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Reinaldo Teixeira reage ao voto contra do Benfica quanto à comercialização dos direitos de TV
18 Abr 2026 | 10:05
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13 Nov 2024 | 16:38 |
Rui Águas comentou e fez observações sobre o Clássico entre Benfica e Porto. Numa noite em que se tornou histórica para os encarnados, a glória do Clube da Luz deixou elogios á resposta das águias face ao desaire em Munique, no seu espaço de opinião semanal 'Visão de golo' no jornal ‘A Bola’ desta quarta-feira, 13 de novembro.
"Reagir depois da má jornada europeia, defrontando um rival poderoso e com um histórico de visitante incómodo, não se percebia fácil. Tempos houve em que perder por um em Munique quase dava um festejo. Não foi este o caso como ficou claro e logo reconhecido", começou por escrever.
Rui Águas: O início dos jogos é, muitas vezes, definidor do que vem depois
"Posto isto, o início dos jogos é, muitas vezes, definidor do que vem depois. Assim sucedeu com o FC Porto. O Benfica a entrar forte para afastar o desconforto do jogo passado era a primeira tarefa, cumprida com acentuada clareza", prosseguiu.
"Depois de um nervoso e dividido começo, o Benfica comandava inspirado e chegava naturalmente à procurada vantagem. Do nada, no empate se escorregou, depois de uma interrupção do jogo infeliz, forçada por alguns. Uma ação pouco inovadora e nada refletida, que acabou por ser mais um teste exigente que viria a ser ultrapassado com brilho", destacou Rui Águas.
"Esta reação em duplicado do Benfica, à derrota em Munique e ao inesperado golo do empate no clássico, acabou por confirmar a saúde e força de uma equipa, capaz de mudar e vencer cenários adversos, com qualidade e personalidade coletiva que fará sempre diferença", referiu o antigo jogador.
Rui Águas: A comunicação tem, a cada dia que passa, um mais relevante e decisivo papel
"Para além do jogo jogado onde se vibra e se conquistam vitórias, a comunicação tem, a cada dia que passa, um mais relevante e decisivo papel. A mensagem para os adeptos, para que contem com uma reviravolta enérgica e mantenham o fundamental apoio, é obrigatória quando um jogo corre pior. As equipas pedem e precisam dos bons adeptos, aqueles que ajudam", escreveu Rui Águas.
"Também o diálogo e a interação dos jogadores ganha especial sentido. Independentemente das estratégias táticas definidas, sempre discutidas na praça, são eles que jogam e por isso é também deles a responsabilidade direta do que acontece de melhor ou pior em campo. É finalmente nestas ocasiões que os líderes naturais, se assumem e complementam a normal comunicação do treinador com os seus atletas" argumenta Rui Águas.
"Para além da liderança do treinador, fundamental, os grupos movem-se com a influência de vários dos seus elementos, que pela sua experiência ou natureza representam o apoio suplementar necessário, dentro e fora da relva. Relativamente a este tema, defendo que os verdadeiros capitães de equipa devem ser escolhidos mais pelas suas caraterísticas e personalidade e menos pelos serviços prestados ou pela antiguidade nos clubes. Esta ideia não retira o espaço dos menos líderes, mas cujas carreiras merecem respeito. Uma espécie de capitães honorários...", considera o histórico do Benfica.
"É difícil a quem está de fora, mesmo para os profissionais do fenómeno liderança, perceber os grupos unicamente pelo que demonstram em campo. No entanto, uma verdade se confirma: os grupos fortes revelam-se nos maus momentos e as reações dependem e retratam com pouca margem de erro a realidade e a dimensão das pessoas que fazem parte. Foi esta a face que a equipa do Benfica mostrou em campo e que determinou o triunfo no clássico", concluiu Rui Águas.
Antigo guarda-redes brasileiro do Clube encarnado falhou em lance que pode tirar o Fenerbahçe na luta pelo título do campeonato turco
18 Abr 2026 | 11:41 |
O Fenerbahçe deixou escapar uma vitória crucial ao empatar 2-2 frente ao Rizespor, num jogo que teve de tudo… incluindo um erro de Ederson que pode pesar muito nas contas finais. A equipa orientada por Domenico Tedesco esteve muito perto de somar três pontos fundamentais, mas acabou por ceder já nos descontos, num momento difícil de explicar.
Depois de uma reviravolta construída com golos de dois antigos jogadores do Benfica, Talisca (80, de penálti) e de Kerem Akturkoglu aos 86 minutos - que vive bom momento de forma - o cenário parecia controlado. No entanto, quando tudo apontava para a vitória, surgiu o momento decisivo: também um antigo jogador das águias, Ederson, saiu em falso a uma bola aérea, chocou com um colega e deixou a baliza deserta, permitindo a Modibo Sagnan fazer o 2-2 aos 90+8.
O impacto deste deslize pode ser enorme. O Fenerbahçe segue no segundo lugar com 67 pontos, mas pode ver o Galatasaray, que tem 68, fugir na liderança, enquanto o Trabzonspor (64) se aproxima perigosamente. Com apenas quatro jornadas por disputar, cada detalhe conta e este pode ter sido decisivo.
Para agravar o cenário, a próxima jornada traz um confronto direto entre Galatasaray e Fenerbahçe, num dérbi que pode definir o campeão. Certo é que, depois deste empate, o Fenerbahçe deixou de depender apenas de si e tudo por causa de um momento que dificilmente será esquecido.
Nesta temporada, Ederson Moraes - avaliado em 13 milhões de euros - já marcou presença em 34 jogos: 23 na Liga Turca, nove na Liga Europa e dois na Supertaça da Turquia. Nos 3.060 minutos em campo, o guardião brasileiro sofreu 33 golos.
Confira o erro de Ederson:
Adepto das águias analisou importância do dérbi frente ao Sporting na luta pelo acesso à Liga dos Campeões da próxima temporada
18 Abr 2026 | 11:38 |
Camilo Lourenço defende a continuidade de José Mourinho no Benfica e alerta Rui Costa para não tomar decisões precipitadas em caso de um mau resultado no dérbi frente ao Sporting, sublinhando que não renovar com o 'Special One' é um "erro gravíssimo".
C. Lourenço: "Acho que Rui Costa está a cometer um erro gravíssimo"
"Espero que o Rui Costa não cometa o erro de despedir Mourinho se o Benfica perder com o Sporting. Quantas vezes é que Mourinho já disse que está disponível para continuar? ‘Ponham-me um contrato à frente que eu assino.’ Se eu fosse Rui Costa já lhe tinha posto contrato à frente. Acho que Rui Costa está a cometer um erro gravíssimo", disse ao jornal 'Record'.
O adepto das águias analisou a importância do dérbi frente ao Sporting na luta pelo acesso à Liga dos Campeões, sublinhando o impacto financeiro da competição para os clubes portugueses e a dependência do Benfica dessa receita: "É a Liga dos Campeões atualmente a principal fonte de receita não corrente por parte dos clubes portugueses. Isto quer dizer que dos três grandes um vai ficar de fora. E o risco maior, dada a época que fez até agora, é para o Benfica".
Sobre o cenário de falhanço europeu, alertou para as consequências diretas na gestão do plantel encarnado e na necessidade de vendas para equilibrar as contas: "Se ficar de fora da Champions, que provavelmente vai ficar, vai ter um problema complicado para a próxima época. Vai ter com certeza de vender um ou dois passes de jogadores para fazer face ao défice de tesouraria que vai ter por ficar fora da Champions League".
Na análise à política desportiva do clube, criticou a forma como o plantel tem sido construído: "O Benfica precisa de reaprender a escolher os jogadores e a potenciá-los. O problema é que não tem estado a gastar bem, razão pela qual tem tido estes desaires desportivos". Ao nosso Jornal, Camilo Lourenço já havia dito que "falta um Ljubomir Fejsa ao plantel" (Recorde AQUI).
Vários críticos têm apontado falta de controlo e organização na estrutura encarnada; Episódio junta-se a outras situações recentes que deram que falar
18 Abr 2026 | 11:09 |
Rui Costa está a ser fortemente criticado dentro do universo benfiquista após o episódio ocorrido no Estádio da Luz, considerado por vários membros dos órgãos sociais como uma situação embaraçosa para a imagem do Clube. Em causa está o apelo feito no intervalo do jogo com o Nacional para que os adeptos gritassem o nome da 'Norauto'.
Internamente, há quem veja este momento como um sinal de desgovernação na liderança do Presidente encarnado. O facto de a iniciativa não ter sido conduzida pelo habitual speaker do estádio aumentou ainda mais o desconforto e a estranheza em torno do que aconteceu, segundo o Correio da Manhã.
O mal-estar agrava-se, uma vez que a marca em questão não é um dos principais patrocinadores do Benfica, tratando-se antes de um parceiro inserido no programa comercial. A presença do CEO da empresa na tribuna presidencial também não passou despercebida.
Passados vários dias, continuam a surgir dúvidas sobre quem autorizou a ação e como foi possível a sua realização naquele contexto, com vários críticos a apontarem falta de controlo e organização na estrutura encarnada, liderada por Rui Costa.
O episódio junta-se a outras situações recentes em que Rui Costa tem sido alvo de críticas, nomeadamente os alegados insultos racistas de Gianluca Prestianni ou por não se impor quantos aos erros das arbitragens e queixas de José Mourinho em relação ao plantel.