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Futebol
07 Jul 2026 | 15:37 |
Thiago Almada já esteve na mira do Benfica antes de rumar ao Atlético de Madrid. No mercado de verão de 2025, os encarnados acompanharam atentamente a situação do médio, mas acabaram por perder a corrida para os colchoneros. Agora, o médio pode mesmo vestir de vermelho e branco.
Segundo o diário Olé, o River Plate deu um passo importante para assegurar a contratação de Thiago Almada, depois de alcançar um acordo verbal com o Atlético de Madrid para a compra de 50% dos direitos económicos do internacional argentino por 20 milhões de euros.
Apesar do entendimento entre os clubes, o negócio ainda depende da decisão do jogador de 25 anos. Almada pretende definir o futuro apenas após a participação da Argentina no Mundial de 2026, embora o River já tenha apresentado uma proposta de contrato de longa duração e esteja otimista quanto ao desfecho das negociações.
Caso a transferência se concretize, Thiago Almada tornar-se-á um dos reforços mais sonantes desta janela de mercado, numa operação que levou o River Plate a suspender as negociações por Ángel Correa e Giovanni Simeone enquanto aguarda a resposta final do médio argentino. O extremo pode tornar-se companheiro de Nicolás Otamendi nos "Los Millionarios".
Em 2025/26, ao serviço do Atlético de Madrid, Thiago Almada - avaliado em 15 milhões de euros - participou em 40 encontros: 27 na La Liga, sete na Liga dos Campeões, cinco na Taça do Rey e um na Supertaça. Nos 1.705 minutos em que esteve em campo, apontou quatro golos e duas assistências.
Derrota para a Espanha revoltou o antigo internacional que, em conversa com o central, criticou a atuação da Seleção Nacional na competição
07 Jul 2026 | 14:47 |
A eliminação de Portugal nos oitavos de final do Mundial 2026 continua a gerar reações e Ricardo Quaresma mantém-se entre as vozes mais críticas da prestação da seleção nacional. Após a derrota frente à Espanha, o antigo internacional português voltou a manifestar o seu descontentamento, desta vez num debate com Rúben Dias.
Quaresma discute com Rúben Dias após eliminação de Portugal: "Acho que podiam dar muito mais"
O defesa-central foi convidado a comentar o encontro durante uma emissão da LiveMode TV e começou por destacar a qualidade da exibição da equipa das quinas, considerando que Portugal esteve perto de conseguir outro desfecho: "Da minha experiência na Seleção, de jogar contra a Espanha, provavelmente foi um dos jogos mais conseguidos que fizemos. Senti que tivemos momentos em que, mais cedo ou mais tarde, íamos quebrá-los. Frustração por sentir que tínhamos pernas para mais", afirmou.
Ricardo Quaresma, também presente na conversa, mostrou-se em total desacordo com a análise de Rúben Dias e defendeu que a seleção portuguesa ficou muito aquém do potencial que possui: "Não concordo muito com o que estás a dizer. Desde o início até agora, acho que podiam dar muito mais. Estão num patamar muito elevado e quase todos vós são considerados dos melhores do mundo e acho que, com a qualidade e com o talento que têm, podiam dar muito mais. A Espanha é uma boa seleção, é. Mas temos seleção suficiente para ganhar à Espanha", afirmou o antigo extremo.
Perante as críticas, Rúben Dias respondeu, defendendo que a principal dificuldade da seleção portuguesa passa pela ausência de uma identidade coletiva tão vincada como a da congénere espanhola: "Tu passaste tempo suficiente neste contexto para entender tudo o que rodeia uma seleção e as diferentes personalidades e mentalidades de cada um, a tentarem juntar-se. Acho que é sabido que, em Portugal, temos muito boas individualidades, mas não temos, na nossa grande essência, um conceito de jogo como, por exemplo, a Espanha. Em Espanha, toda a gente que sai da nova fornada pensa da mesma forma", começou por explicar.
O internacional português prosseguiu, sublinhando que o futebol moderno exige muito mais do que talento individual: "Eu sei que, no teu papel, sempre foste um jogador mais virtuoso, com a missão de vencer o teu um para um. Mas, quando falamos de jogar bem, é muito mais do que essa virtuosidade e esse confronto direto. Passa por conseguirmos ter a bola, não andar o jogo todo a correr, gerir a energia e sermos eficazes. Faz parte ter paciência e procurar o equilíbrio. Não é fácil, porque cada jogador pensa de forma diferente. Ainda assim, concordo que temos de aproveitar melhor a qualidade dos colegas", concluiu.
Veja a discussão entre Quaresma e Rúben Dias:
Extremo do Benfica teve papel fundamental na vitória da Noruega sobre o Brasil com duas assistências para o jogador do Manchester City
07 Jul 2026 | 14:03 |
Andreas Schjelderup teve um papel decisivo na vitória da Noruega sobre o Brasil, por 2-1, nos oitavos de final do Mundial 2026. Lançado ao intervalo, o extremo do Benfica assinou as duas assistências para os golos de Erling Haaland, desempenhando um papel determinante no apuramento da seleção nórdica para os quartos de final.
Schjelderup: "Melhor ponta de lança do mundo..."
No final da partida, o jogador das águias não escondeu a admiração pelo companheiro de seleção e deixou rasgados elogios ao avançado do Manchester City. "Haaland é um monstro. Estamos a falar do melhor ponta de lança do mundo. Basta passar-lhe a bola sem pensar duas vezes e ele marca. Fico feliz por ser norueguês e jogar por nós. Com ele, temos um jogador capaz de decidir qualquer jogo. Todo o mérito para o Erling", acrescentou.
Schjelderup e Oscar Bobb foram lançados ao intervalo, rendendo Antonio Nusa e Alexander Sørloth, numa alteração que acabou por mudar o rumo do encontro. O extremo benfiquista mostrou-se satisfeito por ter contribuído de forma decisiva para uma das maiores vitórias da história recente da seleção norueguesa.
"Estou pronto sempre que precisarem de mim e foi fantástico poder contribuir. É uma sensação incrível estar nos quartos de final do Mundial. Estamos muito felizes e ansiosos pelo próximo jogo", afirmou. O triunfo frente ao Brasil é apontado como um dos momentos mais marcantes da história do futebol norueguês, sendo comparado à vitória, também por 2-1, alcançada sobre a seleção canarinha no Mundial de 1998.
Schjelderup revelou ainda a emoção que sentiu ao viver um momento semelhante ao que os pais testemunharam há quase três décadas: "Os meus pais estiveram nesse jogo em França. Que sensação poder participar nisto. É um sonho tornado realidade", confessou o jogador do Benfica, já depois de celebrar a qualificação com a família no final da partida.
Caso que envolveu diretor dos encarnados conheceu um novo desenvolvimento e a decisão está a dar que falar no futebol português
07 Jul 2026 | 13:46 |
O polémico jogo entre Famalicão e Benfica voltou a marcar a atualidade, desta vez devido à decisão do Conselho de Disciplina relativamente ao árbitro Gustavo Correia. O juiz portuense foi alvo de uma repreensão depois de se concluir que incluiu no relatório oficial factos que não correspondiam à realidade sobre o comportamento do diretor-geral encarnado, Mário Branco, num episódio que gerou forte controvérsia.
No relatório do encontro, Gustavo Correia escreveu que Mário Branco o insultou com as palavras "Filho da p*! Vocês são uns filhos da p***!"** e acrescentou ainda que o dirigente do Benfica teria tentado aproximar-se fisicamente da equipa de arbitragem, sendo impedido pelos assistentes de recinto desportivo e pela polícia. A mesma versão foi igualmente corroborada pelo delegado da Liga, João Ledo.
Contudo, durante o processo disciplinar, o Conselho de Disciplina analisou as imagens do sistema de videovigilância do Estádio Municipal de Famalicão e chegou a uma conclusão diferente. As gravações demonstraram que Mário Branco nunca se aproximou da equipa de arbitragem nem foi travado por qualquer elemento policial ou assistente de recinto, contrariando uma parte importante do relatório elaborado pelo árbitro.
Perante as imagens, Gustavo Correia reconheceu o erro. O árbitro admitiu que "após visualização das imagens CCTV, se verificou que o agente desportivo Mário Branco não foi um dos elementos afastados pelos elementos da força policial e assistentes de recinto desportivo, admitindo ter incorrido em lapso quanto à sua identificação". O Conselho de Disciplina concluiu, por isso, que o juiz "não atuou com o grau de rigor, exatidão e diligência que lhe era exigível no exercício das suas funções, permitindo que fossem relatados e concretizados factos que vieram a revelar-se desconformes com a realidade objetivamente apurada", aplicando-lhe uma repreensão.
Já João Ledo acabou absolvido. O delegado explicou que elaborou o relatório com base naquilo que observou e também na sua experiência, afirmando que presumiu que Mário Branco se tivesse dirigido ao árbitro porque "quem profere tais expressões injuriosas não pode ficar estático". Apesar de Mário Branco ter cumprido uma suspensão de 25 dias pelos insultos dirigidos ao árbitro, o processo terminou com uma censura formal a Gustavo Correia devido às incorreções identificadas no seu relatório.