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ÚLTIMA HORA: CRAQUE DA FORMAÇÃO DO BENFICA É CHAMADO A TRIBUNAL E REVELA QUE ASSINATURA FOI FALSIFICADA

Em causa está a 'Operação Malapata', cujo julgamento coloca César Boaventura como principal arguido

Águia do Benfica
Águia do Benfica

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Gedson Fernandes foi chamado a testemunhar em Tribunal perante o julgamento da 'Operação Malapata'. O jogador formado no Benfica foi a grande figura da ação judicial contra o César Boaventura, agente desportivo, e revelou alguns detalhes inéditos, como o facto da própria assinatura ter sido falsificada. 


O médio abordou a ligação que tinha com o empresário e a assinatura de contratos de cedência de direitos. Foi nesse contexto que Gedson viu-se 'obrigado' a colocar os pontos nos i's e afirmar que a assinatura que está no documento não foi feita pelo jogador. 


O tribunal apresentou as cópias dos documentos, onde alegadamente está a assinatura do antigo médio do Clube da Luz, que disse "nunca" ter "assinado algo" para César Boaventura. Além disso, revelou não ter conhecimento de qualquer outro negócio do empresário. 


É de referir que o jogador do Besiktas compareceu em tribunal via de videoconferência. Já Paulo Futre também era esperado, no entanto, o testemunho do antigo jogador de futebol acabou por não acontecer. 

A próxima quinta-feira, dia 30 de novembro, o julgamento do caso vai continuar com a sétima sessão, onde César Boaventura vai testemunhar, pela primeira vez, desde que o julgamento relativo ao caso começou. 



Clube

Bomba! Atleta coloca Benfica em tribunal e pode vir a 'tramar' Rui Costa

Dirigentes das águias enfrentam agora uma 'dor de cabeça' e em causa está a rescisão de contrato com a figura em questão

Rui Costa enfrenta enorme dor de cabeça: atleta coloca Benfica em tribunal por causa de rescisão de contrato
Rui Costa enfrenta enorme dor de cabeça: atleta coloca Benfica em tribunal por causa de rescisão de contrato

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A polémica que envolve Pedro Pichardo e o Benfica continua a dar que falar. Desta vez, veio a público a informação de que o atleta olímpico colocou o Clube em tribunal, avançando uma ação de arbitragem voluntária em matéria laboral, de acordo com as mais recentes informações. 


A imprensa nacional garante que Pedro Pichardo apresentou esta ação no TAD, na última quarta-feira, 12 de março, indo 'contra' o Benfica de Rui Costa, que enfrenta agora mais uma dor de cabeça na justiça. Em causa está a rescisão de contrato, uma decisão anunciado no passado mês de janeiro, no dia 13. Desde aí, muitas acusações têm sido feitas, com a justiça envolvida no caso.


"Devido a divergências irreconciliáveis com o Sport Lisboa e Benfica, que inviabilizam a minha continuidade, decidi deixar de ser atleta do clube, conforme comuniquei hoje mesmo à entidade. O assunto está a ser levado às instâncias competentes, pelo que, a partir deste dia, não irei mais pronunciar-me sobre este tema, focando-me única e exclusivamente na vertente desportiva", foram as palavras no comunicado de Pedro Pichardo. 


Face a esta nota, o Benfica, à data, lançou, também, um comunicado, revelando que o atleta olímpico havia sido notificado, dias antes, de um processo disciplinar com vista o despedimento. O Clube da Luz enumerou as razões, tendo destacado a falta de comparecimento de Pedro Pichardo aos "exames médicos para os quais estava convocado depois dos Jogos Olímpicos, bem como o facto de ter recusado a inscrição na plataforma de atletas, apesar de ter sido por diversas vezes solicitado para tal". 

Ainda antes desta troca de comunicados, recorde-se que o campeão olímpico nos últimos Jogos Olímpicos, já por diversas vezes, tinha deixado várias críticas à Direção liderada por Rui Costa. "A minha decisão em relação ao futuro da minha carreira vai depender dessas reuniões, como já tinha dito antes. Aguardo as reuniões para juntos tentarmos encontrar uma solução e continuarmos a dar alegrias ao País, que é o mais importante", revelou o atleta após ter conquista a prata em Paris.



Clube

Football Leaks: Antigos dirigentes apontam impacto negativo no Benfica

Durante o dia de ontem, 10 de março, cinco testemunhas foram ouvidas sobre o caso que envolve o Clube da Luz e Rui Pinto, no Juízo Central Criminal de Lisboa

Foi aberta uma nova sessão no processo Football Leaks, onde os ex diretores do Benfica recordaram os meses seguintes aos ataques informáticos
Foi aberta uma nova sessão no processo Football Leaks, onde os ex diretores do Benfica recordaram os meses seguintes aos ataques informáticos

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O Juízo Central Criminal de Lisboa deu início, durante o dia de ontem, segunda-feira, 10 de março, a uma nova sessão do julgamento Football Leaks, no qual o Benfica processa Rui Pinto de vários crimes. Em nova sessão, o juiz responsável pelo processo ouviu cinco novas testemunhas, incluindo dois antigos dirigentes do Glorioso.


Todas as cinco testemunhas que foram ouvidas na nova sessão do processo tiveram, na altura em decorreram os crimes, ligações institucionais com o Benfica. Destacando dois nomes, o antigo diretor financeiro das águias, Miguel Moreira e o ex-diretor de comunicação, Luís Bernardo.


Na altura do seu depoimento, o antigo dirigente, responsável pelo departamento financeiro do Clube da Luz, revelou que os ataques informáticos foram prejudiciais. “Há todo um impacto reputacional e também económico em relação ao segredo de negócio. É uma vantagem competitiva que se perdia perante os nossos concorrentes. Há ainda um impacto pessoal, para a própria organização, com preocupações futuras informáticas ou jurídicas”, começou por dizer Miguel Moreira.


Já Luís Bernardo, antigo diretor de comunicação, recordou os tempos difíceis que os encarnados enfrentaram: “O Clube quase paralisou. Aqueles três primeiros meses foram muito difíceis. Foi criado uma espécie de 'gabinete de crise'. A própria direção paralisou. Tivemos um momento de choque e avaliação, que durou cerca de três meses”.

Sobre as medidas tomadas depois dos ataques informáticos, o ex-diretor de comunicação revelou que o Benfica teve de fazer certas mudanças. “O Clube ficou um pouco paralisado, porque a sua atividade estava mais centrada nisto. Mudou os seus hábitos e teve reflexos nos resultados desportivos. Após quatro anos seguidos a ganhar, o Benfica estava à frente e começou a perder pontos”, vincou Luís Bernardo.




Clube

Bomba! Ministério Público investiga negócios entre Benfica e Valência

Denúncia deu entrada na justiça no passado mês de outubro e o organismo responsável deu início à investigação que visa o Clube da Luz

Benfica e Valência estão a ser investigados pelo Ministério Público devido a uma denúncia relacionada com os negócios celebrados entre si
Benfica e Valência estão a ser investigados pelo Ministério Público devido a uma denúncia relacionada com os negócios celebrados entre si

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O Ministério Público, órgão responsável pelo encaminhamento e realizações dos processos judiciais em Portugal, abriu recentemente uma investigação que visa os negócios celebrados entre o Benfica e o Valência. Ao que o Record apurou, a denúncia foi feita em outubro, por Miguel Zorío, vice-presidente do emblema espanhol entre 2009 e 2010.


A notícia foi avançada pelo jornal espanhol ‘El Diario’, que revelou um documento, neste caso um e-mail, onde o Ministério Público confirma o início da dita investigação. O mesmo documento, enviado a Miguel Zorío, a 18 de fevereiro, também foi consultado pelo Record.


O ex dirigente valenciano, recorde-se, fez uma denúncia por alegados crimes de corrupção internacional e branqueamento de capitais, entre outros, contra as SAD do Benfica e Valencia, o empresário Jorge Mendes e os auditores das duas sociedades. Em causa estão as transferências de Rodrigo Moreno, André Gomes, João Cancele Enzo Pérez para o emblema espanhol e no sentido inverso, a chegada de Jonas ao Clube da Luz.


Na altura em que fez a denúncia, Miguel Zorío prestou declarações ao Record, onde abordou o tema. “É claríssimo que o Valencia colocou no Benfica quase 100 M€. Mais de metade desse dinheiro perdeu-se pelo caminho. O Benfica, em 2014, estava muito mal economicamente. Com a compra do Valencia por Peter Lim e Jorge Mendes, utilizou-se o dinheiro do Valencia para salvar o Benfica”, contou o antigo vice-presidente valenciano.

Em conversa com o jornal, Zorío garantiu que Peter Lim sabia do que estava a fazer: “Sabiam como movimentar o dinheiro fora dos circuitos legais”. Apresentando um cenário de como o dinheiro era movimentado: “Rede de empresas de offshore que já tinham sido criadas”.




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