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Polémica do momento no Benfica! Vítor Pinto indignado com Aursnes: "Isto não pode ser verdade"
20 Mar 2026 | 11:34
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30 Mar 2025 | 07:21 |
Tomás Araújo fez soar os alarmes no embate com o Gil Vicente ao abandonar o relvado em dificuldades físicas, aos 57 minutos. No entanto, o defesa, que tem vindo a ser adaptado a lateral, não cumprir os 90 minutos de jogo regulamentares já é algo recorrente, com o camisola 44 a ser uma pequena 'dor de cabeça' para Bruno Lage. Mas vamos a números.
O jovem formado no Seixal, que tem ganhou destaque com o treinador setubalense ao leme, já não termina uma partida desde 22 de fevereiro, no duelo com o Boavista, no Estádio da Luz. Assim, o craque tem vindo a ser um substituição certa há pouco mais de um mês, deixando as quatro linhas na segunda metade dos encontros... e tudo devido a lesões.
Este calvário acentuou-se desde o embate frente ao Monaco, no encontro relativo à 1ª mão do playoff de acesso aos oitavos-de-final da Champions. Tomás Araújo deu lugar a Leandro Barreiro, admitindo, no final da partida, que se sentia desgastado. Logo a seguir, no embate nos Açores, com o Santa Clara, o central acabou por não ir a jogo, perfazendo depois os 90 minutos com os monegascos e com as panteras.
Em suma, o 44 do Benfica tem vindo a abandonar o relvado mais cedo, consecutivamente, desde o embate da Taça de Portugal com o Braga, seguindo-se os duelos com o Barcelona, Rio Ave e agora Gil Vicente.
Esta temporada, com a camisola do Benfica, Tomás Araújo – atualmente avaliado em 28 milhões de euros – já marcou presença em 36 partidas: 21 na Liga Portugal Betclic, 11 na Liga dos Campeões, duas na Taça da Liga e duas na Taça de Portugal. Nos 3.028 minutos disputados dentro das quatro linhas, o defesa formado no Seixal já apontou quatro assistências, nos duelos frente ao Porto, Braga, Moreirense e Monaco, dando excelente conta de si.
Chamada surge como uma oportunidade importante para atleta somar minutos, numa fase em que tem tido pouca utilização ao serviço das águias
20 Mar 2026 | 16:20 |
Sidny Lopes Cabral, lateral/extremo do Benfica, foi convocado para representar a seleção de Cabo Verde nos próximos compromissos internacionais, frente ao Chile e à Finlândia. O jovem jogador encarnado integra assim a lista de opções para mais uma janela de jogos das seleções.
O primeiro encontro está marcado para o dia 27 de março, diante do Chile, no Eden Park, na Nova Zelândia, com início às 03h00 (hora de Portugal Continental). Já o segundo desafio será disputado a 30 de março, frente à Finlândia, no mesmo recinto, com pontapé de saída agendado para as 04h00.
A chamada surge como uma oportunidade importante para o atleta somar minutos, numa fase em que tem tido pouca utilização ao serviço do Benfica. A presença na seleção poderá permitir-lhe ganhar ritmo competitivo e mostrar o seu valor, já que não tem convencido os responsáveis do Clube da Luz.
Recorde-se que Sidny não entra em campo desde 25 de fevereiro, num jogo da Liga dos Campeões frente ao Real Madrid. No final dessa partida, esteve envolvido num episódio polémico, ao pedir a camisola a Vinícius Júnior, jogador que acusou Gianluca Prestianni de alegados insultos racistas.
Na presente temporada desportiva de 2025/26, Sidny Cabral - avaliado em 5 milhões de euros - tem 11 partidas disputadas pelo Benfica: sete na Liga Portugal Betclic, duas na Liga dos Campeões, uma na Taça de Portugal e uma na Taça da Liga. O futebolista tem um golo marcado e três assistências na conta pessoal.
Dirigente explicou que procurou manter uma posição equilibrada, sem tomar partidos, embora tenha reforçado uma posição firme
20 Mar 2026 | 16:00 |
O presidente do Sindicato dos Jogadores, Joaquim Evangelista, comentou esta quarta-feira o incidente que envolveu Gianluca Prestianni e Vinicius Júnior no encontro entre Benfica e Real Madrid, a contar para a Liga dos Campeões. O dirigente explicou que procurou manter uma posição equilibrada, sem tomar partidos, embora tenha reforçado uma posição firme contra qualquer forma de racismo.
J. Evangelista: "A verdade é que ainda estamos à espera das conclusões”
Perante os jornalistas, à margem da apresentação do projeto Golo - “Futebol pela Comunidade”, sublinhou que analisou o caso com cautela: “Atendendo que estavam em causa dois jogadores, tive o cuidado de olhar para as evidências e respeitar o Vini naquilo que são as manifestações pessoais de golo e da sua liberdade de expressão, mas também de respeitar a presunção de inocência do Prestianni. A verdade é que ainda estamos à espera das conclusões”.
O responsável revelou também que optou por não contactar diretamente nenhum dos intervenientes no episódio, explicando a sua postura: “Há momentos para falar e outros para escutar”. Ainda assim, Joaquim Evangelista fez questão de deixar clara a sua posição relativamente a comportamentos discriminatórios, reiterando uma política de firmeza absoluta.
“Há linhas vermelhas que não podem ser ultrapassadas e tem que haver uma punição grave. Isso não significa que enquanto presidente do sindicato, não esteja ao lado dos jogadores para os apoiar naquele momento”, recordando que já houve situações semelhantes em que o organismo “criticou na mesma o fenómeno”.
Por fim, o dirigente abordou a proposta de lei que visa impedir os jogadores de falarem com a boca tapada, mostrando-se pouco convencido quanto à sua eficácia: “Continuo a achar que a educação é a prioridade. Junto dos jovens, das escolas, é através de exemplos que fazemos diferenças na sociedade”.
Antiga glória do Benfica acompanhou o "Special One" durante quase duas décadas como treinador de guarda redes em diversos clubes
20 Mar 2026 | 15:12 |
José Mourinho, treinador do Benfica, reagiu nas redes sociais à morte de Silvino Louro, figura incontornável do futebol português. Após uma carreira de sucesso entre os postes, Silvino acompanhou José Mourinho durante quase duas décadas como treinador de guarda-redes.
"Agora choro, mas vou conseguir rir, rir muito, falar de ti, recordar cada momento. Na família Mourinho és amado e continuarás vivo. Vou continuar a ouvir-te antes de cada jogo. 'Mano vai correr bem'. Descansa manitas", escreveu o treinador do Benfica.
Após pendurar as luvas, Silvino iniciou uma nova etapa como treinador de guarda-redes, destacando-se pela longa ligação a ao "Special One". Trabalhou com o técnico em vários clubes de topo europeu, como Chelsea, Inter, Real Madrid e Manchester United, depois de uma primeira experiência conjunta nos dragões, construindo um percurso sólido fora das quatro linhas.
Mais recentemente, Silvino Louro tinha passado pelo futebol africano, ao serviço do Al-Hilal Omdurman, no Sudão, em 2021. Desde então, encontrava-se afastado do ativo, numa fase marcada por problemas de saúde que acabariam por se revelar fatais.
Nesta quinta-feira, o Benfica reagiu à morte do antigo jogador, deixando uma mensagem de pesar onde destacou "uma figura marcante de uma geração que muito honrou o emblema ao peito". As águias sublinharam ainda que "a sua dedicação, profissionalismo e qualidade entre os postes deixaram uma marca indelével na história do Clube", endereçando condolências à família e amigos.