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Futebol
23 Jul 2024 | 17:08 |
Quase quatro anos e meio depois, José Mourinho volta a disputar um jogo da Liga dos Campeões, ainda que nas pré-eliminatórias. Desde que caiu nos oitavos de final da temporada 2019/20 frente ao RB Leipzig, quando treinava o Tottenham, o técnico português não conseguiu mais alcançar a principal competição da UEFA.
Agora, à frente do Fenerbahçe, Mourinho enfrenta o Lugano, na Suíça, numa partida que marca também a sua estreia oficial pelo clube turco. Na antevisão do duelo, Mourinho manifestou felicidade com a escolha de rumar a Istambul e elogiou o desempenho dos jogadores nos treinos, apesar das dificuldades na preparação.
O técnico português também comentou sobre a adaptação dos jogadores ao seu estilo de treino e à nova dinâmica da equipa. “Todos estão a fazer o possível para melhorar e para se adaptarem a mim”, afirmou Mourinho. A estreia contra o Lugano é vista como uma oportunidade crucial para o Fenerbahçe mostrar o seu potencial sob a nova liderança. Mourinho reconheceu os desafios, mas manteve uma postura otimista, enfatizando que a preparação e o desempenho nos jogos oficiais são fundamentais para o sucesso da equipa.
Para o encontro de hoje, que será arbitrado pelo português Tiago Martins, Mourinho decidiu deixar de fora alguns jogadores importantes. Entre os ausentes estão o compatriota Miguel Crespo, bem como Cengiz Ünder, Emre Mor, Samet Akaydin e Luan Peres. A decisão surpreendeu alguns fãs, mas Mourinho explicou que se tratava de escolhas estratégicas visando o melhor desempenho da equipa no início desta nova fase. A ausência de Crespo, em particular, chamou a atenção, mas Mourinho mantém confiança nos jogadores selecionados para a partida.
O jogo de hoje é mais do que uma simples estreia para Mourinho; é uma oportunidade de reafirmação na Liga dos Campeões. Com o Fenerbahçe, o técnico português busca não apenas uma vitória, mas também estabelecer uma base sólida para a temporada. Os torcedores do clube turco estão ansiosos para ver como a equipa se comporta sob a direção de Mourinho, cujo histórico de sucessos em competições europeias traz esperança de um futuro promissor. O desempenho contra o Lugano poderá definir o ritmo da campanha do Fenerbahçe na Liga dos Campeões deste ano.
No rescaldo da partida, onde figura principal por detrás do resultado, atleta adianta que formação nacional tem muito mais para mostrar
15 Abr 2026 | 13:18 |
Kika Nazareth foi a grande figura da vitória de Portugal, na visita à Letónia (3-0), ao estar envolvida nos três golos apontados pelas comandadas de Francisco Neto. No final da partida, a antiga futebolista do Benfica mostrou-se satisfeita com o resultado, porém, apontou que a formação lusa pode muito mais no futuro.
Kika Nazareth: "O objetivo é sempre ganhar. Há muita margem de progressão e podemos fazer muito melhor"
"O objetivo é sempre ganhar. Há muita margem de progressão e podemos fazer muito melhor", revelou a jovem futebolista portuguesa, em declarações ao Canal 11, no final da partida que decorreu na Letónia. Segundo a ex-Benfica, as navegadoras podem atingir outros patamares num futuro próximo.
"No nível em que estamos, acho que poderíamos ter saído daqui com uma vitória muito mais preenchida, com mais golos feitos. É trabalhar 'em cima do erro' – entre aspas porque saímos a ganhar – e pensar já no próximo jogo, na Eslováquia", adiantou a futebolista do Barcelona.
Kika Nazareth: "Faltou-me um bocadinho de confiança, não sei porquê"
"Se fiz um jogo bem conseguido? Isso é relativo… [sorri]: os golos foram bem conseguidos, sim. Mas em termos de jogo jogado, já sabem que sou muito exigente comigo e sei que posso conseguir muito mais, individualmente", admitiu Kika Nazareth, depois de ter contribuído com dois golos e uma assistência para a finalização de Tatiana Pinto.
"Faltou-me um bocadinho de confiança, não sei porquê. Sou muito positiva, dentro deste negativismo, e vou tentar ver as coisas boas para o próximo jogo", concluiu a internacional portuguesa, um dos nomes mais acarinhados do futebol feminino do Benfica, em declarações ao Canal 11, após o triunfo da seleção nacional.
Treinador português marcou o regresso aos trabalhos na passada terça-feira, 14 de abril, contudo, até ao dia do dérbi, terá coisas para resolver
15 Abr 2026 | 12:40 |
José Mourinho arrancou durante a última terça-feira, 14 de abril, os trabalhos que visam o dérbi. Apesar de contar com um vasto leque de opções, o treinador do Benfica está às contas com duas dúvidas em antemão à partida frente ao Sporting: neste caso, a condição física que está a afetar Richard Ríos e Tomás Araújo.
Segundo deu conta o jornal A Bola, o treinador de 63 anos voltou a contar com o plantel encarnado, depois de lhes ter concedido um dia de folga na sequência da vitória frente ao Nacional (2-0). No entanto, pelas imagens que foram partilhadas pelo Benfica, foi possível notar as ausências dos dois atletas em questão.
Richard Ríos, recorde-se, saiu com queixas físicas da partida frente aos insulares, o que cria um clima de dúvida em torno da sua presença no dérbi. No entanto, a mesma fonte explica que o problema do colombiano é traumático e não muscular, o que, por si mesmo, aumenta as hipóteses do camisola 20 recuperar a tempo de defrontar o Sporting.
Por outro lado, o caso de Tomás Araújo é mais complicado, com o futebolista de 23 anos a recuperar de uma lesão muscular que o afastou dos últimos dois encontros do Benfica. No entanto, à semelhança do colombiano, a sua recuperação está a decorrer dentro do previsto e ainda há esperanças de ver o central em Alvalade.
Na presente temporada, ao serviço do Benfica, Tomás Araújo — avaliado em 28 milhões de euros — já realizou um total de 36 partidas oficiais: 20 na Liga Portugal Betclic, nove na Liga dos Campeões, quatro na Taça de Portugal, duas na Taça da Liga e uma na Liga Portugal Meu Super. Nos 2.538 minutos em que esteve dentro das quatro linhas, o defesa registou um golo e uma assistência.
Intenso duelo espanhol, disputado esta terça-feira, dia 14 de abril, contou para segunda mão dos quartos de final da Liga dos Campeões
15 Abr 2026 | 11:41 |
Tal como em 2014 e 2016, o Atlético de Madrid eliminou mais uma vez o Barcelona nos quartos de final da Liga dos Campeões. Apesar da derrota em casa por 2-1, os 'colchoneros' terminaram a eliminatória na frente, após terem vencido a primeira mão por 2-0, aguardando agora por Arsenal ou Sporting nas meias-finais.
Nesta terça-feira, Hansi Flick manteve João Cancelo entre os titulares, apostando em Gavi, Fermín e Ferrán Torres, em detrimento de Pau Cubarsí – expulso na primeira mão – Rashford e Lewandowski. Por sua vez, Simeone só mexeu no centro da defesa, com Hancko a dar o lugar a Lenglet.
Sem tempo a perder, o Barcelona explorou a profundidade em corredor central, com Lamine Yamal e Dani Olmo a deambularem das respetivas posições. Depois de Musso levar a melhor num primeiro ensaio, o camisola 10 do Barcelona inaugurou o marcador ao quarto minuto. Os comandados de Simeone foram perdulários na construção recuada e Ferrán Torres serviu o talentoso extremo espanhol para o sexto golo na Champions, o 23.º na época pelo Barcelona.
Ainda que Griezmann tenha ameaçado aos 23 minutos, Ferrán Torres restabeleceu a igualdade na eliminatória no minuto seguinte (2-0, 2-2 no agregado). De novo pelo meio, Dani Olmo soltou a corrida do camisola 7 catalão, que disparou para o 19.º golo na temporada, o terceiro em dois jogos.
A bola foi ao meio e o Barcelona esteve com uma mão na “remontada”, mas Musso impediu o golo de Fermín. A defesa do Atlético de Madrid parecia inexistente, tal a desorganização. Os 'colchoneros' devem a qualificação para as meias-finais ao guarda-redes argentino, que vai aproveitando a ausência do lesionado Jan Oblak, ex Benfica - que dá grandes novidades.
Foi preciso esperar até à meia-hora de jogo para o Atlético acalmar o ritmo e responder. Aos 31 minutos da partida, mais precisamente, Ademola Lookman devolveu os madrilenos à frente da eliminatória (3-2). O velocista nigeriano fez o segundo golo pela equipa na prova milionária.
Numa segunda parte mais tensa do que clarividente, os principais protagonistas desvaneceram. Ainda assim, o VAR anulou o bis de Ferrán Torres aos 55 minutos, quando o espanhol aproveitou um ressalto na área madrilena. Entre trocas, faltas e cartões, o Barcelona ficou reduzido aos 79' – face à expulsão do central Eric García – entregando a eliminatória ao batalhão de Simeone.