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Futebol
04 Abr 2026 | 09:21 |
O PSG foi uma das primeiras equipas do futebol europeu a regressar à competição depois da pausa internacional. Na última sexta-feira, 3 de abril, a formação gaulesa recebeu e venceu o Toulouse por 3-1, numa partida onde contou com a ajuda de um antigo rosto conhecido dos adeptos do Benfica.
Depois de ficar em branco ao serviço da seleção nacional, onde apontou dificuldades frente ao México, Gonçalo Ramos vestiu de novo a capa de herói no PSG, ao saltar do banco de suplentes para ajudar a confirmar o triunfo no Parque dos Príncipes, em mais uma jornada da Ligue 1, reforçando assim a sua liderança na prova.
Tirando Nuno Mendes, o restante contingente português, que conta igualmente com o ex-Benfica João Neves, tal como o antigo portista Vitinha, começou no banco de suplentes, e foi de lá que viram o PSG adiantar-se no marcador, por Ousmane Dembélé, à passagem do minuto 23. No entanto, quatro minutos mais tarde, o Toulouse reagiu e chegou ao empate (1-1).
Porém, numa autêntica montanha-russa que foi a primeira parte, em cima do minuto 33, Ousmane Dembélé voltou a fazer das suas e colocou novamente o conjunto de Paris na liderança do marcador, com o 2-1 a manter-se até ao intervalo. No segundo tempo, o golo da tranquilidade, apontado por Gonçalo Ramos, apenas surgiu aos 90+2', quando o ex-Benfica, de fora da área, fez um remate que só acabou dentro da baliza adversária.
"Depois de cada pausa para as seleções, é muito complicado, muito difícil, e é preciso saber que, para ganhar troféus, são precisos muitos jogadores. Hoje mostrámos que, independentemente de quem joga, todos fizeram um excelente trabalho. Hoje, gostaria de destacar o Ramos. Joga apenas 5 minutos, marca um golo, e é duro porque ele joga pouco e mostra-me sempre que eu estou errado [ou que me equivoquei]", afirmou Luis Enrique, no final da partida, ao falar do antigo avançado do Benfica.
No terceiro jogo entre leões e açorianos, registou-se mais um lance duvidoso e, nas redes sociais, encarnados condenaram decisão feita pela equipa responsável
04 Abr 2026 | 08:53 |
A partida entre o Sporting e o Santa Clara, no regresso à Liga Portugal Betclic, após a última pausa internacional, ficou marcada por uma arbitragem que deixou bastantes reticências. No rescaldo da partida, onde os leões venceram por 4-2, tanto o Porto, como o Benfica reagiram ao golo anulado a Gonçalo Paciência, da formação açoriana, e deixaram críticas aos critérios aplicados no lance.
Através das redes sociais, os encarnados fizeram uma publicação onde partilharam imagens do lance em questão, achando inacreditável a decisão da equipa de arbitragem em anular o golo a Gonçalo Paciência, naquele que poderia ter sido o terceiro tento do Santa Clara em Alvalade. Até o próprio atleta, na flash interview, não ficou indiferente à situação.
"Já não há vergonha", escreveu o Benfica na publicação feita na rede social X, acompanhado de um vídeo onde é possível rever o lance na partida entre o Sporting e o Santa Clara, confirmando-se que a decisão da equipa de arbitragem em anular o lance foi mal calculada, acabando por penalizar a equipa açoriana, orientada por Petit.
"Quando se vem a Alvalade, faz-se três golos e não se levam pontos, é difícil. São 3 golos... Acho que toda a gente viu. Não quero estar aqui a alimentar a arbitragem, mas é o que é, é o futebol que temos, que queremos promover, é isso. Está aí muito artista para falar, para comentar, não queria entrar muito por aí", atirou Gonçalo Paciência no final do encontro.
Recorde-se que não é a primeira vez que o Benfica - a preparar o duelo com o Casa Pia - se insurge contra a arbitragem dos jogos entre Sporting e Santa Clara. Foi a terceira vez, na presente temporada, que os leões contaram com decisões duvidosas contra os açorianos. Na primeira volta, um pontapé de canto inexistente, nos minutos finais, permitiu aos verdes e brancos vencer por 2-1. Mais tarde, na Taça de Portugal, o VAR atribuiu uma grande penalidade à formação leonina, depois de 12 minutos a rever imagens, o que permitiu aos verdes e brancos empatar e, consequentemente, avançar na prova rainha.
Confira aqui a publicação do Benfica:
No regresso à competição, após mais uma pausa internacional, treinador português reúne tropas no Seixal, de forma a limar as últimas arestas frente aos gansos
04 Abr 2026 | 08:29 |
Terminada a pausa internacional, o Benfica regressa na máxima força para o duelo frente ao Casa Pia. Apesar de ter uma ausência ou outra, José Mourinho - apontado à seleção italiana - tenta, frente aos gansos, manter um registo imaculado dos encarnados e, ao mesmo tempo, evitar repetir um feito que levou à saída de Bruno Lage.
Segundo noticiou o jornal A Bola, o Benfica não perde há cerca de três anos e meio o primeiro jogo realizado a seguir à pausa para as seleções. A última vez que isso se verificou foi em dezembro de 2022, após a realização do Mundial no Qatar, onde as águias, na altura orientadas por Roger Schmidt, caíram com estrondo na Pedreira, frente ao Braga (3-0).
Desde então, o Benfica tem somado apenas triunfos, um registo que José Mourinho certamente quer dar continuidade na viagem ao reduto do Casa Pia. Por outro lado, recorde-se que foi precisamente na última ida à 'casa' dos gansos que as águias viveram um período bastante conturbado: a derrota surpreendente por 3-1 originou a fuga de vários áudios, onde se ouvia Bruno Lage, treinador na altura, a deixar várias críticas, numa interação com alguns adeptos, na garagem do Estádio da Luz.
No que diz respeito à última pausa internacional da temporada, o Benfica apenas perdeu pontos em duas ocasiões distintas. A primeira aconteceu a 1 de abril de 2017, quando os encarnados empataram com o Porto (1-1), mas também no mesmo dia, no entanto, em 2022, quando sofreram novo desaire, na receção ao Braga (3-2).
De olhos postos na reta final da temporada, José Mourinho continua a preparar a estratégia do Benfica, para a complicada visita ao Casa Pia. Além de procurar manter um registo que existe há mais de três anos, o Special One pretende dar uma resposta diferente ao empate (2-2), verificado na primeira volta. O encontro está agendado para segunda-feira, 6 de abril, e vai contar com a arbitragem de Hélder Carvalho.
Político não poupou críticas à Federação, referindo-se aos "erros" e problemas estruturais que, na sua opinião, têm sido prejudiciais nos últimos anos
03 Abr 2026 | 18:26 |
A eliminação da seleção italiana do Mundial 2026, depois da derrota frente à Bósnia-Herzegovina na decisão por penáltis, provocou um debate intenso sobre o futuro do futebol no país. A frustração com os erros e decisões recentes da Federação italiana levou até mesmo um político a sugerir mudanças drásticas na liderança técnica da seleção.
Ignazio La Russa: "Se o Brasil pode ter um grande selecionador estrangeiro como o Ancelotti, porque é que nós não podemos ter um Mourinho?"
Ignazio La Russa, presidente do Senado italiano, lançou uma proposta surpreendente ao jornal Corriere della Sera: "Se o Brasil pode ter um grande selecionador estrangeiro como o Ancelotti, porque é que nós não podemos ter um Mourinho?"
A declaração destacou o desejo de ver o 'Special One' assumir o comando da Azzurra, valorizando a experiência do treinador em palcos internacionais. O político não poupou críticas à gestão da Federação, referindo-se aos "erros" e problemas estruturais que, na sua opinião, têm prejudicado o desempenho da equipa.
La Russa sugeriu que uma liderança experiente, capaz de impor disciplina e estratégias vencedoras, poderia reverter a decadência recente do futebol italiano. José Mourinho tem uma longa ligação com o futebol transalpino. O treinador português já liderou o Inter de Milão e a Roma em períodos distintos, conquistando seis títulos pelo clube milanês, incluindo a Liga dos Campeões, e uma Liga Conferência pela Roma.
Gennaro Gattuso deixou o comando técnico da seleção italiana, após um acordo para a rescisão do contrato. A saída foi oficializada através de um comunicado emitido pela federação, confirmando a separação por mútuo acordo. A mesma já era esperada depois do falhanço na qualificação para o Mundial de 2026.