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Médio do Barcelona é cobiçado pelo Benfica, mas pode acabar por rumar ao Besiktas
30 Ago 2026 | 14:55
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12 Set 2023 | 11:37 |
João Victor deverá ser o titular da lateral direita na visita ao Minho para defrontar o Vizela, no próximo sábado, dia 16 de setembro. Alexander Bah regressou da Seleção lesionado e a aposta de Roger Schmidt deverá recair sobre o jogador brasileiro.
Não é o primeiro central adaptado a lateral no Benfica, como foi o caso de Ricardo Rocha. Nos encarnados, foi utilizado como defesa-esquerdo com treinadores como José António Camacho, Trapattoni ou Fernando Santos, antes de se mudar para a Premier League.
O antigo jogador das águias caía para a linha por causa da dupla de central Luisão e Angel ou Luisão e Anderson. O que acontece precisamente com o caso de João Victor, que deve estar em alerto para os diversos perigos, como analisou o ex-central português.
"Obriga um central a estar sempre mais ativo, pois pode encontrar os tais extremos tecnicamente evoluídos e velozes, mas também o espaço a cobrir é maior, também precisamos de estar atentos ao timing certo para fazer pressão sobre a bola. Se não for assim, corres o risco de o adversário passar por ti e poder criar perigo, creio que tem um pouco a ver com o feeling do central", afirmou.
Ricardo Rocha, entende que, mesmo assim, os processos defensivos estarão lá. "Ofensivamente, porém, é preciso esperar por uma oportunidade para dar apoio, a participação ofensiva, essa sim, é bem diferente". O antigo central português analisou João Victor, afirmando que não conhece muito bem.
"Não conheço em detalhe João Victor, não o vimos muitas vezes a jogar no Benfica, temos sobretudo os jogos desta pré-temporada, mas sabemos que em França [Nantes] foi utilizado várias vezes como lateral e que revelou boa adaptação. Precisas sobretudo de jogar para conseguir uma boa adaptação, mas no caso específico de João Victor haverá certamente grande vontade de contribuir, de estar à altura das necessidades, de mostrar confiança e que tem condições para ser aposta. Quererá ajudar a equipa de forma ativa e usará todas as armas que tem", considerou.
João Victor - avaliado em sete milhões de euros - participou em três jogos no Benfica na temporada passada antes de ser emprestado ao Nantes de França. No país gaulês efetuou 16 jogos e até fez o gosto ao pé. Agora e de regresso aos encarnados, o central adaptado a lateral participou numa partida, jogando 25 minutos.
Antigo treinador das águias comandou médio durante sua segunda passagem pelo Clube e agora quer contar novamente com seus serviços
31 Ago 2026 | 03:00 |
Bruno Lage pretende voltar a trabalhar com Manu Silva e já colocou o médio do Benfica na lista de alvos para reforçar o Al Diriyah, sabe o Glorioso 1904. O treinador português conhece bem o jogador da passagem pelo Clube da Luz e vê nele uma solução para o meio-campo da equipa saudita. A chegada de João Palhinha poderá, entretanto, reduzir ainda mais o espaço do camisola 16 no plantel.
De acordo com as informações recolhidas pelo nosso Jornal, o médio é um jogador particularmente apreciado pelo técnico, que pretende aproveitar o conhecimento que tem das suas características para tentar convencê-lo a rumar ao Médio Oriente. A intenção passa por garantir Manu Silva por empréstimo.
O Benfica, porém, não está disponível para facilitar a saída do jogador. Apesar de admitir analisar uma eventual cedência, a estrutura encarnada considera Manu Silva um ativo importante e não pretende aceitar uma proposta que não esteja à altura das suas exigências.
Neste momento, as condições apresentadas pelo Al Diriyah não convencem os responsáveis da Luz. Para que o negócio avance, Bruno Lage terá de pressionar o clube saudita a melhorar a oferta e apresentar argumentos capazes de levar o Benfica a abrir uma exceção.
Assim, o desejo do treinador português esbarra, neste momento, na posição dos encarnados. Manu Silva é um alvo claro para o clube asiático, mas só uma proposta suficientemente atrativa poderá alterar a posição da SAD liderada por Rui Costa.
Equipa das águias consegue resultado favorável com brilho de atleta que chegou esta época, onde o objetivo é conquistar títulos
30 Ago 2026 | 17:33 |
A equipa de futebol feminino do Benfica prosseguiu a preparação para a nova temporada com uma vitória por 3-1 diante do Racing Power. Carolina Tristão, Lúcia Alves e Froya Dorsin, reforço proveniente do PSG, apontaram os golos das águias no jogo-treino realizado este domingo, no Campo n.º 7 do Benfica Campus.
Ivan Baptista apresentou um onze inicial composto por Lena Pauels, Catarina Amado, Tinkara Testen, Diana Gomes, Marit Lund, Pauleta, Carolina Tristão, Caroline Moller, Lúcia Alves, Nycole Raysla e Froya Dorsin. As encarnadas entraram fortes e construíram a vantagem durante a primeira parte. Carolina Tristão inaugurou o marcador, antes de Lúcia Alves ampliar para 2-0.
O Racing Power ainda conseguiu reduzir antes do intervalo, levando a partida para o descanso com apenas um golo de diferença. Na segunda parte, o Benfica voltou a ganhar maior tranquilidade no marcador. Froya Dorsin, reforço das águias proveniente do PSG, fez o terceiro golo encarnado e estabeleceu o resultado final em 3-1.
A atacante norueguesa dá, assim, continuidade a um bom início de pré-temporada, depois de ter marcado também no encontro anterior. Dorsin soma dois jogos consecutivos a faturar, ainda que ambos tenham sido realizados no âmbito da preparação para a nova época.
Ivan Baptista aproveitou ainda o ensaio para distribuir minutos e observar várias soluções. Chandra Davidson, Anna Csiki, Demehin, Sabastine, Madalena Loução e Michaely Bihina, que regressou da CAN, também foram utilizadas ao longo da partida. Andreia Norton voltou igualmente a entrar em campo, depois da grave lesão.
Chegada de novo jogador à Luz já está a provocar fortes expetativas e há um detalhe no seu perfil que pode fazer toda a diferença para Marco Silva
30 Ago 2026 | 17:30 |
A chegada de João Palhinha ao Benfica não representa apenas o reforço de uma posição que Marco Silva pretende ver consolidada. Para Vítor Pinto, o internacional português pode assumir um papel muito mais abrangente dentro do balneário encarnado, sobretudo pela experiência, maturidade e conhecimento que possui. O comentador começou por abordar também a importância de diferentes tipos de liderança no plantel, colocando Fredrik Aursnes como exemplo de um jogador capaz de liderar sem necessidade de levantar a voz.
V. Pinto: "Nem sempre é preciso aqueles gritos de batalha"
"Fora de campo pode-se ter um líder como o Aursnes, até um líder mais tranquilo. Nem sempre é preciso aqueles gritos de batalha, aquelas situações espalhafatosas do Otamendi, da garra, de ir para cima deles, ferrá-los, mordê-los", começou por dizer no canal NOW.
O comentador considera que a liderança não deve ser avaliada apenas pelos momentos mais exuberantes e destacou a importância do trabalho diário dentro de um grupo. "Isso fica tudo muito bonito nos vídeos, mas há muitas horas durante o dia em que tem de se exercer liderança, provavelmente de uma forma mais discreta. O Aursnes compreende perfeitamente esse papel pela maturidade e inteligência que tem", explicou.
V. Pinto: "Simbiose que existe entre Marco Silva e João Palhinha"
É precisamente neste contexto que surge Palhinha, cuja relação com Marco Silva pode ser uma das grandes mais-valias da contratação: "Às vezes fala-se da extensão do treinador em campo, e eu não queria muito usar esse termo, mas se calhar, face à simbiose que existe entre Marco Silva e João Palhinha, à química que existe entre os dois, eu ousaria dizer que podemos estar perante um caso destes", disse.
Segundo Vítor Pinto, a forma como Palhinha se aproximou dos novos companheiros e começou a criar ligações é um sinal positivo: "E vê-lo já no balneário, a forma como ele já se dirigiu para os colegas, a forma como ele já se abriu para outros colegas, já começando a criar os primeiros laços. Não há segundas oportunidades para primeiras impressões. É um excelente primeiro passo para um capitão sem braçadeira", rematou.