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Atenção! Proposta inovadora de João Diogo Manteigas agita os bastidores do Benfica
02 Mai 2026 | 13:46
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06 Mai 2026 | 19:23 |
Embora afirme desconhecer os planos dos novos investidores da Benfica SAD, António Pires de Andrade, Presidente da MAG do Clube da Luz, confirma que colocará o seu cargo à disposição assim que a transferência das ações estiver efetivamente concluída. O administrador da sociedade elogia ainda o acordo, considerando que trará benefícios para os encarnados.
O gestor integrou o Conselho de Administração no início de 2022, na qualidade de representante de José António dos Santos, então o maior acionista individual da SAD, com uma participação direta e indireta de 16,38% do capital. Esta posição acabou por ser adquirida pelo fundo Entrepreneur Equity Ppartners SPV V, com sede no estado norte-americano de Delaware.
"A minha posição é simples. Sou representante de José António dos Santos e vou colocar o meu lugar à disposição dos novos acionistas", disse ao jornal 'Record', escusando-se a falar sobre cenários futuros, nomeadamente um eventual convite para ser o rosto da sociedade norte-americana na SAD. "Se me convidarem, irei analisar e decidir, mas até agora não fui contactado".
A. Pires de Andrade: "Trata-se de um bom acordo. Estes investidores vão trazer valor ao Benfica"
O gestor, amigo de longa data de José António dos Santos, não tem dúvidas. "Trata-se de um bom acordo. Estes investidores vão trazer valor ao Benfica", sustentou Pires de Andrade. O administrador lembra que quem está à frente da Entrepreneur Equity Partners SPV V tem "experiência na gestão de estádios e arenas desportivas".
O acordo entre José António dos Santos e a Entrepreneur Equity Partners SPV V foi conhecido no final de abril, com as ações a serem vendidas a 12 euros cada, de acordo com o 'Jornal de Negócios'. No entanto, o processo só ficará concluído no final de julho, depois da aprovação prevista nos estatutos da Benfica - que viu a APAF a avançar com queixa - SAD.
É nessa altura que Pires de Andrade conta colocar o lugar à disposição. Devido a este acordo, mais de 21% do capital da SAD encarnada passa a estar nas mão de norte-americanos, uma vez que a Lenore Sports já tinha adquirido 5,24%.
Em causa estão as declarações do Presidente dos encarnados, após empate em Famalicão, onde deixou duras críticas à arbitragem de Gustavo Correia
04 Mai 2026 | 15:54 |
A Associação Portuguesa de Árbitros de Futebol anunciou, na tarde desta segunda-feira, 4 de maio, que vai apresentar uma participação disciplinar contra Rui Costa e o Benfica. Em causa estão as declarações do Presidente dos encarnados, onde visou a arbitragem de Gustavo Correia, no empate polémico diante do Famalicão.
Segundo foi tido em conta pelo jornal Record, a queixa que a APAF vai fazer será entregue ao Conselho de Disciplina da Federação Portuguesa de Futebol que, depois de analisar o documento em questão, toma a decisão de abrir ou não um processo contra o Presidente do Benfica, depois das duras críticas que fez, em declarações à imprensa.
Sem haver qualquer tipo de surpresa, o mais certo é que o CD avance com um processo disciplinar contra Rui Costa, visto que a APAF, no seu entender, acredita que o Presidente do Benfica foi longe demais nas palavras que proferiu, onde acusou Gustavo Correia de prejudicar o Clube da Luz, no seu objetivo de chegar à Liga dos Campeões.
"Este senhor veio aqui prejudicar o Benfica, quiseram tirar-nos o segundo lugar", foi uma das várias palavras proferidas pelo dirigente máximo dos encarnados, que também vincou que nenhum árbitro ou entidade, que não sejam os jogadores e treinadores, deve decidir o desfecho das partidas.
Vale a pena relembrar que o empate em Famalicão, envolto em muita polémica, mereceu a reação de várias figuras ligadas ao Clube. Mauro Xavier, através da sua conta oficial na rede social X, exigiu que sejam divulgados os áudios do VAR, que visam o lance de grande penalidade que ficou por assinalar a favor do Benfica.
Através de um comunicado oficial, encarnados desmentiram notícias avançadas pela imprensa e asseguram que vão tomar uma decisão final em breve
04 Mai 2026 | 15:14 |
Uma semana depois de José António dos Santos ter revelado que chegou a um acordo para a venda da sua participação na SAD, o Benfica pronunciou-se sobre diversos rumores. Através de um comunicado, partilhado nos meios oficiais, o Clube da Luz negou ter mostrado qualquer tentativa de alienação das ações pertencentes ao empresário, conhecido como o Rei dos Frangos.
"Perante a circulação de informações falsas no espaço mediático, o Sport Lisboa e Benfica esclarece que inexiste qualquer direito de preferência atribuído ao Sport Lisboa e Benfica relativamente à alienação do lote de ações pertencente a José António dos Santos", pode ler-se no comunicado partilhado pelas águias.
"O Sport Lisboa e Benfica encontra-se a avaliar todos os contornos desta operação e os seus potenciais impactos, no estrito respeito pelos interesses do Clube e dos seus associados", adiantou o Clube da Luz, negando qualquer notícia que tem sido avançada pela imprensa nos últimos dias a respeito deste tema.
"Uma posição definitiva será assumida em breve, no cumprimento dos deveres e responsabilidades do Sport Lisboa e Benfica", pode ler-se no final do comunicado partilhado na tarde desta segunda-feira, 4 de maio, a respeito das ações que foram vendidas pelo empresário José António dos Santos, mais conhecido como Rei dos Frangos.
Vale a pena recordar que o conhecido empresário detinha uma percentagem de 16,36% da SAD encarnada e, nos últimos dias, chegou a um acordo para a venda dessas mesmas ações a um grupo de investimento norte-americano. No entanto, o tema tem sido bastante debatido e já mereceu a reação de várias figuras do Clube, que pedem esclarecimentos ao Benfica.
Através de uma publicação feita na rede social LinkedIn, ex-dirigente da estrutura de Rui Costa procura obter mais informações sobre a venda do Rei dos Frangos
04 Mai 2026 | 10:40 |
Na última semana, José António dos Santos anunciou que vendeu a sua participação (16,36%) na SAD a um grupo de investimento norte-americano. No rescaldo desta nota, Fernando Tavares, antigo vice-presidente das modalidades do Benfica, partilhou uma publicação onde pede vários esclarecimentos aos encarnados sobre este processo do Rei dos Frangos.
"1. Quais as razões que determinaram a ausência de iniciativa por parte do Sport Lisboa e Benfica no sentido de adquirir a referida participação, estimada em cerca de 45 milhões de euros, quando tal permitiria elevar a posição do Clube para aproximadamente 80% do capital social da Sport Lisboa e Benfica – Futebol, SAD, reforçando de forma inequívoca o seu controlo estratégico", pode ler-se na publicação feita no LinkedIn.
"2. De que forma se compatibiliza essa decisão com a aprovação, em 1 de outubro de 2025, de um programa de recompra de ações próprias até ao limite de 10% do capital, o qual implicava já um compromisso financeiro estimado entre 15 milhões e 18 milhões de euros, e por que motivo esse programa não foi ajustado ou expandido, total ou parcialmente, de forma a permitir a aquisição do referido bloco acionista estratégico, concentrando o esforço financeiro numa operação com impacto estrutural no controlo da sociedade", continuou Fernando Tavares.
"3. Se foi devidamente ponderada, em termos económicos e estratégicos, a possibilidade de direcionar o esforço financeiro associado ao programa de recompra, já aprovado, para a aquisição de um bloco acionista estruturante, em detrimento de aquisições dispersas em mercado, maximizando assim o impacto desse investimento ao nível do reforço do controlo e da estabilidade acionista da sociedade", acrescentou.
"4. Se, atendendo à atual situação económico-financeira, designadamente ao resultado líquido positivo de 34 milhões de euros apresentado pela Sport Lisboa e Benfica – Futebol, SAD no exercício de 2024/2025, aprovado em Assembleia Geral, bem como à referência expressa da gestão à existência de eventuais excessos de liquidez, não existiam condições para, de forma prudente e responsável, suportar um investimento desta natureza, com impacto direto no reforço do controlo, estabilidade acionista e alinhamento estratégico de longo prazo da sociedade", concluiu o antigo vice-presidente do Clube da Luz.