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Benfica apresentou lucros e Nuno Catarino explica tudo: "Tivemos uma performance muito boa"
11 Abr 2026 | 09:51
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16 Out 2024 | 10:54 |
O processo dos emails do Benfica continua com investigações em aberto, dessas foram retiradas certidões que levaram à abertura de novos processos. O agente Miguel Pinho e o seu pai, Luís Miguel Pinho, detentores da agência Position Number, foram um deles, por alegada corrupção ativa.
“No decurso do inquérito recolheram-se indícios de que nos dias 6 ou 7 de maio de 2016, Miguel Rúben Macedo Pinho e Luís Miguel Gonçalves Pinho abordaram Edgar Costa (…) e, identificando-se como empresários de futebol, propuseram-lhe a oferta da quantia pecuniária de 30.000,00€ para que, no jogo a decorrer no dia 8 de maio de 2016 entre a sua equipa e o Benfica, efetuasse uma prestação desportiva contrária aos interesses do Marítimo", lê-se na acusação do caso dos emails.
Segundo a investigação, os agentes indicaram ao jogador que "bastaria jogar mal e não rematar a baliza", prometendo também um novo contrato de trabalho, com melhor remuneração, num outro emblema. Segundo consta, Edgar Costa terá recusado a proposta de imediato.
Porém, estes "factos são suscetíveis de consubstanciar a prática de um crime de corrupção ativa". A acusação neste caso relativamente ao Benfica foi arquivada, pelo que foi retirada a tal certidão de forma a iniciar uma investigação autónoma aos agentes.
Miguel Pinho, recorde-se, recebeu uma comissão de 30 mil euros por parte do Benfica no âmbito da contratação de um júnior (Aires de Sousa) ao Nacional. Porém, o presidente do Nacional, Rui Alves, garantiu que o negócio não teve intermediação de nenhum agente.
CFO da SAD do Clube da Luz concedeu uma entrevista onde explicou contornos em torno do projeto que visa a ampliação do Estádio da Luz até 2030
14 Abr 2026 | 09:28 |
Nuno Catarino voltou a abordar o projeto que o Benfica está a preparar, que envolve o alargamento do Estádio da Luz, tal como a renovação de várias infraestruturas ligadas ao Clube da Luz. Numa entrevista, o CFO dos encarnados falou dos rumores em torno de um investimento vindo da Arábia Saudita e abordou outros temas relevantes.
Nuno Catarino: "Temos mantido conversas com vários financiadores internacionais, mas para efeitos de financiamento estamos ainda numa fase bastante preliminar"
"Temos mantido conversas com vários financiadores internacionais, mas para efeitos de financiamento estamos ainda numa fase bastante preliminar. Ainda é cedo para ter um dossier de project finance consolidado", começou por dizer Nuno Catarino, ao revelar como tem sido a abordagem feita pelo Benfica.
"Submetemos o pedido de informação prévia na Câmara Municipal de Lisboa — o chamado PIP [Pedido de Informação Prévia] — para conseguir licenciar os trabalhos. O próximo passo determinante é o licenciamento. Será em breve. Até ao verão teremos necessariamente o licenciamento definido", adiantou o CFO do Clube da Luz, qua antes abordou os lucros das águias
Nuno Catarino: "No futebol europeu há apenas dez marcas verdadeiramente relevantes e o Benfica estará sempre nesse grupo"
"No futebol europeu há apenas dez marcas verdadeiramente relevantes e o Benfica estará sempre nesse grupo. Conseguimos junção quase perfeita: uma tendência que se afirma com solidez, uma marca muito forte e uma cidade com momento, que é Lisboa. Há estas três componentes, associadas ao Mundial 2030 — que é o nosso objetivo de conclusão do District", explicou Nuno Catarino.
"Esse grupo não esteve no Benfica. Não se reuniram comigo, nem com a SAD. Não estiveram cá. É um facto que, em muitos casos, os investidores americanos surgem associados a capital do Médio Oriente, mas a liderança é dos bancos norte-americanos, que depois têm acesso a esse capital. Imagino que outros clubes tenham tido uma componente de 20% a 30% de capital oriundo do Médio Oriente", concluiu o CFO dos encarnados.
Estando em causa algumas declarações feitas por parte do líder do Porto, antigo candidato à presidência do Clube da Luz apresenta participação disciplinar
11 Abr 2026 | 16:58 |
João Diogo Manteigas, sócio do Benfica e candidato à presidência nas últimas eleições, apresentou esta sexta-feira, junto da Federação Portuguesa de Futebol (FPF), uma participação disciplinar contra André Villas-Boas, presidente do Porto. Em causa, estão declarações do líder azul e branca consideradas ofensivas e difamatórias, publicadas na revista Dragões no fim de março.
"Uma associação desportiva portuguesa, conhecida por contratar ‘padres’ para rezar ‘missas’ em eventos desportivos, pediu ao Conselho de Disciplina da FPF para penalizar o Porto por revelar os conteúdos de tais escandalosas práticas religiosas", começou por escrever, na altura, André Villas-Boas.
Ao finalizar, o presidente dos dragões fez referência a Paulo Gonçalves, antigo assessor jurídico do Benfica. "O Porto deseja sorte à justiça para provar a veracidade dos factos, em conformidade com a gravidade dos conteúdos, pois as probabilidades de aparecer um Gonçalves qualquer para ser usado como bode expiatório são altíssimas."
Os encarnados tinham anunciado, antes, em comunicado, um "pedido de esclarecimento (...) relativamente às medidas, ilações e consequências desportivas que o Conselho de Disciplina irá retirar da decisão judicial" do Tribunal Constitucional, que confirmou a condenação dos dragões ao pagamento de mais de 600 mil euros ao Benfica, no âmbito do processo dos e-mails.
O Benfica - que vê Mourinho a atirar-se à imprensa - assinalou que "entre abril de 2017 e fevereiro de 2018, a Porto SAD, através do seu então Diretor de Comunicação [Francisco J. Marques], utilizou canais oficiais do clube para divulgar, de forma reiterada e pública, conteúdos obtidos ilicitamente, formulando acusações graves de corrupção, manipulação de árbitros e adulteração da verdade desportiva por parte do Benfica".
Em entrevista à televisão oficial dos encarnados, CFO das águias foi pragmático sobre a realidade desportiva, contudo, apontou que plantel pode ter sucesso
11 Abr 2026 | 10:56 |
Nuno Catarino admitiu que o Benfica pode vir a fazer "ajustes" caso não se qualifique para a próxima edição da Liga dos Campeões. No entanto, enquanto esclarecia todos os pormenores sobre os lucros apresentados pelas águias, o CFO da SAD encarnada reiterou que ainda acredita na presença do Glorioso na edição 2026/27 da prova milionária.
Nuno Catarino: "Tem de se fazer os ajustamentos necessários para garantir o equilíbrio económico-financeiro e desportivo do Benfica"
"Para já, o cenário, obviamente, é de chegarmos à Liga dos Campeões. Esse é o cenário central e é sempre para isso que trabalhamos", começou por dizer Nuno Catarino, em declarações à BTV, quando questionado sobre a possível ausência das águias da próxima edição da prova milionária da UEFA.
"Nalguma eventualidade, eu acredito, muito remota, de ser algo diferente – também já aconteceu no Benfica no passado e acontece em muitos outros clubes –, tem de se fazer os ajustamentos necessários para garantir o equilíbrio económico-financeiro e desportivo do Benfica. Mas estaremos cá para fazer esse trabalho", admitiu o CFO do Clube da Luz.
Nuno Catarino: "Temos de olhar sempre para a dívida versus o dinheiro que temos em disponibilidade"
"Esta operação enquadra-se naquilo que é a estratégia de financiamento da SAD. Até há bem pouco tempo, a SAD tinha feito recorrentemente empréstimos anuais de três anos, ou seja, três linhas que renovavam todos os anos, porque o prazo é de três anos. Nós alterámos a estratégia no ano passado, fizemos aqui um alongamento de prazos. No ano passado, fizemos uma emissão de quatro anos e, neste ano, estamos a fazer uma emissão de cinco anos", contou o dirigente, ao falar do novo empréstimo obrigacionista.
"Estou a falar de dívida líquida, porque agora fazemos uma emissão, temporariamente sobe a dívida bruta e, daqui a um mês, reduz a dívida bruta outra vez. Temos de olhar sempre para a dívida versus o dinheiro que temos em disponibilidade", concluiu Nuno Catarino, CFO do Benfica, ao esclarecer a situação da dívida das águias.