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Futebol
16 Abr 2024 | 16:12 |
Santiago Giménez, alvo do Benfica no passado mercado de verão, que voltou a estar em cima da mesa dos encarnados para o defeso da próxima temporada, está a brilhar ao serviço do Feyenoord e continua a somar cada vez mais pretendentes, depois de estar na mira do Tottenham (saiba mais AQUI).
Segundo informa, esta terça-feira, dia 16 de abril, o jornalista italiano, Rudy Galetti, o craque mexicano está agora na lista de compras do Arsenal, que está a sondar as opções disponíveis no mercado para reforçar a frente de ataque dos gunners.
De acordo com informações avançadas pelo especialista, através da rede social X (antigamente conhecida por Twitter), os ingleses não ficam pelo futebolista do emblema neerlandês e têm, contudo, mais dois nomes referenciados, estando também de olho em Viktor Gyokeres e Benjamin Šeško, que atua no RB Leipzig.
Vale destacar que o Feyenoord, atual emblema do ponta-de-lança, detém 65% do passe do avançado, sendo que o Cruz Azul possui os restantes 35%. O craque foi contratado ao emblema a troco de 4 milhões de euros, estando, agora, de volta à mira dos encarnados.
É de referir, ainda, que o avançado mexicano está ligado ao emblema dos Países Baixos até junho de 2027 e tem uma cláusula de rescisão fixa nos 120 milhões de euros, não tendo sido alterada na altura em que renovou mais uma época com os neerlandeses.
Recorde-se que, tal como deu conta o nosso Jornal, em tempo oportuno, Santiago Giménez esteve com pé e meio no Benfica, tendo sido um dos nomes mais sonantes para a sucessão de Gonçalo Ramos, que deixou o Glorioso, antes da final da Supertaça com o Porto, para rumar ao PSG.
Esta temporada, Santiago Giménez - avaliado em 45 milhões de euros, pelo portal Transfermarkt - já alinhou em 39 partidas, somando 24 golos e seis assistências, nos 3.105 minutos totalizados. Na época passada, foi aposta em 45 encontros, onde marcou 23 tentos e aproveitou duas ocasiões para assistir os seus colegas.
Líder do Clube da Luz esteve presente na recente gala Cosme Damião, terça-feira, e aproveitou para deixar um discurso direcionado às águias
19 Mar 2026 | 14:18 |
O momento do Benfica é de revolta. A insatisfação cresce dentro de todo o futebol profissional encarnado e ficou ainda mais evidente após o discurso de Rui Costa, presidente do Clube, na gala de entrega dos Galardões Cosme Damião 2026, terça-feira, no Pavilhão n.º 2 da Luz.
Durante a cerimónia, o líder encarnado denunciou o que considera serem injustiças que marcaram a época: desde a Taça de Portugal "tirada" ao Benfica, a incidentes no jogo com o Arouca e "noutros campos", até ao castigo aplicado a José Mourinho que classificou como "inqualificável". Perante os premiados e adeptos benfiquistas, Rui Costa voltou a prometer "luta até ao último fôlego" e exigiu "respeito" e "igualdade de armas" para lutar com os rivais diretos.
Na Liga, o Benfica tem os mesmos pontos do Sporting, segundo classificado (menos um jogo), e está a sete da liderança ocupada pelo Porto. Com oito jornadas por disputar, vencer todos os jogos permitiria à equipa encarnada garantir o segundo lugar e o acesso à próxima edição da Liga dos Campeões.
Mesmo com a vitória em Arouca, o Benfica sentiu-se novamente prejudicado. O capitão e defesa central António Silva (Nicolás Otamendi falhou a jornada por problemas físicos) viu cartão amarelo num lance contestado, que o deixa suspenso por acumulação de cartões, enquanto o lateral esquerdo Samuel Dahl foi empurrado pelo árbitro numa jogada polémica.
José Mourinho tem trabalhado para proteger o grupo, reforçando o discurso de união e orgulho. O Benfica é a única equipa invicta no campeonato e, apesar da turbulência, a Direção e o treinador mantêm uma exigência máxima: terminar a época com um último fôlego e garantir uma posição de prestígio no campeonato, permitindo antecipar e planear a próxima temporada com um nível mais alto de ambição.
Já Andreas Schjelderup foi um dos nomes que mais se destacou; Extremo norueguês está a viver provavelmente a sua melhor fase desde que chegou ao Clube
19 Mar 2026 | 14:16 |
O último update do Transfermarkt trouxe novidades importantes para os valores de mercado dos jogadores da Liga Portugal Betclic. No Benfica, Andreas Schjelderup foi um dos nomes que mais se destacou. O extremo norueguês está a viver provavelmente a sua melhor fase desde que chegou ao Clube e subiu dos 14 para os 20 milhões de euros.
Outro jogador em destaque no Benfica foi Sidny Lopes Cabral, que recentemente trocou o Estrela da Amadora pela Luz. Apesar de ter saído das escolhas regulares de José Mourinho, a transferência no mercado de janeiro e a perspetiva de crescimento permitiram aumentar o seu valor de mercado dos 2 para os 5 milhões.
Nem todos os encarnados saíram valorizados. Vangelis Pavlidis e Anatoliy Trubin sofreram desvalorizações significativas. O ponta de lança atravessa um período de menor eficácia, viu o seu valor de mercado cair dos 35 para 32 milhões de euros.
Anatoliy Trubin, por sua vez, manteve a instabilidade no desempenho entre os postes, justificando a queda de cotação dos 28 para para 25 milhões de euros. António Silva também não escapou à revisão em baixa e sua cotação baixou dos 30 para os 28 milhões de euros.
Depois do Clássico, na última semana, frente ao Porto, o Clube da Luz ganhou um novo alento na corrida pelo título com a vitória frente ao Arouca (2-1). Completadas 26 jornadas da Liga Portugal Betclic, o Benfica segue no terceiro lugar, com 62 pontos e está a sete do Porto (69).
Técnico do emblema encarnado não só lembrou antigas aprendizagens, agora úteis, como também a admiração por ícone do Clube da Luz
19 Mar 2026 | 13:49 |
José Mourinho recordou recentemente o seu pai e antigo mentor, Félix Mourinho, explicando que aprendeu com este a lidar com as emoções, depois dos jogos. O Special One - que tem decisão difícil a tomar - fez questão ainda de destacar a influência de Eusébio na sua vida, quando era mais novo e não só.
José Mourinho: "Aprendi com o meu pai que depois do jogo, não é o momento certo para falar com os jogadores"
"Era um líder extraordinário, com uma tranquilidade incrível, com um controlo das emoções ao mais alto nível. Há uma coisa nele que eu agarrei e não mudo, que é: Depois do jogo, não é o momento certo para falar com os jogadores, para expressar emoções, sejam elas positivas ou negativas", começou por dizer, em entrevista à Rádio Renascença. De seguida, o técnico explicou como lida com as emoções após os jogos, sublinhando a influência do pai.
"É muito difícil alguém ver-me exaltar depois de um jogo, no balneário, como é depois muito difícil verem-me depois a dar uns pontapés nas portas. Ao intervalo, sim. No final, não. No final, não há nada a fazer. Isso eu bebi do meu pai. A honestidade, eu percebi desde cedo que os jogadores apreciavam muito. E aquela coisa do pai doce e do pai tirano, é uma coisa que se aplica desde que seja no momento certo. Honestidade, acima de tudo", explicou.
José Mourinho: "Olhava para o Eusébio com uma admiração fantástica"
O Special One confidenciou ainda que tinha uma relação especial com Eusébio, apesar de "não ser amigo, amigo". Mas que, em certa altura da infância, por obra do pai, Félix Mourinho, ia recebendo prendas do Pantera Negra, até pela proximidade do aniversário entre ambos.
"Conheci o Eusébio. Tive o privilégio de ser, não diria amigo, amigo, mas ele tinha muito carinho por mim. Olhava para ele com uma admiração fantástica. O nosso aniversário era com um dia de diferença. Ele no dia 25 e eu 26 [de janeiro]. E desde pequeno, não sei como é que o meu pai conseguia aquilo, mas houve um período da minha vida que eu tinha sempre uma prenda do Eusébio. Eu tinha uma camisola do Eusébio, um postal dele com a Bota de Ouro, autografado por ele."
Ao concluir, o técnico das águias revelou: "Eles tinham uma boa relação e houve um período em que o meu pai me fazia ter este contacto com o Eusébio. Depois, volto a reencontrar o Eusébio, na Luz, na primeira Taça Eusébio, em que o jogo acaba, e no fim do jogo tive o impulso de pedir ao Massimo Moratti, a taça para mim. Eu tenho a Taça em casa.