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Futebol

REGRESSO DE DI MARÍA NÃO É CASO ÚNICO NA HISTÓRIA DO BENFICA! CRAQUE ARGENTINO SEGUE AS PISADAS DE OUTRAS LENDAS DO CLUBE DA LUZ

Saiba o que o extremo tem em comum com antigas glórias dos encarnados

Glorioso 1904
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22 Jun 2023 | 11:32 |

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Caso Di María assine mesmo pelo Benfica, como tudo indica, será um dos mais celebrados regressos de um jogador de top mundial ao Clube da Luz. Há, aliás, poucos casos de estrangeiros que representaram as águias, saíram e voltaram ao Glorioso.


O primeiro grande jogador a sair da Catedral e a regressar foi José Carlos Nepomuceno Mozer. O defesa brasileiro chegou à Luz no verão de 1987, ainda com 26 anos, vindo do poderoso Flamengo, onde ganhara dois Campeonatos Cariocas (1981 e 1986), dois Campeonatos Brasileiros (1982 e 1983), uma Taça dos Libertadores (1981) e uma Taça Intercontinental (1981).


Mozer ganharia, no Benfica, apenas um Campeonato Nacional (1988/1989), tendo sido finalista vencido da Taça dos Campeões Europeus (perdida para o PSV em 1987/1988) e da Taça de Portugal (derrotado pelo Belenenses em 1988/1989). Saiu em 1989 para o Marselha, onde esteve três anos, tendo sido tricampeão de França (1990, 1991 e 1992), além de finalista vencido da Taça dos Campeões (1990/1991) e da Taça de França (1990/1991).


Regressou ao Glorioso no verão de 1992, tendo vencido um Campeonato Nacional (1993/1994) e uma Taça de Portugal (1992/1993), jogando, entre outros, ao lado de João Vieira Pinto, Mostovoi, Isaías, Rui Costa, Rui Águas, Futre, Vítor Paneira, Kulkov, Paulo Sousa, Schwarz, Preud’homme, Paulo Bento ou Caniggia.

A seguir a Mozer aparecem dois jogadores quase gémeos no percurso que tiveram na Europa: Valdo Cândido Filho e Ricardo Gomes Raymundo. Ambos chegaram ao Benfica no início do verão de 1988. O primeiro do Grêmio de Porto Alegre, o segundo do Fluminense.


Ambos ganharam, entre 1988 e 1991, dois Campeonatos Nacionais (1988/1989 e 1990/1991) e uma Supertaça Cândido de Oliveira (1989) pelo Benfica, tendo perdido a final da Taça dos Campeões Europeus de 1989/1990 (Milan, 0-1).

No verão de 1991 assinaram ambos pelo PSG. Representaram a equipa de Paris até 1995, tendo vencido uma Liga (1993/1994), duas Taças de França (1992/1993 e 1994/1995) e uma Taça da Liga (1994/1995).

Regressaram ao Benfica no verão de 1995. Ricardo Gomes ficou apenas uma época, tendo vencido apenas a Taça de Portugal (1995/1996). Valdo ficou duas temporadas e ganhou a mesma Taça de Portugal.

É este o percurso que Di María está perto de completar: juntar-se a Mozer, Ricardo Gomes e Valdo como os mais famosos regressos de jogadores estrangeiros ao Benfica.

Di María – avaliado em 8 milhões de euros – contou com 40 jogos, oito golos e sete assistências, esta temporada pela Juventus.

Pelo Glorioso alinhou, entre 2007 a 2010, em 124 jogos, apontando 15 tentos de águia ao peito.


Futebol

Pedro Henriques alerta que Benfica foi prejudicado frente ao Santa Clara: "Imprudência"

Especialista em arbitragem analisou casos protagonizados pela equipa de António Nobre e revelou que houve um lance que não foi bem ajuizado

Na sua análise aos casos do Santa Clara - Benfica, Pedro Henriques aponta um lance em que as águias foram penalizadas pela arbitragem
Na sua análise aos casos do Santa Clara - Benfica, Pedro Henriques aponta um lance em que as águias foram penalizadas pela arbitragem

14 Fev 2026 | 10:46 |

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Pedro Henriques aponta que houve uma grande penalidade por assinalar. Na sua análise, feita à prestação da equipa de arbitragem, o especialista considera que ficou por sancionar uma infração cometida numa disputa de bola que envolveu Gianluca Prestianni, extremo do Benfica, e Paulo Victor, atleta do Santa Clara.


Pedro Henriques: "Já está em desequilíbrio porque ele próprio, com o pé esquerdo, pontapeou o pé direito do central dos insulares"


Na sua análise, publicada pelo jornal A Bola, o especialista escrutinou os vários momentos que marcaram o triunfo dos encarnados, desde o golo de Vangelis Pavlidis aos pedidos de grande penalidade sobre Leandro Barreiro e Gianluca Prestianni, que tiveram interpretações bastante distintas para Pedro Henriques.


"Contacto. Venâncio promove um contacto, ligeiro e inconsequente, com o braço esquerdo no braço esquerdo de Barreiro; este, por sua vez, já está em desequilíbrio porque ele próprio, com o pé esquerdo, pontapeou o pé direito do central dos insulares. Lance legal e sem penálti", assumiu o antigo árbitro.

Pedro Henriques: "Paulo Victor, com o seu pé direito, pisa, e descalça, a bota, no calcanhar esquerdo de Prestianni. Penálti de TV e de VAR"


"Pisão. Imprudência significa que um jogador atua sem precaução na forma como aborda e disputa a bola com o adversário. Paulo Victor, com o seu pé direito, pisa, e descalça, a bota, no calcanhar esquerdo de Prestianni. Penálti de TV e de VAR", assumiu Pedro Henriques, num lance que dividiu opiniões.

Recorde-se que o Benfica conseguiu conquistar mais três pontos importantes, que mantêm as águias na luta pelo título da Liga Portugal Betclic. Ao fim de 22 jornadas já realizadas, o Clube da Luz surge na terceira posição, com 52 pontos, os mesmos que o Sporting (segundo lugar) e a quatro pontos do Porto, contudo, os rivais ainda vão defrontar o Famalicão e o Nacional, respetivamente.


Futebol

Mourinho explica decisão no Santa Clara - Benfica e faz revelação sobre titular: "Pedi-lhe..."

Na flash interview, treinador de 63 anos faz análise ao encontro da 22.ª jornada e falou sobre situação física de um dos elementos da equipa inicial

José Mourinho explicou a decisão tomada no Santa Clara - Benfica e revelou conversa com o titular das águias. Fotografia: SL Benfica
José Mourinho explicou a decisão tomada no Santa Clara - Benfica e revelou conversa com o titular das águias. Fotografia: SL Benfica

14 Fev 2026 | 10:23 |

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Uma das grandes novidades no onze do Benfica, frente ao Santa Clara, foi a utilização de Tomás Araújo como lateral-direito. No final do encontro, na flash interview, José Mourinho explicou a sua decisão e ainda deixou algumas informações a respeito do estado físico do defesa, depois do triunfo contra os açorianos.


José Mourinho: "Em condições normais o ala do Santa Clara seria rápido e para jogadores muito rápidos, laterais muito rápidos"


"Em condições normais o ala do Santa Clara seria rápido e para jogadores muito rápidos, laterais muito rápidos. O Tomás é muito rápido", começou por dizer o treinador português, em declarações à Sport TV, ao explicar a decisão de apostar no camisola 44 do Benfica.


"Confiança total no Banjaqui, mas meter o miúdo neste jogo difícil fora de casa... preferimos ir pelo Tomás. Quando preparámos o jogo, pensávamos que o campo estaria pior. No jogo direto também nos poderia ajudar. São 3 pontos que precisávamos", acrescentou José Mourinho, na flash interview.

José Mourinho: "Espero que não. Pedi-lhe e ao departamento médico para aguentar até ao intervalo"


"Espero que não. Pedi-lhe e ao departamento médico para aguentar até ao intervalo. Ao intervalo pensei que tivesse que sair, mas ele disse que não", assumiu o Special One, quando questionado sobre a situação física que o defesa apresentou no decorrer do encontro contra os açorianos.

Recorde-se que o Benfica conseguiu conquistar mais três pontos importantes, que mantêm as águias na luta pelo título da Liga Portugal Betclic. Ao fim de 22 jornadas já realizadas, o Clube da Luz surge na terceira posição, com 52 pontos, os mesmos que o Sporting (segundo lugar) e a quatro pontos do Porto, contudo, os rivais ainda vão defrontar o Famalicão e o Nacional, respetivamente.


Futebol

Grandes penalidades no Santa Clara - Benfica? Análise diverge especialistas

No escrutínio dos lances que marcaram partida da 22.ª jornada, entendedores da arbitragem não conseguiram chegar a um consenso

Lances que aconteceram no Santa Clara - Benfica causam certa divergência entre os especialistas de arbitragem. Fotografia: SL Benfica
Lances que aconteceram no Santa Clara - Benfica causam certa divergência entre os especialistas de arbitragem. Fotografia: SL Benfica

14 Fev 2026 | 09:53 |

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À semelhança do que aconteceu no duelo frente ao Alverca, Marco Ferreira e Jorge Faustino consideram que não houve grandes penalidades por assinalar. No rescaldo da vitória do Benfica, diante do Santa Clara, os especialistas consideram que os casos a envolver Leandro Barreiro e Gianluca Prestianni foram bem ajuizados por António Nobre, apesar das observações de José Mourinho.


Marco Ferreira e o lance sobre Barreiro: "O defesa está a apoiar o pé quando o toque acontece. Boa decisão"


"Lance na área do Santa Clara com Barreiro a promover um contacto na perna de Venâncio e a cair sem infração. O defesa está a apoiar o pé quando o toque acontece. Boa decisão", começou por analisar Marco Ferreira, em declarações ao jornal Record.


"Foi Barreiro quem forçou contacto do seu pé esquerdo na perna de Venâncio. Sem infração aí. Venâncio arriscou na ação de colocar as mãos em Barreiro, mas aí já o atacante se deixava cair. Sem penálti", assumiu Jorge Faustino, atribuindo as culpas ao camisola 18 do Benfica.

Jorge Faustino sobre o lance sobre Prestianni: "Penálti por sancionar"


"Lance na área do Santa Clara com Paulo Vítor e Prestianni a movimentarem-se para a bola, existindo contacto normal sem infração. Boa decisão", adiantou Marco Ferreira, assumindo que não houve qualquer polémica na posição assumida pela equipa de arbitragem.

"Paulo Victor, ao tentar proteger a saída da bola, abriu a perna direita acabando por pisar de forma imprudente o pé esquerdo de Prestianni que tentava chegar à bola. Penálti por sancionar", revelou Jorge Faustino, discordando da análise feita pelo colega especialista.


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