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O Conselho de Disciplina voltou ao ataque contra o Benfica, após as sanções anunciadas referentes aos jogos com Tirsense e Porto. Desta vez, o novo mapa de castigos do CD é relativo à receção ao Arouca, com multas que atingem quase os 12 mil euros e que fazem os cofres da Luz tremer.
A primeira coima é referente ao comportamento considerado indevido por parte dos adeptos, face ao uso de material pirotécnico, arremesso de tochas e petardos durante a partida entre o Benfica e o Arouca. Estes incidentes levam a uma multa de 9.560 euros. A este valor pode-se acrescentar mais 1.785 euros, que, de acordo com o Conselho de Disciplina, tem a ver com o incumprimento de outros deveres, como a entrada e permanência no Estádio da Luz de objetos não autorizados.
Além disso, o Benfica ainda foi multado em 612 euros por insultos dos adeptos ao guarda-redes do Arouca. No total, somando-se as multas todas, o Clube da Luz terá de 'abrir os cordões à bolsa' e pagar quase 12 mil euros, mais especificamente, 11.957 euros. Se se acrescentar os valores das coimas referentes ao encontro com o Tirsense, então, o Glorioso fica perto de atingir os 15 mil euros, sofrendo com a mão pesada do Conselho de Disciplina, nesta semana.
Vale a pena relembrar que, o duelo entre o Benfica e o Arouca terminou com um empate a duas bolas. Orkun Kokçu e Pavlidis ainda marcaram, mas não foi suficiente para evitar o deslize das águias, em casa, frente aos arouquenses. A partida ainda ficou marcada pelas decisões polémicas de António Nobre, que acabou mesmo por receber uma nota negativa pelo Conselho de Arbitragem.
Agora, as atenções da turma de Bruno Lage encontram-se, apena, no encontro de hoje. O Benfica vai medir forças com o Vitória de Guimarães já no próximo sábado, 19 de abril. O encontro a valer para a jornada 30 da Liga Portugal Betclic irá acontecer no Minho, no Estádio D. Afonso Henriques - casa do adversário - e o pontapé de saída está marcado para às 20h30.
Órgão de justiça desportiva português anunciou medida que envolve, tanto o Clube de Rui Costa, como o emblema dirigido por Villas-Boas
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O Conselho de Disciplina da Federação Portuguesa de Futebol deu uma má notícia ao Benfica de Rui Costa. O órgão de justiça desportiva anunciou a abertura de um processo disciplinar conjunto ao Clube da Luz e ao Porto. Em causa estão os comportamentos indevidos verificados no Clássico da 29.ª jornada da Liga Portugal Betclic.
Segundo adianta o jornal Record, existiu arremesso de objetos nas bancadas do Estádio do Dragão, por parte dos ultras do Benfica, e ainda carga policial sobre adeptos do Porto, com especial destaque para a claque Colectivo Ultras 95. Ao que tudo indica, os ultras das águias atiraram engenhos pirotécnicos do setor visitante para uma área, onde estavam adeptos da equipa da casa, na primeira parte do Clássico.
Já no segundo tempo, de acordo com a mesma fonte acima mencionada, a PSP carregou sobre os adeptos do Porto, na bancada norte, tendo, inclusive, disparado balas não letais. Tudo isto levou, então, à abertura de um processo disciplinar em conjunto tanto ao Benfica, como ao emblema liderado por André Villas Boas.
Vale a pena referir que, esta má notícia surge já depois do CD ter anunciado uma multa de mais de 2 mil euros ao Benfica, tendo em conta ao comportamento indevido dos adeptos em Barcelos no jogo da primeira mão da meia-final da Taça de Portugal frente ao Tirsense. A equipa do Campeonato de Portugal também foi sancionada.
Recorde-se que, o Benfica de Bruno Lage venceu este Clássico contra o Porto. Os encarnados deslocaram-se ao Dragão e viram Pavlidis a fazer um brilharete, que ajudou à goleada aos azuis e brancos, por quatro bolas a uma, o mesmo resultado obtido no jogo da primeira volta, no Estádio da Luz.
Negociações entre encarnados e conhecida marca de seguros duram há vários meses, sendo que acordo pode estar para breve e entrar em vigor na próxima época
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O Benfica está a negociar o naming do Estádio da Luz com a Allianz. Segundo o jornal Record, as negociações entre Rui Costa e a seguradora alemã duram há vários meses, sendo que o reduto das águias pode mudar de nome já na próxima temporada, garantindo muitos milhões para os encarnados.
O diário desportivo não avança com os valores em cima da mesa, mas adianta que, a concretizar-se, o acordo entre o Benfica e a Allianz deverá ser de longa duração, tal como acontece com o Bayern Munique. Em causa, pode estar um negócio para os próximos 10 anos, que tem sido a política da seguradora alemã.
Para se ter uma ideia dos valores que podem vir a encher os cofres do Benfica, a Juventus recebe, anualmente, 14,7 milhões de euros pelo naming do seu estádio. O Bayern Munique, que renovou o contrato em 2023, fatura 13 milhões. Há outros emblemas com números mais baixos, mas é provável que as águias possam fechar negócio por uma verba perto dos 10 milhões.
A questão do naming do Estádio da Luz não é nova. O antigo administrador financeiro da SAD do Benfica, Domingos Soares de Oliveira, confessou, em dezembro de 2018, que o Clube da Luz estava em negociações com empresas internacionais para ceder o nome do reduto dos encarnados.
O sucessor de Domingos Soares de Oliveira na SAD do Benfica, Nuno Catarino, numa entrevista recente, também abordou o tema: “Temos claro o valor do naming, temos essa referência interna. Quando aparecer essa proposta de uma marca que valorizemos. Já tivemos várias discussões, mas também valorizamos a qualidade dos parceiros. Não sei se será no curto prazo. Não estamos desesperados”.
Timoneiro dos vermelhos e brancos, que está a preparar a receção aos lobos, tem ponderado os prós e contras sobre esta situação
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Bruno Lage vai avançar com um processo contra John Textor, empresário norte-americano e dono de clubes como o Lyon e Botafogo, onde o atual treinador do Benfica chegou a comandar. O caso está a ser avançado por várias agências de comunicação social, que informam que o setubalense exige uma indemnização.
O diário britânico, ‘The Telegraph’ é um dos meios que dá conta do caso entre o técnico do Glorioso e o dono do atual campeão brasileiro. Na última sexta-feira, 11 de abril, o jornal inglês deu conta do processo de Bruno Lage e informou que o timoneiro do Benfica exige que John Textor lhe pague 7 milhões de euros, ou mais preciso, cerca de 6,92 milhões de euros.
Segundo o ‘The Telegraph’ em causa está uma alegada quebra de contrato que foi celebrada pelas duas partes. Ou seja, na natura em que o setubalense assumiu o comando técnico do Botafogo, terá ficado estipulado que o português, mais tarde, poderia vir a assumir o banco do Lyon ou do Crystal Palace.
O alegado acordo terá sido celebrado em 2023, pouco tempo depois de Bruno Lage ter rumado ao Brasil. No entanto, o técnico do Benfica só esteve no Rio de Janeiro durante três meses, acabando por não cumprir os seis meses iniciais que estavam indicados no contrato. Segundo o diário britânico, caso assumisse o comando técnico do emblema inglês ou francês, a ligação seria de pelo menos dois anos.
Em torno deste caso entre as duas partes, o ‘The Telegraph’ deixa a seguinte explicação sobre os acontecimentos: “O processo alega também que o acordo entre as duas partes incluía uma cláusula que obrigava Bruno Lage a pagar 3,18 M€ a Textor caso o treinador assumisse funções noutro clube que não Crystal Palace ou Lyon, no período compreendido entre janeiro e julho de 2023. Após ser demitido [do Botafogo], Lage permaneceu sem trabalhar durante o suposto período de restrição, antes de rumar ao Benfica em setembro”.
Contudo, segundo a mesma notícia partilhada pela imprensa britânica, John Textor já teve conhecimento do processo jurídico avançado por Bruno Lage. A Eagle Football Holdings já emitiu um comunicado a informar que está ciente da ação tomada pelo atual treinador do Benfica.