olhos nos olhos, na televisão, disse-lhe que ia avançar com um processo-crime. Foi o que fiz", acrescentou João Malheiro, dando conta da sua decisão em avançar com uma ação legal contra o ex-dirigente das Águias, por declarações difamatórias contra a sua pessoa, na entrevista em questão.
João Malheiro: "Um único comentário: foi feita justiça!"
"Hoje, conheceu-se a sentença. Foi condenado a uma multa durante 160 dias e a uma indemnização. Por respeito à memória de Eusébio, por respeito aos sócios e adeptos do Benfica, até porque o réu foi presidente da maior instituição desportiva nacional e uma das poucas míticas a nível mundial, um único comentário: foi feita justiça!", concluiu João Malheiro.
Recorde-se que Luís Filipe Vieira foi considerado culpado no processo avançado por João Malheiro. Na leitura da sentença, o antigo presidente do Benfica foi ordenado a pagar uma indenização ao jornalista, na ordem dos 6 mil euros. Além disso, o empresário também terá de pagar 50 euros ao Estado, durante 160 dias.
Após alegações finais, tribunal acedeu ao pedido feito pelo Ministério Público, que considerava antigo dirigente das águias culpado dos seus atos
20 Mai 2026 | 09:52 |
Luís Filipe Vieira foi condenado no processo em que foi acusado de difamar publicamente João Malheiro. Pelo que foi revelado na sentença do julgamento que opôs o ex-presidente e antigo diretor de comunicação do Benfica, o antecessor de Rui Costa foi ordenado a pagar cerca de 6 mil euros ao conhecido jornalista.
Na tarde da passada terça-feira, 19 de maio, ficou conhecido o desfecho do processo que já se arrastava há alguns meses, em que João Malheiro apresentou uma queixa contra Luís Filipe Vieira, com base nas declarações que o ex-presidente proferiu em 2022, que denegriram a imagem pública do jornalista português.
Ainda a respeito da sentença, Luís Filipe Vieira, além de ter de pagar a dita indenização a João Malheiro, por comentários difamatórios sobre a forma como o jornalista foi prejudicado na saúde de Eusébio, foi igualmente condenado a pagar 50 euros ao Estado, durante 160 dias.
Segundo escreveu o jornal Record, já depois da sessão onde decorreram as alegações finais do julgamento, Luís Filipe Vieira e João Malheiro voltaram a estar frente a frente, com o ex-dirigente a apontar mais acusações, afirmando que o jornalista "bebia e muito" e que "por vezes, não estava em condições de estar no Benfica" por "estar bastante embriagado".
Luís Filipe Vieira, como se sabe, foi levado a tribunal devido às declarações que teve a respeito de João Malheiro. Numa entrevista concedida em 2022, o ex-presidente colocou em causa a amizade entre o antigo diretor de comunicação e Eusébio, afirmando que o mesmo alimentava o vício do pantera negra, apesar de saber que o mesmo "estava dependente do uísque". "Eram almoços de 3, 4, 5 horas. Se fossem amigos, não o deixavam beber", questionou Vieira na altura.