Futebol
Antigo alvo do Benfica, que deu nega a Rui Costa, pode estar caminho do Brasil
09 Jan 2026 | 16:26
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16 Jun 2025 | 07:12 |
Bruno Lage marcou presença na sala de imprensa, na madrugada desta segunda-feira 16 de junho, para fazer a antevisão ao duelo do Benfica com o Boca Juniors, a valer para a jornada 1 da fase de grupos do Mundial de Clubes. O encontro está agendado para as 23h00 de hoje, no Hard Rock Stadium . Confira tudo o que disse o técnico aos jornalistas.
Qual a importância da presença do Benfica neste Mundial e como perspetiva este jogo?
"A nossa perspetiva é sentirmos a importância da competição e o prestígio que podemos trazer para o clube. É um enorme prazer com que aqui estamos e a nossa intenção é fazer um grande jogo e vencer o primeiro jogo da competição".
Sobre Carreras:
"Primeiro, tem de haver uma proposta que o Benfica chegue a acordo. Independentemente de quem seja o jogador, os clubes têm de chegar a acordo. Vejo qualquer jogador do Benfica, a partir do momento em que tem o rendimento do Álvaro, a poder jogar em qualquer equipa. O Álvaro não será o primeiro jogador que sai do Benfica e que se impõe em qualquer clube europeu. Não queria falar do Álvaro, mas nos últimos 10, 15 anos qualquer jogador que tenha saído do Benfica, português ou estrangeiro, tem tido essa capacidade de se impor em diferentes países e diferentes clubes".
O Bayern já deu hoje uma amostra de poderio ao vencer 10-0 o Auckland. Este jogo com o Boca é decisivo?
"Sim, é um jogo importante. Mas estamos numa competição curta. É dessa forma que estamos a encarar esta competição. Temos 3 jogos, à semelhança de um Campeonato do Mundo, e sabemos o quanto é importante a conquista de pontos. Amanhã é muito importante vencer, conhecemos o adversário, analisámos o Boca, assim como algumas equipas do atual treinador. Isso é o mais importante para amanhã vencermos o jogo e conquistarmos os 3 pontos".
Análise ao Boca:
"Vai ser um jogo muito competitivo. Tivemos a oportunidade de analisar o Boca. Antes jogava com um 4-4-2 losango, acreditamos que amanhã seja um 4-4-2 tradicional. A nossa questão é tentar perceber se jogam com 2 avançados ou com um homem por trás do avançado. O ponto importante do Boca é jogar como equipa. Jogam juntos, compactos. É uma equipa aguerrida. Temos de dar o nosso melhor. Vamos jogar contra uma grande equipa. O Boca também sabe que vai jogar contra uma grande equipa. Perspetivo que seja um grande jogo".
Já aqui falámos do Carreras, podemos falar do Otamendi e outros. Como é que se gere todas estas sensibilidades? Imagino que o Carreras poder sair para o Real Madrid, mexe com o psicológico do jogador?
"É realmente uma pergunta interessante. A nossa forma de encarar este troféu tem de ser semelhante àquilo que é o estado de espírito que os jogadores têm ao serviço da seleção. Para nós, não é final de época, nem inicio da próxima. É encarar isto como competição. Que os jogadores estejam concentrados no que podemos fazer. Esta equipa tem ao longo da época passada jogado como equipa. Cada um corre pela equipa, pelo colega, por isso não vão deixar de o fazer, apesar de algumas situações que ainda estão em aberto por causa do mercado".
Importância do público:
"Também temos esse lado positivo de ter adeptos em todo o lado. Acredito que vamos ter imensos adeptos do Benfica a apoiar. A nossa perspetiva é encontrar o Boca a jogar em 4-4-2. Uma equipa sólida, compacta e muito aguerrida, com velocidade nas alas e dinâmicas interessantes com os dois homens da frente. Há um fator em consideração. Vai ser um grande jogo, mas precisamos de ter em equação as condições climatéricas. É a grande questão para o jogo. As duas equipas encaram a oportunidade de se mostrarem ao mundo, dos jogadores poderem mostrar e representar o clube ao mais alto nível. Vamos ter esse desafio de jogar às 6 da tarde, com calor e humidade".
Amanhã vai ter o apoio dos adeptos, mas entre eles estará João Félix. Se o encontrar, acha que o convence a ir para o Benfica?
"O João já tem falado sobre essa situação. Todos eles gostam de voltar ao Benfica, agora temos de criar a oportunidade e depois eles demonstrarem a vontade em vir para o Benfica. Têm de se juntar as duas vontades. A questão financeira é muito importante. Ele saiu por 120 milhões de euros e tem de ter um custo de empréstimo ou a percentagem do passe. Do outro lado, há também o salário do jogador. A vontade há muita e a questão financeira também conta".
Partida com o Boca pode definir o grupo? Diferença de golos...
"É uma competição curta. O Boca sabe que vai jogar contra uma grande equipa. Temos jogadores argentinos que foram campeões mundiais. Já nos passaram informações sobre o Boca preciosas. O Di María começa o jogo".
Ao longo da semana, temos acompanhado os treinos do Benfica e o discurso dos jogadores tem sido sempre de jogo a jogo. Qual é para si, ou onde seria satisfatório chegar na competição?
"Nós temos de ter a preocupação de entrar com enorme ambição nesta competição. Tem acompanhado os treinos e tem sentido o que temos sentido, o calor. Tem de ser um fator importante de adaptação. A última vez que estive junto com a equipa foi há cerca de 2 ou 3 semanas. Muitos chegaram das seleções e temos de olhar para eles e perceber, numa competição curta, quais nos podem dar energia imediata e rendimento próximo do que tínhamos há 3 semanas. A nossa abordagem ao jogo é encarar a competição dessa forma. Depois, temos uma ambição enorme de passar a fase de grupos e condições como estas, a nossa forma de jogar, se passarmos a fase de grupos, temos de ser determinados e ter compromisso muito grande, podemos fazer uma boa campanha. Será um jogo muito interessante o de amanhã. Temos de ser competitivos e depois podemos fazer a nossa caminhada".
Domínio europeu?
"Essa é a pergunta que discutem há 20 ou 30 anos e eu não sei responder ao dia de hoje. Daqui a um mês vamos poder responder. Já tive experiências em diferentes continentes. As condições climatéricas mudam o jogo. É o mesmo jogo, as mesmas regras, mas as condições climatéricas e os horários transformam o jogo. Será interessante acompanhar. São muitas equipas e culturas. Até temos o sangue quente argentino e o sangue quente turco, vai ser importante perceber. É um jogo interessante. O Boca é uma grande equipa e nós também. Muitos dos jogadores têm um histórico muito grande. Temos campeões do Mundo. Temos portugueses que recentemente venceram a Liga das Nações. Vai ser um de muitos jogos interessantes no Mundial. Essa questão será respondida mais à frente".
Belotti e Renato Sanches vão ficar na próxima época?
"Nós estamos a encarar esta competição neste sentido. O passado ficou para trás, a próxima época não está incluída neste momento. O que lhe posso garantir é que só a saída do Di María está confirmada. Este não é o momento para falar no futuro. Ele está a ser preparado. E está identificado o que precisamos para apresentar uma equipa e plantel de enorme qualidade".
Lateral-direito:
"Por isso é que viemos mais cedo. Tínhamos um grupo de 10, 11 jogadores que estiveram connosco e que estiveram na seleção. Chamámos alguns jogadores da equipa B e de juniores para os conhecermos melhor. Foi o primeiro grande objetivo atingido desde que estamos cá. Sabemos o que queremos, qual é a qualidade da exigência que temos de ter. Não nos quisemos precipitar. Há vagas no plantel que têm de ser preenchidas. A do lateral-direito tem de ser uma delas. Quem entrar terá de ser um jogador de qualidade. Há que ter um 11 de qualidade, mas melhor do que o 11 é o plantel. Daqui a 5 semanas, ou um pouco mais, temos de estar a competir para atingir objetivos muito importantes: a Supertaça, o acesso à Liga dos Campeões e as primeiras jornadas. Temos de ter uma entrada no campeonato diferente do que no ano passado".
Antigo treinador dos encarnados analisa a saída do lateral internacional português, que está próximo de voltar ao clube da Catalunha
09 Jan 2026 | 17:52 |
Norton de Matos, primeiro treinador de João Cancelo em contexto sénior, considera que a escolha do internacional português em regressar ao Barcelona é sobretudo desportiva. Para o técnico, aos 31 anos, Cancelo continua focado em competir ao mais alto nível, algo que, na sua perspetiva, o futebol europeu garante melhor do que o campeonato saudita, apesar do forte investimento financeiro realizado naquele país.
“A Arábia Saudita não é de alto nível”
"A Arábia Saudita é fantástica, a nível financeiro, mas o seu campeonato ainda não pode ser considerado de alto nível. E para jogadores que, como o João, já atingiram uma certa independência económica, resta-lhes o gosto de continuar a jogar ao mais alto nível. A Arábia Saudita não é de alto nível... ainda", nota o treinador, que, "há muitos anos", recusou uma proposta saudita por entender não existir a competitividade que considera fundamental.
"O João tem uma maturidade extraordinária. Se, com 17 anos, já era um dos melhores do mundo, hoje, com 31, continua num patamar top a nível mundial", defende, acrescentando: "O futebol precisa de jogadores como o João Cancelo, jogadores que criem, que tenham espontaneidade e imprevisibilidade. É um jogador fora da caixa, pois encontra soluções onde outros não conseguem. Num futebol tão 'standartizado', tão amarrado, jogadores como o João são essenciais, levam espetadores ao estádio."
“Jogadores sabem que a Europa tem o melhor futebol”
O antigo selecionador da Guiné-Bissau, tentando encontrar uma explicação para o facto de o futebol saudita não ser ainda tão competitivo, reitera: "Apesar da abertura demonstrada nos últimos anos, aquele ambiente é muito específico. Há famílias que não conseguem adaptar-se. Por isso, há futebolistas que estão em Inglaterra e que, perante propostas mirabolantes, recusam-se a ir, pois querem estar na Europa e sabem que a Europa tem o melhor futebol do mundo. Jogos altamente competitivos todas as semanas, em campeonatos bem organizados, com jogadores fantásticos".
Para o final, Norton de Matos deixou um último aspeto que terá pesado na decisão de João Cancelo trocar o Al Hilal pelo Barcelona - o Campeonato do Mundo do próximo verão. "Vai querer chegar ao Mundial na melhor forma possível, em termos físicos, técnicos e mentais. Isso só se adquire jogando com regularidade. Algo que não estava a acontecer. Para ir em ótimas condições tem que jogar, não basta treinar e ficar de fora. Jogando no Barcelona, vai chegar ao Mundial top a nível físico e top a nível mental", assegura o experiente treinador, concluindo com mais uma lista de elogios ao antigo pupilo.
Numa entrevista, concedida à imprensa inglesa, ex-futebolista argentino falu do período em que trabalhou ao lado do Special One, no Inter de Milão
09 Jan 2026 | 17:21 |
Javier Zanetti recordou a temporada de sonho que viveu ao lado de José Mourinho. Numa entrevista recente, o antigo futebolista italiano falou sobre a passagem do atual treinador do Benfica pelo Inter de Milão e abordou o segredo por detrás da conquista do triplete dos nerazzurri.
Javier Zanetti: “Um dos melhores”
Em declarações ao Daily Mail, o antigo camisola 4 do Inter de Milão fez uma retrospetiva da sua carreira e abordou o período em que trabalhou com José Mourinho — que prepara o duelo com o Porto —, deixando uma certeza sobre o Special One: “Um dos melhores”.
“Ganhámos tudo com ele, mas, para além das vitórias, destacavam-se a sua personalidade, a sua habilidade, a sua inteligência e a sua capacidade como treinador. Ele foi muito importante na minha carreira”, acrescentou Zanetti, ao recordar a época em que o emblema de Milão conquistou a Serie A, a Taça de Itália e a Liga dos Campeões.
Javier Zanetti: “Disse-me que queria que eu fosse para o Manchester United e eu agradeci-lhe”
Na mesma entrevista, o antigo internacional argentino recordou ainda uma conversa que teve com o Special One, revelando um pedido feito pelo técnico na altura: “Encontrámo-nos num aeroporto. Ele disse-me que queria que eu fosse para o Manchester United e eu agradeci-lhe”.
“O Manchester United é um dos clubes mais importantes do mundo e Ferguson é um dos treinadores mais importantes da história do futebol, mas disse-lhe que a minha carreira futebolística seria no Inter, que queria jogar por eles até ao fim. E ele compreendeu isso”, concluiu Javier Zanetti, em entrevista ao Daily Mail.
No rescaldo da eliminação na Taça da Liga, treinador português pretende dar uma resposta à altura no Clássico frente aos dragões
09 Jan 2026 | 16:51 |
José Mourinho orientou mais um treino, com vista ao jogo frente ao Porto, e voltou a contar com vários jovens da formação. Tal como tem referido em diversas ocasiões, o técnico encarnado está decidido a apostar nos jovens talentos que têm surgido no Benfica Campus.
Segundo deu conta o jornal A Bola, na edição desta sexta-feira, 9 de janeiro, o treinador português contou com uma mão cheia de jovens atletas, com a aposta a começar desde logo na baliza, através da presença de Arnas Votinovicius, que renovou recentemente com o Benfica.
Além do jovem lituano, que tem sido chamado para render o lesionado Samuel Soares, José Mourinho contou ainda com os defesas Rui Silva e João Fonseca, bem como com o médio defensivo Martim Ferreira, que também pode atuar como defesa-central.
As chamadas não se ficaram por aqui. O campeão do mundo de sub-17, Miguel Figueiredo, também integrou a sessão de trabalhos, ao lado de nomes como Tomás Soares e Stevan Manuel. O ponta-de-lança Jelani Trevisan foi o último atleta a marcar presença no treino.
Recorde-se que o Benfica procura virar a página após a eliminação diante do Braga, na meia-final da Allianz Cup. O próximo compromisso das águias será a contar para a Taça de Portugal, no dia 14 de janeiro, com uma deslocação ao Dragão para defrontar o Porto.
Antigo alvo do Benfica, que deu nega a Rui Costa, pode estar caminho do Brasil
09 Jan 2026 | 16:26