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Declarações de Mourinho? Rui Borges responde ao treinador do Benfica: "Opinião..."
23 Mar 2026 | 12:17
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23 Mar 2026 | 14:02 |
Em fim de contrato com o Manchester City, onde está desde 2017, Bernardo Silva - que conquistou mais um troféu - , em recentes declarações, fez uma 'complexa' comparação entre cityzens e Benfica, onde fez a formação e apenas três jogos na equipa A.
Bernardo Silva: "O meu objetivo principal era chegar e conquistar títulos"
"Foi há muito tempo. Lembro-me que havia um miúdo com muitas expectativas e muitos sonhos, ao chegar a um grande clube, como é o Manchester City, que lutava por títulos. O meu objetivo principal era chegar e conquistar títulos. É mais do que estava à espera", começou por dizer, em recente entrevista à Sky Sports.
"Em primeiro lugar, nunca pensei ficar tanto tempo. Quando chegas, fazes os teus planos para quê? Dois ou três anos? E, depois, vês o que acontece, por isso, nunca pensei ficar nove anos. 17 títulos é, obviamente, muito", referiu, recordando a chegada ao Man. City.
Bernardo Silva: "O Benfica é um clube que também se espera que vença sempre"
"Quando jogas por uma equipa, como o Manchester City, e trazes grandes jogadores, como o Manchester City trouxe, as expectativas são muito elevadas. O mesmo se aplica ao Pep Guardiola e ao seu nome. As pessoas esperavam que o Manchester City vencesse, eventualmente, o que nunca é fácil, e nós fizemo-lo. Ganhámos muito", apontou, fazendo de seguida referência ao Benfica.
"Ao longo de toda a minha carreira, habituei-me bastante a isso. Fiz a minha formação, durante 12 anos, no Benfica. É um clube que também se espera que vença sempre. Não é algo que me seja estranho, por isso, quando cheguei... Eu diria que, mesmo aqui, a pressão é bastante reduzida, em relação ao sul da Europa. Pessoalmente, acho que os jogadores têm a vida bastante facilitada aqui", defendeu.
"Se queres jogar neste clube, não podes aceitar a derrota. Nós sabemos que os nossos adversários são muito bons, nós sabemos que vencer não é fácil, mas não aceitamos a derrota. Trabalhamos todos os dias para ter mais bons dias do que maus dias, para vencermos mais do que perdemos, e conseguimos fazer isso, durante muito tempo", completou.
No rescaldo de mais um encontro bastante exigente, técnico descansou selecionador nacional que chamou atleta para a concentração de Portugal
23 Mar 2026 | 13:55 |
João Cancelo voltou a fazer a diferença na vitória do Barcelona, frente ao Rayo Vallecano, ao assistir para o único golo da partida, apontado por Ronald Araújo. No final do encontro, Hansi Flick falou sobre o ex-Benfica e explicou o motivo da sua substituição, tranquilizando Roberto Martínez, selecionador nacional.
"Quero felicitá-lo porque o seu jogo foi incrível, especialmente na segunda metade. Deu tudo pela equipa e queria continuar até ao fim porque estava muito compenetrado no jogo", começou por dizer Flick, em declarações à imprensa espanhola.
Antes de analisar o que aconteceu na partida, Flick ainda esclareceu que a substituição de João Cancelo, no final da partida, não esteve relacionada com nenhum problema físico, o que acaba por ser uma boa notícia para Roberto Martínez, que tinha convocado o antigo craque do Benfica.
"Não fizemos o nosso melhor jogo, mas o importante era somar os três pontos e vencer", resumiu o treinador alemão. "Tenho presente que nos faltam Koundé, Balde, Christensen, De Jong e que hoje também não estava o Eric. Tínhamos muitas baixas na defesa e os nossos dois centrais e os laterais jogaram muito bem", acrescentou.
"O Rayo fez um jogo fantástico, felicito o Iñigo, pois está a realizar um grande trabalho. Gosto muito de como a sua equipa joga e também de como ele é a nível pessoal e como se comporta", assumiu Hansi Flick, no final do encontro, onde o Barcelona venceu por 1-0.
Triunfo diante do Vitória de Guimarães confirmou números apresentados pelo treinador português, num registo que começou em 2002
23 Mar 2026 | 13:32 |
O regresso de José Mourinho ao futebol português conheceu mais um capítulo de sucesso. Depois de uma passagem histórica pelo Porto, o Special One atingiu uma marca redonda, desta vez como treinador do Benfica, e tudo isto aconteceu no triunfo diante do Vitória de Guimarães (3-0).
Com o resultado obtido no Estádio da Luz, diante dos minhotos, José Mourinho alcançou a 50.ª vitória caseira na qualidade de treinador da Primeira Liga. Ou seja, em Portugal, o Special One não perde em casa há pelo menos meia centena de jogos, entre Porto e Benfica.
Para encontrarmos a última derrota de José Mourinho enquanto anfitrião, é preciso recuar ao longínquo ano de 2002, quando o português, na altura à frente do Porto, foi surpreendido pelo Beira-Mar, com a formação forasteira a vencer os dragões por 3-2.
Desde então, fevereiro de 2002 até à data, havendo um intervalo temporal de quase 25 anos, José Mourinho não perdeu mais nenhum duelo caseiro. Por outro lado, vale a pena destacar que, além do Special One, a partida diante do Vitória de Guimarães também foi especial para Richard Ríos, médio do Benfica.
A entrar na reta final do campeonato, o Benfica segue no terceiro lugar, com 62 pontos, os mesmos do Sporting, que está no segundo lugar, mas que tem uma partida em atraso. Águias e leões correm atrás do líder, Porto. O próximo duelo do Clube da Luz está agendado para 5 de abril, numa visita ao Casa Pia.
Jovem extremo norueguês tem vindo nos últimos meses a afirmar-se como crucial no plantel encarnado, contudo, este não esquece algo "horrível"
23 Mar 2026 | 12:22 |
Meses depois do que aconteceu, agora mais aliviado, Andreas Schjelderup contou quão "horrível" foi lidar com a condenação que colocou o seu nome nas bocas do Mundo. Sem saber o que fazer, numa "situação incrivelmente estranha", o jogador do Benfica - que vê lateral dinamarquês a partir no final da época - fechou-se e guardou segredo da própria família.
Andreas Schjelderup: "Senti que a minha vida tinha acabado"
O telefonema da polícia dinamarquesa, a 23 de junho do ano passado, mudou tudo. Depois de ficar a saber da acusação por partilhar um vídeo com conteúdo sexual a envolver menores, Schjelderup brilhava ao serviço das águias no Mundial de Clubes - foi mesmo a figura da vitória, por 1-0, diante do Bayern Munique. "Senti que a minha vida tinha acabado, não sabia o que fazer", admitiu, em entrevista à TV2, da Noruega.
"É um assunto do qual não me orgulho", disse ainda, sobre uma situação que lembra como uma "hemorragia cerebral". "Até então, sentia que tinha vivido a vida sem cometer um único erro. Sempre pratiquei boas ações e fui um bom exemplo. Sei que fui um modelo para muitos, tenho consciência disso", disse.
Andreas Schjelderup: "Senti que foi um erro que eu próprio cometi e que queria corrigir sozinho"
"Senti que foi um erro que eu próprio cometi e que queria corrigir sozinho. Senti que o mundo desabou. Naquele momento, pensas que a tua vida acabou", lembrou o jovem extremo norueguês, que colocou quem o rodeia ao corrente em setembro, dias antes do caso tornar-se público.
"O meu pai tem sido um dos meus maiores apoios e ajudou-me a encontrar a calma. Tanto ele como o resto da família têm sido muito bons para mim", contou, lamentando o ocorrido há mais de dois anos, quando representava o Nordsjaelland. Naquela época, partilhou um vídeo com um grupo de amigos na rede social Snapchat, um ato que defende ter sido irrefletido.