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Rui Costa critica candidatos do Benfica e fala nos sacrifícios que teve de fazer

Presidente dos encarnados discursou aos sócios e simpatizantes presentes no 26.º aniversário da Casa do Benfica de Paredes

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20 Set 2025 | 11:48 |

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Rui Costa, presidente do Benfica, deu, esta sexta-feira, início à campanha eleitoral para as presidenciais dos encarnados, agendadas para 25 de outubro, e discursou aos sócios e simpatizantes presentes no 26.º aniversário da Casa do Benfica de Paredes. Entre diversos temas, o atual dirigente máximo das águias criticou os restantes candidatos por não terem aparecido, em 2021, "quando o Benfica mais precisava" e falou nos sacrifícios que teve de fazer.


"Percebo na perfeição a responsabilidade que é estar à frente de um Clube desta dimensão, assim como a frustração dos nossos adeptos e sócios quando a equipa não ganha. Nunca fugirei a essas responsabilidades. É uma tristeza para mim não ter conseguido mais títulos no futebol neste período. Ninguém sofre mais do que eu por isso. Acreditem que ninguém sente mais do que eu a ausência desses títulos. Também sei que, quando o futebol não ganha, tudo o resto passa ao lado e aparenta que está tudo errado", começou por referir.


Rui Costa: "Entrei neste Clube como presidente talvez no período mais conturbado da nossa história"


Rui Costa recordou, ainda, o momento em que se tornou presidente do Benfica, em 2021, e também as eleições seguintes, alegando que, nessa altura: "Entrei neste Clube como presidente talvez no período mais conturbado da nossa história. É verdade que já passámos por momentos maus no passado neste Clube, quer financeiros, quer estruturais. Virei Presidente da manhã para noite, para não deixar o Benfica cair. Virei presidente do Benfica impreparado. De manhã estava no Seixal a trabalhar com a equipa de futebol e à noite era presidente. Não esqueço tudo aquilo que vivi nesse período, mas não me arrependo. Nunca me vou esconder à responsabilidade de ser benfiquista", afirmou.

Rui Costa:  "Naquele período apareci eu e Francisco Benítez. Não apareceu mais ninguém. E era aí, se calhar, que o Benfica precisava de seis candidatos"


O alto dirigente encarnado critica os restantes candidatos por não aparecerem na altura: "Naquele período apareci eu e Francisco Benítez. Não apareceu mais ninguém. E era aí, se calhar, que o Benfica precisava de seis candidatos. Muitos se esconderam. Eu não, nem nunca me vou esconder. Gostaria que o mandato tivesse sido melhor, especialmente a nível de títulos, mas nunca me escondo das responsabilidades, sobretudo àquilo que é ser benfiquista. Estarei cá forte, mais que nunca, com o mesmo amor e paixão de sempre, para emendar o que tiver de emendar e reforçar o que foi bem feito, que foi muita coisa (...)", referiu.

Rui Costa é um dos seis candidatos assumidos às eleições dos órgãos sociais do Benfica para o quadriénio 2025-2029, agendadas para 25 de outubro, juntamente com o gestor João Noronha Lopes, o empresário e antigo presidente Luís Filipe Vieira (que falou sobre José Mourinho), os advogados João Diogo Manteigas e Cristóvão Carvalho e o industrial Martim Mayer.


Clube

Benitez sai do movimento Servir o Benfica e quebra silêncio: "Não podem afastar-me..."

Antigo candidato à presidência do Clube vermelho e branco reagiu à sua saída do grupo político encarnado e deixou várias críticas

Francisco Benitez admite tristeza após ter sido excluído do movimento Servir o Benfica e garante que ninguém pode ir contra as suas convicções
Francisco Benitez admite tristeza após ter sido excluído do movimento Servir o Benfica e garante que ninguém pode ir contra as suas convicções

19 Out 2026 | 10:51 |

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A vida associativa do Benfica continua marcada por movimentações e divergências. Este domingo, o movimento Servir o Benfica anunciou, através de um comunicado oficial, o fim da ligação a Francisco Benitez. Nas suas redes sociais, o antigo candidato à presidência do Clube lamentou a sua saída.


F. Benitez: "Há dias que custam"


"Há dias que custam. Hoje é um desses dias. Hoje chegou ao fim a minha ligação ao movimento Servir o Benfica. Seis anos depois de ter ajudado a criar este projeto, de lhe ter dedicado tempo, energia, convicção e uma parte importante da minha vida, vejo este percurso terminar da forma que menos esperava: por decisão de outros", começou por escrever.


De seguida, o conhecido adepto revelou que irá juntar-se ao grupo UNUM. "E porquê? Porque decidi juntar-me ao UNUM. Porque entendi que, num Benfica tantas vezes dividido, valia a pena construir pontes em vez de alimentar trincheiras. Porque acredito que pessoas com opiniões diferentes podem sentar-se à mesma mesa, conversar, encontrar soluções e trabalhar por aquilo que verdadeiramente as une: o amor ao Sport Lisboa e Benfica", pode ler-se.

F. Benitez: "Deixa-me uma mágoa profunda"


Francisco Benitez não esconde a sua desilusão. "Nunca pensei que querer unir pudesse ser motivo para excluir. Durante seis anos dei tudo o que podia ao movimento. Fi-lo de forma desinteressada, com entrega, lealdade e, sobretudo, com a consciência de estar a fazer aquilo em que acreditava...Não escondo a tristeza. Ser afastado de um projeto que ajudei a criar, não por ter traído os seus princípios, mas por continuar a acreditar na liberdade de pensar e de participar, deixa uma mágoa profunda. Mais do que a decisão, dói perceber que, afinal, a diferença de pensamento pode valer mais do que seis anos de dedicação.

Para concluir, o benfiquista defende que ninguém pode impedir as suas convicções. "Podem afastar-me de um movimento. Não podem afastar-me das minhas convicções, da minha liberdade de pensamento ou do meu amor ao Benfica. Saio triste, naturalmente...Hoje termina um capítulo de seis anos. Não termina, nem nunca terminará, a minha vontade de servir o Benfica. Porque os movimentos passam, as pessoas seguem os seus caminhos, mas o Benfica fica. E o Benfica, para mim, estará sempre acima de tudo", finalizou.

Veja o "tweet" de Francisco Benitez:


Clube

Servir o Benfica corta com Benitez e oficializa rutura após nova movimentação política

Dupla importante acaba em divórcio com grupo político encarnado com antigo candidato à presidência entre os membros a desligar-se

Grupo político Servir o Benfica anuncia a saída de Francisco Benitez, ex-candidato à presidência do Clube
Grupo político Servir o Benfica anuncia a saída de Francisco Benitez, ex-candidato à presidência do Clube

18 Out 2026 | 15:16 |

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A vida associativa do Benfica continua marcada por movimentações e divergências. Este domingo, o movimento Servir o Benfica anunciou, através de um comunicado oficial, o fim da ligação a Francisco Benitez e Guilherme Fontes.


Francisco Benitez foi uma das figuras de destaque do movimento, tendo sido o candidato à presidência do Benfica nas eleições de 2021, nas quais acabou derrotado por Rui Costa. Um ano antes, integrou também o processo eleitoral encarnado, ao ser proposto para a liderança da Mesa da Assembleia Geral na lista encabeçada por João Noronha Lopes, em 2020.


A decisão agora anunciada surge na sequência da integração de Benitez na plataforma UNUM, um grupo independente criado em setembro de 2026 por 32 adeptos e figuras ligadas ao universo benfiquista. Apresentada como uma "casa de ideias", a iniciativa está associada ao movimento Benfica de Todos.


Perante este novo envolvimento, o Servir o Benfica esclareceu que não faz parte de outras iniciativas promovidas por sócios, nem presta apoio institucional a esses projetos. No comunicado, o movimento oficializa, assim, o afastamento de Francisco Benitez e Guilherme Fontes, sublinhando que a decisão do antigo rosto da candidatura presidencial foi tomada a “título individual”.

Esta separação representa mais um episódio na dinâmica associativa do clube da Luz, num contexto em que diferentes grupos, como o recém formado UNUM, e plataformas procuram afirmar as suas ideias e posições sobre o futuro do Benfica.



Clube

No Name Boys na segurança do Benfica? Ligações levantam polémica na Luz

Claque das águias parece estar envolvida em muitas confusões nos estádios e nos bastidores, mas alguns membros podem estar à trabalhar para o Clube

Presença de membros dos No Name Boys em empresa responsável por segurança do Benfica gera polémica nos bastidores
Presença de membros dos No Name Boys em empresa responsável por segurança do Benfica gera polémica nos bastidores

17 Out 2026 | 12:42 |

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A presença de elementos dos No Name Boys na empresa responsável por serviços de segurança ao Benfica está a levantar questões sobre a separação entre o papel de adepto e o exercício de funções profissionais no Estádio da Luz. Vários membros da claque integram os quadros da PM - Segurança, situação que terá estado na origem de episódios de tensão dentro e fora do recinto.


A empresa terá sido criada durante os mandatos de Luís Filipe Vieira e começou por assegurar a segurança do centro de treinos do Seixal, alargando posteriormente a atividade a outras áreas do universo encarnado. É gerida por Paulo Magalhães, antigo pugilista do Benfica, que, de acordo com a informação avançada pelo Correio da Manhã, terá recrutado vários elementos ligados à claque.


A polémica prende-se com a alegada acumulação de funções: alguns dos trabalhadores estarão envolvidos em tarefas de vigilância e revistas a adeptos nos dias de jogo, regressando noutras ocasiões às bancadas enquanto apoiantes do Benfica. Segundo as notícias divulgadas, esta sobreposição terá contribuído para momentos de tensão, incluindo situações envolvendo adeptos de clubes rivais. Não foram, contudo, divulgados publicamente todos os detalhes dos episódios referidos.


Fundados a 4 de março de 1992, os No Name Boys nasceram de uma cisão no seio dos Diabos Vermelhos e tornaram-se um dos principais grupos organizados de apoio ao Benfica. A claque ocupa habitualmente setores da bancada Sul do Estádio da Luz e acompanha a equipa em jogos nacionais e internacionais. 

O grupo não está registado oficialmente nos termos aplicáveis aos grupos organizados de adeptos. A questão da legalização tem sido motivo de debate, nomeadamente devido às exigências legais relativas à identificação dos membros e às condições de apoio às claques. 




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