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À atenção de Rui Costa, Chega toma decisão decisão com Benfica ao barulho
10 Abr 2026 | 11:13
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27 Out 2025 | 17:05 |
Luís Filipe Vieira não deve apoiar Rui Costa, nem João Noronha Lopes, na segunda volta das eleições. Segundo rumores avançados pela imprensa, o candidato, e antigo presidente do Benfica, não irá exercer qualquer presença nos projetos liderados pelos dois nomes que ainda concorrem pela liderança das águias.
A informação foi avançada pela CNN Portugal, ao início da tarde desta segunda-feira, 27 de outubro, no rescaldo das eleições que decorreram no passado sábado, 25 de outubro. "Luís Filipe Vieira não vai apoiar, nem Rui Costa, nem João Noronha Lopes, durante a segunda volta da corrida à Presidência encarnada".
Numa notícia apurada pelo canal televisivo, o pivô adiantou ainda que o ex-dirigente do Glorioso prefere que sejam os Sócios a decidir o futuro do clube: "O antigo presidente das águias já fez sabe que se vai abster de apoiar qualque um dos candidatos. Deixa por isso, nas mãos dos Benfiquistas a decisão de escolher quem será o próximo Presidente".
Durante o dia de hoje, o antigo líder dos encarnados reagiu aos resultados eleitoral. Em declarações à imprensa, Luís Filipe Vieira considerou que o ato eleitoral não decorreu conforme ditva as suas expectativas: "Infelizmente, as eleições de ontem não tiveram o desfecho que todos desejávamos. Tudo indica que ficámos em terceiro lugar. Ainda assim, sinto um profundo orgulho em tudo o que fizemos juntos".
Recorde-se que, segundo os resultados revelados, será necessária a realização de uma segunda volta eleitoral, que irá colocar frente a frente Rui Costa e João Noronha Lopes. Durante o dia de hoje, João Diogo Manteigas revelou que irá votar no líder da Lista F.
Estando em causa algumas declarações feitas por parte do líder do Porto, antigo candidato à presidência do Clube da Luz apresenta participação disciplinar
11 Abr 2026 | 16:58 |
João Diogo Manteigas, sócio do Benfica e candidato à presidência nas últimas eleições, apresentou esta sexta-feira, junto da Federação Portuguesa de Futebol (FPF), uma participação disciplinar contra André Villas-Boas, presidente do Porto. Em causa, estão declarações do líder azul e branca consideradas ofensivas e difamatórias, publicadas na revista Dragões no fim de março.
"Uma associação desportiva portuguesa, conhecida por contratar ‘padres’ para rezar ‘missas’ em eventos desportivos, pediu ao Conselho de Disciplina da FPF para penalizar o Porto por revelar os conteúdos de tais escandalosas práticas religiosas", começou por escrever, na altura, André Villas-Boas.
Ao finalizar, o presidente dos dragões fez referência a Paulo Gonçalves, antigo assessor jurídico do Benfica. "O Porto deseja sorte à justiça para provar a veracidade dos factos, em conformidade com a gravidade dos conteúdos, pois as probabilidades de aparecer um Gonçalves qualquer para ser usado como bode expiatório são altíssimas."
Os encarnados tinham anunciado, antes, em comunicado, um "pedido de esclarecimento (...) relativamente às medidas, ilações e consequências desportivas que o Conselho de Disciplina irá retirar da decisão judicial" do Tribunal Constitucional, que confirmou a condenação dos dragões ao pagamento de mais de 600 mil euros ao Benfica, no âmbito do processo dos e-mails.
O Benfica - que vê Mourinho a atirar-se à imprensa - assinalou que "entre abril de 2017 e fevereiro de 2018, a Porto SAD, através do seu então Diretor de Comunicação [Francisco J. Marques], utilizou canais oficiais do clube para divulgar, de forma reiterada e pública, conteúdos obtidos ilicitamente, formulando acusações graves de corrupção, manipulação de árbitros e adulteração da verdade desportiva por parte do Benfica".
Em entrevista à televisão oficial dos encarnados, CFO das águias foi pragmático sobre a realidade desportiva, contudo, apontou que plantel pode ter sucesso
11 Abr 2026 | 10:56 |
Nuno Catarino admitiu que o Benfica pode vir a fazer "ajustes" caso não se qualifique para a próxima edição da Liga dos Campeões. No entanto, enquanto esclarecia todos os pormenores sobre os lucros apresentados pelas águias, o CFO da SAD encarnada reiterou que ainda acredita na presença do Glorioso na edição 2026/27 da prova milionária.
Nuno Catarino: "Tem de se fazer os ajustamentos necessários para garantir o equilíbrio económico-financeiro e desportivo do Benfica"
"Para já, o cenário, obviamente, é de chegarmos à Liga dos Campeões. Esse é o cenário central e é sempre para isso que trabalhamos", começou por dizer Nuno Catarino, em declarações à BTV, quando questionado sobre a possível ausência das águias da próxima edição da prova milionária da UEFA.
"Nalguma eventualidade, eu acredito, muito remota, de ser algo diferente – também já aconteceu no Benfica no passado e acontece em muitos outros clubes –, tem de se fazer os ajustamentos necessários para garantir o equilíbrio económico-financeiro e desportivo do Benfica. Mas estaremos cá para fazer esse trabalho", admitiu o CFO do Clube da Luz.
Nuno Catarino: "Temos de olhar sempre para a dívida versus o dinheiro que temos em disponibilidade"
"Esta operação enquadra-se naquilo que é a estratégia de financiamento da SAD. Até há bem pouco tempo, a SAD tinha feito recorrentemente empréstimos anuais de três anos, ou seja, três linhas que renovavam todos os anos, porque o prazo é de três anos. Nós alterámos a estratégia no ano passado, fizemos aqui um alongamento de prazos. No ano passado, fizemos uma emissão de quatro anos e, neste ano, estamos a fazer uma emissão de cinco anos", contou o dirigente, ao falar do novo empréstimo obrigacionista.
"Estou a falar de dívida líquida, porque agora fazemos uma emissão, temporariamente sobe a dívida bruta e, daqui a um mês, reduz a dívida bruta outra vez. Temos de olhar sempre para a dívida versus o dinheiro que temos em disponibilidade", concluiu Nuno Catarino, CFO do Benfica, ao esclarecer a situação da dívida das águias.
No rescaldo do comunicado, onde encarnados deram conta do exercício registado no 1.º semestre de 2025/26, CFO das águias deixou tudo em pratos limpos
11 Abr 2026 | 09:51 |
Na última sexta-feira, 10 de abril, o Benfica deu a conhecer os resultados do exercício referente ao 1.º semestre de 2025/26, onde apresentou lucros a rondar os 29 milhões de euros. Horas mais tarde, Nuno Catarino, CFO da SAD encarnada, prestou declarações onde explicou de onde vinham os valores registados pelos vermelhos e brancos entre julho e dezembro de 2025.
Nuno Catarino: "Temos, de facto, um resultado de 29 milhões de euros, em que eu destacaria aqui duas componentes"
"Temos, de facto, um resultado de 29 milhões de euros, em que eu destacaria aqui duas componentes. Temos cerca de 6,7 milhões de euros, que é um bocadinho o resultado a que nós chamamos o resultado recorrente do clube. É a forma como nós, internamente, olhamos para o clube, ou seja, sem algumas operações extraordinárias que possam ter ocorrido e que ainda ocorrem dentro da esfera do clube. Mas, sobretudo, sem olhar para o que é o negócio do futebol, que esse teve um resultado líquido de 40 milhões de euros. Depois, o Clube faz a apropriação desse resultado na justa proporção das ações que tem e isso resulta no tal resultado de 29 milhões de euros", começou por dizer Nuno Catarino.
"Se queremos ver o clube sem o futebol, porque o futebol podemos sempre vê-lo à parte, olhando para a SAD, é talvez a maneira em que se pode ter mais granularidade e melhor entendimento do que estamos aqui a falar", destacou o CFO da SAD do Benfica, dando conta de um crescimento que as águias registaram nos últimos meses.
Nuno Catarino: "Tivemos uma performance muito boa da quotização, da entrada de novos sócios"
"Tivemos uma performance muito boa da quotização, da entrada de novos sócios. A quotização está a crescer, semestre sobre semestre, cresceu 12%, que é um número que não tem paralelo, tirando algumas grandes campanhas há muito tempo da entrada de novos sócios. Temos visto a dinâmica dos novos sócios. Obviamente, as eleições e o interesse que houve nas eleições ajudaram a que este número tenha crescido. Também aproveito para dizer que não tem baixado desde então, por isso, mantém-se bastante forte", assumiu o dirigente do Benfica.
"Isso tem que ver com o facto de, sobretudo, o mercado de transferências de há dois anos, em termos de vendas, ter sido mais volumoso do que o mercado do ano passado. Como há uma percentagem sobre as vendas que o clube recebe por via de royalties, esse valor baixou. Mas é esse efeito. Apesar dessa baixa, a receita total do clube sobe 3% e novamente para um patamar recorde histórico", reconheceu Nuno Catarino, a respeito do decréscimo registado nos royalties.