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Martim Mayer lamenta a temporada do Benfica e desabafa: "Falhou os seus principais objetivos"
19 Mai 2026 | 11:52
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21 Set 2024 | 14:46 |
João Diogo Manteigas discursou em dia de Assembleia Geral Extraordinária do Benfica. O primeiro candidato às eleições da Presidência do Clube da Luz, que acontecem em 2025, apontou para o "dia histórico", mas deixou críticas à direção de Rui Costa.
"Benfiquistas, hoje é um dia histórico para o Sport Lisboa e Benfica. Chegou finalmente o dia em que vamos debater e votar o documento mais importante desde a nossa fundação. Passaram-se 14 anos da última aprovação de uns estatutos que não estão à altura do nosso Clube", começou por afirmar o jurista português.
"Na realidade: fizeram-nos esperar tempo demais para esta revisão estatutária"
"Na realidade: fizeram-nos esperar tempo demais para esta revisão estatutária; o processo não foi transparente conforme se exige no Sport Lisboa e Benfica; e foram ultrapassados prazos estatutários. E até foram disponibilizados publicamente dados privados dos Sócios sem autorização. Ainda assim, hoje começa um novo futuro para o Sport Lisboa e Benfica", disse o candidato a Presidente do Clube encarnado, 'apontando o dedo' pela decisão tardia.
"Apelo a todos os sócios que aprovem a proposta global a apresentar no 1. ponto da assembleia. Sabemos que não é a proposta perfeita, mas não há tempo a perder! É um passo em frente que nós vamos poder melhorar na discussão individual de todos os artigos, como por exemplo: alteração do número de votos por categoria de sócio; o papel das casas; a criação de uma assembleia geral para discutir a época desportiva; implementar a necessária 2 volta nos atos eleitorais", continuou.
"Caros Benfiquistas, não há Benfica sem voz e poder dos sócios! Não há Benfica sem democracia! Desejo a todos um dia à Benfica! Viva o Glorioso! Viva o Sport Lisboa e Benfica!", concluiu João Diogo Manteigas.
Vale destacar que o primeiro ponto da proposta geral de revisão dos Estatutos foi aprovada por maioria durante a manhã deste sábado, 21 de setembro, na Assembleia Geral Extraordinária do Benfica. Os trabalhos irão retomar após a pausa para almoço, existindo mais pontos a serem analisados pelos Sócios juntos da direção de Rui Costa.
Semanas depois do anúncio da compra da participação que pertence ao Rei dos Frangos, águias podem vetar transação com fundo norte-americano
20 Mai 2026 | 14:53 |
A Administração do Benfica, liderada por Rui Costa, está a ponderar bloquear a venda das ações de José António dos Santos a um fundo norte-americano. Perante as informações recolhidas pela imprensa nacional, em causa está o conflito de interesses, onde Tim Leiweke conta com participações em outros emblemas europeus.
Segundo avançou a Agência Bloomberg, representantes do Benfica já terão notificado a equipa de Tim Leiweke de que a SAD encarnada pode de facto acionar em breve o artigo 13 dos Estatutos do Clube, o que iria bloquear a compra das ações em questão. A instituição entende que o investidor poderá ter interesses concorrentes, ao que explicou a mesma fonte.
"Aquisição, direta ou indireta, de ações representativas de mais de 2% (dois por cento) do capital social da Sociedade por uma entidade concorrente, devendo um eventual posterior reforço da posição acionista, de forma direta ou indireta, ser sujeito ao mesmo processo de aprovação caso as ações a adquirir representem mais de 2% (dois por cento) do capital social da Sociedade", pode ler-se no artigo 13 dos Estatutos do Benfica.
Recorde-se que não seria a primeira vez que o emblema encarnado seria obrigado a recorrer a este artigo. Um episódio semelhante aconteceu em 2021, quando o Benfica acionou esta alínea para bloquear a venda de ações da SAD a outro investidor norte-americano, na altura, o empresário John Textor.
O plano de Tim Leiweke passava por adquirir a percentagem de 16,4 por cento que está nas mãos de José António dos Santos, maior acionista privado da Benfica SAD. A operação seria conduzida através do seu fundo de investimento, o Entrepreneur Equity Partner, cujo foco estratégico passa precisamente por construir uma rede de participações minoritárias no futebol europeu.
Através de uma publicação, feita nas redes sociais, antigo diretor de comunicação dos encarnados mostrou-se aliviado pela decisão do tribunal
20 Mai 2026 | 13:54 |
João Malheiro, conhecido jornalista e antigo diretor de comunicação do Benfica, pronunciou-se sobre a sua vitória judicial frente a Luís Filipe Vieira. Numa publicação feita nas redes sociais, o comunicador mostrou-se satisfeito com a decisão do tribunal, afirmando que foi "feita justiça" depois das declarações feitas pelo ex-presidente das Águias.
João Malheiro: "No dia seguinte, em direto, olhos nos olhos, na televisão, disse-lhe que ia avançar com um processo-crime"
"Em 2022, Luís Filipe Vieira, ex-presidente do Benfica, numa entrevista televisiva, fez considerações sobre mim que reputei ignóbeis", escreveu o jornalista e comentador da CMTV, na publicação que fez nas redes sociais, a dar conta do sucedido entre si e o antigo presidente dos Vermelhos e Brancos.
"No dia seguinte, em direto, olhos nos olhos, na televisão, disse-lhe que ia avançar com um processo-crime. Foi o que fiz", acrescentou João Malheiro, dando conta da sua decisão em avançar com uma ação legal contra o ex-dirigente das Águias, por declarações difamatórias contra a sua pessoa, na entrevista em questão.
João Malheiro: "Um único comentário: foi feita justiça!"
"Hoje, conheceu-se a sentença. Foi condenado a uma multa durante 160 dias e a uma indemnização. Por respeito à memória de Eusébio, por respeito aos sócios e adeptos do Benfica, até porque o réu foi presidente da maior instituição desportiva nacional e uma das poucas míticas a nível mundial, um único comentário: foi feita justiça!", concluiu João Malheiro.
Recorde-se que Luís Filipe Vieira foi considerado culpado no processo avançado por João Malheiro. Na leitura da sentença, o antigo presidente do Benfica foi ordenado a pagar uma indenização ao jornalista, na ordem dos 6 mil euros. Além disso, o empresário também terá de pagar 50 euros ao Estado, durante 160 dias.
Após alegações finais, tribunal acedeu ao pedido feito pelo Ministério Público, que considerava antigo dirigente das águias culpado dos seus atos
20 Mai 2026 | 09:52 |
Luís Filipe Vieira foi condenado no processo em que foi acusado de difamar publicamente João Malheiro. Pelo que foi revelado na sentença do julgamento que opôs o ex-presidente e antigo diretor de comunicação do Benfica, o antecessor de Rui Costa foi ordenado a pagar cerca de 6 mil euros ao conhecido jornalista.
Na tarde da passada terça-feira, 19 de maio, ficou conhecido o desfecho do processo que já se arrastava há alguns meses, em que João Malheiro apresentou uma queixa contra Luís Filipe Vieira, com base nas declarações que o ex-presidente proferiu em 2022, que denegriram a imagem pública do jornalista português.
Ainda a respeito da sentença, Luís Filipe Vieira, além de ter de pagar a dita indenização a João Malheiro, por comentários difamatórios sobre a forma como o jornalista foi prejudicado na saúde de Eusébio, foi igualmente condenado a pagar 50 euros ao Estado, durante 160 dias.
Segundo escreveu o jornal Record, já depois da sessão onde decorreram as alegações finais do julgamento, Luís Filipe Vieira e João Malheiro voltaram a estar frente a frente, com o ex-dirigente a apontar mais acusações, afirmando que o jornalista "bebia e muito" e que "por vezes, não estava em condições de estar no Benfica" por "estar bastante embriagado".
Luís Filipe Vieira, como se sabe, foi levado a tribunal devido às declarações que teve a respeito de João Malheiro. Numa entrevista concedida em 2022, o ex-presidente colocou em causa a amizade entre o antigo diretor de comunicação e Eusébio, afirmando que o mesmo alimentava o vício do pantera negra, apesar de saber que o mesmo "estava dependente do uísque". "Eram almoços de 3, 4, 5 horas. Se fossem amigos, não o deixavam beber", questionou Vieira na altura.