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Clube
07 Mar 2025 | 05:42 |
José Costa Pereira, presidente da Mesa da Assembleia Geral do Benfica, explicou como é que os Sócios poderão votar na reunião magna, agendada para o próximo sábado, dia em que as águias recebem o Nacional. O dirigente das águias acabou por deixar o apelo à participação dos Benfiquistas, garantindo que o processo acaba por ter o "mais pensado da história das associações em Portugal".
José Pereira da Costa - O Sócio vem, chega, vota e pode ir à sua vida, pode ir lanchar, pode ir almoçar, pode ir jantar, pode ir ao jogo e votar depois do jogo
"É um dia de jogo. A Mesa [da Assembleia Geral] tinha falado que iria tentar que a votação ocorresse em março e em dia de jogo. É o único jogo que vamos disputar em março num sábado, será então dia 8, Dia Internacional da Mulher. Os sócios do SLB – um clube em que sempre houve igualdade entre os sócios – até têm a oportunidade de festejar o Dia Internacional da Mulher e também, no âmbito do Benfica, com o voto", começou por referir o dirigente dos encarnados.
"É um dia de jogo, e daí termos de começar às 9h30, o jogo é às 18h00, e prolongaremos a votação para além do jogo. Vai ser um dia muito exigente", acrescentou José Pereira da Costa, que revelou que, por ser em dia de jogo do Glorioso, a entrada no pavilhão irá proceder de forma distinta, de maneira a não condicionar o acessos às bancadas da Catedral.
O dirigente revelou ainda que os Sócio, que vão exercer o direito de voto, terão cerca de 30 postos de check-in à disposição, tendo posteriormente 20 urnas. "Todas abertas por mim e encerradas por mim. O presidente da Mesa [da Assembleia Geral] assumirá essa responsabilidade e elaborará um auto de abertura e encerramento. Portanto, as urnas só são postas as funcionar depois de eu ver uma a uma e de assumir a responsabilidade perante a sua abertura e o seu encerramento", mencionou José Pereira da Costa.
José Pereira da Costa - É um dia de jogo, e daí termos de começar às 9h30, o jogo é às 18h00, e prolongaremos a votação para além do jogo
"Volto a dizer, nós estamos num dia em que não sabemos o que vai acontecer, porque não há, na história do SLB, um processo de revisão dos Estatutos votado desta maneira, num fim de semana, num dia de jogo, com voto secreto em urna, com o papel de urna. Não sabemos quantos sócios é que vão votar, eu espero que seja o maior número possível numa manifestação de interesse e numa manifestação de associativismo jamais vista em Portugal. Voto em urna. E será encerrada a fila", acrescentou o presidente da MAG.
"Proposta de alteração de Estatutos – 2025, favor e contra. É esta. No boletim, é isto que vai constar. Quem for a favor da proposta, a proposta é esta, que é do conhecimento dos sócios, vota a favor. Quem for contra, vota contra. E, portanto, no fundo, o que nós estamos é perante um processo deliberativo de pessoa coletiva, neste caso, associação, o SLB – a maior associação do mundo. E, como é esse o processo deliberativo que está em causa, incide sobre a proposta. Podíamos colocar: concorda com a proposta, sim ou não? Mas optámos por uma frase clean. Direta, cristalina, transparente, como todo o processo que está aqui em causa, proposta, favor e contra. É isto que vai ser o objeto", referiu.
"Se requer voto secreto, as pessoas terão a privacidade total no exercício do seu direito de voto. A observação deste processo poderá ser feita em qualquer plataforma: através do site, de telemóvel, televisão, ecrã gigante, onde o sócio do Benfica quiser e pretender, verá o processo. Convido, aliás, os sócios a fazerem-no. Todos os sócios. No Benfica, o processo de Estatutos pertence a todos os sócios. Aos que participaram, mas também aos que não participaram. Porque é aquilo que nos rege. E são esses sócios que estão espalhados por um mundo todo, uns que podem vir votar, outros que não podem, que podem acompanhar a transmissão", explicou José Pereira da Costa.
"O sócio vem, chega, vota e pode ir à sua vida, pode ir lanchar, pode ir almoçar, pode ir jantar, pode ir ao jogo e votar depois do jogo. Portanto, há vários horários disponíveis, mas o único exercício que tem de fazer é o de estar na fila, votar e sair", concluiu o dirigente do Benfica.
Face ao processo que envolve antigo líder das águias e João Malheiro, Flora, viúva de lenda do Clube, foi chamada para prestar declarações
13 Mar 2026 | 18:40 |
Flora, a mulher de Eusébio, era para testemunhar hoje, dia 13 de março, na sessão do julgamento em que Luís Filipe Vieira é acusado de ter difamado João Malheiro, por declarações prestadas na CMTV, mas uma crise de ansiedade, quando se dirigia para o Tribunal de Loures, impediu que pudesse estar presente.
A defesa de Luís Filipe Vieira, que está a cargo do advogado de João Correia, pediu ao Tribunal que "que seja notificada a médica que emitiu o atestado constante dos autos, relativo ao estado de saúde de Flora para que certifique e ateste se a incapacidade desta testemunha é esporádica, momentânea, coincidindo com a data da audiência ou se padece de incapacidade grave".
Um requerimento que, em contrário aos desejos de Flora, acabou por ser recusado pelo respetivo juiz e ficou previsto que na próxima sessão, agendada para 14 de abril, às 14 horas, possa prestar esclarecimentos via whatsapp.
Relativamente à capacidade da viúva de Eusébio prestar esclarecimentos, o Tribunal remete para o "relatório médico no qual consta que a senhora não tem quadro demencial instalado", apontou o juiz, acrescentando que "o tribunal quando inquirir a testemunha, poderá desde logo aperceber-se se a senhora estará amnésica ou perturbada. Mas o Tribunal considera ouvir as declarações iniciais por parte da testemunha".
Perante a ausência de Flora, testemunha que o Tribunal considera ser determinante ouvir para aferir de que lado está a razão, na sessão desta sexta-feira, só se ouviram as declarações que Luís Filipe Vieira prestou. que Toni, antigo jogador e treinador do Benfica - que viu projeto especial a ser 'martelado' -, assim como o maestro António Vitorino D'almeida, já testemunharam a pedido de João Malheiro.
Depois de delicado processo, respetiva entidade chegou finalmente a uma conclusão face a projeto especial e Clube não perdeu tempo a pronunciar-se
13 Mar 2026 | 17:01 |
O Benfica lamenta "tantos entraves e reservas" por parte da ERC para com a Benfica FM, cujo licenciamento foi vetado. O Clube da Luz partilhou esta sexta-feira a contestação à decisão da entidade reguladora, que está já a ter "consequências negativas" a nível financeiro e económico à SAD encarnada.
"A projetada decisão assenta assim errados pressupostos, e deve ser revista", pode ler-se, num documento em que é detalhado todo o processo que levou à criação da Benfica FM, que só poderá ser ouvida online, confirmando-se este desfecho. As águias falam de uma "sucessão de circunstâncias invulgares e abusivas": "A ERC excede os seus poderes e coloca impedimentos e entraves onde estes não devem existir".
Adicionalmente, a estrutura encarnada enumera ainda "exigências intercalares, atrasos, contratempos, complicações e dilações", desde o registo da webrádio à alteração do domínio da 'Goal FM (Bombarral)' para 'Benfica FM (Bombarral)'.
"Perante todo o quadro factual e legal, que deverá ser devidamente iusvalorado, deverá ser produzida uma deliberação que não determine o indeferimento da referida modificação do projeto apresentado", prosseguiu o Clube, ao contestar.
"Só assim se ius tutelando devidamente a diversidade e pluralismo da oferta radiofónica nas respectivas áreas geográficas, assegurando-se uma programação diversificada e o direito a uma informação livre, plural e democrática", consta, por fim, no requerimento.
Depois de delicado processo, decisão da entidade chegou finalmente a uma conclusão e vice-presidente do Clube pronunciou-se
13 Mar 2026 | 15:34 |
A Entidade Reguladora para a Comunicação Social vetou a licença para a Benfica FM operar, o que faz com que esta só possa ser ouvida online. As águias contestaram esta decisão e acreditam que a situação será resolvida nas próximas semanas, até porque esta situação está a causar prejuízos à SAD encarnada, como refere José Gandarez, vice-presidente do Clube - que foi criticado por antigo dirigente - , revelando que o processo pode acabar em Tribunal.
José Gandarez: "Estamos orgulhosos da Benfica FM"
"Estamos orgulhosos da Benfica FM. É uma aposta muito grande que queremos continuar a fazer na nossa ligação aos adeptos e sócios mostrando os nossos conteúdos, a nossa vida e ecletismo. Nas primeiras duas semanas tivemos mais de 300 mil ouvintes. Estamos bastante felizes com a Benfica FM, mesmo com o constrangimento de ser só digital o que nos causa prejuízos elevados", disse, em declarações à BTV.
Ao desenvolver, o vice-presidente encarnado visou o mau 'timing' da entidade: "É um projeto sustentável que o Benfica acredita que em 3 ou 5 anos conseguirá ter receitas positivas, mas limitado ao digital, a nossa estrutura de custos não esta adequada à receita. E a ERC deveria ter a sensibilidade nos timings de decisão, no prejuízo que nos está a causar."
José Gandarez: "Não sei o que o Benfica fez de mal ou que mão invisível faz para termos esta decisão"
"Não sei o que o Benfica fez de mal ou que mão invisível faz para termos esta decisão, mas não tem respaldo jurídico e vivemos num estado direito democrático. Se está dentro da lei, o projeto tem de ser deferido", apontou o dirigente das águias, que considera incompreensível este indeferimento por parte da ERC.
"A decisão não faz sentido, por ser diferente da jurisprudência do passado da ERC. Penso que será a primeira vez que um contrato de associação está a ser negado. Antes de arrancar com o projeto, o Benfica viu os requisitos e o que apresentámos foi de acordo com a lei, cumprindo todos os requisitos."