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Clube

Aliado de Vieira deixa mensagem à MAG do Benfica: "Absoluta discordância"

Advogado integrou a comissão que revisou os estatutos do Clube da Luz, sendo que pertence à lista de Luís Filipe Vieira para as eleições marcadas para outubro

Mensagem de João Pinheiro visava o presidente da Mesa da Assembleia Geral do Benfica, José Pereira da Costa
Mensagem de João Pinheiro visava o presidente da Mesa da Assembleia Geral do Benfica, José Pereira da Costa

11 Set 2025 | 18:15 |

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João Pinheiro, advogado que fez parte da comissão de revisão de estatutos do Benfica e que integra a lista de Luís Filipe Vieira para as eleições à presidência dos encarnados, marcadas para 25 de outubro, enviou uma carta dirigida a José Pereira da Costa, presidente da Mesa da Assembleia Geral (MAG) das águias. Em questão estão as declarações do mesmo no final da reunião realizada na passada segunda-feira com as várias candidaturas, onde foi recusado o voto por correspondência. 


João Pinheiro: " Não posso deixar de me reportar também às declarações que prestou"


"Exm.º Senhor Presidente da Mesa da Assembleia Geral do Sport Lisboa e Benfica. Reporto-me a comunicações anteriores que lhe dirigi (21 de Agosto de 2025, 26 de Agosto de 2025, 28 de Agosto de 2025) e à reunião realizada no passado dia 9 de Setembro de 2025. Não posso deixar de me reportar também às declarações que prestou aos meios de comunicação social, após a dita reunião, e que analisei atentamente", pode ler-se no início da carta redigida por João Pinheiro, divulgada pelo jornal Record. 


De seguida, João Pinheiro afirma que ainda existem várias questões por responder: "Enquanto membro da candidatura de Luis Filipe Vieira, tenho de declarar absoluta discordância quanto à perceção de terem sido prestados todos os esclarecimentos e que as controvérsias são de natureza jurídica. O Senhor Presidente da Mesa tem consciência que essa perceção não corresponde ao que foi declarado pelas candidaturas, em particular por aquela que integro".

João Pinheiro: "Não foram respondidos, em termos de substância, os pedidos escritos que lhe dirigi"


O advogado continuou, revelando que José Pereira da Costa não deu qualquer resposta aos pedidos por si redigidos: "Também terá consciência que não foram respondidos, em termos de substância, os pedidos escritos que lhe dirigi no mês de Agosto e que, sinteticamente, reproduzi naquela reunião, e que a opção de gerir a informação (na maioria dos casos ocultando-a), em vez de responder ao que é, legitimamente, questionado não confere confiança à tramitação do processo eleitoral".

Após uma lista de nove pedidos, onde João Pinheiro pede uma explicação para a recusa do voto por correspondência, exigindo ainda resposta a vários detalhes acerca do funcionamento das eleições marcadas para outubro, o mesmo termina a carta da seguinte forma: "Como depreenderá, estas questões justificam-se e mais não são que contributos para o cumprimento dos Princípios da transparência, da igualdade de tratamento entre candidaturas e imparcialidade da Mesa na organização de um processo eleitoral. Comandos normativos que serão partilhados, seguramente, por um reputado Advogado como é o Presidente da Mesa da Assembleia Geral. Não está em causa o que cada um de nós pensa sobre o resultado destas eleições para o Sport Lisboa e Benfica e o contributo que estaremos dispostos a prestar (embora o seu tenha condicionamentos especiais e incontornáveis). Aquilo que sobretudo importa é a imagem que os órgãos sociais do Sport Lisboa e Benfica e as candidaturas transmitem no âmbito deste processo. Espero que estejamos à altura destas responsabilidades, no seu caso a responsabilidade de decidir e promover decisões conformes aos estatutos e à lei". 


Clube

Mulher de Eusébio em tribunal para testemunhar contra ex presidente do Benfica

Face ao processo que envolve antigo líder das águias e João Malheiro, Flora, viúva de lenda do Clube, foi chamada para prestar declarações

Flora, mulher de Eusébio, foi chamada a Tribunal para testemunhar face ao processo entre Luís Filipe Vieira, ex presidente do Benfica, e João Malheiro
Flora, mulher de Eusébio, foi chamada a Tribunal para testemunhar face ao processo entre Luís Filipe Vieira, ex presidente do Benfica, e João Malheiro

13 Mar 2026 | 18:40 |

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Flora, a mulher de Eusébio, era para testemunhar hoje, dia 13 de março, na sessão do julgamento em que Luís Filipe Vieira é acusado de ter difamado João Malheiro, por declarações prestadas na CMTV, mas uma crise de ansiedade, quando se dirigia para o Tribunal de Loures, impediu que pudesse estar presente


A defesa de Luís Filipe Vieira, que está a cargo do advogado de João Correia, pediu ao Tribunal que "que seja notificada a médica que emitiu o atestado constante dos autos, relativo ao estado de saúde de Flora para que certifique e ateste se a incapacidade desta testemunha é esporádica, momentânea, coincidindo com a data da audiência ou se padece de incapacidade grave". 


Um requerimento que, em contrário aos desejos de Flora, acabou por ser recusado pelo respetivo juiz e ficou previsto que na próxima sessão, agendada para 14 de abril, às 14 horas, possa prestar esclarecimentos via whatsapp. 


Relativamente à capacidade da viúva de Eusébio prestar esclarecimentos, o Tribunal remete para o "relatório médico no qual consta que a senhora não tem quadro demencial instalado", apontou o juiz, acrescentando que "o tribunal quando inquirir a testemunha, poderá desde logo aperceber-se se a senhora estará amnésica ou perturbada. Mas o Tribunal considera ouvir as declarações iniciais por parte da testemunha".

Perante a ausência de Flora, testemunha que o Tribunal considera ser determinante ouvir para aferir de que lado está a razão, na sessão desta sexta-feira, só se ouviram as declarações que Luís Filipe Vieira prestou. que Toni, antigo jogador e treinador do Benfica - que viu projeto especial a ser 'martelado' -, assim como o maestro António Vitorino D'almeida, já testemunharam a pedido de João Malheiro. 



Clube

Após veto da ERC, Benfica não perde tempo e contesta decisão

Depois de delicado processo, respetiva entidade chegou finalmente a uma conclusão face a projeto especial e Clube não perdeu tempo a pronunciar-se

Em reação ao veto da Entidade Reguladora para a Comunicação Social face à Benfica FM, Clube não perde tempo a contestar a respetiva decisão
Em reação ao veto da Entidade Reguladora para a Comunicação Social face à Benfica FM, Clube não perde tempo a contestar a respetiva decisão

13 Mar 2026 | 17:01 |

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O Benfica lamenta "tantos entraves e reservas" por parte da ERC para com a Benfica FM, cujo licenciamento foi vetado. O Clube da Luz partilhou esta sexta-feira a contestação à decisão da entidade reguladora, que está já a ter "consequências negativas" a nível financeiro e económico à SAD encarnada.


"A projetada decisão assenta assim errados pressupostos, e deve ser revista", pode ler-se, num documento em que é detalhado todo o processo que levou à criação da Benfica FM, que só poderá ser ouvida online, confirmando-se este desfecho. As águias falam de uma "sucessão de circunstâncias invulgares e abusivas": "A ERC excede os seus poderes e coloca impedimentos e entraves onde estes não devem existir".


Adicionalmente, a estrutura encarnada enumera ainda "exigências intercalares, atrasos, contratempos, complicações e dilações", desde o registo da webrádio à alteração do domínio da 'Goal FM (Bombarral)' para 'Benfica FM (Bombarral)'.


"Perante todo o quadro factual e legal, que deverá ser devidamente iusvalorado, deverá ser produzida uma deliberação que não determine o indeferimento da referida modificação do projeto apresentado", prosseguiu o Clube, ao contestar.

"Só assim se ius tutelando devidamente a diversidade e pluralismo da oferta radiofónica nas respectivas áreas geográficas, assegurando-se uma programação diversificada e o direito a uma informação livre, plural e democrática", consta, por fim, no requerimento.



Clube

ERC veta Benfica FM e José Gandarez não fica calado: "Deviam ter noção..."

Depois de delicado processo, decisão da entidade chegou finalmente a uma conclusão e vice-presidente do Clube pronunciou-se

ERC vetou a licença para a Benfica FM operar e, em consequência, José Gandarez, vice-presidente do Clube, reagiu sem hesitação
ERC vetou a licença para a Benfica FM operar e, em consequência, José Gandarez, vice-presidente do Clube, reagiu sem hesitação

13 Mar 2026 | 15:34 |

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A Entidade Reguladora para a Comunicação Social vetou a licença para a Benfica FM operar, o que faz com que esta só possa ser ouvida online. As águias contestaram esta decisão e acreditam que a situação será resolvida nas próximas semanas, até porque esta situação está a causar prejuízos à SAD encarnada, como refere José Gandarez, vice-presidente do Clube - que foi criticado por antigo dirigente - , revelando que o processo pode acabar em Tribunal.


José Gandarez: "Estamos orgulhosos da Benfica FM"


"Estamos orgulhosos da Benfica FM. É uma aposta muito grande que queremos continuar a fazer na nossa ligação aos adeptos e sócios mostrando os nossos conteúdos, a nossa vida e ecletismo. Nas primeiras duas semanas tivemos mais de 300 mil ouvintes. Estamos bastante felizes com a Benfica FM, mesmo com o constrangimento de ser só digital o que nos causa prejuízos elevados", disse, em declarações à BTV.


Ao desenvolver, o vice-presidente encarnado visou o mau 'timing' da entidade: "É um projeto sustentável que o Benfica acredita que em 3 ou 5 anos conseguirá ter receitas positivas, mas limitado ao digital, a nossa estrutura de custos não esta adequada à receita. E a ERC deveria ter a sensibilidade nos timings de decisão, no prejuízo que nos está a causar."

José Gandarez: "Não sei o que o Benfica fez de mal ou que mão invisível faz para termos esta decisão"


"Não sei o que o Benfica fez de mal ou que mão invisível faz para termos esta decisão, mas não tem respaldo jurídico e vivemos num estado direito democrático. Se está dentro da lei, o projeto tem de ser deferido", apontou o dirigente das águias, que considera incompreensível este indeferimento por parte da ERC.

"A decisão não faz sentido, por ser diferente da jurisprudência do passado da ERC. Penso que será a primeira vez que um contrato de associação está a ser negado. Antes de arrancar com o projeto, o Benfica viu os requisitos e o que apresentámos foi de acordo com a lei, cumprindo todos os requisitos."


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