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De jogador prodígio, a dispensável, a passagem de Félix por Madrid podia ter sido brilhante, mas não foi.
Não é novidade que o internacional português de 22 anos não se sente confortável no Atlético de Madrid, algo que muitos previram no momento da sua saída do Benfica. O principal motivo: incompatibilidade com o sistema tático de Diego Simeone, cujo caráter defensivo não beneficia as qualidades técnicas de Félix.
A irregularidade das suas exibições e o fraco/médio desempenho de Félix no Atlético Madrid são, portanto, culpa de Simeone. Esta é a verdade, ou talvez não. Tenho para mim que Félix e Simeone nunca seentenderam, no futebol nem pessoalmente.
A novela na qual são protagonistas está envolta num enredo de culpas e desculpas esfarrapadas para o insucesso de ambos. Pelo meio, ninguém no clube teve a força moral para sentar as partes e chegar, pelo menos, a uma declaração de boas intenções. E também por isso, o fracasso não é exclusivo de jogador e treinador, é igualmente extensível ao próprio Clube.
João Félix é um prodígio e um dos maiores talentos nacionais da atual geração. Chegou inclusive a ser eleito jogador revelação do ano de 2019, nos Globe Soccer Awards, que decorreram no Dubai. O jovem internacional português bateu a concorrência de Jadon Sancho (atualmente no Manchester United), Ansu Fati (Barcelona) e, imagine-se, Erling Haaland (atualmente no Manchester City).
O Atlético de Madrid não soube potenciar o jogador mais caro da sua história. João Félix, aos 19 anos, fez uma opção que se confirmou errada e que afetou o seu desenvolvimento e afirmação enquanto jogador de topo mundial.
De jogador prodígio, a dispensável, a passagem de Félix por Madrid podia ter sido brilhante, mas não foi.
A Premier League parece chamar agora por si. Nunca é tarde demais.
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