Futebol
R. Dias tresloucado com pérola do Benfica: "Está a crescer sem limites"
23 Set 2026 | 16:47
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24 Nov 2024 | 08:29 |
O Benfica seguiu em frente na Taça de Portugal. A turma de Bruno Lage goleou, por 7-0, o Estrela da Amadora, num duelo, no Estádio da Luz, que ficou marcado por alguns lances polémicos. Nesse sentido, e em declarações ao jornal 'Record', Marco Ferreira e Jorge Faustino analisaram a arbitragem de André Narciso.
O antigos árbitros começaram por comentar o terceiro golo de Ángel Di María, aos 18 minutos, que nas imagens da transmissão televisiva parece ter partido de posição ilegal antes de colocar a bola na baliza do Estrela da Amadora.
"Sem falta de Di María sobre Montóia e sobre Miguel Lopes. Houve, no entanto, fora de jogo do argentino quando, nessa fase de ataque, Bah recupera a bola e a toca na sua direção. Golo irregular", revelou Jorge Faustino.
"Bah recupera a bola com esta a sobrar para Di María, em posição irregular, que toma parte ativa no jogo. Na sequência da jogada o mesmo jogador faz golo. Fora de jogo por assinalar", defendeu Marco Ferreira.
Ainda na primeira parte, aos 32 minutos, o par de árbitros analisou a falta assinalada ao avançado brasileiro, num momento em que o camisola 9 do Glorioso ficava em situação privilegiada para conseguir marcar. "Arthur Cabral empurrou, com o braço direito, as costas de Montóia. Lance de interpretação de intensidade da carga onde, observando o gesto do atacante, se aceita a leitura de infração", revelou Jorge Faustino.
"Arthur Cabral empurra Montóia impedindo-o de disputar a bola junto á área, infração que interferiu na ação do guarda-redes. Livre bem assinalado", defendeu Marco Ferreira.
Por fim, e já perto do final da partida, Marco Ferreira e Jorge Faustino analisaram o lance no qual Benjamín Rollheiser esteve envolvido.
"Rollheiser esticou-se para com o braço tentar parar André Luiz. No movimento acabou por pisar, talvez de forma involuntária, mas com muito perigo, o tornozelo do jogador do Estrela. Vermelho por exibir", disse Jorge Faustino, enquanto Marco Ferreira afirmou: "Rollheiser atinge o tornozelo de André de forma perigosa numa falta grosseira colocando em risco a integridade física do adversário. Árbitro exibe mal o amarelo. Livre bem assinalado e vermelho direto por exibir.
Treinador do Clube encarnado não está totalmente feliz com o setor da equipa das águias e quer fortalecê-lo no mercado de inverno
24 Set 2026 | 03:00 |
Benfica pode avançar para a contratação de um guarda-redes em janeiro de 2027, sabe o Glorioso 1904. O nosso Jornal revela, em exclusivo, que Marco Silva não descarta reforçar a baliza das águias já no próximo mercado de janeiro.
Apesar de contar com Anatoliy Trubin - que pode ganhar a titularidade - e Samuel Soares no plantel, as exibições recentes não têm convencido o técnico e os adeptos. A baliza tem sido apontada como um dos pontos menos estáveis da equipa nesta fase. De acordo com informações apuradas pelo Glorioso 1904, a continuidade da dupla está dependente do rendimento até dezembro. Caso nem Trubin nem Samuel Soares consigam afirmar-se como solução fiável, o dossiê será reaberto.
A exigência para a posição de titular é neste momento muito elevada no Clube. Neste cenário, Marco Silva já terá definido o seu plano de ação junto da direção. Se nenhum dos guardiões convencer, o treinador pedirá a Rui Costa uma intervenção imediata no mercado. O objetivo passa por trazer um nome capaz de assumir a titularidade sem período de adaptação.
O perfil pretendido está já traçado pela estrutura encarnada e é muito específico. A SAD procura um guardião experiente, habituado a grandes palcos e com rendimento imediato. Alguém que chegue à Luz para ser titular indiscutível desde o primeiro dia.
Para já, Trubin e Samuel Soares continuam a ter oportunidades para mostrar serviço. No entanto, o mercado de inverno surge como uma alternativa real caso o nível não suba. A decisão final ficará nas mãos de Marco Silva e Rui Costa nos próximos tempos.
Escolha das marcas está a gerar opiniões distintas e as águias acabaram envolvidas numa análise que não passou despercebida
23 Set 2026 | 17:25 |
Os clubes europeus têm apostado cada vez mais na criação de diferentes equipamentos para os vários momentos da temporada, aumentando a variedade de camisolas disponíveis para os adeptos. Além dos tradicionais equipamentos principal e alternativo, existem atualmente versões para a Liga dos Campeões, aniversários, viagens, aquecimento e até para utilizar fora dos estádios.
O Benfica foi um dos clubes analisados pela ESPN neste início de temporada devido à camisola de aquecimento utilizada antes dos jogos. A publicação norte-americana decidiu avaliar os equipamentos de vários emblemas europeus, dando particular atenção às escolhas de padrões e cores feitas pelas diferentes marcas.
A ESPN destacou precisamente a liberdade que as marcas assumem neste tipo de equipamentos, com desenhos mais arrojados e combinações de cores que dificilmente seriam utilizadas nas camisolas oficiais. Foi neste contexto que a camisola do Benfica acabou por receber uma avaliação particularmente negativa por parte da publicação norte-americana.
ESPN: "Parece um erro de produção terrível"
"Um forte candidato a ser a camisola mais feia de 2026/27. Horrível padrão manchado, agravado por tons agressivos e de vermelho e roxo, que não funcionam. Parece um erro de produção terrível. Talvez não seja tarde demais para recolher?", escreveram, colocando o manto sagrado entre os menos apelativos da análise realizada aos clubes europeus.
Do outro lado da avaliação, o Barcelona - de João Cancelo - acabou por ser a escolha preferida, com as duas camisolas pré-jogo dos catalães a figurarem entre as mais bonitas. A análise demonstra, assim, como os equipamentos de aquecimento permitem às marcas assumir riscos maiores ao nível dos padrões e das cores, ainda que nem todas as apostas consigam convencer.
Clube vermelho e branco perdeu diante do rival azul e branco na sétima jornada do Campeonato Nacional, partida marcada pela expulsão de Lenglet
23 Set 2026 | 17:23 |
Clément Lenglet deixou uma baixa importante para a sua equipa após ter sido expulso no Clássico frente ao Porto. O central foi mandado para a rua na primeira parte e condicionou a estratégia das águias para o resto da partida, algo que foi bem aproveitado, segundo Nuno Vieira.
N. Vieira: " O Porto aproveitou uma espécie de força extra"
"Como disse o técnico do Benfica, foi uma questão de maturidade, ou falta dela, com o Porto a aproveitar uma espécie de força extra que emergiu ao longo da última época e que parece transportada para a campanha atual. E, como é natural nos clássicos, não faltou uma pitada de polémica", escreveu, no jornal 'O Jogo'.
De seguida, o diretor do jornal aproveitou para fazer uma semelhança com a época passada. "A arbitragem é tema incontornável nas discussões do futebol português e ao longo da semana haverá muitos comentários a fazer, mas a análise objetiva nas primeiras sete jornadas é simples: o Porto vai para a pausa do campeonato a contemplar o primeiro lugar e a sorrir perante os despistes dos rivais. Onde é que já se viu este filme", completou.
O internacional francês viu o primeiro cartão amarelo aos 25 minutos, na sequência de uma falta sobre Victor Froholdt junto à área do Benfica. 10 minutos mais tarde, Miguel Nogueira voltou a adverti-lo, desta vez com vermelho por acumulação, depois de Lenglet ter atingido André Silva com a mão esquerda na zona da nuca.
A expulsão terá ainda consequências no próximo compromisso do campeonato: Lenglet vai falhar o encontro entre Benfica e Vitória de Guimarães, marcado para 11 de outubro, às 18h00, no Estádio da Luz. Alessandro Circati deverá, assim, voltar a ter uma oportunidade no onze e formar dupla com Tomás Araújo.