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Futebol
21 Jan 2025 | 14:13 |
João Neves, antigo jogador do Benfica, recordou, esta terça-feira, numa entrevista ao Onze Mondial, a sua saída do Glorioso. O médio internacional português destacou as "necessidades" do Clube, revelando não estar à espera de sair.
"Na altura, não esperava deixar o clube, mas sabia das necessidades do Benfica e sabia que poderia ser uma opção sair e, dada a proposta do PSG, a forma como me falaram do clube, o que me disseram, o que é este clube, a essência do clube, penso que vejo muito do PSG em mim", começou por mencionar o antigo camisola 87 do Benfica.
João Neves - Não esperava deixar o Benfica, mas sabia das necessidades do clube
"É um clube que quer apostar nos jovens, quer apostar no futebol, no futebol bonito. O importante é a forma como ganhamos, como jogamos com a bola. Penso que a ideologia deste clube é perfeita para mim", atirou João Neves.
"Sou tão jovem que não faço ideia do que é o dinheiro ou da sua importância. Acho que é uma vantagem. Às vezes os meus amigos dizem que valho 60 milhões e eu pergunto-me como é que é possível. E é um pouco difícil de digerir, mas não estou preocupado com isso, porque, como já disse e sempre direi, se der o meu melhor posso valer mais, posso valer menos. No futebol, todos sabem que o que é verdade hoje é mentira amanhã", disse o médio internacional português.
"Foi com o Mundial 2022, que foi no final do ano, em novembro-dezembro, a meio da época. O Benfica tinha muitos ausentes e o treinador precisava de alguns jogadores para treinar. Na altura, eu estava na equipa B e o treinador disse-me: ‘Ouve, João, amanhã vais treinar com a equipa principal’. Foi um grande treino e os jogadores que lá estavam ajudaram-me muito. Eu estava muito nervoso, mas senti que gostavam de mim, por isso tranquilizei, fiz o meu trabalho e fiz bem... O meu primeiro jogo a titular foi contra o Estoril em casa. Estava super nervoso, mas estou sempre nervoso antes de um jogo, seja contra quem for, é a preocupação de ‘Ok, vou trabalhar, vou ter de fazer qualquer coisa de diferente, vou ter de ajudar a equipa’", acrescentou João Neves.
"Penso que o nível aqui é mais elevado do que em Portugal, as equipas do meio da tabela e do fundo da tabela são mais homogéneas, mais competitivas, mais fortes, mais rápidas e agressivas. Os estádios aqui são muito melhores. Em Portugal, embora os estádios estejam bem, as bancadas estão muito próximas, o relvado não está em bom estado e os balneários não são tão limpos. Aqui em França, todas as equipas são capazes de jogar bom futebol e isso também nos dá a possibilidade de jogar o melhor futebol fora de casa", concluiu o futebolista do PSG.
Guarda-redes das águias fez balanço das duas temporadas e meia ao serviço do Clube da Luz, nas quais conquistou dois importantes troféus
05 Jan 2026 | 07:50 |
Anatoliy Trubin - que pode vir a ter outro compatriota nas águias - não tem dúvidas de que a adaptação de Sudakov ao Benfica é mais fácil do que quando chegou ao Clube da Luz. Em entrevista ao Tribuna Expresso, o guardião dos encarnados comentou a grandeza dos encarnados e falou sobre a situação do colega.
“Parece que jogamos quase sempre em casa”
"Nos jogos fora às vezes tens a sensação de que jogas em casa. Acontece que nos estádios há cerca de 70 por cento de adeptos do Benfica e apenas 30 por cento dos da equipa da casa. Por isso, às vezes parece que jogamos quase sempre em casa", começou por afirmar Anatoliy Trubin.
"Na verdade, no Shakhtar aprendi apenas palavrões com os brasileiros. Por isso, para ser sincero, isso foi difícil para mim pois sou daquelas pessoas que precisam de tempo para se ambientar e sentir-se confortável com todos. Depois torna-se mais fácil, mas mesmo assim à minha volta agora estão pessoas incríveis", acrescentou o guardião do Benfica.
“Agora a adaptação é mais simples do que no início”
"Quando cheguei, todos diziam 'se precisares de alguma coisa, se precisares de ajuda é só dizer, vamos ajudar em tudo'. As pessoas na cidade são muito simpáticas, parece-me que os portugueses são muito abertos e acolhedores com todos. Por isso, no geral foi tudo bom", atirou o internacional ucraniano.
"É claro que agora a adaptação é mais simples do que no início. Quando entendo melhor a língua e a cultura, sinto as pessoas e é-me muito mais fácil. Agora posso ajudar outros, por exemplo o Sudakov. A situação dele é mais fácil do que foi a minha porque posso ajudá-lo quase em tudo", finalizou Trubin.
Imprensa transalpina avança com possibilidade de negócio surpreendente para o mercado de transferências de janeiro envolvendo defesa formado no rival
05 Jan 2026 | 07:35 |
A Juventus está muito interessada em garantir Andreas Schjelderup e pretende incluir João Mário no negócio. A informação é avançada pelo jornal La Stampa, que dá conta da intenção da Vecchia Signora em baixar o custo da operação oferecendo o passe do antigo defesa do Porto ao Benfica brevemente.
Apesar desta possibilidade, parece pouco provável que o Benfica esteja recetivo a receber João Mário. A estrutura liderada por Rui Costa conta atualmente com Amar Dedic para o lado direito da defesa e aguarda o regresso de Alexander Bah. Além disso, Sidny Cabral também pode fazer a posição com qualidade.
O extremo norueguês tem vários pretendentes no mercado internacional. Em Itália, para lá do emblema de Turim, a Roma também segue atentamente a situação. Por outro lado, o Besiktas ter-se-á chegado à frente com uma proposta a rondar os quase 20 milhões de euros para levar o talento do Benfica.
Sob o comando técnico de José Mourinho, o camisola 21 não tem tido o espaço desejado na Luz. Uma saída neste defeso afigura-se como o cenário mais realista, mas a SAD encarnada só libertará o ativo pelo montante certo, recusando moedas de troca que não sejam prioritárias.
Nesta temporada, com a camisola da Juventus, João Mário – avaliado em 8,5 milhões de euros – realizou 12 jogos: nove na Serie A, dois na Liga dos Campeões e um na Taça de Itália. Nos 358 minutos em que esteve em campo, o defesa não marcou qualquer golo e fez apenas uma assistência.
Extremo brasileiro é um dos principais alvos de Rui Costa para o mercado de transferências de janeiro, mas negócio ainda não está fechado
05 Jan 2026 | 06:55 |
O processo de transferência de André Luiz para o Benfica conheceu novos e complicados entraves recentemente. A Direção do Rio Ave dificultou a saída do seu ativo mais valioso, exigindo o pagamento de 15 milhões de euros. Esta postura intransigente dos nortenhos criou um obstáculo significativo ao negócio.
Os responsáveis do Benfica consideram a verba pedida manifestamente exagerada para a realidade atual do mercado nacional. Para tentar desbloquear o impasse, Rui Costa estuda a inclusão de cláusulas alternativas no acordo. A solução poderá passar por deixar uma percentagem significativa de uma futura mais-valia nas mãos do emblema de Vila do Conde.
Existe concorrência feroz pelo concurso do extremo brasileiro, com vários clubes europeus a monitorizar a situação atentamente. Contudo, a vontade do atleta joga a favor das águias, pois o seu desejo passa por vestir o Manto Sagrado. Esta preferência poderá ser determinante para afastar o interesse de outros emblemas.
Dentro das quatro linhas, André Luiz continua a justificar a enorme cobiça. Na última jornada da Liga Portugal Betclic, o craque esteve em grande plano ao bisar na receção vitoriosa ao Casa Pia. Essa exibição de luxo serviu para convencer definitivamente a estrutura técnica sobre a qualidade inegável que pode acrescentar ao plantel.
Nesta temporada, com a camisola do Rio Ave, André Luiz – avaliado em 4 milhões de euros – realizou 18 jogos: 17 na Liga Portugal Betclic e um na Taça de Portugal. Nos 1.390 minutos em que esteve em campo, o atleta, que tem contrato até junho de 202, marcou sete golos e fez cinco assistências.