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Oficial! Benfica lança camisola para 2026/27 e deixa adeptos em suspenso com grande mistério
01 Jun 2026 | 15:11
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26 Jan 2025 | 13:23 |
As últimas horas têm sido bastante tensas no Benfica. Após a derrota dos encarnados frente ao Casa Pia, começam a surgir várias críticas à postura de Rui Costa. Nesse sentido, o Movimento Servir o Benfica lançou um comunicado a tecer duras palavras ao atual Presidente do Clube da Luz.
Servir o Benfica - O Benfica está ferido de morte
"O BENFICA NÃO PODE CONTINUAR ASSIM. Após mais uma derrota que expõe a fragilidade do Benfica na Primeira Liga, os adeptos e sócios do clube são confrontados com um grito de desespero e impotência. Numa conversa privada que parece ter sido tornada pública sem autorização, o treinador Bruno Lage confirmou aquilo que já todos sabemos: o Benfica está ferido de morte", começa por dizer o comunicado.
"Rui Costa, com mais de 15 anos como dirigente e agora presidente, já demonstrou inequivocamente que não tem capacidade para liderar o Benfica. O clube está à deriva, sem rumo, sem visão, sem estratégia e, acima de tudo, sem coragem. Rui Costa é hoje um presidente acorrentado, consciente da sua incapacidade para devolver o Benfica aos benfiquistas, mas sem liberdade para se demitir", prossegue o Movimento Servir o Benfica.
"O Benfica de Rui Costa, Jaime Antunes, Lourenço Coelho, Nuno Costa e outros que se perpetuam nos corredores do poder, não é o Benfica dos sócios. É um clube enredado em politiquices, refém de figuras como Pedro Proença e Jorge Mendes, e dependente de ligações obscuras que traem os valores e a identidade do nosso emblema", acrescenta o grupo liderado por Francisco Benitez.
"Um Benfica que falha aos seus sócios e adeptos: É um Benfica que demora mais de um ano a divulgar auditorias internas, sem consequências e sem transparência. É um Benfica incapaz de competir com rivais em crise, que mesmo a mudar treinadores a meio da época somam mais vitórias. É um Benfica que se cala perante arbitragens semana após semana, preferindo manter boas relações com os verdadeiros donos do poder, em vez de defender os interesses do clube. É um Benfica que não honra a sua história, os seus ases do passado, nem respeita o seu próprio legado. É um Benfica infestado de vieiristas, lutando entre si para manter ou roubar cadeiras de poder, enquanto o clube se afunda", pode-se ler ainda.
Movimento Servir o Benfica - Rui Costa deverá anunciar a sua demissão
"É tempo de agir. É tempo de mudar. É tempo de devolver o Benfica aos benfiquistas. Exige-se, ainda, ao Presidente da Mesa da Assembleia Geral do Sport Lisboa e Benfica a convocação imediata de uma Assembleia Geral para a votação final global da Proposta de Estatutos. Após a conclusão desta Assembleia, independentemente do resultado, o presidente Rui Costa deverá anunciar a sua demissão, cabendo ao PMAG proceder à marcação de eleições antecipadas. Pelo Benfica, sempre. Viva o Sport Lisboa e Benfica. Viva o Glorioso", finaliza o Movimento Servir o Benfica no seu comunicado.
Veja aqui o comunicado partilhado pelo Movimento Servir o Benfica na íntegra:
Projeto estratégico das águias terá sido determinante para a entrada de novos acionistas no capital da Sociedade Anónima Desportiva encarnada
12 Jun 2026 | 17:07 |
A entrada de investidores norte-americanos na Benfica SAD continua a dar que falar e o Benfica District surge como um dos principais motivos para o crescente interesse em torno do universo encarnado. O megaprojeto imobiliário e desportivo idealizado pelo Clube da Luz terá desempenhado um papel importante na recente aquisição de uma participação relevante no capital da SAD.
Segundo o Jornal Económico, a venda dos 16,38% detidos por José António dos Santos, conhecido como "Rei dos Frangos", ao fundo norte-americano Entrepreneur Equity Partners, por cerca de 45,2 milhões de euros, poderá representar apenas o início de um novo capítulo na estrutura acionista do Benfica.
A mesma fonte revela que Tim Leiweke, empresário norte-americano ligado ao setor do entretenimento e das infraestruturas desportivas, foi um dos investidores convidados a participar na operação. Durante as conversações, o Benfica District foi apresentado como um dos ativos mais atrativos associados ao investimento no Clube da Luz.
De acordo com o respetivo portal, o interesse de Leiweke pelo projeto foi tão significativo que o empresário terá avançado individualmente para a aquisição das ações anteriormente detidas por José António dos Santos, sem integrar o grupo de investidores inicialmente reunido para o negócio.
O Benfica District, avaliado em cerca de 220 milhões de euros, é apontado como uma das grandes apostas estratégicas do Clube para os próximos anos. O projeto contempla uma profunda modernização das infraestruturas ligadas ao Estádio da Luz e áreas envolventes, procurando potenciar novas fontes de receita e reforçar a valorização do património encarnado.
A experiência de Tim Leiweke na gestão e rentabilização de arenas desportivas é um dos aspetos destacados pela publicação. O empresário liderou durante vários anos a AEG e fundou posteriormente a Oak View Group, empresas reconhecidas internacionalmente pelo desenvolvimento e exploração de grandes espaços de entretenimento.
Segundo o Jornal Económico, a visão empresarial do investidor encaixa precisamente na filosofia subjacente ao Benfica District, que pretende transformar a zona envolvente ao Estádio da Luz num polo multifuncional capaz de gerar receitas para além da componente desportiva.
A entrada destes investidores levanta, contudo, algumas questões relativamente ao futuro da estrutura acionista da Benfica SAD. Entre elas está a eventual aplicação do artigo 13.º dos estatutos, que permite ao Clube bloquear determinadas aquisições de participações qualificadas quando estejam em causa interesses considerados concorrentes.
Para já, o foco mantém-se no potencial impacto do Benfica District e na forma como este projeto continua a despertar atenção internacional. O interesse demonstrado por investidores ligados ao setor das infraestruturas e do entretenimento reforça a perceção de que o plano estratégico encarnado poderá assumir um papel central no futuro económico da Benfica SAD.
Presidente das águias irá finalmente dar a conferência de imprensa que havia sido prometido após o fim da época da época desportiva
11 Jun 2026 | 09:35 |
Rui Costa vai finalmente quebrar o silêncio esta quinta-feira. O Presidente do Benfica agendou uma conferência de imprensa para as 18h00, no Estádio da Luz, onde fará o balanço da temporada 2025/26 e abordará os principais temas da atualidade encarnada, respondendo às questões dos jornalistas.
A intervenção do líder benfiquista surge numa altura de profundas mudanças na estrutura técnica das águias. Rui Costa deverá encerrar definitivamente o capítulo relacionado com José Mourinho e falar, pela primeira vez, sobre a escolha de Marco Silva para assumir o comando técnico da equipa principal. A conferência acontece, de resto, na véspera da apresentação oficial do novo treinador.
Recorde-se que o presidente do Benfica tinha prometido dirigir-se aos Sócios logo após o final do Campeonato, a 16 de maio. Contudo, os acontecimentos relacionados com a sucessão no banco encarnado acabaram por alterar os planos da direção. A decisão de José Mourinho de rejeitar a proposta de renovação e regressar ao Real Madrid obrigou a SAD a concentrar atenções na contratação do sucessor, adiando assim a comunicação inicialmente prevista.
Entretanto, Marco Silva já foi confirmado como novo treinador do Benfica. O técnico português, de 48 anos, assinou um contrato válido até junho de 2028, ficando ainda prevista uma opção para prolongar o vínculo por mais uma temporada, até 2029.
A oficialização do antigo treinador do Fulham aconteceu pouco depois de o Benfica confirmar a saída de José Mourinho para o Real Madrid, numa operação que encerra um dos dossiês mais mediáticos das últimas semanas e abre um novo ciclo desportivo na Luz.
Antigo candidato a vice-presidente na lista do ex líder do Clube encarnado mostrou-se analítico sobre o grande projeto das águias
01 Jun 2026 | 16:12 |
Bruno Batista, ex candidato a vice-presidente na lista de Luís Filipe Vieira nas últimas eleições do Benfica, abordou o projeto do Benfica District, criticando que existe falhas estratégicas, como por exemplo não pensar-se na cobertura do Estádio da Luz.
B. Batista: "Há alguns erros estratégicos"
"O Benfica District trata-se de um projeto que eu não acho que se deva deitar fora, embora considere que há alguns erros estratégicos. O Benfica deveria cobrir o estádio por completo para que se torne na maior sala de espetáculos do país. Estamos a assistir a espetáculos esta semana que são uma gigantesca fonte de receita, que só acontecem nesta janela temporal de final de época e quando o Benfica muda o relvado", analisou, em entrevista ao jornal 'O Jogo'.
Na mesma linha, o empresário deu o exemplo do Real Madrid. "Se nós prepararmos o estádio, como o Real Madrid, que em três horas muda o piso de concertos para o relvado, e o cobrirmos, o Benfica fica com a maior sala de espetáculos do país. E devemos fazer isso antes que outros o façam. Esta é uma fonte de receita que pode valer 20, 30 ou 40 milhões de euros. No ano passado, foram 600 mil euros por dia de aluguer do estádio. Porém, não nos podemos esquecer de que o Benfica é um clube desportivo e tem de gerar títulos", completou.
B. Batista: "Em cada década o Benfica tem de ganhar cinco campeonatos"
Acerca do acordo com a NOS, Bruno Batista acredita que a antecipação de receitas pode ajudar o Clube a ser hegemónico em Portugal. "Podemos antecipar receita da NOS para compensar problemas de tesouraria neste ano, desde que se compense com o aumento de receitas. O futebol não é uma ciência perfeita, mas a qualidade de uma estrutura sustenta, no tempo, os resultados. Pode-se falhar um ano, mas, em cada década, o método tem de dar resultados e o Benfica tem de ganhar cinco campeonatos", falou.
O conhecido adepto também abordou o interesse do fundo norte-americano Entrepreneur Equity Partner nas ações de José António dos Santos. Bruno Batista considera uma boa oportunidade de negócio. "O meu desejo é que os dividendos sejam expressos em resultados desportivos e não em dinheiro. Por isso, defendo que o Clube deve adquirir o máximo de ações da SAD para depois procurar parceiros estratégicos que invistam e acrescentem valor no âmbito desportivo e das infraestruturas", pode ler-se.