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Weghorst continua na mira do Benfica, mas há uma mudança que pode alterar tudo
19 Jun 2026 | 16:05
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16 Mai 2025 | 15:42 |
Bruno Lage marcou presença esta sexta-feira, 16 de maio, para fazer a antevisão ao duelo do Benfica com o Braga, a valer para 34.ª jornada da Liga Portugal Betclic. O encontro está agendado para as 18h00, do próximo sábado, 17 de maio, na Pedreira. Confira tudo o que disse o técnico aos jornalistas.
Sendo esta a última jornada, e com o que está em jogo, que adversário espera encontrar?
"Um adversário muito competente. O Sp. Braga tem feito uma 2.ª volta muito boa. Já o disse várias vezes. Só um treinador como o Carlos Carvalhal é que se poderia reinventar após aquele mercado de janeiro. E, como tal, vai ser um desafio muito difícil. Mas muita confiança na nossa forma de jogar, na motivação de entrar neste jogo e termos a possibilidade de sermos campeões. Estamos muito confiantes que podemos vencer, ser campeões, mas com a consciência de que não dependemos só de nós".
Esta época, o Benfica foi tendo vários lemas, a 'tropa', a 'família'. Qual o desta jornada?
"É termos a concentração e a motivação no que controlamos, que é vencer. É isso que nos interessa. Temos de fazer a nossa parte num campo difícil.
O que se passou com Aursnes? Pode jogar no Jamor? Vai dar aos jogadores informações sobre o que se vai estar a passar em Alvalade? E porquê?
"O Aursnes foi um ligeiro toque. Não está disponível para este jogo e acreditamos muito, por várias razões, pela forma como recupera, que pode estar disponível na Taça. A informação mais importante foi a que fomos passando ao longo da semana. Continuar a trabalhar e entender muito bem o nosso adversário, o que temos de fazer em termos de organização defensiva e ofensiva, e depois estarmos concentrados no jogo. De nada adianta mudar o estado de espírito dos jogadores".
Quando foi apresentado no Benfica, disse que voltou porque a sua história não podia terminar daquela maneira. Não teme que a história volte a ficar marcada pela negativa? Fez alguma promessa se for campeão?
"A minha promessa é sempre de trabalho. Quando falei da história, não me estava a referir apenas a títulos, mas sim à capacidade de trabalho e ao que fizemos. Independentemente de termos mais títulos, acredito que a história tem sido diferente. Acho que as pessoas, ao dia de hoje, sabem o treinador que têm, a equipa técnica. As pessoas lá fora verificam o trabalho que fizemos e isso deixa-me de consciência tranquila. Tenho total noção de que o que vale e o que conta é vencer o campeonato, quer para dentro, quer para os adeptos".
Como está o grupo depois do empate no dérbi? O que correu mal nos últimos tempos para o Benfica chegar a esta última jornada nesta situação?
"Se for a Braga amanhã, falamos sobre isso. Esta não é a altura para fazer qualquer tipo de balanço. Ainda temos essa possibilidade de sermos campeões. O balanço será feito na devida altura. Reação do grupo? Sentiu que podia ter vencido. Mas já ultrapassámos isso. Agora, o pensamento foi estarmos concentrados e motivados para o último jogo".
Gostaria de contar com Di María no Mundial de Clubes? O que pode adiantar sobre isso?
"Posso adiantar que o Benfica conta com o jogador para o Mundial de Clubes".
Já disse que as pessoas dentro do Benfica reconhecem o seu trabalho. Como avalia o seu trabalho?
"Amanhã faço essa avaliação. Ainda temos muita coisa para fazer. Vou percebendo o vosso trabalho cada vez melhor, mas vocês também têm de perceber o meu. Ainda há dois títulos em disputa. Vamos esperar que fiquem atribuídos. Depois, terei todo o gosto em estar aqui e fazer o balanço. Se quiser fazer outra pergunta, terei todo o gosto em responder".
Considera que o futuro de Rui Costa pode estar nas suas mãos? Amdouni estará disponível?
"O mais importante é as pessoas avaliarem o trabalho que o presidente tem vindo a fazer. Não tem a ver com mais títulos ou menos títulos, a competência da pessoa não muda por isso. Amdouni está fora".
É a quarta vez que vai defrontar o Sp. Braga esta temporada. Como é que duas equipas que se conhecem tão bem ainda se conseguem surpreender? Isso poderá envolver alguma nuance no meio-campo?
"Conhecemo-nos bem, bem como a evolução das equipas ao longo da época. Temos a capacidade de jogar em vários sistemas e dinâmicas, o Sp. Braga também. Jogava num sistema da primeira vez, depois mudou-o. Nos três jogos, houve muitas batalhas estratégias. Não só no meio-campo, também na forma de pressionar. Temos de preparar o jogo da melhor maneira. Escolher e identificar detalhes que, independentemente do sistema, podemos encontrar para tirar partido. Isso está identificado e acredito que do outro lado também esteja. Até vou mais longe para falarmos do jogo. Por vezes, a grande capacidade do treinador é convencer os jogadores a jogar de acordo com as nossas ideias, com o que gostamos. No entanto, também é muito importante entender as caraterísticas dos jogadores. E nós temos de saber combinar isso e é o que pretendemos para amanhã novamente".
A última vez que uma equipa assumiu a liderança na última jornada foi há muitos anos. Ao longo da semana, a equipa técnica pegou nestas circunstâncias da história? Carreras tem sido muito associado ao Real Madrid... Está pronto para esse salto?
"Está pronto é para jogar amanhã... Sobre a história, conheço muito bem o historial do Benfica. E o que me apetece dizer neste momento é que temos de estar com muita confiança e acreditar que vamos vencer o jogo. Ao longo da história, há muitos exemplos de finais de época que levaram uma ou outra equipa a vencer o campeonato. Não sei exatamente em que época, talvez 71/72, e o Jaime Graça falava muito disso, não perdeu um único jogo e terminou no 2.º lugar. Temos de acreditar, mas não dependemos apenas de nós".
Clube entende que as palavras do selecionador foram um ataque direto ao defesa, que ficou de fora dos convocados de Portugal para o Mundial 2026
19 Jun 2026 | 17:36 |
Os dirigentes do Benfica terão ficado ainda mais desagradados com as recentes declarações de Roberto Martínez, na antecâmara do jogo de Portugal frente à República Democrática do Congo no Mundial. Em causa estão palavras do selecionador nacional quando questionado sobre a possibilidade de ter convocado mais um central, face às limitações físicas de Rúben Dias.
“Temos jogadores que conseguem jogar nas posições de centrais. A polivalência do nosso grupo é maior do que tentar trazer um jogador novo que não tem experiência ao nível de seleções e que não tem clareza daquilo que estamos a trabalhar”, afirmou o técnico.
De acordo com o Correio da Manhã, Para a estrutura encarnada, a interpretação dessas declarações acabou por ser vista como desvalorização de António Silva, defesa do Benfica, que conta já com 20 internacionalizações e foi presença regular nos seis jogos da fase de qualificação para o Mundial. Ainda assim, o central apenas somou três minutos de utilização num encontro realizado em setembro, o que reforça o contexto de menor aposta por parte da equipa técnica da seleção.
O Benfica entende que, ao sublinhar a necessidade de recorrer a soluções alternativas, Roberto Martínez acabou por passar a ideia de falta de confiança em jogadores já integrados no grupo de trabalho, nomeadamente António Silva. A situação surge num momento em que a relação entre o clube e o selecionador já vinha sendo acompanhada com atenção pela estrutura encarnada.
Esta não é a primeira vez que surgem pontos de fricção entre o Benfica e Roberto Martínez. O clube já teria ficado desagradado com a ausência de António Silva na lista final do Mundial, bem como com declarações anteriores do selecionador sobre episódios disciplinares do jogador. Em causa esteve também a situação ocorrida na final four da Liga das Nações, em junho de 2025, quando António Silva divulgou um onze da seleção, episódio que foi posteriormente comentado pelo técnico espanhol.
Treinador português terá caras conhecidas do seu lado para esta aventura como figura principal da equipa do Clube da Luz
19 Jun 2026 | 17:18 |
Marco Silva já tem definida a estrutura técnica que o acompanhará na primeira temporada ao comando do Benfica. O Clube encarnado oficializou a composição da equipa de trabalho para 2026/27, confirmando o regresso de elementos que acompanharam o treinador durante a passagem pelo Fulham e a continuidade de algumas figuras já presentes na Luz.
Entre os nomes escolhidos destacam-se Fernando Ferreira e Bruno Mendes, ambos de regresso ao universo benfiquista após trabalharem com Marco Silva em Inglaterra. Ricardo Rocha mantém-se igualmente na estrutura técnica. As informações foram avançadas pelo Record.
Na nova organização técnica, Gonçalo Santos e Ricardo Rocha assumirão funções como treinadores adjuntos. Já Gonçalo Pedro será o responsável pela preparação física da equipa principal. Francisco Costa integra igualmente a estrutura encarnada, acumulando as funções de treinador-adjunto e analista. O técnico chega ao Benfica depois de três temporadas ao serviço do Fortuna Sittard, contando ainda com uma passagem pelo FC Porto no seu percurso profissional.
Bruno Mendes ficará encarregado da área de performance, regressando a uma casa que bem conhece, depois de ter trabalhado no Benfica durante mais de uma década, entre as épocas de 2005/06 e 2017/18. Por sua vez, Fernando Ferreira assumirá a responsabilidade pelo treino dos guarda-redes, reforçando uma equipa técnica que procura combinar conhecimento interno com experiência adquirida em contextos internacionais.
A nova equipa técnica terá pouco tempo para preparar o arranque da temporada. O regresso aos trabalhos está marcado para 25 de junho, data em que os jogadores voltarão ao Benfica Campus para iniciar oficialmente a pré-temporada. Será o primeiro contacto de Marco Silva com o grupo de trabalho encarnado, numa fase decisiva para implementar as suas ideias e preparar os desafios que aguardam o Benfica em 2026/27.
Jogador do emblema da Luz foi titular na partida entre Portugal e RD Congo e acabou por levar com algumas culpas do golo sofrido pelas Quinas
19 Jun 2026 | 17:00 |
Rúben Dias deixou uma mensagem de confiança para Tomás Araújo e Renato Veiga após a estreia de Portugal no Mundial, frente à República Democrática do Congo. O central do Manchester City garantiu que a comunicação entre os defesas da Seleção Nacional é constante e destacou a importância de transmitir segurança aos companheiros mais jovens.
Rúben Dias revela conselhos a Tomás Araújo, do Benfica, e Renato Veiga: "Serem eles próprios e não terem timidez nenhuma..."
“Naturalmente a comunicação acontece. Não porque eles iriam jogar este jogo, mas desde o princípio do estágio e noutras ocasiões. Levamos uma relação na qual os quatro temos a missão de transmitir o máximo de confiança aos que estão à nossa frente”, afirmou o internacional português.
O antigo jogador do Benfica sublinhou ainda que Tomás Araújo e Renato Veiga devem atuar sem qualquer receio de assumir responsabilidades dentro de campo, independentemente da experiência ou estatuto dos colegas que os rodeiam: “Não me focaria em nada específico, a não ser ter-lhes dito para serem eles próprios e não terem timidez nenhuma em fazer tudo o que tivessem de fazer e dizer tudo o que tiverem de dizer”, explicou.
“Apesar de, às vezes, dizer uma palavra mais dura a um companheiro que já tem um estatuto ou muitos anos de seleção, não devem ter vergonha nenhuma de o fazer, porque faz parte de serem eficientes naquilo que têm de fazer”, acrescentou.
As declarações surgem depois de Tomás Araújo ter assumido responsabilidades no golo sofrido por Portugal no empate frente à República Democrática do Congo, resultado que marcou a estreia da equipa orientada por Roberto Martínez no Mundial.
O defesa-central do Benfica reconheceu que a Seleção Nacional não conseguiu criar oportunidades suficientes para garantir a vitória e lamentou a forma como surgiu o golo adversário: “Houve muito passe lateral e para trás. Não conseguimos criar muito perigo. A segunda parte mudou um bocadinho e criámos algumas ocasiões, mas foi insuficiente. E depois sofremos um golo de bola parada que não pode acontecer”, admitiu.