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Exclusivo Glorioso 1904 - Treinador pode deixar o Benfica contra a vontade de Rui Costa
19 Mai 2026 | 16:39
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13 Nov 2024 | 16:38 |
Rui Águas comentou e fez observações sobre o Clássico entre Benfica e Porto. Numa noite em que se tornou histórica para os encarnados, a glória do Clube da Luz deixou elogios á resposta das águias face ao desaire em Munique, no seu espaço de opinião semanal 'Visão de golo' no jornal ‘A Bola’ desta quarta-feira, 13 de novembro.
"Reagir depois da má jornada europeia, defrontando um rival poderoso e com um histórico de visitante incómodo, não se percebia fácil. Tempos houve em que perder por um em Munique quase dava um festejo. Não foi este o caso como ficou claro e logo reconhecido", começou por escrever.
Rui Águas: O início dos jogos é, muitas vezes, definidor do que vem depois
"Posto isto, o início dos jogos é, muitas vezes, definidor do que vem depois. Assim sucedeu com o FC Porto. O Benfica a entrar forte para afastar o desconforto do jogo passado era a primeira tarefa, cumprida com acentuada clareza", prosseguiu.
"Depois de um nervoso e dividido começo, o Benfica comandava inspirado e chegava naturalmente à procurada vantagem. Do nada, no empate se escorregou, depois de uma interrupção do jogo infeliz, forçada por alguns. Uma ação pouco inovadora e nada refletida, que acabou por ser mais um teste exigente que viria a ser ultrapassado com brilho", destacou Rui Águas.
"Esta reação em duplicado do Benfica, à derrota em Munique e ao inesperado golo do empate no clássico, acabou por confirmar a saúde e força de uma equipa, capaz de mudar e vencer cenários adversos, com qualidade e personalidade coletiva que fará sempre diferença", referiu o antigo jogador.
Rui Águas: A comunicação tem, a cada dia que passa, um mais relevante e decisivo papel
"Para além do jogo jogado onde se vibra e se conquistam vitórias, a comunicação tem, a cada dia que passa, um mais relevante e decisivo papel. A mensagem para os adeptos, para que contem com uma reviravolta enérgica e mantenham o fundamental apoio, é obrigatória quando um jogo corre pior. As equipas pedem e precisam dos bons adeptos, aqueles que ajudam", escreveu Rui Águas.
"Também o diálogo e a interação dos jogadores ganha especial sentido. Independentemente das estratégias táticas definidas, sempre discutidas na praça, são eles que jogam e por isso é também deles a responsabilidade direta do que acontece de melhor ou pior em campo. É finalmente nestas ocasiões que os líderes naturais, se assumem e complementam a normal comunicação do treinador com os seus atletas" argumenta Rui Águas.
"Para além da liderança do treinador, fundamental, os grupos movem-se com a influência de vários dos seus elementos, que pela sua experiência ou natureza representam o apoio suplementar necessário, dentro e fora da relva. Relativamente a este tema, defendo que os verdadeiros capitães de equipa devem ser escolhidos mais pelas suas caraterísticas e personalidade e menos pelos serviços prestados ou pela antiguidade nos clubes. Esta ideia não retira o espaço dos menos líderes, mas cujas carreiras merecem respeito. Uma espécie de capitães honorários...", considera o histórico do Benfica.
"É difícil a quem está de fora, mesmo para os profissionais do fenómeno liderança, perceber os grupos unicamente pelo que demonstram em campo. No entanto, uma verdade se confirma: os grupos fortes revelam-se nos maus momentos e as reações dependem e retratam com pouca margem de erro a realidade e a dimensão das pessoas que fazem parte. Foi esta a face que a equipa do Benfica mostrou em campo e que determinou o triunfo no clássico", concluiu Rui Águas.
Numa altura em que apenas falta confirmar-se partida do Special One, Presidente das águias terá de avaliar possíveis opções para banco das águias
20 Mai 2026 | 09:21 |
Rui Costa vai ter uma decisão muito difícil para fazer nas próximas semanas. Pelo que se sabe, a saída de José Mourinho, apesar de estar num impasse, é praticamente certa, o que vai obrigar o Presidente a procurar um novo treinador para o Benfica. Agora, a escolha recai sobre várias opções em cima da mesa.
Segundo escreve o jornal Record, Rui Costa tem três possibilidades em cima da mesa: duas mais concretas e outra mais abrangente. Ou seja, pelo que o diário desportivo explicou, o Presidente das águias terá de optar por Marco Silva, Ruben Amorim ou, se nenhum dos candidatos anteriores der, por um treinador estrangeiro.
A mesma fonte assume que Ruben Amorim - que poderá continuar no estrangeiro -, assim como Marco Silva, a contas com uma proposta para renovar com o Fulham, ainda não foram abordados pelo Benfica. Caso nenhum dos treinadores seja o escolhido, a opção pode recair num estrangeiro que esteja livre no mercado.
Por outro lado, o Record aponta que já existe uma hierarquia nas opções em cima da mesa: Ruben Amorim é visto como o favorito, aquele que reúne toda a aprovação na Luz, no entanto, Marco Silva é visto como o treinador mais fácil de negociar. Contudo, o Benfica não vai abordar nenhuma das opções, uma vez que ainda não definiu o processo de substituição de José Mourinho.
Depois de duas experiências com treinadores portugueses, nomeadamente Bruno Lage e José Mourinho, a estrutura encarnada pode regressar à receita que apresentou em 2022/23, quando contratou Roger Schmidt. O técnico alemão teve impacto imediato na Luz, ao conduzir o Benfica à conquista do 38.º Campeonato Nacional.
José Mourinho prepara-se para deixar Clube da Luz nos próximos tempos, e ex-técnico do Sporting é uma das opções a ser avaliada pela Direção
20 Mai 2026 | 08:49 |
O Benfica não está nos planos de Ruben Amorim nos próximos tempos. Pelo que se sabe, um regresso a Portugal não faz parte das opções imediatas do treinador português, que prefere dar continuidade à carreira no estrangeiro, depois de orientar o Manchester United, clube que deixou há uns meses, devido à inconsistência dos resultados.
No entanto, como o jornal Record apontou na edição desta quarta-feira, 20 de maio, o técnico português é o favorito de Rui Costa para suceder a José Mourinho - ainda sem confirmar a sua saída -, mas terá a difícil tarefa de conseguir convencer o ex-técnico do Sporting de que o melhor passo é regressar a Portugal.
Por outro lado, o diário desportivo explica que Ruben Amorim, caso não receba nenhum convite que o convença, está disposto a iniciar a nova temporada sem treinar. Para contrariar a vontade de Rui Costa de o ter no Benfica, o técnico prefere continuar no estrangeiro, porque entende que necessita de provar a sua qualidade, após uma passagem negativa em Old Trafford.
Apesar de ser este o plano de Ruben Amorim, o Record aponta que o lado encarnado do português - um Benfiquista assumido - pode fazer com que o técnico de 43 anos mude de ideias caso seja abordado por Rui Costa. A vinda para o Benfica não seria vista como uma 'traição', uma vez que o ex-Sporting nunca afirmou que não iria treinar o clube do qual é adepto.
Assim, como a mesma fonte explica, Amorim é um nome consensual entre a estrutura encarnada. Por outro lado, o Record aponta que o Benfica ainda não estabeleceu qualquer contacto com Jorge Mendes a respeito de Marco Silva, uma outra hipótese em cima da mesa. Atualmente, o português está em final de contrato com o Fulham, mas tem uma proposta para renovar com os ingleses.
Dias depois da presença relâmpago do Special One no Seixal, ainda não existe uma comunicação oficial a respeito do seu futuro desportivo
20 Mai 2026 | 08:20 |
José Mourinho ainda não comunicou oficialmente a sua saída a Rui Costa. Pelo que se sabe, o treinador português tem arrastado a sua decisão de sair do Benfica, por detalhes que não estão relacionados com o Clube da Luz. Ao que tudo indica, o Special One aguarda por 'luz verde' da parte do Real Madrid nos próximos dias.
Segundo o que foi apurado pelo jornal Record, o setubalense já tomou a decisão de rumar ao colosso espanhol, contudo, ainda não a comunicou oficialmente à Direção encarnada, neste caso Rui Costa. Confirmada a partida de José Mourinho, por vontade do treinador, o Benfica espera receber uma quantia a rondar os 7 milhões de euros.
No entanto, o diário desportivo explicou que o arrastar deste processo está relacionado com as eleições no Real Madrid. Recorde-se que Florentino Pérez, face ao momento sensível do clube, convocou um ato eleitoral antecipado. Ora, as listas dos candidatos têm de ser entregues até sábado, 23 de maio e, caso o atual dirigente seja o único, o mesmo será automaticamente reeleito, o que dava 'luz verde' para Mourinho ser apresentado como o novo treinador dos blancos.
No entanto, o empresário deve avançar com uma candidatura, o que iria obrigar à marcação das eleições nos 15 dias seguintes ao fecho das listas, com a data máxima a ser 9 de junho. Contudo, o plano de Mourinho passa por viajar para a capital espanhola logo imediatamente ao último jogo do Real Madrid na La Liga, precisamente a 23 de maio.
De momento, ainda não há conhecimento de outros candidatos oficiais, contudo, Enrique Riquelme já informou que está a ponderar avançar com uma candidatura. Entretanto, no Seixal, o Special One já terá esvaziado o seu gabinete e despedido dos funcionários que trabalham no centro de treinos. A saída de Mourinho não é um tabu no Benfica, pelo que o Record sabe, e tem sido encarada sem dramas.
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19 Mai 2026 | 15:59