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A dias do dérbi frente ao Sporting, craque do Benfica faz furor no Seixal
15 Abr 2026 | 15:02
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12 Fev 2025 | 08:39 |
O Benfica volta a vestir o fato de gala, para pisar os palcos da Liga dos Campeões. Ultrapassada a fase de liga, a equipa de Bruno Lage está focada para garantir presença nos oitavos de final da prova, mas, primeiro, tem de ultrapassar um ‘velho inimigo’, o Monaco. Antes do pontapé de saída no Stade Louis II, o Glorioso 1904 dá-lhe a conhecer cinco factos sobre este duelo.
Este será o quarto confronto oficial entre a formação monegasca e o Clube da Luz. Um saldo que é positivo para as águias: três encontros, duas vitórias e um empate. Contudo, um dos pontos negativos é o saldo que as águias têm frente a equipas francesas, esta vai ser a 20.ª deslocação do Benfica a França, em 19 encontros disputados, os pupilos de Lage somam cinco vitórias, cinco empates e nove derrotas.
Nas últimas sete viagens a terras gaulesas, o Glorioso apenas conseguiu alcançar um triunfo, precisamente na última deslocação, frente ao Monaco, que atua no campeonato francês. Lembre-se, que o Benfica já jogou com os monegascos esta época, quando as duas formações se defrontaram na fase regular da Champions. Os encarnados a triunfarem por três bolas a duas, graças aos golos de Vangelis Pavlidis, Arthur Cabral e de Zeki Amdouni.
Para se encontrar um triunfo da formação de Monte Carlo, contra equipas portuguesas, é preciso recuar até à longínqua temporada de 1997/1998, na fase de grupos da Liga dos Campeões, o Monaco bateu o Sporting, rival do Benfica, por 3-2, na segunda volta do Grupo F, no reduto monegasco. Trezeguet e Thierry Henry (2), assinaram os golos dos anfitriões, Luís Miguel e Oceano Cruz marcaram para os leões.
Quinta e última curiosidade, mas não a menos importante, o Glorioso 1904 destaca dois nomes que já vestiram as duas camisolas, um é bem conhecido, o outro, até pode surpreender. Bernardo Silva, formado no Benfica, cumpriu três temporadas ao serviço do Monaco, onde ganhou destaque e que mereceu uma transferência para o Manchester City. O segundo nome, é Florentino, antes de ter ganho estatuto de titular, em 2022, com Roger Schmidt, o português andou em sucessivos empréstimos e em 2020/2021, aterrou no principado.
Recentemente enfrentado com determinadas perguntas relativamente a alguns ícones do futebol, antigo internacional brasileiro respondeu 'em encarnado'
15 Abr 2026 | 17:39 |
Romário, antigo futebolista, confessou recentemente que duas determinadas lendas do Benfica foram dos jogadores mais difíceis que alguma vez já enfrentou. Ora, o campeão do Mundo pelo Brasil em 1994 referiu o "melhor guarda-redes" com que já deparou, e o "defesa mais duro".
Nesse mesmo sentido, presente no videocast apresentado por Iker Casillas, 'Bajo los Palos', Romário destacou respetivamente "Michel Preud'homme" e "Mozer". Adicionalmente, o atual senador brasileiro, apontou Johan Cruyff como melhor treinador que teve na carreira.
Questionado sobre o jogador atual mais parecido com o seu estilo de jogo, Romário pensou e acabou por responder Mbappé, embora tendo apontado "alguma diferenças". Dentro da área, o antigo avançado não teve dúvidas ao dizer ter sido melhor que Messi e Maradona. O seu maior arrependimento foi não ter marcado presença no Mundial 2002.
De referir que, Michel Preud'homme foi um dos guarda-redes mais marcantes da história do Benfica - vê Pavlidis a ser deixado para trás - , tendo representado o Clube entre 1994 e 1999. Tornou-se o primeiro guarda-redes a vencer o prémio de Melhor Jogador do Mundial (1994), após exibições de alto nível nos Estados Unidos. Ao serviço dos encarnados conquistou uma Taça de Portugal (1995/96) e ficou ligado a uma geração em que foi sempre uma das figuras mais respeitadas do plantel.
Relativamente a Carlos Mozer, mais conhecido por Mozer, foi um dos grandes centrais da história do Benfica, com duas passagens pela águias (1987-1992 e 1995-1996). Ao serviço dos encarnados venceu três campeonatos nacionais, uma Taça de Portugal e uma Supertaça, além de ter participado na caminhada até à final da Taça dos Campeões Europeus em 1989/90. O glorioso central deixou uma marca duradoura na história vermelha e branca.
Avançado internacional grego antes que se destacava nas estatísticas do futebol internacional, vê-se excluído de determinadas conversas
15 Abr 2026 | 17:01 |
Vangelis Pavlidis já não integra o top-10 da corrida à Bota de Ouro, tendo caído para a 15.ª posição numa altura decisiva da temporada. O avançado do Benfica soma atualmente 21 golos, pontuação que já não é suficiente para acompanhar os principais candidatos.
Na frente da lista segue Harry Kane, com 31 golos marcados na Bundesliga, liderando destacado a classificação. Logo atrás surgem Kylian Mbappé e Erling Haaland, ainda que ambos tenham perdido algum ritmo nas últimas semanas.
Entre os jogadores que ultrapassaram Pavlidis está Luis Suárez, avançado do Sporting, que ocupa o sétimo lugar com 24 tentos. Apesar da desvantagem no coeficiente — já que a liga portuguesa atribui 1,5 pontos por golo — o colombiano conseguiu ganhar vantagem direta sobre o ponta de lança encarnado.
Este fator tem pesado nas contas, uma vez que os golos marcados nas principais ligas europeias valem dois pontos, dificultando a recuperação de jogadores que atuam em campeonatos com menor coeficiente. E nesse mesmo sentido, infelizmente para o internacional grego, este acabou por sair do grupo dos dez primeiros.
Depois de ter figurado no top-10 ao longo da época, o camisola 14 do Benfica vê agora a concorrência afastar-se, numa fase em que cada jornada pode ser determinante. A recuperação ainda é possível, mas exige uma reta final com maior eficácia para voltar a entrar na discussão.
Dois atletas que antes representavam Clube da Luz, agora em busca por glória nacional, deparam-se com panorama bastante difícil
15 Abr 2026 | 15:54 |
O Celtic entra na fase de apuramento de campeão da Scottish Premiership ainda na luta pelo título, numa corrida a três que inclui também Hearts e Rangers. A equipa onde alinham os antigos encarnados Paulo Bernardo e Jota Filipe ocupa atualmente o terceiro lugar, com 67 pontos, quando faltam seis jornadas para o final.
Apesar da atual posição na tabela, o cenário permanece em aberto, já que todos os clubes do top-6 ainda se vão defrontar nesta fase decisiva. O Celtic soma 21 vitórias, quatro empates e oito derrotas, com um saldo de 59 golos marcados e 35 sofridos, mantendo-se próximo dos lugares cimeiros.
À entrada para esta fase, o Hearts lidera com 70 pontos, seguido de perto pelo Rangers, com 69. Ainda assim, a margem curta entre os três candidatos mantém o Celtic na discussão, sobretudo tendo em conta os confrontos diretos que podem alterar rapidamente a classificação.
Um dos fatores que poderá ser determinante é a diferença de golos. Em caso de igualdade pontual no final, este critério pode decidir o campeão. Neste momento, o Rangers apresenta vantagem nesse capítulo, enquanto o Celtic surge em desvantagem face aos rivais diretos.
Assim, a equipa de Paulo Bernardo - que falou sobre futuro no Benfica - e Jota Filipe entra na reta final com margem reduzida, mas ainda dependente do seu desempenho e de eventuais deslizes dos adversários. O título escocês permanece em aberto e poderá ser decidido nos detalhes.
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