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Futebol
02 Set 2024 | 13:51 |
No passado sábado, dia 31 de agosto, a saída de Roger Schmidt do Benfica foi tornada oficial. Depois de apenas quatro jornadas da Liga Portugal Betclic, o técnico alemão ‘abandonou o barco’. Contudo, esta não é a primeira vez que o plantel encarnado fica sem treinador no arranque da época. Fernando Santos foi o outro despedimento ‘prematuro’ do Clube da Luz.
Fernando Santos, ex-Selecionador Nacional, esteve ao leme das águias, tendo-o abandonado ao fim de dois jogos do início da época 2007/08. Após uma vitória frente ao Copenhaga (2-1), em encontro da 3ª pré-eliminatória da Liga dos Campeões, as águias empataram a uma bola com o Leixões e Fernando Santos foi logo demitido pelo na altura Presidente do Glorioso, Luís Filipe Vieira.
Aliás, o ex-Benfica não protagonizou o único despedimento no reino da águia na época 2007/08. O agora selecionador do Azerbaijão cedeu o cargo a José António Camacho que também não aqueceu o lugar por muito tempo, passando-o a Fernando Chalana, que assumiu o lugar como interino até final da época. Esta foi uma das duas vezes, este século, em que o Benfica teve três responsáveis técnicos numa só temporada.
Na época atual (2024/25) é apenas a sétima, neste século, em que o treinador principal é demitido com a competição ainda a meio. Contudo, apenas por uma vez, aconteceu em fase tão ‘prematura’. Na história do clube, tendo Luís Filipe Vieira e Rui Costa como responsáveis máximos, algumas das mudanças verificadas foram em 2000/01 (com a saída de Jupp Heynckes, depois a vinda de José Mourinho; saída de Mourinho e entrada de Toni), na época a seguir (com a saída de Toni e entrada de Jesualdo Ferreira), em 2002/03 (com a saída de Jesualdo Ferreira e entrada de José António Camacho) e em 2007/08 (com a saída de Fernando Santos e entrada de Camacho, sucedida por Chalana).
Passados dez anos, o fenómeno voltou a repetir-se em 2018/2019 com a saída de Rui Vitória do comando do Benfica e consecutiva entrada de Bruno Lage. De Lage até Schmidt, Nélson Veríssimo e Jorge Jesus estiveram pelo meio. Agora, em 2024/2025, sai o técnico alemão.
Marco Silva usou equipa alternativa em Milão, mas supera o técnico português e volta para Lisboa com os três pontos e uma confiança elevada
16 Set 2026 | 22:04 |
O Benfica entrou na Liga Europa da melhor forma e conquistou uma vitória por 2-0 frente ao Milan, em San Siro. Mesmo com uma equipa bastante mexida, Marco Silva levou a melhor sobre Ruben Amorim e garantiu três pontos importantes para as águias na estreia europeia.
Trubin, Circati, Aursnes, Sudakov, Lukebakio, Kamiński, Jhon Durán, El Karouani, João Palhinha, Tomás Araújo e Banjaqui. Estes foram os onze escolhidos por Marco Silva para a estreia na Liga Europa em Milão, a segurar as estrelas como Prestianni e Pavlidis.
O Benfica entrou forte e chegou à vantagem aos 15 minutos. Lukebakio recebeu a bola pela direita, arrancou em direção ao centro, ultrapassou Bartesaghi em velocidade e, de fora da área, disparou um remate forte e colocado que só terminou no fundo da baliza de Maignan. A jogada começou nos pés de Jakub Kaminski. Pouco depois, as águias ficaram muito perto do segundo. Após pressão alta de Kaminski, Sudakov recuperou a bola e, à entrada da área, rematou forte, mas viu o disparo embater no poste esquerdo.
O Milan tentou reagir e encontrou pela frente um Anatoliy Trubin em grande noite. O guarda-redes ucraniano, titular conforme antecipado pelo Glorioso 1904, realizou quatro defesas e terminou a partida com uma exibição segura.
Na segunda parte, o Benfica voltou a marcar. Aos 53 minutos, Sudakov lançou Kaminski, que viu o primeiro remate ser bloqueado. A jogada prosseguiu e El Karouani colocou a bola novamente na área, onde o polaco apareceu para desferir um remate potente e sem hipóteses para Maignan. Foi o primeiro golo de Kaminski com a camisola encarnada.
Com este triunfo, o Benfica soma os primeiros três pontos na Liga Europa e ocupa o terceiro lugar da classificação. Agora, as atenções viram-se para o campeonato: no domingo, às 20h30, as águias deslocam-se ao Estádio do Dragão para enfrentarem o Porto na sexta jornada da Liga.
Central deixou as águias ainda no início da atual época rumo ao Bournemouth e lembrou-o difícil dia em que vestiu a camisola encarnada pela última vez
16 Set 2026 | 17:30 |
António Silva viveu uma das despedidas mais difíceis da carreira quando deixou o Benfica para rumar ao Bournemouth. O central português, de 22 anos, recordou o momento numa entrevista à DAZN, revelando a carga emocional que sentiu antes daquele que sabia ser o seu último jogo de águia ao peito.
António Silva sobre último jogo pelo Benfica: "Foi dos momentos mais difíceis da minha vida..."
“Foi dos momentos mais difíceis da minha vida. Antes do jogo já sabia que ia ser o meu último. A noite anterior foi muito difícil e a tarde do dia de jogo também”, confessou o defesa. A despedida aconteceu da melhor forma dentro das quatro linhas, com o Benfica a golear o St. Gallen por 5-0. António Silva considera que conseguiu transformar a emoção num último grande momento com a camisola encarnada.
“Até me custa um bocadinho falar sobre isso... Foi um dia muito especial, tentei ser feliz dentro de campo e acabou por ser um dos meus melhores jogos pelo Benfica. Acho que saí pela porta grande”, afirmou. O internacional português acredita ainda que existia uma identificação especial entre si e os adeptos das águias: “Os adeptos reveem-se um bocadinho no que é o António dentro de campo”, destacou o central, que não fechou a porta a um regresso à Luz no futuro.
“Agora estou muito feliz aqui e, no futuro, quem sabe um dia poderei voltar”, admitiu. Em Inglaterra, António Silva rapidamente conquistou um lugar de destaque no Bournemouth. O defesa foi titular nos cinco encontros que disputou desde a chegada ao clube e tornou-se uma das opções indiscutíveis de Marco Rose.
Esta quinta-feira, os cherries fazem a estreia na Liga Europa diante da Real Sociedad, e tudo aponta para que António Silva volte a marcar presença no onze inicial. O antigo jogador do Benfica prepara-se, assim, para viver mais uma noite europeia, agora ao serviço do emblema inglês.
Duelo entre encarnados e os Dragões neste domingo será fundamental na campanha das duas equipas na liga, mas o treinador italiano sofre com problemas físicos
16 Set 2026 | 16:43 |
A ‘Operação Clássico’ já arrancou no Porto e Francesco Farioli recebeu boas notícias no regresso aos trabalhos, esta terça-feira, no Olival. O treinador italiano poderá recuperar três jogadores importantes para o duelo com o Benfica, no próximo domingo, no Dragão. E há um ponto em comum entre os três: todos já sabem o que é marcar às águias.
Victor Froholdt é, neste momento, o principal candidato a regressar frente ao Benfica. O médio dinamarquês falhou o último encontro, diante do Casa Pia, por ainda cumprir o processo de recuperação após a concussão sofrida contra o Moreirense.
O internacional dinamarquês já defrontou o Benfica três vezes, todas na última temporada, somando uma vitória e dois empates. No último encontro, disputado na Luz, foi precisamente Froholdt quem inaugurou o marcador.
Também Oskar Pietuszewski trabalha para regressar à competição. O extremo polaco realizou trabalho extra no Olival na segunda-feira e está cada vez mais próximo de voltar após lesão. Tal como Froholdt, já marcou ao Benfica, com um momento de inspiração na Luz que deixou Otamendi pelo caminho e silenciou as bancadas. Mais complicada, mas ainda possível, é a presença de Samu.
O avançado espanhol continua a surpreender na recuperação de uma lesão no joelho e já somou minutos no jogo-treino frente à Académica de Coimbra. Entrou nos últimos 15 minutos e ainda marcou o golo da vitória portista. Samu também tem contas antigas com o Benfica: na temporada 2024/25 marcou nos dois encontros entre os clubes, embora o Porto tenha perdido ambos por 1-4. Farioli pode, assim, ganhar três armas para o Clássico, e todas com histórico de golos diante das águias.