Futebol
Fàbregas encantado com extremo que Rui Costa queria ver no Benfica: "Ele faz a diferença"
15 Out 2026 | 13:55
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02 Fev 2026 | 09:47 | Por Redação
José Mourinho esteve na conferência de imprensa após o empate entre o Tondela e o Benfica (0-0). O treinador iliba os jogadores pelo resultado e critica a arbitragem Luís Godinho. O timoneiro das águias rejeita que os encarnados estejam de fora da corrida pelo título.
Que conversa teve com Luís Godinho no final do encontro? Foi devido ao tempo de compensação?
"Foi. Há variadíssimas situações de jogo dúbias, mas, para ser honesto, não consigo dizer é penálti ou é cartão, quando é dúbio. Mas tudo aquilo que foi dúbio, foi contra nós, Mas como é dúbio, passa. Os cinco minutos acho que evidencia uma determinada postura, porque, hoje em dia, para se dar cinco minutos de descontos tem de ser um jogo muito limpo, sem substituições, sem paragens, um jogo em que as duas equipas querem ganhar e ninguém queima tempo. Com a mesma tranquilidade com que estou a falar consigo, falei com ele. Mas penso que ele sai satisfeito com o seu trabalho. Que faça boa viagem até ao Alentejo, que está mau tempo. Quanto ao jogo, a única coisa que não fizemos foi marcar, que é o mais importante. Quem não marca, não ganha, mas eu, honestamente, não consigo apontar o dedo de modo objetivo aos jogadores. O que era muito difícil, jogar sem pensar na passada quarta-feira, jogar sem sinais de ressaca, sem sinais de sobranceira ou arrogância, os jogadores fizeram-no muito bem, fazendo um jogo com muita boa qualidade, perante as condições e um adversário que jogou para isto e que levou o ponto por que tanto lutou. A única coisa que não fizemos foi, de facto, o golo. Mas os jogadores fizeram um bom jogo".
Benfica fica a cinco pontos do Sporting e pode ficar a 12 do Porto. É o adeus definitivo ao título?
"Não. No Benfica não há adeus ao fundamental. E o fundamental é dar tudo o que tem e ir aos seus limites. Obviamente que, de um modo muito pragmático, matematicamente é possível, mas, também de um modo muito pragmático, é muito difícil anular uma diferença que pode ser de 12 pontos. Mas não muda o rumo no sentido de que o grupo é bom, é unido, trabalha bem e respeita o clube que defende. Podemos estar a cinco ou a 50 pontos que não muda a nossa atitude de trabalhar no Benfica. Condições do relvado? Eram as possíveis. Não penso que o Tondela tenha criado estas condições para nos dificultar no jogo, a situação climatérica levou a que o campo estivesse nestas condições, com um relvado pesado, com muita água em alguns locais e um vento estranho. Claro que isso prejudica a equipa que quer jogar e ganhar. Mas se crias 20 ou 30 situações de golo é porque o campo permitiu. Não ganhámos porque não marcámos.
Como se gere emocionalmente a equipa nestes momentos?
"Gere-se com bases nos princípios, que são os princípios do Benfica e que também são os meus princípios, somos muito parecidos. Não há nada a gerir. Quando voltarmos ao trabalho, voltaremos com o máximo de profissionalismo que temos. Obviamente que os jogadores não estão contentes, mas acho que eles também já me conhecem e não deviam estar à espera que eu chegasse ao balneário ao pontapé com as portas. Eles sabem o que para mim é fundamental e os golos falhados são golos falhados. O Bernardo defendeu muito e às vezes também é injusto falar em golos falhados sem fazer justiça a um rapaz que fez um trabalho extraordinário. Mas também tem que ver com o ADN dos jogadores que temos, não temos gente com ADN de marcar muitos golos. Assim como também não temos atração ao penálti, o maior penálti que estava aqui hoje para ser marcado, o Pavlidis não caiu. Vamos por esta Liga fora, e principalmente nas equipas de topo, e sabemos perfeitamente que eles tinham caído. Ele tenta fazer golo até ao fim, é ADN. Obviamente que é frustrante não ter ganho este jogo, claro que pesa na relação tristeza/alegria, mas eu não consigo ter um sentimento negativo para com os jogadores. As equipas que jogaram quarta-feira na Champions League, muitas delas tiveram dificuldades para recuperar e jogar. No nosso caso, acho que até recuperámos bem do ponto de vista físico, depois claro que alguns jogadores começaram a cair um bocadinho, algo normal. Tiveram uma atitude muito boa e as únicas coisas que temos a lamentar são os golos que não marcámos, as fantásticas defesas que o Bernardo fez, e os ridículos cinco minutos que o Luís Godinho deu".
O Benfica criou por fora e por dentro, mas na direita houve largura com Banjaqui e Prestianni em jogo mais interior. À esquerda, com Dahl e Schjelderup, não foi assim. O que pretendeu?
"Porque são as características dos jogadores. O Dedic joga muito mais por dentro, é um jogador fantástico, mas que não tem um grande cruzamento por fora. Quando ele joga, o jogador do seu lado tem de estar mais aberto. Neste caso, o Banjaqui joga melhor por fora do que por dentro. Tem que ver com as características dos jogadores, o Schjelderup gosta mais de jogar aberto para fazer condução e atacar o defesa. Nós estamos a jogar bem, construímos a três, a quatro, temos diversificação na nossa criação e fazemos coisas muito bonitas desde a primeira fase. A equipa está a jogar bonito, cria muitas, muitas situações de golo. Há equipas que marcam mais do que aquilo que jogam, e nós somos uma equipa que marca menos do que aquilo que joga. Não somos uma equipa com muita gente de ADN goleador, acho que isso é uma coisa óbvia".
Apesar de Marco Silva ter promovido várias alterações no onze inicial, águias responderam com uma exibição convincente diante dos escoceses
15 Out 2026 | 21:52 | Por Redação
O Benfica derrotou o Celtic por 4-1, esta quinta-feira, no Estádio da Luz. Apesar de Marco Silva ter promovido várias alterações no onze inicial, as águias responderam com uma exibição convincente, tendo Jhon Durán sido uma das grandes figuras da noite.
O treinador encarnado apostou numa equipa bastante diferente daquela que tinha vencido o Vitória de Guimarães, deixando no banco nomes como Pavlidis, Rafa Silva e Schjelderup. A mudança não impediu, porém, uma entrada fulminante do Benfica, que chegou à vantagem logo aos quatro minutos. Jhon Durán sofreu uma grande penalidade e assumiu a cobrança, batendo Sinisalo com uma execução à Panenka.
Aos 23 minutos, Alexander Bah aumentou a vantagem, concluindo ao segundo poste uma jogada construída por Prestianni. O Benfica continuou a criar perigo e, aos 36 minutos, Jhon Durán voltou a marcar, aproveitando uma excelente abertura de Prestianni para aparecer nas costas da defesa escocesa e fazer o terceiro golo das águias.
No segundo tempo, o Celtic tentou reagir e conseguiu reduzir aos 67 minutos, por Camilo Durán. O golo trouxe novo ânimo aos visitantes, que ainda acertaram no ferro, mas o Benfica também esteve perto de ampliar a vantagem, com Schjelderup e Prestianni a ameaçarem a baliza de Sinisalo. Já nos instantes finais, Pavlidis entrou na partida e fechou o resultado (89') com uma finalização de classe, após assistência de Tomás Araújo.
Com este triunfo, o Benfica soma seis pontos e continua na corrida pelo top-8, estando neste momento no terceiro lugar. O próximo jogo da equipa de Marco Silva está marcado para quinta-feira, dia 22 de outubro, diante do Omonia, às 20h00, no Chipre.
Consultor de comunicação elogia uma das maiores lendas do Clube encarnado e recorda o momento em que o encontrou presencialmente
15 Out 2026 | 17:28 | Por Redação
Toni, um dos maiores símbolos da história do Benfica e que dedicou-se durante mais de três décadas ao Clube como jogador de elite, capitão e treinador de sucesso, fez 80 anos esta quarta-feira. Em homenagem, Rui Calafate destaca a sua importância.
R. Calafate: "Toni é uma referência do futebol português"
"Primeiro celebrar o que importa. Os 80 anos de um homem bom, amigo do seu amigo e que inspira o melhor de nós. Toni é uma referência do futebol português, do Benfica, mas respeitado por toda a gente não importa a clubite. Porquê? Porque apesar de defender sempre as suas cores como jogador e treinador, também soube respeitar os outros", escreveu, ao jornal Record.
O consultor de comunicação lamenta nunca ter falado profundamente com o antigo técnico encarnado. "Dele nunca vi vaidade, apenas serviço aos seus emblemas. Só o cumprimentei uma vez, mas é daquelas pessoas que tenho pena de não conhecer pessoalmente e falar com ele, pois sei que aprenderia alguma coisa", pode ler-se.
R. Calafate: "Pena que Pedro Proença não se tenha lembrado"
Para concluir, Rui Calafate mandou uma "boca" a Pedro Proença por não ter a mesma boa disposição de Toni. "A sua simpatia e carisma se calhar dariam muito jeito para a FPF - tal como fez entre o seu presidente e Rui Costa que conseguiu juntar - mediar o conturbado momento entre Cristiano Ronaldo e Jorge Jesus, pena que Pedro Proença não se tenha lembrado, pois a sua bonomia faria decerto acalmar as águas. Ainda vai a tempo", rematou.
No meio-campo das águias, entre 1968 e 1981, Toni conquistou oito Campeonatos Nacionais e quatro Taças de Portugal. Mais tarde, no banco de suplentes, liderou o Clube na conquista de mais dois Campeonatos Nacionais (1988/89 e 1993/94) e de uma Taça de Portugal, além de ter alcançado a final da Taça dos Campeões Europeus em 1988.
Equipa norte-americana garantiu um lugar nos playoffs após uma reviravolta emocionante, com o defesa cedido pelas águias a assumir protagonismo
15 Out 2026 | 16:30 | Por Redação
O Benfica viu um dos seus jogadores emprestados assumir o protagonismo nos Estados Unidos. Joshua Wynder foi decisivo na vitória do New England Revolution frente ao FC Cincinnati, por 3-2, na madrugada desta quinta-feira, num encontro que garantiu à formação visitante a presença nos playoffs da MLS Cup de 2026.
O defesa central norte-americano, que cumpriu a terceira titularidade consecutiva, esteve em destaque numa partida marcada pela capacidade de reação do Revolution. Depois de sofrer o primeiro golo aos 13 minutos, a equipa conseguiu dar a volta ao marcador ainda na primeira parte, com o futebolista cedido pelo Benfica a contribuir diretamente para a reviravolta.
Aos 21 minutos, Wynder iniciou a jogada do empate ao descobrir Peyton Miller com um passe longo pela direita. O jovem extremo assistiu Dor Turgeman para o 1-1. Já perto do intervalo, aos 43´, o defesa voltou a fazer a diferença, desta vez ao corresponder de cabeça a um canto cobrado por Carles Gil, apontando o seu primeiro golo na Major League Soccer.
Na segunda parte, Turgeman bisou aos 51 minutos e ampliou a vantagem do New England Revolution, que acabou por vencer por 3-2, apesar do golo de Kévin Denkey aos 67´. Matt Turner também foi determinante para segurar os três pontos, com oito defesas ao longo do encontro, incluindo uma intervenção decisiva já perto do final, quando o Cincinnati ameaçou chegar ao empate.
Com este resultado, o New England Revolution chegou aos 49 pontos, fruto de 15 vitórias, 10 empates e quatro derrotas, e confirmou a qualificação para os playoffs. A equipa fica agora a três pontos do Inter Miami, de Lionel Messi, enquanto Joshua Wynder ganha destaque ao assinar um golo.
Confira o golo de Wynder:
Fàbregas encantado com extremo que Rui Costa queria ver no Benfica: "Ele faz a diferença"
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