Futebol
Com o Benfica à espreita, Marco Silva aborda futuro: "É tão simples..."
24 Mai 2026 | 14:50
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Futebol
20 Fev 2026 | 18:50 |
António Simões, campeão europeu pelo Benfica, em 1962, recusa fazer julgamentos sumários a Gianluca Prestianni, acusado de racismo pelo avançado do Real Madrid, Vinícius Júnior, no encontro de terça-feira, a contar para a 1.ª mão do 'play-off' de acesso aos oitavos de final da Liga dos Campeões. No entanto, o antigo extremo-esquerdo não tem dúvidas de que, "se se provar essa acusação, será uma grande mancha na história democrática e de respeito pelo próximo do Benfica".
António Simões: "O Benfica sempre foi um clube democrático"
"Em primeiro lugar, o Benfica sempre foi um clube democrático, mesmo no tempo da ditadura. A primeira democracia que conheci foi no Benfica. Em segundo lugar, o Benfica foi o clube português com a maior ligação a África", sublinhou a antiga glória do Clube, em declarações ao jornal Record.
Simões, de 82 anos, classifica este tema como "sensível". Por isso, enquanto não estiver na posse de todos os factos, recusa apontar o dedo ao avançado argentino. "Não estava no campo, não sei o que se passou. Os responsáveis do Benfica é que têm de decidir", observou.
António Simões: "FIFA e UEFA têm de criar regras para se acabar com especulações"
Sobre o que disse ou não em campo, o antigo avançado concluiu: “Sou contra qualquer atitude discriminatória, nomeadamente quando se trata da cor da pele. O futebol é universal, de todas raças, línguas e cor. FIFA e UEFA têm de criar regras para se acabar com especulações."
António Simões reprova as manifestações de racismo, como as que se verificaram nas bancadas da Luz e que levaram o Benfica a abrir inquérito aos adeptos que imitaram macacos. A antiga glória encarnada lembrou que tais atitude vão contra a história do Clube.
No discurso de despedida da temporada de 2025/26, treinador português falou com adeptos ingleses e revelou que escolha deverá acontecer em breve
25 Mai 2026 | 08:30 |
Marco Silva terminou a temporada com uma vitória diante do Newcastle, em Craven Cottage, na despedida do Fulham da temporada 2025/26. No final do encontro, o treinador português, apontado ao Benfica, deixou algumas palavras de apreço, mas sem nunca assumir que se tratava de uma despedida, e frisou que a decisão irá acontecer esta semana.
Marco Silva: "Neste momento, e sendo honesto convosco, eu não me sinto assim. Não me sinto porque ainda não decidi"
"Neste momento, e sendo honesto convosco, eu não me sinto assim. Não me sinto porque ainda não decidi. Porque, se tivesse tomado a minha decisão, não teria qualquer problema em dizê-lo", começou por dizer o treinador de 48 anos, no final do encontro, revelando que ainda não sabe o que vai acontecer na próxima época.
"Para ser honesto com as pessoas que amo, para ser honesto com as pessoas do clube, quem seria a pessoa neste clube, se isto acontecesse, que iria querer ter uma boa despedida dos adeptos, dos jogadores, das pessoas à minha volta? Ia ser eu", acrescentou Marco Silva, nome que reúne mais consenso na estrutura encarnada.
Marco Silva: "Neste momento, não tomei a minha decisão. Vai ser na próxima semana, com certeza"
"Neste momento, não tomei a minha decisão. Vai ser na próxima semana, com certeza. Nos próximos dias, vamos sentar-nos novamente e, claro, depois temos de anunciar, porque o clube tem de seguir em frente", adiantou o treinador português, no rescaldo da partida frente ao Newcastle, onde a sua equipa saiu vitoriosa.
"Se for por essa razão, para eu não estar aqui, o clube tem de seguir em frente, se for para eu continuar aqui, temos de fazê-lo", concluiu Marco Silva. Os próximos dias vão ser cruciais para entender qual vai ser a decisão do treinador de 48 anos, numa altura em que o Benfica também procura resolver o dossiê de José Mourinho.
Confere aqui o vídeo:
Numa altura em que o regresso do Special One à capital espanhola ganha cada vez mais força, ex merengue não tem problema em visar essa mesma possibilidade
24 Mai 2026 | 17:35 |
Rafael van der Vaart, antigo internacional neerlandês que representou o Real Madrid entre 2008 e 2010, falou abertamente sobre a crise interminável instalada no Bernabéu e sobre a iminente chegada de José Mourinho - que foi de viagem à Alemanha - ao clube blanco. Nesse mesmo sentido, o ex merengue apoia o regresso do Special One à capital espanhola.
Rafael van de Vaart: "Estive lá dois anos, não se ganhou o campeonato. Os adeptos não estão satisfeitos com os jogadores e creio que isso também acontece agora"
"O que se passa neste momento não está bem. Não faço ideia... Claro, quando não estás dentro do clube, não sabes exatamente. Mas, no fim de contas, sei como o clube funciona. Quando não se ganha, quando não se conquista um título...", confessou ao portal romeno 'GSP'.
"Estive lá dois anos, não se ganhou o campeonato. E ficaram chateados. Os adeptos não estão satisfeitos com os jogadores e creio que isso também acontece agora. Nem as relações entre os jogadores são boas", contextualizou, antes de fixar-se na hipótese de Mourinho assumir o comando técnico.
Rafael van de Vaart: "José Mourinho é o homem certo para o Real Madrid"
"Diz-se que Mourinho será o treinador a partir da próxima época. Espero que sim! Acredito que é o homem certo para isso. Pode estabilizar o balneário, 100%", considerou, acrescentando: "Trabalhei apenas seis semanas com ele, depois venderam-me ao Tottenham. Mas fiquei muito impressionado. Admiro-o muito."
E não foi contido nos elogios: "É um homem sincero, é um treinador muito bom e ficamos um pouco intimidados por ele. Creio que é preciso isso num treinador! Não para ter medo, mas mais como uma figura paternal. Quando ele diz algo, ouves!"
Rafael van de Vaart: "Mourinho foi muito sincero, e eu gosto de pessoas honestas, porque sinto que isso é o mais importante"
"Mourinho foi muito sincero, e eu gosto de pessoas honestas, porque sinto que isso é o mais importante. Ele disse-me como as coisas estavam, que ia comprar o Özil e que ele seria o seu número 10. Então disse-me 'Se tiveres oportunidade, sai'", concluiu.
Adicionando mais um troféu àqueles já conquistados esta temporada, ex Benfica alcança cúmulo europeu numa partida que não deixou dúvidas
24 Mai 2026 | 16:30 |
Kika Nazareth voltou a fazer história no futebol europeu. A antiga jogadora do Benfica sagrou-se este sábado vencedora da Liga dos Campeões feminina pelo Barcelona, depois do triunfo expressivo das blaugrana frente ao Lyon, por 4-0, na final disputada em Oslo.
A internacional portuguesa começou a partida no banco de suplentes, entrando apenas aos 86 minutos, mas ainda foi a tempo de participar na reta final da grande festa catalã. O encontro acabou por ser decidido na segunda parte, depois de uma etapa inicial equilibrada e com oportunidades para ambos os lados.
O Barcelona chegou à vantagem aos 56 minutos, por intermédio de Ewa Pajor, avançada polaca que acabaria por assumir papel de destaque na final. A camisola 17 voltou a marcar aos 69’, após assistência de Salma Paralluelo, deixando as espanholas muito perto da conquista europeia.
Apesar das tentativas de reação do Lyon, foi mesmo o Barcelona quem voltou a marcar já nos minutos finais. Salma Paralluelo brilhou com um grande remate de fora da área aos 90 minutos e, já em período de compensação, bisou na partida, fixando o resultado final em 4-0 perante um Stade Ullevaal em festa.
Com esta vitória, o Barcelona conquistou a quarta Liga dos Campeões feminina da sua história, depois dos triunfos alcançados em 2021, 2023 e 2024. Já Kika Nazareth somou o primeiro título europeu da carreira depois de ter trocado o Benfica - que venceu recentemente a Taça de Portugal - pelo conjunto catalão no início da época 2024/2025, continuando assim a afirmar-se no futebol internacional.
Com o Benfica à espreita, Marco Silva aborda futuro: "É tão simples..."
24 Mai 2026 | 14:50
Inesperado, Benfica! José Mourinho foi de viagem e aterrou… na Alemanha
24 Mai 2026 | 14:28
Vê isto, Benfica! Ex Sporting apoia contratação de Marco Silva: "É claramente uma boa aposta"
24 Mai 2026 | 13:46