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Negócio Rei dos Frangos: saiba o que é o artigo 13 dos Estatutos do Benfica
09 Mai 2026 | 09:23
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06 Jul 2025 | 14:00 |
Com Rui Costa ainda sem anunciar a decisão final sobre uma recandidatura à Presidência do Benfica, João Braz Frade é um dos que acredita que o atual Líder do Clube da Luz vai integrar a corrida eleitoral de 2025. Em declarações exclusivas ao Glorioso 1904, o antigo Vice-Presidente encarnado analisou o mandato do ex-Maestro da Catedral e enumerou os pontos altos, destacando, no entanto, a recuperação da reputação das águias.
João Braz Frade começa por confessar, do seu ponto de vista, que existe uma forte possibilidade do atual Dirigente máximo do Benfica anunciar uma ida às eleições marcadas para outubro de 2025: "Rui Costa vai-se recandidatar, porque não faz muito sentido o incumbente que não defende o que fez".
João Braz Frade: "Rui Costa vai-se recandidatar"
"O mandato do Rui Costa, se é verdade que, do ponto de vista desportivo da equipa principal, ficou aquém daquilo que todos os Benfiquistas gostariam, e isso é indiscutível, mas também é verdade que houve áreas em que as coisas correram bem. Como por exemplo, o Penta feminino, conseguimos finalmente ganhar ao Sporting e no campeonato nacional no futsal; houve nas modalidades, onde no feminino ganhámos praticamente tudo, todos os anos. Fomos campeões nos juniores. Nunca tínhamos conseguido ganhar em todas as categorias da formação. É inédito, no caso do Benfica”, enumerou, ainda, o antigo Vice-Presidente do Clube.
"Houve muita coisa que correu mal, sobretudo no plano desportivo e também no plano da gestão, durante o início. Foi muito conturbado, não foi nada que não esperasse, porque, existe o exemplo do Porto, quando há uma transição de um mandato que é muito longo, porque o Sr. Luís Filipe Vieira julgo que foi eleito por seis vezes. Quando vem alguém de fora, que ganha as eleições, e apanha toda a estrutura que está, a mudança cultural da organização, etc..., demora tempo, e, infelizmente, não correu bem também esse aspeto, não foi feito à velocidade a que podia ter sido”, explicou.
O antigo dirigente encarnado, ainda, faz uma comparação com o início do mandato de Rui Costa com a liderança de André Villas-Boas, que também quebrou uma ligação longa de Pinto da Costa no cargo máximo do rival do Norte. "Quando olho para o Benfica agora e olho para o Porto, apesar de tudo, a transição que o Presidente Rui Costa está a fazer não foi tão desastrosa como está a acontecer no Porto, porque houve muita coisa que no Benfica ainda correu bem. Houve outras coisas que infelizmente não correram. Tenho a certeza que o Rui Costa gostaria que tivesse corrido melhor, mas não foi possível, por qualquer razão”, apontou.
João Braz Frade: "Rui [Costa] teve uma das coisas que correu bem foi a recuperação da reputação do Benfica"
“Apoiei o Rui Costa, desde o início do mandato, e aquilo que me pareceu foi sempre que ia ser um mandato complicado, porque um mandato de transição é sempre complicado, é sempre difícil, e, portanto, do ponto de vista formal, o Rui [Costa] teve uma das coisas que correu bem foi a recuperação da reputação do Benfica. Todos os processos continuaram em julgamento, mas nunca mais se viu a polícia a entrar pelo estádio a dentro, desde que o Rui Costa é Presidente, como se viu antigamente", considerou, destacando o trabalho feito pelo atual Líder máximo do Clube.
“Seja como for, destruir uma reputação não custa nada, é um segundo. Reconstruir uma reputação demora e esse processo já se iniciou. Em grande parte, foi mérito do Rui Costa e de algumas das pessoas com certeza que o acompanham”, concluiu João Braz Frade, em entrevista exclusiva ao Glorioso 1904.
Comunicado das águias revela igualmente a localização do evento, tal como temas que vão figurar e ser debatidos com os associados das águia
13 Mai 2026 | 15:20 |
Terminada a temporada desportiva, que vai acontecer no próximo sábado, 16 de maio, o Benfica revelou as datas para a realização das próximas Assembleias Gerais do Clube. Segundo uma convocatória, emitida pelos encarnados, as duas reuniões vão decorrer a 27 de junho, ambas no Pavilhão n.º 2 da Luz. Confira o comunicado.
"Realizam-se no próximo dia 27 de junho (sábado) duas Assembleias Gerais Ordinárias do Sport Lisboa e Benfica, no Pavilhão n.º 2 do Clube", pode ler-se no comunicado partilhado pelo Benfica através das suas plataformas oficiais. De relembrar que as águias não corresponderam ao 'desafio' lançado por João Diogo Manteigas.
"A Assembleia Geral destinada a apreciar e discutir o planeamento, a gestão e os resultados desportivos da época 2025/26 do futebol, bem como das restantes modalidades do SLB, após o final da respetiva temporada desportiva, tem início marcado para as 8h30", pode ler-se na mesma convocatória, emitida pelo Benfica.
"No mesmo local, às 14h00, decorrerá a segunda Assembleia Geral (AG) do dia 27 de junho, para apreciar e votar o orçamento de despesas e receitas, o plano de investimentos e o parecer do Conselho Fiscal, para a época de 2026/27", acrescentou a mesma nota partilhada pelas águias.
No mesmo comunicado, o Benfica também deixou umas breves explicações sobre o processo de deliberação que vai acompanhar a realização das Assembleias gerais. No Pavilhão da Luz, será feito através de sistemas eletrónicos que vão estar disponíveis, no site oficial dos encarnados, na plataforma onde será acompanhada a transmissão, e, por fim, na app oficial do Clube da Luz.
Ex-dirigente, responsável por um dos departamentos mais importantes no Clube da Luz, abordou ainda os recentes resultados obtidos nas eleições de 2025
13 Mai 2026 | 13:21 |
João Carvalho não ficou por meias palavras ao afirmar que o principal problema do Benfica é Rui Costa. Numa entrevista recente, o antigo presidente do Conselho Fiscal, que já tinha abordado o negócio do Rei dos Frangos, apontou que a maior lacuna do Clube da Luz passa pelo dirigente máximo e que, não é com contratações que se vai encontrar uma solução.
João Carvalho: "Pode vir o Klopp, pode vir o Guardiola, que o problema do Benfica é o Presidente e a Direção"
"Pode vir o Klopp, pode vir o Guardiola, que o problema do Benfica é o Presidente e a Direção", começou por dizer João Carvalho, numa entrevista à Bola Branca, onde deixou duras críticas à estrutura encarnada, depois de um empate frente ao Braga que deu um rombo grande nas aspirações do Clube da Luz na Liga dos Campeões.
"O Benfica tem de ter um líder e não tem. Não tem um líder há bastante tempo. Era importante que as pessoas que rodeiam Rui Costa façam com que ele perceba isso, já que é natural que a pessoa não reconheça as próprias fraquezas", apontou o antigo dirigente dos encarnados, deixando críticas ao atual Presidente das águias.
João Carvalho: "Houve eleições há pouco tempo. Nessa altura, deviam ter ponderado bastante bem. Os sócios enganaram-se"
"Houve eleições há pouco tempo. Nessa altura, deviam ter ponderado bastante bem. Os sócios enganaram-se", atirou João Carvalho, na entrevista à Bola Branca, onde afirmou não estar de acordo com a decisão de dar mais quatro anos de mandato a Rui Costa. O ex-dirigente defende que se deveria ter dado um rumo diferente em novembro de 2025.
"Nesta altura, ainda não se sabe quem fica em segundo lugar. Vamos lá ver se vamos para o Marquês comemorar o segundo lugar. Ao ponto que chegámos", ironizou o antigo presidente do Conselho Fiscal. "Há que acabar a época, que já falta pouco, preparar a próxima e deviam ser preparadas novas eleições", concluiu João Carvalho.
Em consequência a um passado momento protagonizado por alguma tensidade, figura pertencente ao Clube da Luz é castigada com multa
10 Mai 2026 | 13:24 |
Gonçalo Guimarães, diretor de comunicação do Benfica, foi condenado pelo Conselho de Disciplina (CD) da Federação Portuguesa de Futebol (FPF) ao pagamento de uma multa de 2040 euros, em processo disciplinar motivado por participações da Medialivre e do jornalista Gustavo Lourenço, desse mesmo grupo de comunicação.
Em causa estão acontecimentos nos Açores, antes do Santa Clara - Benfica, e no Seixal, antes da receção ao Real Madrid, na 1.ª mão do play-off de acesso aos oitavos de final da Liga dos Campeões. No primeiro local, Gonçalo Guimarães - que já antes tinha sido multado - estava acusado de intrometer-se entre Gustavo Lourenço e Nicolás Otamendi, à chegada ao hotel da equipa encarnada, com recurso a contacto físico. No segundo caso, foram palavras trocadas entre os dois, com o jornalista a participar ameaças do diretor de comunicação das águias.
No acórdão do CD pode ler-se que "as referidas condutas ultrapassam o âmbito das funções de um Diretor de Imprensa, violando os deveres de retidão e lealdade (incluindo de correção, urbanidade e contenção) para com outros agentes desportivos ou terceiros (em especial jornalistas no exercício das suas funções)", dando-se como provado.
"O Arguido adotou, em ambas as ocasiões, uma postura ríspida e desadequada no relacionamento com o Jornalista, que se encontrava no exercício legitimo das suas funções. O Arguido agiu de forma livre, voluntária e consciente, bem sabendo que a sua conduta era suscetível de perturbar e desrespeitar o exercício da atividade jornalística, bem como de violar os deveres de correção e urbanidade a que se encontrava obrigado, conduta prevista e punida pelo ordenamento jus-disciplinar desportivo, não se abstendo, porém, de a realizar."
As decisões do Conselho de Disciplina da Federação Portuguesa de Futebol são passíveis de recurso, nos termos da lei e dos regulamentos, para o Conselho de Justiça ou para o Tribunal Arbitral do Desporto, refere ainda o acórdão.
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