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Weghorst continua na mira do Benfica, mas há uma mudança que pode alterar tudo
19 Jun 2026 | 16:05
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17 Fev 2025 | 12:44 |
Bruno Lage e Orkun Kokçu marcaram presença esta segunda-feira, 17 de fevereiro, para fazer a antevisão ao duelo do Benfica com o Monaco, a valer para a segunda mão do play-off da Liga dos Campeões. O encontro está agendado para as 20h00 da próxima terça-feira, no Estádio da Luz. Confira aqui tudo o que disse o técnico e o turco aos jornalistas.
Benfica e Sporting castigados com lesões
Bruno Lage: "Relação causa-efeito com sobrecarga de jogos? Isto tem sido transversal. Já disse até que o jornalista Fabrizio Romano, entre janeiro e fevereiro, tem apresentado mais lesões do que contratações. Portanto, é algo transversal".
Benfica mais forte fora da Luz
Bruno Lage: "Isto é futebol. Faz-me lembrar aquele jogo com o Estrela Vermelha [vitória por 1-2], em que eu não tinha vitórias fora na Liga dos Campeões como treinador do Benfica. Oito jogos depois o registo é inverso. É futebol. O mais importante é estarmos focados para fazer um grande jogo e seguir em frente na prova".
Tomás Araújo joga no centro ou na ala? Como está Aursnes?
Bruno Lage: "Temos o departamento médico a trabalhar nas próximas 24 horas em torno disso, para depois decidirmos que jogadores temos disponíveis. Não me parece que haja grande preocupação com o Nico [Otamendi] e o Tomás [Araújo]. Estiveram no treino".
Sentiu o sismo?
Bruno Lage: "Sismo? Estávamos a subir as escadas e ouvimos um barulho. Disse-lhe que tínhamos de arranjar uma porta de vidro que estava à nossa frente. Só quando cheguei aqui é que percebi o que tinha acontecido [risos]".
Falta marcar mais golos?
Bruno Lage: "O mais importante é criar oportunidades. Temos de dar motivação aos jogadores e a tranquilidade necessária. Fazer para a equipa o que fizemos com o Pavlidis e as coisas vão acontecer. Temos de continuar a trabalhar".
Escassez de médios
Bruno Lage: "Amanhã irei informar os jogadores sobre o onze. Acabámos de ter um jogador de 24 anos [Kokçu] a falar sobre o plano de jogo dele. Temos também um plano para o Prestianni, como para o Schjelderup. Há que ter paciência. Podíamos também falar sobre três meninos da nossa academia, como o Leandro, João Rego e Nuno Félix. Todos estão disponíveis para jogar, incluindo o Prestianni. Todos eles têm um plano".
Dentro da luta pelo título
Bruno Lage: "O mais importante é isso. Estamos dependentes de nós próprios, mas o foco total é para o jogo da Champions de amanhã".
Esquema tático contra o Santa Clara
Bruno Lage: "O Tomás Araújo está disponível para jogo. Treinou com a equipa. Já tínhamos repetido aquele sistema tático muitas mais vezes no passado, inclusive contra o Santa Clara o jogo da Taça da Liga".
Opções para decisões na Champions
Bruno Lage: "Independentemente de trazer o caderno ou não, o mais importante é aquele caderno desde 1904, que nos diz que o Benfica tem der dar resposta a qualquer momento. Temos de apresentar o melhor onze possível para continuar em prova".
Jogar no limite?
Bruno Lage: "No limite por não termos o tempo de recuperação mínimo entre jogos. Jogar já é um risco para qualquer jogador, seja do Benfica ou de outro clube, atendendo sobretudo à sobrecarga de jogos".
Antevisão ao duelo da Champions
Bruno Lage: "Mais importante do que o AS Monaco, é o tipo de Benfica que teremos. Não podemos jogar em função do resultado. A nossa determinação é fazer um grande jogo para continuarmos em prova. É o nosso objetivo. Seguir em frente, pelo prestígio do clube".
Funções no meio-campo
Orkun Kokçu: "Tenho trabalhado de acordo com aquilo que me tem sido pedido, em várias posições. Estou feliz pelo que tenho feito. Nós temos uma grande equipa. Todos podem jogar e todos os que estão disponíveis estão capazes de ir a jogo".
Vantagem na eliminatória
Orkun Kokçu: "Precisamos de ir para jogo como em todos os outros. Não podemos adormecer. Temos de estar prontos, sem fazer disto algo fácil. Há que estar na máxima força para conseguir um bom resultado"
(Em atualização)
Clube entende que as palavras do selecionador foram um ataque direto ao defesa, que ficou de fora dos convocados de Portugal para o Mundial 2026
19 Jun 2026 | 17:36 |
Os dirigentes do Benfica terão ficado ainda mais desagradados com as recentes declarações de Roberto Martínez, na antecâmara do jogo de Portugal frente à República Democrática do Congo no Mundial. Em causa estão palavras do selecionador nacional quando questionado sobre a possibilidade de ter convocado mais um central, face às limitações físicas de Rúben Dias.
“Temos jogadores que conseguem jogar nas posições de centrais. A polivalência do nosso grupo é maior do que tentar trazer um jogador novo que não tem experiência ao nível de seleções e que não tem clareza daquilo que estamos a trabalhar”, afirmou o técnico.
De acordo com o Correio da Manhã, Para a estrutura encarnada, a interpretação dessas declarações acabou por ser vista como desvalorização de António Silva, defesa do Benfica, que conta já com 20 internacionalizações e foi presença regular nos seis jogos da fase de qualificação para o Mundial. Ainda assim, o central apenas somou três minutos de utilização num encontro realizado em setembro, o que reforça o contexto de menor aposta por parte da equipa técnica da seleção.
O Benfica entende que, ao sublinhar a necessidade de recorrer a soluções alternativas, Roberto Martínez acabou por passar a ideia de falta de confiança em jogadores já integrados no grupo de trabalho, nomeadamente António Silva. A situação surge num momento em que a relação entre o clube e o selecionador já vinha sendo acompanhada com atenção pela estrutura encarnada.
Esta não é a primeira vez que surgem pontos de fricção entre o Benfica e Roberto Martínez. O clube já teria ficado desagradado com a ausência de António Silva na lista final do Mundial, bem como com declarações anteriores do selecionador sobre episódios disciplinares do jogador. Em causa esteve também a situação ocorrida na final four da Liga das Nações, em junho de 2025, quando António Silva divulgou um onze da seleção, episódio que foi posteriormente comentado pelo técnico espanhol.
Treinador português terá caras conhecidas do seu lado para esta aventura como figura principal da equipa do Clube da Luz
19 Jun 2026 | 17:18 |
Marco Silva já tem definida a estrutura técnica que o acompanhará na primeira temporada ao comando do Benfica. O Clube encarnado oficializou a composição da equipa de trabalho para 2026/27, confirmando o regresso de elementos que acompanharam o treinador durante a passagem pelo Fulham e a continuidade de algumas figuras já presentes na Luz.
Entre os nomes escolhidos destacam-se Fernando Ferreira e Bruno Mendes, ambos de regresso ao universo benfiquista após trabalharem com Marco Silva em Inglaterra. Ricardo Rocha mantém-se igualmente na estrutura técnica. As informações foram avançadas pelo Record.
Na nova organização técnica, Gonçalo Santos e Ricardo Rocha assumirão funções como treinadores adjuntos. Já Gonçalo Pedro será o responsável pela preparação física da equipa principal. Francisco Costa integra igualmente a estrutura encarnada, acumulando as funções de treinador-adjunto e analista. O técnico chega ao Benfica depois de três temporadas ao serviço do Fortuna Sittard, contando ainda com uma passagem pelo FC Porto no seu percurso profissional.
Bruno Mendes ficará encarregado da área de performance, regressando a uma casa que bem conhece, depois de ter trabalhado no Benfica durante mais de uma década, entre as épocas de 2005/06 e 2017/18. Por sua vez, Fernando Ferreira assumirá a responsabilidade pelo treino dos guarda-redes, reforçando uma equipa técnica que procura combinar conhecimento interno com experiência adquirida em contextos internacionais.
A nova equipa técnica terá pouco tempo para preparar o arranque da temporada. O regresso aos trabalhos está marcado para 25 de junho, data em que os jogadores voltarão ao Benfica Campus para iniciar oficialmente a pré-temporada. Será o primeiro contacto de Marco Silva com o grupo de trabalho encarnado, numa fase decisiva para implementar as suas ideias e preparar os desafios que aguardam o Benfica em 2026/27.
Jogador do emblema da Luz foi titular na partida entre Portugal e RD Congo e acabou por levar com algumas culpas do golo sofrido pelas Quinas
19 Jun 2026 | 17:00 |
Rúben Dias deixou uma mensagem de confiança para Tomás Araújo e Renato Veiga após a estreia de Portugal no Mundial, frente à República Democrática do Congo. O central do Manchester City garantiu que a comunicação entre os defesas da Seleção Nacional é constante e destacou a importância de transmitir segurança aos companheiros mais jovens.
Rúben Dias revela conselhos a Tomás Araújo, do Benfica, e Renato Veiga: "Serem eles próprios e não terem timidez nenhuma..."
“Naturalmente a comunicação acontece. Não porque eles iriam jogar este jogo, mas desde o princípio do estágio e noutras ocasiões. Levamos uma relação na qual os quatro temos a missão de transmitir o máximo de confiança aos que estão à nossa frente”, afirmou o internacional português.
O antigo jogador do Benfica sublinhou ainda que Tomás Araújo e Renato Veiga devem atuar sem qualquer receio de assumir responsabilidades dentro de campo, independentemente da experiência ou estatuto dos colegas que os rodeiam: “Não me focaria em nada específico, a não ser ter-lhes dito para serem eles próprios e não terem timidez nenhuma em fazer tudo o que tivessem de fazer e dizer tudo o que tiverem de dizer”, explicou.
“Apesar de, às vezes, dizer uma palavra mais dura a um companheiro que já tem um estatuto ou muitos anos de seleção, não devem ter vergonha nenhuma de o fazer, porque faz parte de serem eficientes naquilo que têm de fazer”, acrescentou.
As declarações surgem depois de Tomás Araújo ter assumido responsabilidades no golo sofrido por Portugal no empate frente à República Democrática do Congo, resultado que marcou a estreia da equipa orientada por Roberto Martínez no Mundial.
O defesa-central do Benfica reconheceu que a Seleção Nacional não conseguiu criar oportunidades suficientes para garantir a vitória e lamentou a forma como surgiu o golo adversário: “Houve muito passe lateral e para trás. Não conseguimos criar muito perigo. A segunda parte mudou um bocadinho e criámos algumas ocasiões, mas foi insuficiente. E depois sofremos um golo de bola parada que não pode acontecer”, admitiu.