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Clube
18 Fev 2026 | 14:23 |
O Benfica tem tido um início de semana repleto de polémicas. Depois dos incidentes que aconteceram na partida frente ao Real Madrid, aos quais o Clube já reagiu, as águias também lidam com uma crise de relações públicas com o Grupo Medialivre, por causa da CMTV, o que levou a uma tomada de posição da parte do CNID.
A Associação dos Jornalistas de Desporto veio a público condenar as atitudes do assessor de imprensa do Benfica, Gonçalo Guimarães, para com o jornalista da CMTV. Segundo a mesma fonte, os comportamentos em questão revelam "atitudes que só podem fazer regredir a democracia e o movimento desportivo".
"Um jornalista da CMTV gravou um assessor de imprensa do SL Benfica a ameaçá-lo e a admitir que lhe bateu e que lhe continuaria a bater. A razão era apenas o jornalista tentar fazer o seu trabalho", pode ler-se no início do comunicado emitido pelo CNID.
"A tentativa de controlo da informação por parte dos clubes atinge, assim, novos patamares extremos. O que diz o assessor de imprensa do Benfica e antigo jornalista Gonçalo Guimarães é inaceitável e a CMTV já anunciou uma queixa-crime, no que pode contar com o apoio inabalável do CNID - Associação dos Jornalistas de Desporto", acrescenta a mesma fonte.
"Os clubes mais importantes - mas não só esses, diga-se - arrogam-se direitos que não têm e felizmente não podem ter. Em espaços públicos, os jornalistas têm direito a fazer o seu trabalho, fazendo perguntas, a que os atletas podem não responder, como é óbvio. Um dia os atletas vão ser capazes de impedir os clubes de os tratarem como crianças, porque isso prejudica, desde logo, a imagem social do próprio atleta. E hoje a imagem tem um valor que os protagonistas do desporto devem defender, no seu próprio interesse", escreve a Associação de Jornalistas do Desporto.
"A ameaça aos jornalistas é uma prática feia, desadequada a relações de normalidade e inconsequente porque só cria problemas ao clube, que tem sempre responsabilidades nestes casos. E convém que as assuma, porque há atitudes que só podem fazer regredir a democracia e o movimento desportivo", conclui o comunicado.
Com a confirmação de renovação com a Adidas, empresa vai trazer de volta clássico detalhe na farda das águias após uma década
19 Set 2026 | 13:00 |
A camisola do Benfica deverá recuperar um elemento clássico na próxima temporada. Segundo o 'Footy Headlines', portal especializado em equipamentos desportivos, o modelo dos encarnados para 2027/28 deverá voltar a apresentar a tradicional gola, numa mudança que acontecerá precisamente 10 anos depois da última vez em que o detalhe marcou presença na camisola principal, em 2017/18.
A gola já fez parte do equipamento das águias em várias ocasiões ao longo dos últimos anos, nomeadamente nas temporadas de 2007/08, 2009/10, 2010/11 e 2012/13. O novo equipamento deverá ser apresentado, como é habitual, no início do verão de 2027, altura em que será conhecida a nova ‘pele’ do Clube da Luz.
A camisola continuará a ser produzida pela Adidas, depois de o Benfica ter oficializado recentemente a renovação da parceria com a marca alemã até 2033. O novo acordo representa também um importante reforço financeiro para os cofres encarnados.
Segundo os valores divulgados, o contrato irá render 120 milhões de euros ao Benfica ao longo de seis anos, correspondentes a 20 milhões de euros por temporada. A verba representa o dobro do valor previsto no vínculo anterior e estabelece um novo máximo em Portugal no que diz respeito a acordos de fornecimento de equipamentos desportivos.
A Adidas mantém-se, desta forma, como fornecedora oficial das equipas de futebol do Benfica, bem como das restantes modalidades do clube. A renovação da parceria foi inicialmente avançada pelo Record. Para 2027/28, a marca alemã prepara, assim, uma camisola com um detalhe que promete recuperar uma imagem bem conhecida pelos adeptos encarnados.
Valor representa dobro da verba prevista no anterior vínculo e estabelece um novo recorde em Portugal no que diz respeito a contratos do género
15 Set 2026 | 09:49 |
O Benfica oficializou a renovação da parceria com a Adidas até 2033, num acordo que representa um importante reforço financeiro para os cofres do Clube da Luz. O novo contrato vai render 120 milhões de euros ao Benfica ao longo dos próximos seis anos, à razão de 20 milhões por temporada.
O valor representa o dobro da verba prevista no anterior vínculo e estabelece um novo recorde em Portugal no que diz respeito a contratos de equipamentos desportivos. A Adidas mantém-se, assim, como fornecedora oficial das equipas de futebol do Benfica e das restantes modalidades. A renovação foi avançada pelo Record.
Mas a nova parceria vai mais longe. A marca alemã adquiriu também os direitos de naming do centro de formação encarnado, no Seixal. Desta forma, o atual Benfica Campus passa a chamar-se Adidas Benfica Campus, reforçando ainda mais a presença da multinacional na estrutura do Clube.
O acordo agora anunciado surge depois de cerca de um ano de negociações entre as duas partes. Benfica e Adidas decidiram rever antecipadamente as condições do contrato assinado em 2021, que tinha validade até 2027. A evolução da marca Benfica e o crescimento da sua valorização comercial permitiram às águias renegociar os termos da parceria e alcançar uma atualização financeira bastante significativa.
Com 20 milhões de euros por ano garantidos, o Benfica assegura uma fonte de receita de enorme dimensão e estabelece um novo máximo no mercado nacional. A extensão da parceria até 2033 confirma ainda a confiança da Adidas no projeto encarnado e aprofunda uma ligação que se mantém há vários anos.
Nome ligado aos encarnados surge agora associado a um caso criminal que está a causar enorme impacto e a deixar muitos adeptos completamente surpreendidos
14 Set 2026 | 12:35 |
Um caso investigado pela Polícia Judiciária está a causar enorme impacto e envolve uma pessoa ligada ao Benfica. A investigação decorre há vários meses e levou já à detenção de dois homens, num processo que está a gerar grande atenção.
Segundo o Correio da Manhã, um dos detidos é João Paulo Santos, de 46 anos, conhecido por estar ligado ao tratamento e amestramento da águia Vitória - que já foi provocada por adeptos do Nice. O homem surge no processo que está a ser investigado pelas autoridades, numa operação que teve como cenário o Aeroporto Humberto Delgado, em Lisboa.
De acordo com a mesma fonte, o esquema envolvia malas carregadas de cocaína, transportadas em voos provenientes da América do Sul e posteriormente retiradas à saída dos aviões. João Paulo Santos é suspeito de ajudar um funcionário de uma empresa de "handling" a retirar a droga do aeroporto.
A Unidade Nacional de Combate ao Tráfico de Estupefacientes da Polícia Judiciária (UNCTE/PJ) investigava o esquema há cerca de quatro meses. Os dois homens foram detidos na sexta-feira e, segundo o Correio da Manhã, ficaram ambos em prisão preventiva.
A ligação de João Paulo Santos ao Benfica acaba por colocar o caso ainda mais em destaque, uma vez que o detido é apontado como um dos responsáveis pelo tratamento e amestramento da águia Vitória. As suspeitas estão agora sob investigação judicial, sendo as responsabilidades dos envolvidos determinadas pelas autoridades competentes.