Futebol
E esta? João Gabriel volta a visar o Benfica e recorre a exemplo de ex Porto
11 Mar 2026 | 10:07
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Futebol
11 Mar 2026 | 11:26 |
A época ainda não terminou, mas José Mourinho já começa a pensar em 2026/27. Pelo que foi apurado, o treinador de 63 anos falou com Rui Costa, onde deixou um pedido bastante expresso ao Presidente do Benfica: contratar um médio com características semelhantes às de Fredrik Aursnes.
Segundo apurou o jornal O Jogo, o Special One pretende fazer uma remodelação no meio-campo do Benfica, já a pensar na nova temporada, de forma a criar mais condições para a conquista dos títulos nacionais. E, pelo que a mesma fonte garante, a chegada de um atleta semelhante ao norueguês vai colocar dois elementos do grupo na porta de saída.
Pelo que o diário desportivo adiantou, os nomes de Enzo Barrenechea e de Manu Silva podem vir a não entrar nos planos de Mourinho em 2026/27. O Jogo aponta que a falta de consistência do argentino e o facto de o médio português não estar na melhor forma física são alguns dos motivos por detrás desta possível decisão.
A mesma fonte explica que Richard Ríos, que custou 27 milhões de euros ao Benfica, vai permanecer no plantel, uma vez que a estrutura acredita que o colombiano ainda tem muito para dar. Assim, o plano passa por descartar Barrenechea ou Manu Silva, em prol da chegada de mais um médio semelhante a Aursnes, que se encontra lesionado.
Na presente temporada, com a camisola do Benfica, Fredrik Aursnes - avaliado em 17 milhões de euros - já disputou 43 jogos: 22 na Liga Portugal Betclic, 14 na Liga dos Campeões, quatro na Taça de Portugal, duas na Taça da Liga e uma na Supertaça. Nos 3.635 minutos em que esteve dentro das quatro linhas, o médio registou quatro golos e sete assistências.
Nas últimas horas, Clube da Luz emitiu uma atualização a respeito do estado do atleta, que criou um certo clima de preocupação junto das águias
11 Mar 2026 | 10:50 |
Diana Costa vai falhar o que resta da temporada, depois de confirmado o cenário mais grave. Pelo que foi revelado pelo Benfica, a futebolista de 19 anos, que se encontrava ao serviço da seleção nacional, está a contas com uma fratura no pé e já não joga mais esta época.
"O Sport Lisboa e Benfica informa que Diana Costa apresenta fratura do quinto metatarso do pé esquerdo", pode ler-se na atualização clínica que as águias partilharam no site oficial do Clube da Luz, a respeito do estado da futebolista de 19 anos, que atua na equipa principal e secundária.
"A jovem avançada, de 19 anos, que estava cedida ao Racing Power, sofreu esta lesão no recente jogo com a Itália, da Seleção Nacional de Portugal Sub-23", adiantou no mesmo boletim informativo, dando conta de quando é que a lesão teria ocorrido.
"Será submetida a cirurgia, ficando sob orientação do Departamento Clínico do SL Benfica", esclareceu o Clube da Luz, dando conta dos primeiros passos para a recuperação da jogadora, que chegou a integrar uma das convocatórias para a Liga dos Campeões.
"Em termos competitivos, a época terminou. Foco na recuperação. Força, Diana!", pode ler-se no final do boletim clínico partilhado pelo Benfica. Na presente época, a atleta de 19 anos já disputou um total de 14 partidas oficiais, entre plantel A e secundário, onde apontou sete golos, nos 803 minutos em que esteve dentro das quatro linhas.
Quase um mês depois, a grande polémica à volta de Gianluca Prestianni e Vinícius Jr. ainda 'respira', e bem, no mundo do futebol mundial
11 Mar 2026 | 10:28 |
Apesar de quase um mês passado, o caso Prestianni - Vinícius Júnior voltou a colocar o racismo no futebol na ordem do dia e Gianni Infantino não se esquivou ao assunto. Em consequência, o presidente da FIFA garantiu recentemente que tudo está a ser feito para erradicar esse fenómeno da modalidade, numa clara alusão ao tão falado gesto do camisola 25 encarnado no jogo com o Real Madrid, dizendo que "se tapam a boca, é porque algo de errado estão a dizer".
Gianni Infantino: "Não há lugar para o racismo. Temos de lutar contra ele com todas as nossas forças"
"Não há lugar para o racismo. Temos de lutar contra ele com todas as nossas forças. Estamos em 2026 e é inaceitável discriminar alguém por causa da sua origem. Por vezes, as pessoas dizem-me que o racismo é um problema da sociedade. Sim, mas nós, no futebol, temos de o resolver dentro do futebol, e a sociedade resolvê-lo-á como bem entender", começou por dizer, numa entrevista ao jornal 'As'.
"O racismo não tem lugar no futebol e não há desculpa para o aceitar. Tolerância zero. Não vale tapar a boca, porque estás a dizer algo errado. Se um jogador tapa a boca e diz algo que tem implicações racistas, deve obviamente ser expulso", afirmou.
Gianni Infantino: "Talvez devêssemos pensar não só em sanções, mas também em mudar a nossa cultura"
No entanto, o líder do organismo que rege o futebol mundial também considera que estes fenómenos não se combatem apenas com castigos. O dirigente suíço defende que deve ser dado o direito, a quem cometa estes atos, de se poder redimir.
"Talvez devêssemos pensar não só em sanções, mas também em mudar a nossa cultura, permitindo que os jogadores ou qualquer pessoa que faça algo de errado possa pedir desculpa. Podemos fazer coisas que não pretendíamos fazer num momento de raiva e pedir desculpa, e depois o castigo pode ser diferente. Estas são ações que também podemos e devemos tomar para sermos sérios na nossa luta contra o racismo", concluiu.
Na sua crónica semanal, treinador português de 71 anos relembrou passagem pelo Brasil e período que coincidiu com confinamento do Covid-19
11 Mar 2026 | 10:26 |
Jorge Jesus voltou a fazer uma retrospectiva da sua longa e frutífera carreira como treinador. Depois de revelar que esteve perto de regressar a Portugal, em 2019, o antigo técnico do Benfica recordou a sua passagem pelo Flamengo e deixou uma garantia sobre o emblema do Rio de Janeiro.
Jorge Jesus: "Sem a pandemia, se calhar hoje ainda estaria no Flamengo"
"Foi o grupo que mais se interessou e preocupou comigo. Interessavam-se em saber o porquê dos exercícios e das conversas com alguns durante o treino. E eu ficava no relvado a explicar-lhes tudo, no final", começou por contar o português, na sua crónica semanal, publicada no jornal Record.
"Por isso não teria saído daquela Cidade Maravilhosa se não fosse a Covid-19. O meu primeiro teste deu positivo e o segundo deu inconclusivo. Por precaução, fui fechado no apartamento, sozinho", apontou Jorge Jesus, ao relembrar os períodos de incerteza que marcaram o início do ano de 2020 em todo o mundo.
"Os médicos visitavam-me vestidos com fatos anti-contágio e os funcionários do clube deixavam a comida à minha porta. Tocavam e fugiam antes de eu abrir. Sentia-me numa prisão. Via as notícias e, no Brasil, a Covid parecia sentença de morte", adiantou o agora treinador do Al Nassr.
"Então decidi, se era para morrer, que fosse em Portugal. E vim embora. Sem a pandemia, se calhar hoje ainda estaria no Flamengo. Entre julho de 2019 e abril de 2020 ganhámos cinco troféus e só perdemos quatro jogos", escreveu por fim Jorge Jesus, na sua crónica semanal, publicada pelo Record.