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Futebol
05 Set 2024 | 16:31 |
Bruno Lage vai regressar ao Benfica para ser o novo treinador do Clube encarnado, após ter sido despedido em 2020 por maus resultados. Numa entrevista em 2022 ao diário MaisFutebol o treinador abordou a fase negativa que levou à sua saída do Glorioso, justificando os maus resultados.
"Tivemos um mau momento no mês de fevereiro e nós já sentíamos isso. Faltavam-nos algumas soluções que estávamos a preparar para janeiro, mas que não se concretizaram, ou porque o Benfica não conseguiu lá chegar ou porque um determinado jogador não considerava o nosso campeonato entusiasmante", começou por afirmar.
"Não tivemos capacidade nem competência"
"Não conseguimos colmatar a saída do Conti, ficámos só com três centrais – o Rúben Dias, o Ferro e o Jardel, que estava lesionado com alguma frequência – e faltou-nos a entrada de um médio. E entrámos num mês competitivo, com jogos com o Porto fora, o . Braga do Rúben Amorim, pelo meio um jogo com o Famalicão e dois jogos contra o Shakhtar, equipas que gostavam de ter bola e que nos iam fazer correr muito. E nós não tivemos capacidade nem competência para responder", afirmou o técnico setubalense.
Lage tinha sido promovido na época 2018/2019 por Luís Filipe Vieira para substituir Rui Vitória, que tinha sido despedido a meio da época, deixando a equipa da Luz com sete pontos de desvantagem para o primeiro classificado, Porto. No entanto e contra todas as expetativas, o treinador português conseguiu recuperar e fazer com que o Benfica conquistasse o seu 37º título.
Dado os bons resultados e uma meia época de alto nível, o Presidente do Benfica na altura, LFV, decidiu apontar Bruno Lage como treinador principal. Todavia, se na época transata o setubalense conseguiu a proeza de ser campeão nacional apesar dos pontos de desvantagem, em 2019/2020 o treinador que tinha também sete pontos de vantagem para o rival Porto foi somando maus resultados até ao final da temporada e perdeu o campeonato dando então aso ao seu despedimento.
Bruno Lage terá sido o eleito pela direção de Rui Costa para suceder Roger Schmidt no comando técnico das águias. O homem por trás do 10-0 ao Nacional vai assinar um contrato válido por duas temporadas, existindo um aumento no salário face à primeira passagem pela equipa principal do Benfica.
Defesa-central português tem contrato válido até ao verão de 2027, contudo, negociações entre duas partes têm-se arrastado durante vários meses
07 Fev 2026 | 10:29 |
António Silva continua sem mostrar interesse em aceitar a proposta do Benfica. Pelo que foi apurado, o processo de renovação entre o Clube da Luz e o defesa-central arrasta-se há meses e, com o tempo, a SAD encarnada, liderada por Rui Costa, vai ficando mais incapacitada de fechar um acordo mais vantajoso.
Segundo deu conta o jornal A Bola, na edição deste sábado, 7 de fevereiro, António Silva, que na temporada de 2026/27 entra no seu último ano de contrato, ainda não chegou a um acordo com o Benfica, situação que está a criar enorme pressão na estrutura, para evitar que o camisola 4 saia por um valor bastante reduzido, ou até a custo zero.
No entanto, apesar de, no passado mês de outubro, Rui Costa, na altura recandidato à Presidência das águias, ter revelado que o processo de renovação com António Silva estava bem encaminhado, não é esse o cenário que se tem verificado. Os meses passam e ainda não existe fumo branco entre os encarnados e o internacional português.
Por outro lado, a mesma fonte revela que um dos fatores por detrás da falta de acordo está relacionado com o descontentamento do jogador. Pelo que o diário desportivo apurou, António Silva combina jogos a titular com o banco de suplentes — algo a que Mourinho não recorre com regularidade. Além disso, o central geralmente rende sempre o compatriota Tomás Araújo.
Na presente temporada, ao serviço do Benfica, António Silva — avaliado em 30 milhões de euros — já realizou um total de 29 partidas oficiais: 13 na Liga Portugal Betclic, 10 na Liga dos Campeões, quatro na Taça de Portugal, uma na Taça da Liga e uma na Supertaça. Nos 2.294 minutos em que esteve dentro das quatro linhas, o português somou boas exibições.
Num período conturbado, devido às polémicas circundantes ao campeonato saudita, equipa do ex-Benfica sorriu à custa da turma do antigo portista
07 Fev 2026 | 09:50 |
O Al Nassr alcançou uma vitória importante na noite desta sexta-feira, 6 de fevereiro, na corrida pelo título saudita. A turma orientada pelo antigo treinador do Benfica, Jorge Jesus, recebeu e venceu o Al Ittihad, por 2-0. Tratou-se de uma “vingança” depois da derrota sofrida, diante do conjunto de Sérgio Conceição, na Taça do Rei da Arábia Saudita.
Com João Félix na equipa titular, o jogador formado no Seixal acabou por ser um farol do Al Nassr, depois de mais uma ausência forçada de Cristiano Ronaldo. Recorde-se que o capitão da seleção nacional tem-se recusado a jogar, como forma de protesto para com a falta de transparência nos investimentos que o PIF faz nos principais emblemas do campeonato saudita, beneficiando o Al Hilal.
Numa primeira parte onde não houve golos, o domínio do encontro pertenceu ao Al Nassr, que conseguiu neutralizar as principais valências do Al Ittihad. A equipa de Jorge Jesus teve mais posse de bola durante os primeiros 45 minutos de jogo, contudo, as oportunidades não se traduziram numa vantagem no marcador.
Numa partida envolta em polémicas, o encontro só ficou resolvido nos minutos finais. Em cima do minuto 80, o defesa do Al Ittihad cortou um lance com o braço, com o árbitro a assinalar uma grande penalidade, convertida por Sadio Mané. Com o Al Nassr a vencer por 1-0, Ângelo, em cima do minuto 90, fez o 2-0 e festejou como Cristiano Ronaldo.
Depois de um começo de 2026 terrível, o Al Nassr conquistou, frente à turma de Sérgio Conceição, a sexta vitória consecutiva. Feitas as contas, o clube do ex-Benfica Jorge Jesus e João Félix recuperou o segundo lugar da tabela classificativa, somando 49 pontos, ficando apenas a um ponto do líder Al Hilal (50).
Segundo foi tido em conta pela imprensa nacional, treinador português apresenta um dado estatístico que o coloca atrás dos rivais diretos
07 Fev 2026 | 09:24 |
O recorrer aos suplentes é uma parte natural e fundamental do futebol, agora, como nos seus primórdios. No que diz respeito a José Mourinho, o treinador do Benfica tem uma certa inclinação para não tirar muito proveito dos atletas que costuma ter no banco, durante o decorrer das partidas.
Segundo um estudo apresentado pelo jornal A Bola, o treinador português é, entre os três grandes do futebol português, juntando também o Braga, o técnico que mais vezes abdica de fazer substituições. Nas 100 substituições possíveis, nas 20 jornadas do campeonato, o Special One não recorreu a 16 delas.
Um registo que deixa o treinador do Benfica longe dos números que os rivais diretos apresentam. Vale a pena recordar que Mourinho apenas entrou numa altura em que já tinham sido realizadas quatro jornadas. Até lá, Bruno Lage, antes de ser despedido, apenas abdicou de duas substituições, em 20.
No que diz respeito aos números apresentados pelos treinadores do Porto, Sporting e Braga, Mourinho fica bastante atrás dos rivais. Começando pelos dragões, Francesco Farioli não fez apenas duas substituições em 20 jornadas. Atrás do italiano surgem Rui Borges e Carlos Vicens, ambos realizaram um total de 93 trocas, em 100 possíveis.
Vale a pena recordar que o motivo por detrás da falta de mexidas de José Mourinho pode dar-se ao facto de, como o próprio treinador explicou em várias ocasiões, haver falta de opções válidas para entrar. Recorde-se que o Special One contou com muita juventude numa altura em que muitas das opções se encontravam lesionadas. Atualmente, o português prepara o embate com o Alverca, onde já contou com boas notícias.