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Rui Costa atingiu marca especial no Benfica - Gil Vicente: Todos os números
30 Out 2026 | 11:01
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Futebol
11 Fev 2024 | 22:35 | Por Redação
Após empate do Benfica com o Vitória de Guimarães, por 2-2, neste domingo, dia 11 de fevereiro, com golos de Rafa Silva e Arthur Cabral, na zona de entrevistas rápidas, Ángel Di María fez um balanço geral à exibição dos encarnados, no reduto da formação dos conquistadores.
"Creio que o campo não se podia jogar, era muito difícil fazer a bola rolar. Mas, é, como digo sempre, é contra todos. Fazem as substituições todas, o guarda-redes a perder tempo um monte de veze e dá 6 minutos de descontos", começou por criticar, aproveitando ainda para deixar a 'bicada' sobre os adversários diretos.
"Com o Porto ou o Sporting há 10 ou 11 minutos de desconto. Este ano é assim", rematou o camisola 11 da formação da Luz, orientado por Roger Schmidt, não perdendo a ocasião para destacar alguns pontos sobre as decisões tomadas durante o encontro.
Destaca-se que, já no ano passado, o Clube da Luz colocou fim a uma série de vitórias consecutivas, no reduto do Guimarães, num empate sem golos. Importa referir que o Benfica volta a entrar em campo para se estrear na Liga Europa. O duelo vai colocar encarnados frente a frente com o Toulouse, da França, na próxima quinta-feira, dia 15 de fevereiro, na Luz, com hora marcada para as 20h00.
Com este empate, o Glorioso continua a ocupar o primeiro lugar da tabela de classificação da Liga Portugal Betclic, somando 52 pontos, sem perder, assim, a liderança. O Sporting, que venceu o Braga, mas continua com menos um jogo, está em igualdade pontual, mas assume o segundo posto.
Líder máximo não aprovou as justificativas de Cláudio Pereira para apontar o vermelho ao avançado do Benfica diante do Santa Clara
30 Out 2026 | 13:21 | Por Redação
Luciano Gonçalves, presidente do Conselho de Arbitragem da Federação Portuguesa de Futebol, reconheceu que Cláudio Pereira podia ter sido mais claro na justificação para a expulsão de Jhon Durán, no final do encontro entre Santa Clara e Benfica.
Luciano Gonçalves: "Podia-se ter explicado melhor..."
Em entrevista à RTP Notícias, esta quinta-feira, o dirigente abordou a confusão que envolveu o avançado colombiano e Fernando, jogador dos açorianos. Durán acabou por receber ordem de expulsão por alegadas "palavras impercetíveis", de acordo com o relatório do árbitro.
Luciano Gonçalves explicou que Cláudio Pereira procurou sancionar a atitude do jogador encarnado, por entender que esta esteve na origem da reação dos adversários: "O que o árbitro efetivamente entendeu fazer foi condenar uma atitude, no entender da equipa da arbitragem. Estando ele longe, não conseguia ter a perceção das palavras que foram ditas pelo jogador, mas percebeu-se, no entender da equipa de arbitragem, que a ação do jogador provocou toda aquela ira dos jogadores adversários", afirmou.
O responsável admitiu compreender as dúvidas levantadas pela forma como o lance foi descrito no relatório da partida. "Percebo, principalmente pela forma como foi escrito, pela justificação que é dada. No meu ponto de vista podia-se ter explicado melhor", reconheceu. Luciano Gonçalves acrescentou que, mesmo que a situação tivesse sido sancionada com cartão amarelo, Durán seria expulso na mesma, uma vez que já tinha sido advertido anteriormente.
O presidente do Conselho de Arbitragem confirmou ainda que o Conselho de Disciplina poderá voltar a chamar Cláudio Pereira para prestar esclarecimentos. Recorde-se que o Benfica contestou a decisão e pediu a despenalização do avançado, por considerar que as imagens não demonstram qualquer comportamento que justificasse o cartão vermelho.
Águias promovem, neste sábado, a reunião onde será votado o orçamento do Clube e Presidente da Mesa garante importante inovação
30 Out 2026 | 13:13 | Por Redação
José Pereira da Costa, presidente da Mesa da Assembleia Geral (MAG) do Benfica, revelou os detalhes da reunião magna agendada para este sábado, no Estádio da Luz. A apreciação e votação do Relatório de Gestão e das contas individuais e consolidadas de 2025/2026 serão o ponto central dos trabalhos, que incluem também uma novidade relacionada com os novos Estatutos.
“Desta vez, há uma inovação material, porque resulta dos novos Estatutos que a votação e a apreciação sejam do Relatório e Contas consolidado, e é isso que vai acontecer no primeiro e único ponto da ordem de trabalhos”, explicou, em declarações à televisão do Clube.
O dirigente destacou ainda uma segunda alteração: “Face à entrada em vigor dos novos Estatutos e ao normativo que aí consta, temos de ratificar as atas das anteriores Assembleias Gerais.” Assim, os sócios vão pronunciar-se sobre as contas e ratificar as atas que ainda estão pendentes. As portas abrem às 8h30, estando o início dos trabalhos marcado para as 9h00. Como não deverá existir quórum à primeira convocatória, a reunião será suspensa e retomada às 9h30.
José Pereira da Costa deixou também um apelo aos associados para consultarem previamente os documentos disponíveis nas plataformas digitais do Benfica e participarem na discussão: “Espero uma Assembleia participada e em que os nossos sócios possam expor tudo aquilo que pretenderem. Vai ser um dia à Benfica”, afirmou.
O presidente da MAG reforçou ainda a importância da reunião na vida democrática do Clube: “As Assembleias Gerais são uma instituição viva do Sport Lisboa e Benfica. São um momento cada vez mais participado. A democracia do Benfica passa também pelas Assembleias Gerais e, como todos os dias, revisitamos ali a nossa fundação.”
Avançado das águias foi expulso após a partida com o Santa Clara e a alegação do árbitro preocupou o jornalista por possíveis consequências
30 Out 2026 | 12:46 | Por Redação
Nuno Paralvas mostrou-se surpreendido com a polémica em torno da expulsão de Jhon Durán, no encontro entre Benfica e Santa Clara. O jornalista questionou os critérios que permitem a um árbitro expulsar um jogador por alegadas palavras, sem que seja conhecido o conteúdo das mesmas.
Nuno Paralvas: "Como é que vais provar aquilo que ele disse?"
“Agora, abrimos aqui uma caixa de Pandora porque a verdade é que como é que tu vais provar que aquilo que ele disse, sem saber o que disse, contribuiu para agudizar o que estava a passar em campo?”, começou por questionar Nuno Paralvas, recordando que já houve outros episódios de insultos entre jogadores e árbitros sem consequências disciplinares.
O jornalista recorreu ainda a uma comparação caricatural para ilustrar a dificuldade em avaliar este tipo de situações: “Imagina que um dele diz que é terraplanista e outro diz que a terra é redonda. Podem-se chatear por causa disso. Isto é uma caricatura, obviamente. Mas abrimos aqui o caminho a arbitrariedades de árbitros.”
Nuno Paralvas recuperou também o caso do Benfica - Famalicão, desta época, envolvendo o árbitro Gustavo Correia, cujo relatório incluiu factos que acabaram por ser considerados falsos: “Já nesta época tivemos um caso que, na minha perspectiva, foi muito feio. O árbitro Gustavo Correia, que ficou provado que incluiu fatos falsos no relatório de jogo do Benfica - Famalicão e o que aconteceu foi uma palmadinha na mão, por outras palavras, porque a única coisa que aconteceu ao árbitro foi uma repreensão”, afirmou.
Por fim, deixou uma questão sobre o processo disciplinar de Durán: “Daí que, por um lado, eu gostava de ser esclarecido como é que se pode expulsar alguém por palavras sem saber o que é que foi dito” finalizou o jornalista.