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25 Jan 2026 | 13:11 |
O futebol feminino do Benfica derrotou o Racing Power (5-0), este domingo, dia 25 de janeiro, em partida válida para a 10.ª jornada da Liga BPI. A jogar no Complexo Municipal de Atletismo de Setúbal, as águias voltaram a vencer, depois do triunfo frente ao Rio Ave, e são cada vez mais líderes do Campeonato.
O encontro não podia ter começado de forma mais expressiva para as águias. Logo nos primeiros 30 segundos, Lúcia Alves descobriu Nycole Raysla na área e a atacante não desperdiçou. Aos 19 minutos surgiu o segundo golo. Após um ressalto na área, Anna Gasper apareceu solta e finalizou de pé esquerdo. O terceiro golo nasceu de um lance infeliz da equipa sadina. Depois de um livre a favor do Racing Power, o Benfica saiu rápido para o ataque e, na tentativa de intercetar um cruzamento de Lúcia Alves, Susan Duah acabou por desviar a bola para a própria baliza. Pouco depois, aos 36 minutos, Caroline Møller rasgou a defesa com um passe perfeito e Nycole Raysla fez o quarto.
A segunda parte trouxe menos intensidade, mas manteve o mesmo cenário. O Benfica geriu a vantagem com posse segura e serenidade, fez várias alterações e continuou a criar ocasiões. Já perto do apito final, as águias voltaram a marcar. Aos 90 minutos, Carolina Tristão lançou Carissa Boeckmann em profundidade e a jogadora, ainda fora da área, rematou colocado para o 5-0 final.
Com esta vitória – a 13.ª em 23 jogos disputados esta temporada –, as comandadas de Ivan Baptista alargam para sete a diferença para o Sporting, segundo classificado. As encarnadas somam 26, ao passo que as leoas têm 19. O Valadares Gaia é terceiro com 17.
O futebol feminino do Benfica volta a entrar em ação no próximo sábado, dia 29 de janeiro, precisamente frente ao Valadares Gaia, equipa orientada por Zé Nando. O jogo, relativo à quarta jornada da Taça da Liga, jogar-se-á no Benfica Campus, no Seixal, às 15h00.
Antigo dirigente considerou que a forma como ultras expressaram o descontentamento não é adequada e não representa a maioria dos sócios do Clube
25 Jan 2026 | 12:23 |
José Manuel Capristano, antigo vice-presidente do Benfica, criticou de forma contundente o protesto de cerca de 200 ultras no Seixal, considerando que a forma como expressaram o descontentamento não é adequada e não representa a maioria dos sócios, que votaram em Rui Costa.
Para o dirigente, atitudes deste tipo afastam-se dos princípios do Clube: “Não cabe na cabeça de ninguém aquilo que fizeram”, disse ao jornal 'Record', reforçando que estas ações não refletem o verdadeiro espírito de um emblema da dimensão do Benfica.
J.M. Capristano: "Rui Costa ganhou com larga maioria. Há que respeitar os princípios da democracia"
O agora comentador criticou ainda a legitimidade do grupo que realizou o protesto: “Esses senhores não são do Benfica. Há assembleias-gerais, houve eleições recentemente, Rui Costa ganhou com larga maioria. Há que respeitar os princípios da democracia. Não me revejo nesta atitude”.
J.M. Capristano: “Por quem? Não sei, mas são atitudes encomendadas”
José Manuel Capristano levantou também a hipótese de que o protesto poderia ter sido motivado por interesses externos: “Por quem? Não sei, mas são atitudes encomendadas”, sugerindo que a ação de alguns ultras poderia ter sido manipulada para criar instabilidade.
Por fim, o antigo dirigente criticou a forma como a comunicação social retratou o episódio, lembrando que exageros mediáticos não ajudam a equipa nem a estabilidade do Benfica, e reiterou que atos como estes não contribuem para o clima saudável necessário para a credibilidade da Direção.
Nas redes sociais, adepto do Clube encarnado veio publicamente criticar também a forma como decorreu o protesto de cerca de 200 ultras
25 Jan 2026 | 11:42 |
Mauro Xavier, adepto do Benfica e figura que já foi apontada como possível candidato à presidência, veio publicamente criticar a forma como decorreu o protesto de cerca de 200 ultras no Seixal, ao mesmo tempo que lançou duras palavras a Rui Costa e aos órgãos sociais do Clube.
M. Xavier: "A frustração dos adeptos é legítima. A época não tem estado à altura do Benfica. Mas não é assim que se avança"
"Não gostei do que se passou. A frustração dos adeptos é legítima. A época não tem estado à altura do Benfica. Mas não é assim que se avança", escreveu nas redes sociais, salientando que, embora entenda o descontentamento dos sócios, a maneira como se expressaram pode prejudicar o emblema da Luz.
M. Xavier: "Os dirigentes eleitos não estiveram presentes. São eles os representantes dos sócios, não os funcionários da SAD"
Mauro Xavier referiu que a Direção, liderada por Rui Costa, e os demais órgãos eleitos deveriam ter estado presentes para ouvir os adeptos e responder às críticas: "Os dirigentes eleitos não estiveram presentes. São eles os representantes dos sócios, não os funcionários da SAD".
O comentador considerou ainda que, se tivessem sido aplicadas outras formas de expressão, o episódio poderia ter sido uma demonstração de união à equipa: "Poderíamos estar a falar de uma demonstração organizada de apoio incondicional à equipa. Em vez disso, criou‑se mais uma pseudo‑crise".
O adepto concluiu a sua publicação com uma crítica ao protesto que, na sua visão, acaba por prejudicar todos os adeptos Benfiquistas: "A esses comportamentos, o meu repúdio. O Benfica sempre foi maior quando soube transformar exigência em apoio".
Veja a publicação:
Ex dirigente destacou que, embora compreenda a frustração dos mesmos, referiu que o momento escolhido pode ter um impacto negativo
25 Jan 2026 | 11:17 |
António Figueiredo, antigo vice-presidente do Benfica, comentou o protesto de cerca de 200 adeptos no Seixal, ocorrido na véspera do jogo frente ao Estrela da Amadora. O ex dirigente destacou que, embora compreenda a frustração dos mesmos, referiu que o momento escolhido para a manifestação pode ter um impacto negativo na equipa.
A. Figueiredo: "Não deveria ter acontecido na véspera de um jogo"
“Não deveria ter acontecido na véspera de um jogo. As reações dos jogadores são sempre imprevisíveis. Não são pessoas iguais ou com mentalidades formatadas, o que pode ser motivador para uns pode ser desestabilizador para outros”, disse, ao jornal 'Record', destacando a necessidade de proteger a concentração e estabilidade dos atletas.
“Compreendo a indignação e descontentamento de alguns adeptos”, lembrando o contexto de uma época difícil e de eleições recentes no Clube, que ajudaram a alimentar a tensão entre adeptos e a Direção, liderada por Rui Costa. Ainda assim, elogia a forma como o Benfica geriu o incidente.
“A situação foi bem gerida e os responsáveis agiram bem ao não ignorarem os adeptos”, destacando que o diálogo ordenado entre as partes evitou confrontos e manteve a ordem nas instalações. Por fim, António Figueiredo ressalta que, apesar do episódio, é necessário foco nos resultados.
A. Figueiredo: "Estes protestos não ajudam nada"
“Esses senhores não são do Benfica ou, então, são de outro Benfica que não é o meu. A partir daqui todos os jogos são finais, pelo que estes protestos não ajudam nada. Espero que de tudo isto venha resultado algo de benéfico e que os resultados próximos venham a demonstrá-lo”, concluiu.
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