Futebol
Gil Vicente - Benfica: Titularíssimo em risco de não marcar presença em Barcelos
02 Mar 2026 | 09:39
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02 Mar 2026 | 12:22 |
Igor Tudor, treinador do Tottenham, não poupou nas críticas à arbitragem após a derrota por 2-1 diante do Fulham. O técnico croata considerou "ridícula" a decisão de validar o primeiro golo da partida e acusou Raúl Jiménez de "fazer batota" no lance que originou o tento.
A polémica surgiu logo aos sete minutos, quando o antigo jogador do Benfica - que fez história recentemente na Premier League - terá usado as duas mãos nas costas de Radu Dragusin durante a disputa de bola que antecedeu o golo de Harry Wilson. Após revisão do VAR, o contacto não foi considerado suficiente para assinalar falta e o golo acabou por ser validado. Na conferência de imprensa, Tudor foi direto: "Claro que foi falta. Penso que 99 em cada 100 pessoas diriam que foi falta. É tão óbvio".
O treinador criticou ainda a inconsistência nos critérios da arbitragem e lembrou o lance na derrota caseira frente ao Arsenal por 4-1 na jornada anterior: "Na semana passada aconteceu o mesmo. Foi a mesma situação. Sofremos o golo. Não assinalaram a falta depois de a terem dado. É incrível".
Igor Tudor: "Ele não estava a pensar na bola. Estava a pensar em como fazer batota. E fez batota, empurrou e eles marcaram golo"
Tudor reforçou a sua argumentação: "É ridículo não assinalar a falta porque a consequência é demasiado grande. Não é uma pequena falta a meio-campo. É uma falta que é seguida de golo. Há uma lógica nisto. Ele não estava a pensar na bola. Estava a pensar em como fazer batota. E fez batota, empurrou e eles marcaram golo. É uma questão de lógica. É batota e, portanto, é falta. Não tem nada a ver com duelos ou com o futebol aqui ser mais duro. Não houve lógica nesta decisão".
Do outro lado, Marco Silva não comentou diretamente o lance polémico: "Não vou fazer quaisquer comentários sobre isso. Claro que é a opinião deles e tenho de a respeitar. Acredito que os três pontos são claramente merecidos. O resultado deveria ter sido diferente com a quantidade de oportunidades que criámos. Foi uma grande exibição da nossa parte".
Ainda assim, futebolista de 26 anos reconhece qualidade ao futebolista encarnado e diz que o nível exibido pelo atleta é muito alto
02 Mar 2026 | 11:45 |
O regresso de Fredrik Aursnes à seleção da Noruega, após quase dois anos de ausência, continua a gerar reações. O médio do Benfica tinha anunciado a retirada em março de 2024, alegando querer mais tempo e liberdade para priorizar outros aspetos da vida além do futebol.
Felix Horn Myhre: "É um pouco triste para mim"
Um dos jogadores que poderá ser diretamente afetado pela decisão é Felix Horn Myhre, médio do Brann. Estreado pela seleção em setembro, soma já cinco internacionalizações e dois golos, mas não esconde que a volta de Aursnes lhe complica as contas: "É um pouco triste para mim", admitiu, em declarações à TV2.
Horn Myhre reconhece a qualidade do compatriota e o nível exibido em Portugal e nas competições europeias. "Ele está a jogar a um nível alto no Benfica e, nos jogos que tenho visto, também estado bem na Liga dos Campeões. Torna, definitivamente, as coisas mais difíceis para mim. Não há qualquer dúvida em relação a isso", afirmou.
Apesar disso, o jogador do Brann prefere colocar o coletivo em primeiro plano: "É absolutamente fantástico para a Noruega. É um jogador de classe que pode ajudar muito. Posso olhar para isto de duas formas: ficar chateado e considerar que é injusto ou pensar que teve a sorte de fazer parte de participar. O lugar é dele".
Na presente temporada, com a camisola do Benfica, Fredrik Aursnes — avaliado em 17 milhões de euros — já disputou 42 jogos: 21 na Liga Portugal Betclic, 14 na Liga dos Campeões, quatro na Taça de Portugal, duas na Taça da Liga e uma na Supertaça. Nos 3.585 minutos em que esteve dentro das quatro linhas, o médio registou quatro golos e sete assistências.
Antigo jogador do emblema espanhol concedeu entrevista e, entre vários temas abordados, comentou hipóteses de pilar do Benfica voltar a Espanha
02 Mar 2026 | 11:29 |
Miguel Torres comentou a atualidade do Real Madrid, colocando especial enfoque na possível sucessão no comando técnico. Entre os vários temas abordados, surgiu a hipótese de José Mourinho regressar ao Santiago Bernabéu, cenário que o antigo defesa não quer ver acontecer.
“Não percebi a saída de Xabi Alonso, tinha apenas começado o seu projeto, e não sei que continuidade terá Arbeloa”, afirmou, numa entrevista concedida ao 'Diário AS', deixando no ar dúvidas sobre o rumo escolhido pela direção madridista.
M. Torres: “Eu não pensaria no Mourinho para o meu projeto e não acho que tenha méritos suficientes para isso"
“Eu não pensaria no Mourinho para o meu projeto e não acho que tenha méritos suficientes para isso, mas sei que o Florentino Pérez o aprecia e que a lealdade ao clube é muito importante para ele”, atirou, reconhecendo, ainda assim, a influência do presidente nas decisões estratégicas.
Apesar de afastar o treinador do Benfica como primeira escolha, Miguel Torres não ignora o peso do técnico português na história recente do clube, lembrando que a ligação emocional e os títulos conquistados. Ainda assim, revela preferência por Raúl González, figura histórica dos merengues.
“É uma referência absoluta. Num Real Madrid galáctico, quando eu cheguei, havia estrelas como David Beckham, Ronaldo e Roberto Carlos, mas quem me impressionou foi Raúl. Impunha muito a sua figura. Foi sempre um tipo sério, que dá o exemplo a cada dia, alguém que chega da formação, dá um murro na mesa e se afirma na equipa principal tinha de ser um reflexo obrigatório para os jovens da academia. Eu identifico-me com a sua forma de treinar e de trabalhar”.
Presidente da FIFA destaca necessidade de o futebol assumir uma responsabilidade no combate ao racismo e exige punições severas
02 Mar 2026 | 11:05 |
O presidente da FIFA, Gianni Infantino, defendeu um castigo para quem tapar a boca durante discussões em campo, partindo do princípio de que poderão estar a proferir ofensas. A posição surge na sequência do alegado caso de racismo envolvendo Gianluca Prestianni e Vinícius Júnior no Benfica - Real Madrid.
Em declarações à Sky News, o dirigente sublinhou que o futebol não pode continuar a desvalorizar episódios de racismo como se fossem apenas um reflexo da sociedade: "Se um jogador tapa a boca e diz algo, e isso tem uma consequência racista, então ele tem de ser expulso, obviamente. Tem de haver a presunção de que ele disse algo que não devia ter dito, caso contrário não teria de tapar a boca".
G. Infantino: "Simplesmente não entendo, se não se tem nada a esconder, não se esconde a boca quando se diz algo"
O líder máximo da FIFA considera que esconder a boca dificulta a recolha de provas e cria entraves aos processos disciplinares: "Simplesmente não entendo, se não se tem nada a esconder, não se esconde a boca quando se diz algo. É tão simples quanto isso".
Gianni Infantino reconheceu, ainda assim, que os processos disciplinares exigem provas e análise cuidadosa: "Existem situações que não previmos. Claro que, quando se lida com um caso disciplinar, é preciso analisar a situação, é preciso ter provas, mas não podemos ficar satisfeitos com isso no futuro".
Quanto às sanções, o dirigente abriu a porta a uma abordagem que combine castigo com possibilidade de arrependimento: "Precisamos de agir e de ser decisivos, e isso tem de ter um efeito dissuasor. Talvez devêssemos pensar não apenas em punir, mas também em permitir, de alguma forma, mudar a nossa cultura, permitindo que os jogadores ou quem quer que faça algo peça desculpa. Pode-se fazer coisas que não se quer fazer num momento de raiva e pedir desculpa, e então a sanção tem de ser diferente".