Futebol
Com Barreiro lesionado, Marco Silva já escolheu substituto no meio-campo do Benfica
25 Out 2026 | 10:11
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08 Ago 2024 | 18:17 |
Meité continua a ser um dos dossiês que mais dores de cabeça tem dado ao Benfica. Segundo o jornal A Bola, o negócio com o Al Ahli já não é um cenário que se encaixe no caminho do atleta francês, sendo que o PAOK volta a ser equacionado.
O futuro do médio que custou perto dos 7 milhões está agora a ser analisado pela SAD encarnada. A forte opção é que continuasse no clube grego, onde jogou na época passada por empréstimo, mas Meité não facilita e tem feito exigências que o PAOK não quer cumprir. Antes de chegar à Grécia, o médio francês esteve cedido pelo Benfica aos italianos da Cremonese. Pelas águias, esteve apenas em 27 jogos oficiais, 1.357 minutos de competição, sem um golo marcado.
Os gregos estavam dispostos pagar ao Glorioso uma taxa de transferência de 1,5 milhões de euros, que podia ascender até aos 2 milhões tendo em conta objetivos definidos previamente. O médio francês vai receber uma proposta de contrato de dois anos, com mais um de opção, e ficar com um salário perto dos 1,3 milhões de euros por ano. Porém, o atleta não está totalmente convencido.
Meité vê com melhores olhos uma ida para a Arábia Saudita, contando inclusive com pretendentes. Contudo, os interessados no craque, que não conta para Roger Schmidt para atacar a época 2024/25, não ficam por aqui. O Lokomotiv também entrou, recentemente, na corrida pelo centrocampista. A situação do jogador tornou-se uma autêntica novela neste mercado de transferências.
Na temporada 2023/24, com a camisola do PAOK, Soualiho Meité – atualmente avaliado em 3,5 milhões de euros – realizou 42 partidas: 30 na Liga Grega, sete na Conference League e cinco na Taça da Grécia. Nos 2.967 minutos totalizados, o médio marcou um e fez duas assistências. Já em 2022/23, o futebolista alinhou em 35 partidas, somando dois passes para golo pela Cremonese.
Jogador não tinha espaço com Marco Silva no emblema encarnado e tem conseguido destaque durante passagem pela nova equipa
25 Out 2026 | 12:27 |
João Rêgo esteve em destaque na vitória do Casa Pia frente ao Estrela da Amadora, de Pepa, por 2-0, ao apontar o primeiro golo do encontro. O médio emprestado pelo Benfica assinou uma exibição de qualidade e foi um dos melhores jogadores em campo.
No dérbi disputado no Estádio José Gomes, na Reboleira, os tricolores entraram mais fortes e criaram várias oportunidades para inaugurar o marcador. Contudo, apesar da pressão e das ameaças junto da baliza adversária, foi a equipa visitante a chegar à vantagem.
Aos 31 minutos, João Rêgo recebeu a bola perto do meio-campo, combinou com um colega e arrancou pelo corredor central antes de finalizar com tranquilidade, após assistência de Mohamed Salah. O lance permitiu ao Casa Pia adiantar-se no marcador, contrariando o domínio inicial do Estrela.
O jovem médio português continuou a demonstrar qualidade ao longo da partida, destacando-se pela capacidade de condução de bola e pela forma como conseguiu ultrapassar os adversários. Em vários momentos, só foi travado através de faltas. Na segunda parte, o Estrela da Amadora voltou a carregar em busca do empate, mas encontrou uma defesa casapiana segura.
Já nos descontos, aos 90+2 minutos, Lawrence Ofori sentenciou o encontro com um remate extraordinário desde o círculo do meio-campo, fixando o resultado em 2-0. O golo de João Rêgo foi o primeiro do médio nesta edição da prova e reforçou o bom momento do jogador cedido pelo Benfica.
Formação encarnada não conseguiu transformar iniciativa em remates certeiros e viu adversário festejar, em lances que acabaram anulados
25 Out 2026 | 12:23 |
O Benfica B, para onde Marco Silva empurrou jogadores, empatou 0-0 na visita ao Feirense, último classificado, num encontro pouco conseguido no Estádio Marcolino Castro. Apesar de ter dominado a posse de bola em vários momentos, a formação encarnada não conseguiu transformar a iniciativa em golos e viu o adversário festejar duas vezes, em lances que acabaram anulados.
O Feirense, orientado por Rui Ferreira, apresentou-se com uma estratégia cautelosa, num sistema de 5x4x1, procurando fechar os caminhos para a baliza e explorar o contra-ataque. A aposta permitiu à equipa da casa somar pontos novamente, depois de sete jornadas sem pontuar, e manter a baliza inviolada.
Os dois golos anulados a Jair Monteiro foram os momentos de maior destaque. No primeiro lance, o avançado cabeceou para a baliza após um cruzamento de André Lopes, mas a jogada foi invalidada por fora de jogo do colega. Mais tarde, Jair voltou a marcar, mas o golo foi anulado por uma falta sobre João Fonseca, a quem puxou o pescoço com as duas mãos antes de finalizar.
O Feirense ainda criou perigo por Gui Meira, mas Voitinovicius conseguiu defender. Do outro lado, o Benfica B teve mais bola, embora sem a intensidade necessária para desbloquear a partida. A ausência de vários jogadores que têm sido chamados à equipa principal, entre eles Tiago Freitas, Gabriel Índio e Anísio Cabral, também condicionou as opções dos encarnados.
Gonçalo Moreira foi uma das figuras mais influentes, acelerando o jogo, criando desequilíbrios e ficando perto de marcar num livre direto. No final, o nulo acabou por deixar sensações distintas: o Feirense conseguiu interromper a série negativa, enquanto o Benfica B desperdiçou uma oportunidade de somar três pontos frente ao último classificado.
Atuação por parte de Luís Godinho foi duramente criticada devido a um erro claro ao expulsar atleta dos galos na vitória dos azul e brancos
25 Out 2026 | 11:35 |
Luís Godinho, que já foi muito criticado após apitar jogo do Benfica, foi alvo de duras críticas de Pedro Henriques pela arbitragem no Gil Vicente - Porto, com especial destaque para a expulsão de Marvin Elimbi, aos 81 minutos. O antigo árbitro considera que o cartão vermelho mostrado ao defesa gilista foi incorreto.
O lance mais controverso aconteceu quando Elimbi cometeu uma falta sobre Pepê. Luís Godinho mostrou cartão vermelho direto ao jogador do Gil Vicente. No entanto, Pedro Henriques discorda da decisão. Na sua análise, a infração justificava apenas cartão amarelo, uma vez que não se tratou de uma entrada grosseira.
"A infração em si, que é só para amarelo, pois não há falta grosseira, apenas uma entrada negligente, o que significa que o jogador atua sem ter em conta o perigo ou as consequências do seu ato para com o adversário (lei 12, página 115); na ocasião, braço esquerdo no ombro esquerdo e perna direita na coxa direita", disse Pedro Henriques.
O especialista analisou também os critérios necessários para determinar se existia uma clara oportunidade de golo. Embora Pepê tivesse o controlo da bola, a posição do lance e, sobretudo, a presença de Jonathan Buatu foram determinantes para a sua conclusão. Segundo Pedro Henriques, o defesa do Gil Vicente encontrava-se por dentro e mais de seis metros à frente do local da infração: "Vermelho incorreto, decisão deveria ser amostragem de cartão amarelo. VAR tinha de intervir", finalizou.
O cartão vermelho deveria ter sido substituído por um amarelo, e o VAR deveria ter intervindo para corrigir a decisão de Luís Godinho. A avaliação de Pedro Henriques não se ficou pela expulsão. O especialista considerou ainda que Santi García deveria ter visto cartão amarelo aos 73 minutos, por um pisão no calcanhar de Jan Bednarek.
Em contrapartida, validou o golo do Porto, aos 64 minutos, e considerou correta a anulação de um golo dos dragões aos 47 minutos, por fora de jogo de Borja Sainz. A principal crítica ficou, assim, centrada na gestão disciplinar de Luís Godinho, com a expulsão de Elimbi a assumir o papel de decisão mais contestada da partida.
Com Barreiro lesionado, Marco Silva já escolheu substituto no meio-campo do Benfica
25 Out 2026 | 10:11
Site do Liverpool dá conta que defesa do Benfica pode sair por 35M de euros - Exclusivo confirmado
25 Out 2026 | 09:52
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24 Out 2026 | 15:47