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Após polémica, Luís Mendes não 'deu a cara' na Assembleia Geral do Benfica

Ex responsável pelas finanças e Sócio há 48 anos foi uma das ausência da reunião magna dos encarnados, realizada na passada sexta-feira

Glorioso 1904
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28 Set 2024 | 11:09 |

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Depois da entrevista polémica de Luís Mendes ao jornal Record, em que se ‘atiraram’ acusações graves a Rui Costa e à sua direção, o antigo vice-presidente do Benfica não apareceu na mais recente Assembleia Geral, que decorreu na passada sexta-feira. Ao que consta, o mesmo foi, inclusive, aconselhado para não esta presente.


 "No lugar dele, eu não ia. Não é preciso agitar. Já há um movimento que a agita as AGs o suficiente. Falo do Movimento Servir o Benfica", vincou Bruno Costa Carvalho. Pedro Brinca diz que a presença de Luís Mendes na AG poderia "agitar" a reunião, enquanto Gaspar Ramos prefere não se imiscuir nesse tema: "Cada um terá de gerir as suas atitudes."


De recordar que nessa mesma entrevista Luís Mendes revelou um caso de concorrência desleal em que o Sporting era o grande beneficiado. O antigo responsável pelas finanças do Clube da Luz afirmou que, desde que os leões renegociaram uma dívida com uma entidade bancária, ainda não pagaram nada.


“Há dias tive conhecimento, por exemplo, que o Sporting renegociou uma dívida com um banco e desde essa renegociação não voltou a pagar rigorosamente nada ao banco. E nós não temos controlo económico, o qual tem de haver. Para já é um problema do banco, mas também é um problema do Benfica. E é um problema do Benfica porquê? Porque está a concorrer em pé de desigualdade com alguém”, revelou Luís Mendes.

“Acha normal numa indústria que se quer competitiva, equitativa, que haja entidades que estejam a ter benefícios nesta matéria? Onde é que o controlo económico da Liga está a funcionar e está a atuar para não permitir que aconteçam essas situações?”, defendeu Luís Mendes.



Clube

No Name Boys na segurança do Benfica? Ligações levantam polémica na Luz

Claque das águias parece estar envolvida em muitas confusões nos estádios e nos bastidores, mas alguns membros podem estar à trabalhar para o Clube

Presença de membros dos No Name Boys em empresa responsável por segurança do Benfica gera polémica nos bastidores
Presença de membros dos No Name Boys em empresa responsável por segurança do Benfica gera polémica nos bastidores

17 Out 2026 | 12:42 |

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A presença de elementos dos No Name Boys na empresa responsável por serviços de segurança ao Benfica está a levantar questões sobre a separação entre o papel de adepto e o exercício de funções profissionais no Estádio da Luz. Vários membros da claque integram os quadros da PM - Segurança, situação que terá estado na origem de episódios de tensão dentro e fora do recinto.


A empresa terá sido criada durante os mandatos de Luís Filipe Vieira e começou por assegurar a segurança do centro de treinos do Seixal, alargando posteriormente a atividade a outras áreas do universo encarnado. É gerida por Paulo Magalhães, antigo pugilista do Benfica, que, de acordo com a informação avançada pelo Correio da Manhã, terá recrutado vários elementos ligados à claque.


A polémica prende-se com a alegada acumulação de funções: alguns dos trabalhadores estarão envolvidos em tarefas de vigilância e revistas a adeptos nos dias de jogo, regressando noutras ocasiões às bancadas enquanto apoiantes do Benfica. Segundo as notícias divulgadas, esta sobreposição terá contribuído para momentos de tensão, incluindo situações envolvendo adeptos de clubes rivais. Não foram, contudo, divulgados publicamente todos os detalhes dos episódios referidos.


Fundados a 4 de março de 1992, os No Name Boys nasceram de uma cisão no seio dos Diabos Vermelhos e tornaram-se um dos principais grupos organizados de apoio ao Benfica. A claque ocupa habitualmente setores da bancada Sul do Estádio da Luz e acompanha a equipa em jogos nacionais e internacionais. 

O grupo não está registado oficialmente nos termos aplicáveis aos grupos organizados de adeptos. A questão da legalização tem sido motivo de debate, nomeadamente devido às exigências legais relativas à identificação dos membros e às condições de apoio às claques. 




Clube

Fernando Tavares 'explode' e aponta o que falta para Benfica ser um clube de topo mundial

Antigo dirigente encarnado defende uma profunda mudança na organização do Clube e considera que a ambição europeia exige muito mais

Fernando Tavares, antigo vice-presidente do Benfica, defende que a estrutura do Benfica não está a ajudar o Clube a chegar à elite europeia
Fernando Tavares, antigo vice-presidente do Benfica, defende que a estrutura do Benfica não está a ajudar o Clube a chegar à elite europeia

15 Out 2026 | 10:55 |

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O Benfica continua a viver demasiado preso às urgências do futebol, na perspetiva de Fernando Tavares, que defende uma reflexão profunda sobre o futuro da instituição. Para o antigo dirigente, a ambição de competir regularmente com a elite europeia exige mudanças que vão muito além dos resultados da equipa principal.


F. Tavares: " O Benfica não pode continuar a ser gerido ao sabor do futebol"


"O Benfica não pode continuar a ser gerido domingo a domingo ao sabor dos resultados da sua equipa de futebol", escreveu, no jornal Record, considerando que o desafio é também "estrutural, organizacional e empresarial". 


Uma das propostas centrais passa pela reorganização da Benfica SAD e pela eventual recompra de parte das participações dispersas em mercado. "O Benfica deve estudar a possibilidade de recomprar parte das participações e ações dispersas em mercado, reforçando a sua capacidade de influência e reorganizando a estrutura de capital em função de uma visão estratégica de longo prazo", defendeu.

F. Tavares: "O Benfica beneficiaria de uma revisão global dos fluxos financeiros internos"


O antigo vice-presidente considera igualmente importante simplificar o universo empresarial do Grupo Benfica, eliminando estruturas redundantes e aumentando a transparência, defendendo ainda uma revisão dos fluxos financeiros internos, a regularização da dívida entre o Clube e a SAD e uma avaliação independente do Estádio da Luz - que tem novo espaço de luxo - , para que os ativos reflitam adequadamente o seu valor. "O Benfica beneficiaria de uma revisão global dos fluxos financeiros internos, assegurando que receitas, custos, ativos e responsabilidades estão alinhados com a realidade operacional de cada entidade", sustenta.

Na sua conclusão, Fernando Tavares deixa uma das mensagens mais fortes do texto sobre o caminho que considera necessário para as águias. "O Benfica passou as últimas duas décadas a profissionalizar a sua atividade desportiva. É tempo de profissionalizar a arquitetura que suporta essa atividade... A elite europeia não se alcança apenas através do talento desportivo. Conquista-se, sobretudo, através da qualidade das estruturas que sustentam esse talento", rematou.


Clube

Villas-Boas vive a pensar no Benfica e volta a atacar rival encarnado

Presidente dos azuis e brancos falou sobre as relações institucionais entre os dragões e águias, em evento realizado no norte do país

André Villas-Boas, presidente do Porto, admitiu que existe um desalinhamento de ideias com o Benfica, ao contrário do Sporting
André Villas-Boas, presidente do Porto, admitiu que existe um desalinhamento de ideias com o Benfica, ao contrário do Sporting

09 Out 2026 | 16:44 |

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André Villas-Boas analisou, esta sexta-feira, as diferentes relações que existem, atualmente, com Benfica e Sporting. O líder máximo do Porto destacou o alinhamento que existe com os leões em algumas questões do futebol português e a discordância com o Clube da Luz. 


Villas-Boas: "Temos um enquadramento muito específico em relação a determinados clubes"


"Temos um enquadramento muito específico em relação a determinados clubes, nomeadamente clubes sediados em Lisboa, a nossa capital, onde basicamente estão sediadas todas as grandes instituições do país", começou por dizer, no Cardiology Gaia Meeting 2026.


O presidente dos dragões realçou as divergências de visões com os encarnados, sendo algo antagónico em relação ao Sporting. "Nesta, no que navega dentro dos objetivos comuns que temos, há um alinhamento mais preciso do ponto de vista estratégico entre o Porto e o Sporting, que não existe no caso do Porto e do Benfica, porque têm diferentes visões para determinadas coisas, e desde logo a questão dos direitos audiovisuais, que neste caso partilhamos com o Sporting e não partilhamos com o Benfica", falou.

Recorde-se que André Villas-Boas tinha acusado o Benfica de ter uma "santa aliança" com os leões. "Se há algo que é verdadeiro e bem presente é uma santa aliança entre o Benfica e o Sporting. Somos o Porto, queremos o bem do futebol português", afirmou, em meados de setembro de 2026.


Nas mesmas declarações, o antigo técnico portista, na época de 2010/11, reforçou esse pensamento. "Clubes de Lisboa a tentar prejudicar o Porto? Naturalmente. Dois contra um é sempre mais fácil que um contra um", defendeu.


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09 Out 2026 | 12:57

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