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Clube
30 Abr 2025 | 07:50 |
Depois de ter abordado a possibilidade da final da Taça de Portugal não ser no Jamor - palco que acabou por ser o eleito para a última etapa da prova rainha -, João Diogo Manteigas, num artigo de opinião publicado no Glorioso 1904, analisou agora o regulamento eleitoral do Benfica, apelando à "transparência e escrutínio" na eleições.
João Diogo Manteigas - Há que garantir transparência e escrutínio dos futuros processos eleitorais no Sport Lisboa e Benfica
O candidato à presidência do Clube da Luz começou por destacar as conquistas das águias na presente temporada: "Na presente época desportiva, o Sport Lisboa e Benfica já teve oportunidade para brindar os seus sócios, adeptos e simpatizantes com vitórias e conquistas. Quer no masculino, quer no feminino, já amealhámos taças da liga e uma liga no futebol e, quanto às modalidades, começámos a época em alta com algumas supertaças e ainda estamos a discutir, com muita expetativa e esperança à mistura, os finais dos campeonatos em curso. Ninguém desarma. Todos juntos. Lutar até ao fim".
"É verdade que estas conquistas constroem a grandeza desportiva do Glorioso e a exposição dos seus troféus no Museu Cosme Damião impõem recordação e celebração futuras", referiu o Sócio do Benfica. "Mas, enquanto os nossos atletas elevam o manto sagrado nos relvados e pavilhões dentro e fora da Luz, também os sócios concretizaram um enorme feito que ficará para a história do Sport Lisboa e Benfica: a nossa nova magna carta, a nossa nova constituição ... os nossos Estatutos do Sport Lisboa e Benfica renovados e atualizados", acrescentou João Diogo Manteigas.
"91% dos votos contados, representando essa percentagem 93% dos sócios votantes, exigiram mais democracia, transparência, pluralidade, igualdade e oportunidade. Eis o Sport Lisboa e Benfica! Formalizada a escritura notarial no passado dia 22 de abril e independentemente da análise ao documento a ser realizada pelas entidades competentes, deve a Direção do Clube focar-se, imediatamente e com a maior brevidade possível, na elaboração de uma primeira minuta de Regulamento Eleitoral para apresentação aos sócios que assim o exigiram ao abrigo dos artigos 49.º e 96.º dos Estatutos", atirou o conhecido Benfiquista.
João Diogo Manteigas - Não faltam cabeças. Só mesmo vontade em reunir e trabalhar
"Está nas mãos e controlo da Direção que é composta, atualmente, por um presidente e seis vice-presidentes. Não faltam cabeças. Só mesmo vontade em reunir e trabalhar", afirmou João Diogo Manteigas, que destaca a importância dos órgãos sociais do Clube "assumirem a gestão desportiva eclética".
"É importante ter em conta que os membros dos órgãos sociais do Sport Lisboa e Benfica não são apenas eleitos para assumirem a gestão desportiva eclética do Clube. É-lhes confiada a honra pelos sócios também para dar corpo e vida às intenções destes a um nível político interno. Há que garantir transparência e escrutínio dos futuros processos eleitorais no Sport Lisboa e Benfica mas, acima de tudo, aumentar os índices de democracia, igualdade e liberdade! De todos, um", concluiu João Diogo Manteigas, apelando à transparência.
Face ao processo que envolve antigo líder das águias e João Malheiro, Flora, viúva de lenda do Clube, foi chamada para prestar declarações
13 Mar 2026 | 18:40 |
Flora, a mulher de Eusébio, era para testemunhar hoje, dia 13 de março, na sessão do julgamento em que Luís Filipe Vieira é acusado de ter difamado João Malheiro, por declarações prestadas na CMTV, mas uma crise de ansiedade, quando se dirigia para o Tribunal de Loures, impediu que pudesse estar presente.
A defesa de Luís Filipe Vieira, que está a cargo do advogado de João Correia, pediu ao Tribunal que "que seja notificada a médica que emitiu o atestado constante dos autos, relativo ao estado de saúde de Flora para que certifique e ateste se a incapacidade desta testemunha é esporádica, momentânea, coincidindo com a data da audiência ou se padece de incapacidade grave".
Um requerimento que, em contrário aos desejos de Flora, acabou por ser recusado pelo respetivo juiz e ficou previsto que na próxima sessão, agendada para 14 de abril, às 14 horas, possa prestar esclarecimentos via whatsapp.
Relativamente à capacidade da viúva de Eusébio prestar esclarecimentos, o Tribunal remete para o "relatório médico no qual consta que a senhora não tem quadro demencial instalado", apontou o juiz, acrescentando que "o tribunal quando inquirir a testemunha, poderá desde logo aperceber-se se a senhora estará amnésica ou perturbada. Mas o Tribunal considera ouvir as declarações iniciais por parte da testemunha".
Perante a ausência de Flora, testemunha que o Tribunal considera ser determinante ouvir para aferir de que lado está a razão, na sessão desta sexta-feira, só se ouviram as declarações que Luís Filipe Vieira prestou. que Toni, antigo jogador e treinador do Benfica - que viu projeto especial a ser 'martelado' -, assim como o maestro António Vitorino D'almeida, já testemunharam a pedido de João Malheiro.
Depois de delicado processo, respetiva entidade chegou finalmente a uma conclusão face a projeto especial e Clube não perdeu tempo a pronunciar-se
13 Mar 2026 | 17:01 |
O Benfica lamenta "tantos entraves e reservas" por parte da ERC para com a Benfica FM, cujo licenciamento foi vetado. O Clube da Luz partilhou esta sexta-feira a contestação à decisão da entidade reguladora, que está já a ter "consequências negativas" a nível financeiro e económico à SAD encarnada.
"A projetada decisão assenta assim errados pressupostos, e deve ser revista", pode ler-se, num documento em que é detalhado todo o processo que levou à criação da Benfica FM, que só poderá ser ouvida online, confirmando-se este desfecho. As águias falam de uma "sucessão de circunstâncias invulgares e abusivas": "A ERC excede os seus poderes e coloca impedimentos e entraves onde estes não devem existir".
Adicionalmente, a estrutura encarnada enumera ainda "exigências intercalares, atrasos, contratempos, complicações e dilações", desde o registo da webrádio à alteração do domínio da 'Goal FM (Bombarral)' para 'Benfica FM (Bombarral)'.
"Perante todo o quadro factual e legal, que deverá ser devidamente iusvalorado, deverá ser produzida uma deliberação que não determine o indeferimento da referida modificação do projeto apresentado", prosseguiu o Clube, ao contestar.
"Só assim se ius tutelando devidamente a diversidade e pluralismo da oferta radiofónica nas respectivas áreas geográficas, assegurando-se uma programação diversificada e o direito a uma informação livre, plural e democrática", consta, por fim, no requerimento.
Depois de delicado processo, decisão da entidade chegou finalmente a uma conclusão e vice-presidente do Clube pronunciou-se
13 Mar 2026 | 15:34 |
A Entidade Reguladora para a Comunicação Social vetou a licença para a Benfica FM operar, o que faz com que esta só possa ser ouvida online. As águias contestaram esta decisão e acreditam que a situação será resolvida nas próximas semanas, até porque esta situação está a causar prejuízos à SAD encarnada, como refere José Gandarez, vice-presidente do Clube - que foi criticado por antigo dirigente - , revelando que o processo pode acabar em Tribunal.
José Gandarez: "Estamos orgulhosos da Benfica FM"
"Estamos orgulhosos da Benfica FM. É uma aposta muito grande que queremos continuar a fazer na nossa ligação aos adeptos e sócios mostrando os nossos conteúdos, a nossa vida e ecletismo. Nas primeiras duas semanas tivemos mais de 300 mil ouvintes. Estamos bastante felizes com a Benfica FM, mesmo com o constrangimento de ser só digital o que nos causa prejuízos elevados", disse, em declarações à BTV.
Ao desenvolver, o vice-presidente encarnado visou o mau 'timing' da entidade: "É um projeto sustentável que o Benfica acredita que em 3 ou 5 anos conseguirá ter receitas positivas, mas limitado ao digital, a nossa estrutura de custos não esta adequada à receita. E a ERC deveria ter a sensibilidade nos timings de decisão, no prejuízo que nos está a causar."
José Gandarez: "Não sei o que o Benfica fez de mal ou que mão invisível faz para termos esta decisão"
"Não sei o que o Benfica fez de mal ou que mão invisível faz para termos esta decisão, mas não tem respaldo jurídico e vivemos num estado direito democrático. Se está dentro da lei, o projeto tem de ser deferido", apontou o dirigente das águias, que considera incompreensível este indeferimento por parte da ERC.
"A decisão não faz sentido, por ser diferente da jurisprudência do passado da ERC. Penso que será a primeira vez que um contrato de associação está a ser negado. Antes de arrancar com o projeto, o Benfica viu os requisitos e o que apresentámos foi de acordo com a lei, cumprindo todos os requisitos."