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Atleta formado no Benfica desolado após o Estoril - Porto: "É uma frustração"
13 Abr 2026 | 15:49
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04 Dez 2025 | 14:46 |
José Mourinho esteve à conversa com os jornalistas, em conferência de imprensa de antevisão ao Benfica - Sporting, a contar para a 13ª. jornada da Liga Portugal Betclic. O treinador encarnado não quis abrir o jogo sobre algumas decisões táticas, mas falou da greve das arbitragens e das palavras de Rui Borges. Confira, em baixo, tudo o que disse o timoneiros das águias.
Que Benfica é que os adeptos podem esperar amanhã?
"[risos] Um Benfica que quer ganhar, que respeita o seu adversário como respeita todos. Mas um Benfica que quer ganhar".
O Benfica é comparado a um Ferrari pelos adeptos. Nesse sentido, e tendo em conta as boas exibições recentes, o motor começa a carburar?
"Agora guio um BMW que o Benfica me deu... Devo fazer publicidade à BMW e não à Ferrari. Fazendo jus à minha fama e proveito de ser forreta, o Ferrari ofereceram-me. Nunca o compraria. Ganhámos os últimos três jogos, sim, o primeiro dos quais contra uma equipa de uma divisão inferior. Acho que fizemos um jogo bem conseguido no Ajax de acordo com os nossos objetivos para esse jogo, de acordo com as nossas caraterísticas e limitações. E no último, contra o Nacional, tenho a certeza que se em vez de sermos nós tivesse sido outra equipa portuguesa a fazer o jogo que fizemos, a amassar como amassámos, a criar como criámos, tenho a certeza que teriam tido direito a comentários absolutamente fantásticos, falando de um nível avassalador, da qualidade de jogo, de super recorde, de remates. Acho que fizemos um jogo muito bem conseguido com uma equipa que nos criou, obviamente, dificuldades por ter sido uma equipa que defendeu tanto e bem. Três vitórias de seguida é positivo, é bom, mas não me faz nem a mim nem a nenhum de nós perder o controlo, a tranquilidade ou a humildade, que começa a ser uma caraterística na nossa equipa. É uma equipa que trabalha como equipa, festeja como equipa, sofre como equipa, e isso é um passo importante"
Fez ontem 25 anos do primeiro dérbi de Mourinho, que festejou de maneira efusiva. De lá para cá, já jogou talvez centenas de dérbis em vários países. Mas um dérbi é sempre um dérbi. Como é que se vivem estes dias?
"Normal. Não vou dormir pior hoje do que uma noite que anteceda um não-dérbi, não fui mais detalhista no trabalho por ser um dérbi ou um não-dérbi. O que tivemos esta semana foi a possibilidade de ter mais tempo de trabalho, porque normalmente jogamos e temos jogo passado dois ou três dias. Neste caso, depois do Nacional, houve mais tempo. De resto, com maior tranquilidade. Já joguei uma infinidade de dérbis em todos os países, mas não creio que isso seja nem positivo nem negativo. Não é negativo porque não me retira a vontade de jogar um novo dérbi, não é negativo porque me retira alguma da emoção que precisas para jogar estes jogos, e positivo no sentido de déja-vu e ser muito difícil que aconteça algo que nunca te aconteceu na carreira. Mas normal..."
O Benfica joga em casa e, em teoria, na Luz tem vantagem. Mas o Benfica já perdeu seis pontos jogando em casa. Considera haver uma dívida para com os adeptos?
"Há sempre dívida. Principalmente quando, às vezes, possa parecer que a atitude da equipa não é condizente com o amor de milhões de benfiquistas. Nesse sentido sim. No sentido de perder jogo, perder pontos, não jogar o jogo que os adeptos possam estar à espera, penso que não seja uma questão de dívida. A responsabilidade que os jogadores têm é fundamentalmente de honrarem a sua profissão e, depois, honrarem o benfiquismo. E isso significa uma atitude intocável em qualquer jogo. Às vezes, eu como treinador, e os adeptos como adeptos, podemos ter alguma perceção errada e pensar 'esta atitude não foi a melhor'. Mas às vezes há condicionantes. O grupo é bom, é um grupo de gente boa, que não cria um único problema na gestão do mesmo. Um grupo amigo, um grupo bom. E nesse sentido, acho que não têm dívida absolutamente nenhuma. Dão o que podem dar, e obviamente com o crescimento da equipa e de algumas individualidades vão numa direção onde se criará mais empatia com os adeptos e menos, entre aspas, a dívida de que falou. Mas não consigo olhar nesse sentido"
Está preocupado com o facto de os árbitros poderem vir a fazer greve?
"Se fizerem, estou convencido que há muitos árbitros na Europa que gostariam de vir apitar o campeonato português. Acho que é uma coisa que acontece muito. Não tanto nos países europeus, mas algumas vezes ainda sim. Hoje em dia, os árbitros são profissionais e, não direi todos - porque alguns apitam em campeonatos de outra dimensão -, mas os melhores terão todo o prazer de vir apitar em Portugal. Se alguma vez acontecer, que os árbitros tenham essa decisão, não penso que seria um grande problema porque acho que o campeonato continuaria e a Liga encontraria facilmente soluções."
Que tipo de Sporting espera amanhã? À semelhança do que costumamos ver, ou mais na expectativa?
"Não faço ideia. O Sporting jogará como o Rui Borges quiser que jogue, como o Rui preparou a sua equipa durante esta semana. Não faço a mínima ideia. Obviamente que também nos prepararemos para o 'assim ou assado', mas o mais importante é como queremos jogar, o que preparámos para nós, para a nossa identidade. Mas como fazemos com todas as equipas, estudamos o mais que podemos. Fica sempre aberta a porta da imprevisibilidade, que é a que o treinador e os jogadores adversários podem meter no jogo. Mas honestamente, preparámo-nos mais relativamente a nós próprios do que pensando no adversário, que como sabemos é fortíssimo."
Os jogadores sabem o que é jogar um dérbi em Portugal?
"Os jogadores também vão crescendo com as experiências. Quando disse que há jogadores que chegam a um clube e depois saem e ainda não perceberam muito bem onde estiveram, refiro-me a um determinado perfil. Porque há outros que pelo seu próprio perfil vivem um pouco isolados dos contextos, não sentem muito a responsabilidade, a dimensão, historicamente não sabem o significado de determinado tipo de jogos. Refiro-me um bocadinho mais ao perfil do que ao jogador que acabou de chegar e não percebe. Há uns que chega e percebem imediatamente onde estão, mesmo os recém-chegados já jogaram contra o Sporting. Percebem o perfil o campeonato em Portugal e as equipas que tradicionalmente jogam para os lugares de cima. Não penso que isso seja um problema."
O que foi identificado no Sporting que possa exigir uma resposta tática especial?
"Não quero responder... A pergunta é boa, mas a resposta não é boa para te dar, porque seria exatamente o mesmo que dizer 'Henrique, vem ver os treinos e percebes o que fizemos e as coisas que nos preocupam ou que podemos tentar explorar'. Não gosto de dizer debilidade, porque uma equipa da dimensão do Sporting não tem a debilidade. Poderá simplesmente haver algumas coisas que podemos explorar. Mas basicamente é um bocadinho por aí"
Rui Borges expressou a sua admiração por si e já disse que o José Mourinho foi uma referência. O que acha que amanhã pode ensinar-lhe? E se tivesse de lhe dar um conselho, qual seria?
"Não tenho nada para ensinar... Agradeço as palavras do Rui, mas já sei que vocês vão-me adjetivar com falta de humildade. É normal que estes treinadores desta geração seguinte à minha tenham admiração por alguém que fez o que fez e abriu a porta a que se pensasse o treinador de determinada maneira. Obviamente que agradeço as palavras do Rui, porque poderia não ter dito e disse. Tenho de agradecer. Acho que não tem nada a aprender comigo no dérbi. É um treinador com experiência, com capacidade, campeão nacional. Sabe muito bem o que quer para a sua equipa e teve, quanto a mim, um mérito muito grande: a transformação do Sporting do Ruben Amorim para o 'seu' Sporting. Foi objetivo, corajoso, sabia perfeitamente o que queria, passou ao lado de muitas críticas, e está a fazer um trabalho extraordinário. Tenho o maior respeito por ele e, da mesma maneira que ele disse que respeita-me como a todos os outros, faço das palavras dele as minhas. Respeito-o a ele e a qualquer treinador que defrontemos em Portugal."
Ríos está de regresso. Está preparado para utilizar um 11 com cinco médios ou vai manter um jogador mais de corredor?
"A pergunta é boa, mas não vou responder. Não vi, mas o Gonçalo passou-me as declarações do Rui na conferência e ele não diz 'joga o Morita, joga o Simões'. Não diz se o Ioannidis vai ou não recuperar, não diz se o Debast joga ou não. Não diz nada. A única coisa que posso dizer é que o Rui diz que ainda tem de conversar com a almofada e eu não tenho. Já está tudo conversado. Sei quem vai jogar. Treinámos hoje em função exatamente de quem vai jogar, os jogadores sabem. Não há dúvidas. Mas não lhe vou responder".
Números das águias frente aos madeirenses continuam a impressionar, acentuados com o triunfo no último domingo, por 2-0, no Estádio da Luz
13 Abr 2026 | 17:51 |
O histórico recente entre Benfica e Nacional evidencia um domínio claro por parte das águias, com números que reforçam a superioridade encarnada ao longo dos últimos anos. O registo histórico ficou mais favorável para as águias com a vitória no último domingo.
No total, o Benfica soma já 24 jogos consecutivos sem perder frente ao Nacional, uma sequência impressionante que demonstra consistência neste confronto. Dentro dessa série, destacam-se ainda 18 vitórias nos últimos 19 encontros realizados entre as duas equipas.
Em casa, os números são ainda mais expressivos. O Benfica nunca perdeu frente aos alvinegros no Estádio da Luz, somando 23 vitórias e 5 empates em 28 partidas disputadas no seu reduto, um registo que confirma a força das águias perante os seus adeptos.
Para encontrar a última derrota encarnada frente aos madeirenses, é preciso recuar até à época 2010/11, à segunda jornada da Liga. Na altura, a equipa orientada por Jorge Jesus perdeu por 2-1 na Choupana, com golos de Luís Alberto e Orlando Sá, enquanto Carlos Martins marcou já nos instantes finais.
Recorde-se que o emblema vermelho e branco entra em campo no próximo domingo, dia 19 de abril, frente ao Sporting. O dérbi eterno que contará para a 30.ª jornada da Liga Portugal Betclic, jogar-se-á às 18h00, no Estádio José Alvalade.
No Clube encarnado, há quem não tenha dúvidas sobre o treinador português e palavras de jogador estão a marcar o momento
13 Abr 2026 | 17:12 |
Horas antes de defrontar o Nacional, Vangelis Pavlidis admitiu a possibilidade de deixar o Benfica. Numa entrevista, o camisola "14" revelou que procura sempre as melhores condições para si e para a sua carreira. Porém, na mesma conversa, o grego deixou rasgados elogios a José Mourinho.
Em declarações ao jornal FOSonline, o avançado helénico não poupou nas palavras e resumiu o treinador de 63 anos de forma clara: "Special One!". Para Pavlidis, não há margem para dúvidas sobre a dimensão do atual líder técnico das águias.
"Ele tem paixão pelo futebol. Ama o desporto, ama os seus jogadores, é sempre sincero", afirmou, destacando uma das características que mais valoriza no técnico português. O ponta de lança foi ainda mais longe na análise, sublinhando a experiência e o conhecimento do treinador. "Sabe e compreende tudo sobre futebol e como deve gerir as suas equipas. Todos nós temos visto isso ao longo de tantos anos e a sua carreira fala por si" , pode ler-se.
A terminar, Vangelis Pavlidis deixou uma frase que resume bem o sentimento dentro do balneário. "É algo especial como treinador… é o melhor de todos". Um elogio forte que reforça a influência de José Mourinho na equipa do Benfica.
Na presente temporada, ao serviço do Benfica, Vangelis Pavlidis - avaliado em 32 milhões de euros - já realizou 49 partidas oficiais: 29 na Liga Portugal Betclic, 14 na Liga dos Campeões, três na Taça de Portugal, duas na Taça da Liga e uma na Supertaça. Nos 4.037 minutos em que esteve dentro de campo, o grego apontou 29 golos e fez cinco assistências.
Antigo guarda-redes do Clube encarnado fez comentários sobre a nova estrela das águias e faz rasgados elogios ao jovem atleta
13 Abr 2026 | 16:34 |
Paulo Lopes, treinador da equipa B do SJK, da Finlândia, e antigo guardião do Benfica, fez comentários sobre a ascensão de Gonçalo Moreira. O antigo técnico do atleta nos seus tempos nos sub-23 não tem dúvidas que o médio terá grandes alegrias pela frente.
P. Lopes: " "Vai ter um bom futuro"
"Ele ainda era sub-17 e, como já disse em diversas ocasiões, só tenho coisas positivas a dizer sobre o Gonçalo. Como jogador e como pessoa. Em termos técnicos e mentais, é um jogador promissor que, certamente, vai ter um bom futuro", disse, em entrevista ao jornal Record.
O tricampeão nacional pelo Clube encarnado destacou as qualidades do atleta de 20 anos. "O Gonçalo tem uma qualidade técnica acima da média. A isso junta visão de jogo e finalização. Tem boa decisão no último passe e no remate. É muito forte em todos esses momentos do jogo", vincou.
P. Lopes: " Tem um coração de ouro"
Paulo Lopes ainda falou sobre a personalidade de Gonçalo - na qual vai participar na pré-época com Mourinho, que ajuda a criar um bom ambiente no balneário. "Tem um coração de ouro. Está sempre disponível para os amigos, sempre disponível para trabalhar. Isso é genuíno nele. Nunca o vai perder. Acho que vem do berço", referiu.
Na presente temporada, Gonçalo Moreira - avaliado em 1,2 milhões de euros - já realizou o total de 34 jogos oficiais: 20 na Segunda Liga, sete na UEFA Youth League, três na Premier League International Cup, um na Liga Revelação e outro na Liga Portugal Betclic. Nos 2.115 minutos em que esteve dentro das quatro linhas, o futebolista regista 18 golos e 10 assistências.
Atleta formado no Benfica desolado após o Estoril - Porto: "É uma frustração"
13 Abr 2026 | 15:49
Números não mentem: Fantasma de Bruno Lage 'assombra' Benfica de Mourinho
13 Abr 2026 | 15:25
Bomba! Estrela admite deixar o Benfica: "Tenho de ver o que posso fazer de melhor por mim"
13 Abr 2026 | 14:36